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Após quase 22 anos de descobertas, o telescópio Swift se prepara para retornar à Terra. Ainda não há confirmação de onde ocorrerá a reentrada. 🌎 #Linkezine O post Telescópio da NASA deve cair na Terra após quase 22 anos em órbita apareceu primeiro em Linkezine.
A evolução das impressoras corporativas vai muito além da qualidade das páginas. Conheça tecnologias que ajudam a automatizar documentos, melhorar processos e tornar a gestão de impressão mais eficiente.
O futuro da impressão já começou. Multifuncionais conectadas, monitoramento remoto, reconhecimento de documentos e fluxos automatizados estão mudando a maneira como as empresas administram informações.
Durante muito tempo, as impressoras foram consideradas equipamentos utilizados apenas para transferir informações do computador para o papel.
Hoje, essa definição já não representa todas as possibilidades disponíveis no ambiente corporativo.
Multifuncionais modernas podem digitalizar documentos, integrar-se a sistemas empresariais, permitir autenticação de usuários e participar de processos automatizados.
Ao mesmo tempo, tecnologias como inteligência artificial, reconhecimento óptico de caracteres e análise de dados ampliam as possibilidades de organização documental.
Essa evolução traz uma questão importante: como as empresas podem utilizar essas tecnologias para melhorar a produtividade sem aumentar desnecessariamente a complexidade operacional?
1. A impressora deixou de ser apenas uma impressora
Uma multifuncional corporativa pode reunir impressão, digitalização, cópia, conectividade e recursos de gerenciamento em um único equipamento.
Dependendo do modelo, também pode oferecer integração com serviços de armazenamento, sistemas de autenticação e ferramentas de administração remota.
Isso permite que o equipamento participe de diferentes etapas dos processos empresariais.
Um documento recebido em papel, por exemplo, pode ser digitalizado e encaminhado a uma pasta corporativa, iniciando um fluxo eletrônico de trabalho.
2. Digitalização inteligente e reconhecimento de documentos
Uma das tecnologias mais relevantes para a gestão documental é o OCR — Reconhecimento Óptico de Caracteres.
O OCR permite identificar caracteres em imagens digitalizadas, possibilitando transformar parte do conteúdo em texto pesquisável ou editável.
Quando combinado com outras ferramentas, pode ajudar a localizar informações e organizar documentos.
Em soluções mais avançadas, recursos de inteligência artificial podem apoiar a classificação de documentos e a extração de determinados campos.
Entretanto, esses resultados precisam ser validados conforme a criticidade do processo, especialmente quando envolvem informações financeiras, jurídicas ou pessoais.
3. Automação reduz atividades repetitivas
Imagine um departamento que recebe diariamente contratos, formulários e comprovantes.
Em um processo totalmente manual, colaboradores precisam digitalizar documentos, escolher pastas, atribuir nomes aos arquivos e encaminhá-los aos responsáveis.
Com ferramentas adequadas, algumas dessas etapas podem ser automatizadas.
Entre as possibilidades estão:
Digitalização para pastas previamente configuradas;
Envio de arquivos para sistemas corporativos;
Aplicação de padrões de nomenclatura;
Reconhecimento de texto;
Classificação assistida de documentos;
Encaminhamento para fluxos de aprovação.
A disponibilidade dessas funcionalidades depende dos equipamentos, softwares e integrações utilizados.
4. Monitoramento remoto ajuda na gestão do parque
Outra evolução importante está no acompanhamento dos equipamentos.
Ferramentas de monitoramento podem permitir que responsáveis técnicos acompanhem informações operacionais, como volumes produzidos, situação dos equipamentos e níveis de determinados suprimentos.
Esses dados ajudam a identificar padrões de utilização e planejar intervenções.
Em vez de depender exclusivamente de chamados abertos pelos usuários, a gestão pode contar com informações adicionais para orientar decisões.
5. Inteligência artificial pode apoiar a manutenção
Em determinados ambientes tecnológicos, sistemas analíticos podem identificar comportamentos incomuns e apoiar a avaliação de possíveis falhas.
Modelos de análise podem utilizar históricos de utilização, alertas e informações de funcionamento para auxiliar o planejamento da manutenção.
É importante distinguir esse tipo de recurso de um simples sistema de monitoramento.
Nem toda solução de monitoramento utiliza inteligência artificial, e nem toda impressora conectada oferece manutenção preditiva.
Por isso, antes de contratar uma tecnologia, é fundamental verificar quais funcionalidades realmente estão disponíveis.
6. Impressão segura e autenticação de usuários
A transformação digital também exige atenção à segurança.
Impressoras conectadas à rede corporativa devem integrar as políticas de proteção da informação.
Alguns equipamentos e sistemas oferecem recursos como autenticação, liberação controlada de documentos e restrições administrativas.
Essas funcionalidades podem ajudar a reduzir a exposição de documentos e melhorar o controle de utilização.
A adoção deve considerar as necessidades da empresa, a proteção de dados pessoais e as orientações de segurança aplicáveis.
7. Dados de impressão ajudam a tomar decisões
Uma gestão eficiente precisa compreender como os recursos são utilizados.
Informações sobre volume mensal, utilização por equipamento e distribuição da demanda podem apoiar decisões sobre dimensionamento e organização do parque.
Por exemplo, um equipamento pode apresentar utilização muito superior à dos demais, enquanto outro permanece praticamente ocioso.
Sem acompanhamento, essa situação pode permanecer despercebida.
Com dados confiáveis, torna-se possível avaliar alternativas antes de adquirir novos equipamentos.
8. Qual é o papel do outsourcing de impressão nessa transformação?
O outsourcing de impressão permite que empresas avaliem um modelo de gestão especializada para sua infraestrutura de impressão.
Dependendo do contrato, a solução pode contemplar equipamentos, suprimentos, manutenção, suporte e acompanhamento operacional.
Esse modelo pode facilitar o planejamento tecnológico e reduzir a necessidade de administrar individualmente diversos componentes do ambiente.
Entretanto, recursos avançados de automação, inteligência artificial e integração documental devem ser avaliados separadamente, pois não estão necessariamente incluídos em todos os contratos de outsourcing.
Como preparar sua empresa para a impressão inteligente?
Checklist para uma gestão moderna:
Conhecer o volume real de impressão;
Manter inventário dos equipamentos;
Avaliar a necessidade de digitalização;
Identificar processos documentais repetitivos;
Verificar recursos de integração disponíveis;
Adotar medidas de segurança adequadas;
Planejar manutenção e suprimentos;
Avaliar oportunidades de automação;
Comparar o custo total das alternativas tecnológicas.
A tecnologia deve resolver problemas concretos, e não apenas acrescentar novas funcionalidades.
ORIM INFORMÁTICA: tecnologia e gestão para a impressão corporativa
A ORIM INFORMÁTICA atua no segmento de outsourcing de impressão, oferecendo soluções para organizações que desejam administrar seus equipamentos de maneira mais estruturada.
Em um ambiente empresarial cada vez mais conectado, a escolha dos equipamentos e a organização do parque de impressão devem considerar produtividade, manutenção, disponibilidade e necessidades operacionais.
Uma avaliação especializada pode ajudar a identificar a infraestrutura adequada para diferentes departamentos e apoiar o planejamento de modernização.
As funcionalidades específicas de digitalização, automação e integração devem ser verificadas conforme os equipamentos e serviços disponíveis em cada projeto.
Conclusão: o futuro não é imprimir mais, mas trabalhar de maneira mais inteligente
A evolução da impressão corporativa não significa necessariamente aumentar a quantidade de páginas produzidas.
O verdadeiro avanço está na capacidade de integrar equipamentos, informações e processos de maneira eficiente.
Automação, digitalização, monitoramento e inteligência artificial podem contribuir para essa transformação quando aplicados de forma adequada.
O escritório inteligente não é aquele que possui mais tecnologia, mas aquele que utiliza a tecnologia certa para trabalhar melhor.
TECNOLOGIA E GESTÃO CORPORATIVA
ORIM INFORMÁTICA
Outsourcing de Impressão
Soluções para empresas que buscam eficiência, organização e gestão especializada de seus equipamentos de impressão.
Conheça as soluções da ORIM INFORMÁTICA e avalie alternativas para modernizar seu ambiente de impressão.
Descubra como um site acessível, inclusivo e bem estruturado pode transformar a experiência digital dos usuários das Serventias Extrajudiciais.
A transformação digital das Serventias Extrajudiciais trouxe novas possibilidades para facilitar o acesso do cidadão às informações e aos serviços cartorários.
Hoje, consultar horários, localizar uma serventia, verificar documentos necessários e acessar serviços eletrônicos são atividades que frequentemente começam pela internet.
Entretanto, existe uma questão que merece atenção especial:
Será que todos os cidadãos conseguem utilizar o site do cartório com a mesma facilidade?
Essa pergunta nos leva a um dos temas mais importantes do desenvolvimento de sites institucionais: a acessibilidade digital.
1. O que é acessibilidade digital?
Acessibilidade digital é o conjunto de práticas que busca tornar sites, aplicativos e serviços eletrônicos utilizáveis por pessoas com diferentes capacidades e necessidades.
Isso inclui pessoas com deficiência visual, auditiva, motora ou cognitiva, além de usuários que enfrentam limitações temporárias ou dificuldades relacionadas à idade.
Um site acessível procura reduzir barreiras e facilitar a interação com seus conteúdos e funcionalidades.
Acessibilidade não significa criar um site separado para determinadas pessoas. Significa desenvolver uma experiência digital que possa ser utilizada pelo maior número possível de cidadãos.
2. Por que esse tema é importante para os cartórios?
As Serventias Extrajudiciais prestam serviços de grande relevância para a sociedade.
Seus usuários possuem diferentes idades, níveis de familiaridade com a tecnologia e necessidades de acesso.
Imagine uma pessoa idosa tentando localizar o horário de atendimento pelo celular.
Ou uma pessoa com deficiência visual utilizando um leitor de tela para consultar informações sobre determinado serviço.
Quando o site apresenta barreiras de navegação, essas tarefas podem se tornar desnecessariamente difíceis.
Por isso, a acessibilidade deve ser considerada desde o planejamento da presença digital da serventia.
3. Textos legíveis fazem toda a diferença
Um dos aspectos mais simples e importantes da acessibilidade é a legibilidade.
Fontes excessivamente pequenas, contrastes inadequados e grandes blocos de texto podem dificultar a leitura.
Um site institucional deve priorizar:
Tamanho de fonte adequado;
Bom contraste entre texto e fundo;
Espaçamento confortável;
Títulos organizados hierarquicamente;
Parágrafos objetivos;
Linguagem clara e compreensível.
Esses cuidados beneficiam não apenas pessoas com deficiência, mas todos os usuários.
4. Navegação por teclado e tecnologias assistivas
Nem todas as pessoas utilizam o mouse para navegar pela internet.
Alguns usuários dependem do teclado, de leitores de tela ou de outras tecnologias assistivas.
Por isso, menus, links, formulários e botões precisam ser desenvolvidos com estrutura adequada.
Um site acessível deve permitir que as principais funcionalidades sejam utilizadas sem depender exclusivamente do mouse.
Também é importante que elementos visuais relevantes possuam descrições apropriadas e que os controles tenham identificação compreensível.
5. O celular também precisa ser acessível
Responsividade e acessibilidade são conceitos relacionados, mas não são a mesma coisa.
Um site responsivo adapta sua apresentação a diferentes tamanhos de tela.
Já a acessibilidade considera se o conteúdo pode ser compreendido e utilizado por pessoas com diferentes necessidades.
Na prática, os dois aspectos precisam trabalhar juntos.
Botões com áreas de toque adequadas, menus simples, textos legíveis e formulários fáceis de preencher contribuem para uma experiência melhor no smartphone.
6. Informações organizadas reduzem barreiras
A acessibilidade não depende exclusivamente de recursos técnicos.
A maneira como as informações são organizadas também influencia a experiência.
Um cidadão que precisa solicitar uma certidão deve conseguir encontrar as orientações correspondentes sem percorrer diversos menus confusos.
O mesmo vale para informações sobre:
Horário de funcionamento;
Localização da serventia;
Canais oficiais de atendimento;
Documentos necessários;
Procedimentos disponíveis;
Serviços eletrônicos pertinentes.
Quanto mais clara for a organização das informações, menores tendem a ser as dificuldades de navegação.
7. Acessibilidade também envolve boas práticas e conformidade
No Brasil, a acessibilidade digital está relacionada a importantes referências legais e técnicas, incluindo a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência.
No desenvolvimento de sites, as diretrizes internacionais WCAG (Web Content Accessibility Guidelines) oferecem critérios técnicos para avaliar e melhorar a acessibilidade dos conteúdos digitais.
Essas diretrizes abordam princípios como conteúdo perceptível, interface operável, informações compreensíveis e funcionamento robusto.
Entretanto, a conformidade não deve ser presumida apenas pela presença de um botão de acessibilidade ou de uma ferramenta automatizada.
Uma avaliação consistente envolve verificações técnicas, testes de navegação e, sempre que possível, testes com usuários de diferentes necessidades.
8. Acessibilidade é um processo contínuo
Assim como a segurança digital, a acessibilidade não termina quando um site é publicado.
Novas páginas, documentos, imagens, formulários e funcionalidades podem introduzir barreiras.
Por isso, é importante manter uma rotina de avaliação e melhoria.
O objetivo deve ser preservar uma experiência digital inclusiva durante toda a vida útil do site.
Checklist: seu site está preparado para diferentes usuários?
Confira alguns pontos importantes:
☐ Os textos possuem tamanho adequado?
☐ Existe contraste suficiente entre texto e fundo?
☐ O site funciona corretamente no celular?
☐ Os menus podem ser utilizados pelo teclado?
☐ Os botões possuem identificação clara?
☐ As imagens informativas possuem descrições adequadas?
☐ Os formulários apresentam instruções compreensíveis?
☐ Os serviços são fáceis de localizar?
☐ O site foi avaliado com tecnologias assistivas?
Este checklist é apenas uma avaliação inicial e não substitui uma auditoria de acessibilidade baseada em critérios técnicos.
9. DIGITAL CARTÓRIOS: tecnologia especializada para Serventias Extrajudiciais
A DIGITAL CARTÓRIOS é especializada na criação de sites para Serventias Extrajudiciais.
Essa especialização permite desenvolver projetos considerando as características institucionais do segmento cartorário e as necessidades dos cidadãos.
Um site profissional deve combinar identidade visual, organização das informações, responsividade, atenção à acessibilidade e boas práticas de segurança.
Mais do que oferecer uma presença na internet, o objetivo é contribuir para uma experiência digital clara, funcional e adequada ao público atendido pela serventia.
Conclusão: uma presença digital mais inclusiva
A modernização das Serventias Extrajudiciais deve considerar não apenas a adoção de novas tecnologias, mas também a maneira como essas tecnologias são utilizadas pelas pessoas.
Um site acessível pode contribuir para reduzir barreiras, facilitar a consulta de informações e melhorar a comunicação com o cidadão.
Investir em acessibilidade significa reconhecer que a qualidade do atendimento também se manifesta no ambiente digital.
Uma serventia verdadeiramente moderna deve buscar uma presença digital que acolha, informe e facilite o acesso de todos.
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