Por William Ferraz,
Em meados dos anos 1990 com a criação da World Wide Web (WWW) a internet deslanchou. Hoje, com gigantes redes sociais como o Facebook, o Instagram e o Twitter, muitas pessoas acabam utilizando mais do que deveriam, fazendo com que momentos de lazer na rede possam ser nocivos à sua saúde.
Os jovens são, de longe, os mais propensos a extrapolar o uso da internet. Há uma razão estatística para isso — eles respondem por até 90% dos que navegam na rede, a maior fatia —, mas pesa também uma explicação de fundo mais psicológico, à qual uma recente pesquisa da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, lança luz. Algo como 10% dos entrevistados (viciados ou não) chegam a atribuir à internet uma maneira de “aliviar os sentimentos negativos”, pois é o local onde sentem-se ainda mais à vontade para expor suas ideias.
O psiquiatra Daniel Spritzer…
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