Por que cérebros de ratos nem sempre são bons modelos para estudos em humanos — Superinteressante

Quando pesquisadores decidem investigar o comportamento de novos remédios, vacinas, cosméticos e até produtos químicos em um ser vivo, quem costuma assumir a bronca de início é o Rattus norvegicus, a espécie de rato mais usada em laboratório. A resposta dada pelas cobaias é que permite que os produtos avancem nos testes e, com sorte,…

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