Torcedores presentes nas arquibancadas podem ter acesso aos quilômetros percorridos pelos atletas e ao mapa de calor do jogo.
Um torcedor que estava nas arquibancas da partida entre Irã e Estados Unidos publicou um vídeo que viralizou nas redes sociais. Nas imagens, ele clica nos jogadores que estão em campo e obtém dados em tempo real. O aplicativo revolucionário foi criado pela Fifa e permite aos usuários que tenham uma melhor experiência durante o jogo.
O Fifa+ Stadium Experience funciona da seguinte maneira: após o usuário que está no estádio realizar o download em seu dispositivo, a camêra do celular é posicionada para o campo e, dessa maneira, os dados são extraídos e apresentados em realidade aumentada. Entre as funções do app estão imagens exclusivas do VAR, os quilômetros percorridos pelos jogadores, replays de lances da partida e mapas de calor.
É possível que você conheça pelo menos uma pessoa que foi diagnosticada com covid-19 nas últimas semanas. Não por acaso, o Brasil registrou um aumento não só no número de ocorrências da doença, como na taxa de mortes.
No último dia 23, a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) divulgou um boletim mostrando que cada vez mais estados apontam para o aumento de casos graves de coronavírus, que teve início a partir do final de outubro e se estendendo até início de novembro. Segundo a fundação, essa situação pode ser encontrada, principalmente, entre adultos e idosos.
Em sua coluna no portal UOL, o jornalista Jamil Chade falou sobre a pandemia, e destacou que o país voltou para a lista de locais mais afetados pelo coronavírus no mundo, ocupando a terceira posição, com 535 mortes na semana que terminou em 27 de novembro. Em primeiro lugar estão os Estados Unidos, que registraram 2,6 mil mortes na semana, seguido do Japão, com mil novos óbitos, segundo informações da OMS (Organização Mundial de Saúde).
Mas por que o Brasil está lidando com mais uma onda de covid-19? Há diversas causas e, a infectologista Lígia Pierrotti, do Alta Diagnósticos, marca pertencente à Dasa, destaca o relaxamento das medidas de isolamento e do uso de máscaras, fatores que contribuem para a circulação do vírus e o surgimento de novas variantes.
É importante lembrar que sempre que há um aumento do número de casos, coincidentemente existe o surgimento e predomínio de uma determinada variante. Isso aconteceu no final do ano passado, com a variante Ômicron, por exemplo.
“Hoje, a elevação do número de casos observado nas últimas semanas coincide com o aumento gradual da circulação da subvariante BQ.1, originária da Ômicron”, diz ela.
Sintomas da BQ.1 Segundo Lígia, a subvariante BQ.1 afeta mais as vias aéreas superiores e menos as vias respiratórias baixas. Isso significa que ela causa mais coriza e congestão nasal e menos tosse, por exemplo.
“Mas o quadro clínico pode ser bem variável. Por isso, toda pessoa que apresenta sintoma nas vias aéreas, febre, dor de cabeça e dor no corpo precisa fazer teste diagnóstico para saber se é covid-19.”
A infectologista destaca que pacientes imunocomprometidos continuam muito vulneráveis a terem infecção grave por coronavírus, como pneumonia e falta de ar, necessitando de hospitalização.
‘O vírus não desaparecerá’ Lígia afirma que é preciso continuar utilizando máscaras, aderindo medidas de isolamento e de biossegurança, como higienização das mãos, além de, claro, se vacinar contra a doença.
“Ainda temos muitas pessoas que não tomaram as doses de reforço. Estudos já comprovaram que ter quatro doses é melhor do que três, ter três doses é melhor do que duas. Pessoas corretamente vacinadas, que receberam todas as doses indicadas para a sua faixa etária, estão melhor protegidas da hospitalização e óbito pela covid-19.”
Esquema vacinal Ainda de acordo com Lígia, ao longo do tempo, os níveis de anticorpos das vacinas aplicadas caem, mas isso não quer dizer que o imunizante não seja essencial.
Devido ao aumento de casos de coronavírus no país, o Ministério da Saúde deve liberar em breve a quinta dose —ou a terceira dose de reforço.
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seau e Victor Hugo. Hoje o local se parece muito mais com um museu, sem altar mas com um grande pêndulo preso no centro de sua cúpula — o qual foi utilizado por Foucault para provar que a Terra gira em torno de seu próprio eixo.
Pêndulo de Foucault A discussão sobre qual dos modelos do Sistema Solar era o real — geocêntrico (com o Sol se movendo ao redor da Terra) ou heliocêntrico (a Terra se movendo ao redor do Sol) — durou alguns séculos. Junto com a falta de tecnologia e conhecimento, existia a Igreja, que não aceitava as novas teorias e tentava com todas as forças manter a sua visão de mundo.
Para ela, a Terra era o centro de tudo, fato que foi aceito por um longo do tempo. Apenas com a pesquisa e o esforço de grandes nomes da ciência, como Nicolau Copérnico e Galileu Galilei, o modelo aceito foi alterado para o heliocentrismo. Essa questão foi debatida exaustivamente, mas a busca por provas da rotação da Terra em torno do próprio eixo foi deixada de lado.
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