A INDIE Live Expo 2021, evento totalmente digital começa na manhã deste sábado (5), às 6h no horário de Brasília. O evento contará com novidades de diversos jogos que estão chegando este ano e nos próximos anos. Apresentação é descontraída e exibe trailers e gameplays. A maioria dos estúdios envolvidos são do Japão, China e…
No final deste mês, a Atari está oficialmente de volta ao negócio de hardware de videogame. O Atari VCS será lançado nos Estados Unidos em 15 de junho. Os consumidores podem comprar um em varejistas como Best Buy e GameStop, bem como no site oficial Atari VCS. Taito e Natsume Atari anunciam Pocky & Rocky…
Mais de cinco novos games estão chegando ao PlayStation VR, os óculos de realidade virtual do PS4, que também são compatíveis com o PS5. Uma nova edição do PS VR Spotlight foi exibida, que reúne jogos conhecidos e outros títulos que acabam de ser descobertos para o sistema japonês. Entre os produtos em exibição estão…
Mesmo com pouco tempo de lançamento de Cruella, a Disney já está produzindo uma sequência para o filme protagonizado por Emma Stone. A informação vem do site THR. Segundo informações preliminares, a sequência contaria assim com o retorno de Emma Stone como Cruella, além do retorno do diretor Craig Gillespie, e do roteirista Tony McNamara iCarly |…
Hi readers! Today’s news comes from Google News. Donald Trump has appeared to drop his strongest hint yet at another presidential run in 2024, responding to news of his two-year ban from Facebook on Friday by saying he would not invite Mark Zuckerberg to dinner “next time I’m in the White House”. Trump’s statement read: […]
Com funcionamento pleno previsto para o fim de 2021, Open Banking permitirá que os clientes escolham com quais instituições financeiras desejam compartilhar seus dados, possibilitando, assim, a oferta de produtos e serviços sob medida.
“O Open Banking está para o sistema financeiro como a internet está para a sociedade. Os benefícios e casos de uso serão visíveis ao longo dos próximos meses e anos”, destacou o Presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, ao abrir evento que marca o início da primeira fase da implementação do Open Banking no país, ontem (1/2).
Com a proposta de criar o chamado sistema financeiro do futuro, tornando o sistema financeiro nacional ainda mais eficiente, competitivo e inclusivo, o Open Banking, cujo funcionamento pleno está projetado até o fim de 2021, permitirá que os clientes escolham com quais instituições financeiras desejam compartilhar seus dados para possibilitar a oferta de produtos e serviços sob medida e com custos mais baixos.
Com o Open Banking, o cliente será o principal beneficiário, ao autorizar o compartilhamento dos seus dados, reduzindo a assimetria de informação no âmbito do sistema financeiro para obter melhores produtos e serviços. Importante ressaltar que o acesso aos dados será feito apenas com a autorização específica de cada cliente, por prazo determinado e que poderá ser cancelado a qualquer tempo.
“O Open Banking parte do pressuposto que o consumidor é titular de seus dados cadastrais e financeiros, e que pode transferir essas informações que lhe pertencem para outra instituição, a qualquer momento, em busca de melhores produtos ou serviços a preços mais baixos”, afirmou Campos Neto. “É importante ter em mente que a disponibilização de dados por parte dos consumidores gera um valor para as instituições financeiras, em termos de informação. Com a implementação do Open Banking, uma parte desse benefício será revertido para quem disponibiliza os dados, ou seja, para os próprios consumidores”, reforçou o Presidente do BC.
Integração gradual Na primeira fase, que começa nesta segunda-feira, as instituições participantes dos segmentos S1 e S2 disponibilizam ao público informações padronizadas sobre os seus canais de atendimento e as características de produtos e serviços bancários tradicionais que oferecem. Importante destacar que, nesta fase, não será compartilhado nenhum dado de clientes. O diretor de Regulação do BC, Otávio Damaso, destacou como público-alvo dessa etapa são as próprias instituições financeiras ou de pagamento, desenvolvedores, fintechs e acadêmicos.
Segundo ele, após a disponibilização das informações, podem surgir sites e empresas que passarão a disponibilizar a comparação de características e preços dos produtos bancários, em benefício dos clientes, auxiliando as pessoas a escolherem a opção mais adequada ao seu perfil e necessidades. Entre as possíveis soluções podem estar os comparadores de tarifas bancárias, de tipos de contas e de cartões de crédito.
Na segunda fase de implantação, prevista para começar em julho, os clientes terão a possibilidade de autorizar o compartilhamento dos seus cadastros e de informações sobre suas transações financeiras relacionadas a contas, cartão de crédito e operações de crédito com outras instituições. Na terceira etapa, em agosto, será possível o compartilhamento de serviços, em particular o encaminhamento de proposta de operação de crédito e da iniciação de pagamentos. “É um momento em que há uma junção do Open Banking com o Pix”, disse Damaso. Na última fase, outros produtos e serviços financeiros tais como seguros, previdência e investimentos serão integrados na infraestrutura do Open Banking.
Otávio Damaso reforçou que o sistema estará plenamente funcional, com as quatro fases implantadas, em dezembro de 2021. Segundo ele, o cliente será o principal beneficiário do Open Banking, incluindo as pessoas naturais, mas também micro, pequenas e médias empresas. “O ecossistema deverá continuar a evoluir mesmo após a implementação de todas as fases, com o desenvolvimento do próprio mercado. Em particular, a partir de soluções de mercado e novos modelos de negócio focados no compartilhamento de serviços”, completou Roberto Campos Neto, Presidente do BC.
“A chegada do Open Banking está alinhada com a implantação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) dentro do sistema financeiro”, afirmou o chefe do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do Banco Central, João Andre Calvino Marques Pereira. Segundo ele, o ecossistema está sendo desenvolvido de forma a preservar a segurança e o sigilo dos dados compartilhados, em observância à legislação vigente. […]
Holambra, Jaguariúna e Pedreira irão retomar a realização de barreiras sanitárias nas entradas de suas cidades, assim como os outros 17 municípios pertencentes à Região Metropolitana de Campinas (RMC), a partir desta quarta-feira (2).
De acordo com o Conselho de Desenvolvimento da região, a decisão foi tomada devido ao aumento no número de casos, internações e mortes em decorrência da covid-19, e segue até domingo (6).
Além das barreiras, os municípios que também pertencem ao Circuito das Águas Paulista reforçarão a fiscalização contra as festas clandestinas em chácaras, visando diminuir a circulação e aglomeração de pessoas. De acordo com o Conselho de Desenvolvimento da RMC, as administrações também irão intensificar o trabalho de conscientização da população.
As medidas foram anunciadas após uma reunião virtual entre os prefeitos das 20 cidades que compõem a Região Metropolitana de Campinas (RMC), realizada na manhã desta terça-feira (2), e tem como objetivo frear a contaminação pela doença durante o feriado prolongado de Corpus Christi, celebrado nesta quinta-feira (3).
Adoção de novas restrições
Segundo o Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Campinas (RMC), os prefeitos poderão se reunir novamente para discutir a adoção de medidas mais restritivas, caso os números não retrocedam. O prefeito de Jaguariúna, Gustavo Reis (MDB), atua como presidente do conselho e faz um alerta para o atual panorama da região.
“Algumas cidades, como Hortolândia e Valinhos, por exemplo, estão registrando um aumento muito grande nos casos e nas internações. O cenário em vários outros municípios é o mesmo. Então, caso não haja uma melhora rápida, teremos que discutir medidas mais duras, assim como fizeram outras regiões do Estado”, afirmou o prefeito de Jaguariúna.
Medidas anteriores
As 20 cidades que compõem a Região Metropolitana de Campinas, que incluem Holambra, Jaguariúna e Pedreira, já haviam adotado as barreiras sanitárias no último “megaferiado”, realizado entre os dias 26 de março e 4 de abril.
Na ocasião, as vigilâncias sanitárias e guardas municipais promoveram barreiras com a finalidade de abordar veículos com placas de outras cidades, além de efetuar a aferição de temperatura dos ocupantes. Na época, os trabalhos foram chamados de “Cinturão Regional”.
Nos últimos dois meses, três estudantes da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP tiraram a própria vida. A sequência acendeu um alerta entre os alunos e a direção da faculdade e da universidade. Um dos casos ocorreu dentro da Cidade Universitária, no Butantã, Zona Oeste da capital paulista, no conjunto residencial da universidade, o CRUSP.
Como consequência, a USP promete a criação de uma rede que melhore a comunicação entre os seus serviços de saúde mental. A FFLCH, por sua vez, afirma que irá criar canais voltados para o assunto e fará uma pesquisa para entender melhor a real situação mental dos seus alunos e colaboradores. O CRUSP, onde ocorreu um dos casos, conta com diversos problemas de infraestrutura: a universidade promete a realização de uma reforma, além da instalação de internet no local [veja detalhes abaixo].
Os alunos que cometeram suicídio, todos da graduação, eram dos cursos de letras, filosofia e geografia. Estudantes relatam à Vejinhaque, infelizmente, casos do tipo não são incomuns. “Já lidamos com casos do tipo. Mas isso ocorreu em uma sequência, deixou a gente acabado. É uma situação muito difícil. Precisamos descobrir onde erramos, se erramos e o que podemos fazer”, diz o diretor da FFLCH, Paulo Martins.
A FFLCH é a faculdade da USP com o maior número de estudantes. “Tenho 14 000 alunos”, diz o professor. Na última terça-feira, ele e outros representantes de diversas áreas da universidade realizaram uma reunião para a criação de medidas que aumentem o apoio à saúde mental dentro da unidade. “Nunca tivemos um canal específico para a saúde mental”, admite Martins.
A universidade como um todo, no entanto, conta com programas como o Escritório de Saúde Mental e o Acolhe USP. Somente o Instituto de Psicologia possui cerca de 15 serviços voltados para o atendimento de alunos e de qualquer um que procurar ajuda. “Mas nem todos sabem que isso existe, a USP divulga menos do que deveria. E esses programas são insuficientes. Muitos não têm o formato ideal, tem uma periodicidade pequena”, aponta o estudante de ciências sociais, Davi Barbosa, 21.
No caso da FFLCH, após a reunião, a diretoria se comprometeu com seis iniciativas:
Distribuição de uma cartilha com informações básicas sobre saúde mental;
Criação do canal FFLCH pela vida, que deve funcionar por meio de e-mail, Whatsapp e telefone, com um voluntário que atende estudantes que precisam de ajuda;
Elaboração de uma pesquisa para levantamento da situação de “sofrimento de estudantes, funcionários e docentes”
Um programa de tutoria, em que docentes se responsabilizam por um grupo de alunos, para aconselhamento e encaminhamentos para serviços de atendimento;
Visitas regulares ao CRUSP;
Criação de rodas de conversa.
“A assistência à saúde mental na universidade existe desde quando eu era estudante, em 1980. Mas nós percebemos como, especialmente na última década, o número de suicídios como um todo aumentou, e na universidade não foi diferente”, diz o superintendente de Assistência Social da USP, Gerson Tomanari.
Ele afirma que em 2018 a reitoria criou o Escritório de Saúde Mental. “É formado por dezenas de psicólogos, voluntários. Neste ano, já atendemos mais de 450 pedidos de acolhimento. Um dos rapazes que se suicidou era atendido pelo escritório e, até agora, foi o único caso entre os atendidos que tirou a própria vida”, diz.
“Em janeiro deste ano mandamos um informe para todos os alunos sobre o Escritório, e tivemos uma enorme procura”. Após a sequência de suicídios, Gerson cita a criação de uma rede que visa melhorar a comunicação entre os mais de 30 serviços de assistência à saúde mental que existem nos campus da USP, incluindo a capital e cidades do interior. “Estou construindo um diretório de saúde mental que tem como ambição formar essa rede. Se eu recebo um caso que eu sei que é especialidade, por exemplo, de Ribeirão Preto, posso fazer o encaminhamento, com atendimento online”, diz o superintendente.
“Mas os estudantes não participam da criação dessas iniciativas. Como fazer políticas de saúde mental sem nos ouvir? Cria-se um ambiente propício para que as pessoas adoeçam mentalmente”, critica o aluno de ciências sociais Davi Barbosa. “Saem questionamentos dos estudantes e existe um catalisador: a pandemia. Mas estamos aqui para escutar”, diz o diretor da FFLCH, Paulo Martins.
Nas redes sociais, o diretor Andy Muschietti divulgou uma nova foto dos bastidores de The Flash com o primeiro vislumbre do uniforme do Batman de Michael Keaton, com o clássico símbolo amarelo. E pelo jeito, o Homem Morcego passou por maus bocados. The Flash é estrelado por Ezra Miller e ainda conta com o Batman […]
Segundo o The Hollywood Reporter, as filmagens do sétimo filme de Missão: Impossível foram paralisadas no Reino Unido, após pelo menos um membro da equipe testar positivo para a COVID-19. Fontes confirmaram ao site que os trabalhos ficarão paralisados por 14 dias e as pessoas que tiveram algum possível contato com o vírus ficarão em isolamento.
O longa estrelado por Tom Cruise foi um dos mais prejudicados desde o começo da pandemia. Com lançamento inicial previsto para julho de 2021, o longa pausou a produção em fevereiro de 2020, quando outros filmes e séries fizeram o mesmo ao redor do mundo. Pouco a pouco, as produções de Hollywood retomaram as filmagens, mas seguindo rígidos protocolos de segurança para evitar a contaminação.
Vale lembrar que, em dezembro de 2020, foi divulgado um áudio de Cruise gritando com parte da equipe do longa, exatamente para que todos seguissem os protocolos de segurança. Na época, o astro teria visto profissionais não respeitando o distaciamento social mínimo e ficou furioso, afirmando que toda a indústria de cinema estava em jogo e que ele não queria mais parar a produção do filme…
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