oie genteeee, faz um tempinho já, hoje eu vim mostrar uns estilo de tênis que alguns chamam de all star de salto, ou sneaker all star, ou qualquer outro nome até mesmo que é tenis da converse, pode até parecer, mas na verdade não é, pode-se notar isso porque em nenhuma das imagens a seguir está escrito nem all star nem e converse, mas uma imagem que achei está escrito Cari star ou Star cari não tenho certeza, mas olhem a as fotos e me digam o que acham ok???
caso alguem queira talvez comprar um desses, achei um site que vende (ou talvez vendia -_-) aqui >>>>>> Lady Lulu

O Relatório de Fraude de outubro da RSA mostra que o Brasil está na lista dos quatro países que mais tiveram corporações vítimas de fraudes digitais no mundo. No último mês de setembro, o RSA Anti-Fraud Command Center (AFCC), em Israel e Estados Unidos, identificou que o país foi responsável por 4% de todos os ataques de phishing as empresas, quando cibercriminosos tentam adquirir informações sigilosas de usuários na Internet. O ranking foi liderado pelos Estados Unidos (28%), seguido do Reino Unido (13%) e Índia (7%).
A Thales anuncia a publicação do mais recente Estudo das Tendências de Criptografia no Brasil, pesquisa independente realizada pelo Instituto Ponemon, revelando que as organizações brasileiras estão aumentando os seus investimentos em criptografia com o objetivo de proteger suas marcas, honrar os compromissos de privacidade e reduzir o impacto dos vazamentos de dados.
A tecnologia tem sido a grande aliada no combate a fraudes em transações de pagamentos por meios eletrônicos no Brasil. De acordo com um levantamento da Federação Brasília de Bancos (Febraban), em 2012, os prejuízos dos bancos com fraudes eletrônicas somaram R$ 1,4 bilhão. Isso representa recuo de 6,7% em relação a 2011, quando as perdas causadas por golpes em canais eletrônicos de atendimento ao cliente (telefone,internet, mobile banking, caixas eletrônicos, cartões de crédito e débito) foram de R$ 1,5 bilhão.
De olho no potencial de mercado das empresas de menor porte, fornecedores de soluções de segurança de dados estão adaptando produtos, antes voltados para grandes corporações, para clientes mais sensíveis a preço. Há opções que monitoram conversas em softwares de comunicação, como o Skype; sistemas anti fraude para lojas virtuais com baixo volume de pedidos, e recursos de proteção para companhias que liberam os funcionários a usar notebooks pessoais no escritório. Para estimular a adoção, os fornecedores oferecem ferramentas com pagamentos mensais a partir de R$ 50.
Autor: Ítalo Diego Teotônio