Qual a diferença entre recuperação judicial e extrajudicial?

Os processos têm diferenças pequenas, mas cruciais: o nível de envolvimento da Justiça, o acordo com os credores e o tamanho das dívidas.

O GPA, grupo controlador de marcas como o Pão de Açúcar, fechou acordo com credores para apresentar um plano de recuperação extrajudicial envolvendo R$ 4,5 bilhões em obrigações sem garantia. Pouco depois, veio o anúncio do pedido de recuperação extrajudicial da Raízen, em meio a dívidas que somam cerca de R$ 65,1 bilhões.

Apesar do nome parecido, esse processo é diferente da recuperação judicial – aquela que a Americanas iniciou em 2023, por exemplo. O “extra”, no caso, faz toda a diferença. Vamos entender:

Para que servem?

Em ambos os casos, o objetivo é o mesmo: evitar a falência, reorganizar dívidas e permitir que a empresa continue operando. A diferença está no grau de intervenção do Judiciário, na abrangência das dívidas incluídas e no nível de proteção concedido…

Qual a diferença entre recuperação judicial e extrajudicial?

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