Motorola, Nokia e Samsung encabeçam a lista – Apple aparece em oitavo lugar.
Curiosidades na internet
Motorola, Nokia e Samsung encabeçam a lista – Apple aparece em oitavo lugar.
Curiosidades na internet
Acesse:http://www.techmestre.com/novo-aparelho-e-capaz-de-revelar-fotos-direto-da-tela-do-iphone.html
Desenvolvido pelo Impossible Project, a novidade utiliza a luz do visor do iPhone para captar a imagem. Através de recursos químicos a cópia física da fotografia é impressa pelo próprio aparelho.
O Instant Lab possui um suporte para o iPhone, sendo necessário acoplar o mesmo neste e abrir o obturador. Após um sinal sonoro sua foto é revelada instantaneamente, a qual se apresenta no estilo Polaroid.
O produto possui uma bateria recarregável, suporte para o iPhone 4 e 4S e compatibilidade com filmes instantâneos para a Polaroid SX 600 e 70. A meta de arrecadação de US$ 250 mil foi ultrapassada no Kickstarter, o que garante que a novidade realmente será desenvolvida.
A previsão de lançamento é para meados de 2013. Os modelos disponíveis serão divididos em uma opção básica e outras duas especiais. A primeira deve contar com um filme para a câmera, sendo vendida por US$ 149 (R$ 250 sem impostos). As versões Black e Gold serão vendidas respectivamente por US$ 299 e US$ 2.000 (R$ 600 e R$ 4.000).
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Ideia da Apple é fazer testes mercadológicos antes de apostar firme no aparelho.
Acesse: http://www.techmestre.com/iphone-6-chegara-com-tela-maior-em-junho-de-2014.html
Atraso se justifica por conta do novo display que promete ser ainda melhor que o atual.
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Aplicativo para iOS calcula quantos pontos estudantes precisam tirar em cada matéria para serem aprovados.
Um garoto de apenas 12 anos de idade desenvolveu um aplicativo que vem fazendo sucesso entre os usuários da Apple Store. Batizado de iBoletim, a novidade promete ajudar os estudantes a gerenciarem seus pontos letivos, organizando os resultados escolares por período, número de bimestre e sistema de notas.

O Instagram anunciou uma nova atualização para seus aplicativos destinados a dispositivos Android e iOS. O pacote traz um recurso novo chamado ‘Fotos com você’, que permite ao usuário adicionar marcações de pessoas às fotos e compartilhar quem está nas imagens.
Além de facilitar o upload e marcação de fotos, o recurso também adiciona uma nova seção chamada ‘Fotos com você’ no perfil do usuário, onde todas as fotos em que ele foi marcado ficam reunidas. As configurações também podem ser ajustadas para que nenhuma marcação com seu nome seja divulgada sem sua aprovação, como já acontece no Facebook.
“Quando você faz o upload de uma foto no Instagram, agora é capaz de adicionar as pessoas e coisas na foto tão facilmente como você adiciona um local e hashtags”, explica o Instagram.
Até o dia 16 de maio, o recurso ficará em uma espécie de modo beta e apenas depois desse período a seção ‘Fotos com você’ ficará visível nos perfis públicos dos usuários. A versão 3.5 do Instagram já está disponível na App Store e na Google Play.
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O Google disponibilizou nesta segunda (29) uma atualização de seus aplicativos de busca para iPhone e iPad incluindo o serviço Now, que organiza e mostra informações úteis ao usuário.
Lançado em junho do ano passado na plataforma Android, o Google Now tem como prerrogativa estar sempre “um passo a frente”. Após fazer login com a conta do Google, o usuário tem acesso rápido a informações destinadas especificamente a ele, como o clima, trânsito em tempo real e locais próximos de onde está.
Outros dados ainda mais personalizados também são mostrados pelo sistema. É possível se informar sobre o placar de um jogo de futebol ou da NBA em tempo real, além de restaurantes, ou pontos turísticos. Tudo isso é mostrado de forma pró-ativa –o usuário não precisa realizar a busca.
Aos poucos, o app do Google para iOS recebe as funcionalidades a que usuários de Android já desfrutam. Antes do Now, o Google havia liberado a busca por voz.
Com disponibilidade para ser usada em português, a busca por voz do Google é uma boa ajuda a usuários de iPhone que não podem usar o Siri, já que o assistente da Apple ainda não compreende o idioma de Camões.
NICK BILTON
DO “NEW YORK TIme
Na semana passada, engenheiros que farejavam o código de programação do Google Glass encontraram maneiras de como as pessoas podem interagir com o computador vestível sem dizer nenhuma palavra. Um usuário pode, por exemplo, acenar com a cabeça para ligar e desligar o aparelho; com uma piscada, é possível tirar uma foto.
Mas esses gestos não serão necessários para sempre. Logo poderemos nos relacionar com nossos smartphones e computadores só com o poder da mente.
Em alguns anos, poderemos acender e apagar as luzes de casa só com o pensamento ou enviar um e-mail de nosso smartphone sem sequer tirar o dispositivo do bolso. Num futuro mais distante, seu robô assistente vai aparecer do seu lado com um copo de limonada porque saberá que você está com sede.
Pesquisadores do Laboratório de Tecnologias Emergentes da Samsung estão testando tablets que podem ser controlados pelo cérebro, com o uso de um chapéu repleto de eletrodos de monitoramento, segundo o “MIT Techonology Review”, publicação de ciência e tecnologia do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT).
A tecnologia, normalmente chamada de interface cérebro-computador, foi concebida para ajudar pessoas com paralisia e outras deficiências a interagir com computadores e braços robóticos, tudo com a força do pensamento. Em breve, essa técnica também pode estar presente em eletrônicos voltados para o grande público.
NÃO É SÓ FICÇÃO
Alguns produtos de leitura cerebral mais primitivos já existem, permitindo às pessoas jogar games simples ou mover o cursor do mouse em uma tela.
A NeuroSky, uma empresa de San Jose, na Califórnia, lançou recentemente um aparelho que pode monitorar pequenas mudanças nas ondas cerebrais e possibilita ao usuário jogar games de concentração em computadores e smartphones. Estão incluídos um jogo de caçar zumbis, um de tiro com arco e outro de desviar de balas –todos usam a mente como joystick.
Outra companhia, a Emotiv, vende um dispositivo que parece uma mão gigante de um alienígena e pode ler ondas cerebrais associadas a pensamentos, sentimentos e expressões. Ele pode ser usado para jogar games similares ao Tetris ou fazer buscas no Flickr de acordo com o que o usuário está sentindo –felicidade, entusiasmo– em vez de usar palavras-chave.
O Muse, uma espécie de bandana bem leve, pode se conectar a um aplicativo que “exercita o cérebro” forçando as pessoas a se concentrarem em aspectos da tela, como se levasse o orgão à academia.
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| O Muse, bandana leve e sem fio, pode interagir com computadores, iPads e smartphones |
Fabricantes do setor automobilístico estão explorando tecnologias acopladas à traseira dos bancos que detectam quando uma pessoa cai no sono enquanto dirige e chacoalham o volante para acordá-la.
Mas os produtos disponíveis no mercado atualmente logo se tornarão arcaicos. “É como se as tecnologias do cérebro de hoje em dia estivessem num dirigível tentando escutar uma conversa num campo de futebol”, disse o neurocientista John Donoghue, diretor do Instituto de Ciências Cerebrais da Universidade Brown.
Por enquanto, “para realmente entender o que acontece no cérebro, é preciso implantar cirurgicamente uma série de sensores nele”, afirmou ele. Em outras palavras, para ganhar acesso ao cérebro, você precisa colocar um chip na cabeça.
No ano passado, um projeto chamado BrainGate, idealizado por Donoghue, permitiu a duas pessoas com paralisia total usar um braço robótico com um computador que respondia a suas atividades cerebrais. Uma mulher que não usava o braço há 15 anos conseguir agarrar uma garrafa de café, servir-se e levar a garrafa de volta à mesa. Tudo foi feito imaginando os movimentos do braço robótico.
Mas aquele chip na cabeça pode em breve desaparecer. Os cientistas dizem que estamos prontos para adquirir uma compreensão muito maior do cérebro e, em troca, tecnologias que fortalecem interfaces cérebro-computador.
INCENTIVOS
Uma iniciativa da administração Obama lançada neste ano, chamada “Projeto de Mapeamento Cerebral”, visa a construir um mapa compreensivo do cérebro em dez anos.
A bióloga molecular Miyoung Chun, vice-presidente dos programas científicos da Fundação Kavli, está trabalhando no projeto. Embora diga o mapeamento do cérebro todo deva levar uma década para ser concluído, ela afirma que as empresas poderão desenvolver novos tipos de produtos com interface cérebro-computador em dois anos.
“O Projeto de Mapeamento Cerebral fornecerá às empresas de hardware várias novas ferramentas que mudarão a maneira como usamos tablets e smartphones”, disse Chun. “Vai revolucionar de implantes robóticos e próteses neurais a controles remotos – que podem se tornar coisa do passado logo, logo, quando você poderá mudar de canal apenas pensando nisso.”
A interface cérebro-computador levanta alguns medos. No site do Muse, um fórum de perguntas e respostas mais frequentes é dedicado a convencer consumidores de que o dispositivo não pode extrair pensamentos da mente das pessoas.
DESAFIOS
As tecnologias de leitura cerebral têm marcado presença na ficção científica há décadas.
No filme “Firefox” (1982), Clint Eastwood faz o papel de um piloto de caça numa missão à União Sovética para roubar um protótipo de jato capaz de ser controlado com a mente. Mas Eastwood tem de pensar em russo para o avião funcionar –e ele quase morre quando não consegue atirar os mísseis num confronto. (Não se preocupe, ele sobrevive.)
Embora esteja distante o tempo em que controlaremos aviões com pensamentos, navegar na internet em nossos smartphones com o poder da mente pode fazer parte de nosso cotidiano em breve.
Donoghue diz que uma das técnicas recentes para ler o cérebro das pessoas é a P300, na qual um computador pode descobrir em qual letra do alfabeto alguém está pensando com base na área do cérebro ativada quando ela vê uma tela cheia de letras.
Mas, mesmo que os avanços na área acelerem, haverá novos desafios: cientistas terão de determinar se a pessoa quer mesmo pesquisar algo particular na internet ou se ela está apenas pensando num tema aleatório.
“Só porque penso num bife no ponto num restaurante não quer dizer que o quero para o jantar”, disse Donoghue. “Assim como os óculos do Google (que terão de saber se você está piscando porque há algo no seu olho ou porque você quer realmente tirar uma foto)”, as interfaces cérebro-computador precisarão saber se você está só pensando no bife ou querendo pedi-lo ao garçom.
Tradução de ANDERSON N. LEONARDO
Aplicativo para iPad teve 9 mil downloads em três meses.
Casal já recuperou 8% do investimento na criação do Studying Pad.
Ver o filho de 10 anos carregando todos os dias a mochila pesada com o material escolar fez uma promotora de Justiça e um advogado se tornarem empreendedores em soluções de tecnologia, investindo numa área bem distinta da formação em direito. Maria Juliana de Brito Santos Moysés e seu marido Luiz Antônio Moysés Junior, preocupados com as reclamações do filho João Victor, resolveram pensar num aplicativo para o iPad do garoto que substituísse os cadernos. A ideia vingou e hoje é usada por toda a família, até pela pequena Maria Fernanda, de 7 anos.
O casal que vive em Moramos em Nova Lima, cidade vizinha a Belo Horizonte (MG), bateu na porta da IDS Tecnologia, maior parceira Apple do Brasil, e encomendou o aplicativo, que a empresa mineira desenvolveu em cerca de 90 dias. Disponível para download por qualquer pessoa na Apple Store desde janeiro, o Studying Pad já é o sétimo mais baixado na categoria educação na loja virtual. A versão gratuita vem com dois cadernos, mas o estudante pode comprar a extensão com pacotes de até oito cadernos.
“Em três meses já foram mais de 9 mil downloads. Pedimos para criarem também uma versão em inglês. O Brasil é o maior usuário, em segundo lugar vêm os EUA. Canadá, Inglaterra e Portugal também já aderiram ao aplicativo”, comemora Juliana, empreendededora de primeira viagem.
Ela afirma que ainda este ano o aplicativo será desenvolvido para Android.
Studying Pad aberto (Foto: Reprodução da internet)
Juliana explica que os cadernos são muito funcionais, têm agenda sincronizada com o horário das aulas, cronograma de aulas, possibilidade de inclusão de fotos, aplicativo para desenhos, digitação por toque ou por teclado conectado via Bluetooth. O estudante pode ainda imprimir ou exportar o conteúdo em formato PDF para compartilhar as aulas com outros colegas.
Ela lembra que o aplicativo serve para alunos de todas as categorias – do ensino fundamental até concurseiros – ou para qualquer pessoa que goste de ter seus textos organizados e arquivados. Ela mesma tem cadernos do Studying Pad para suas receitas.
“O aluno marca na agenda o dia e o horário da aula de matemática e o aplicativo, naquela hora, já abre o caderno de matemática. O aplicativo permite imprimir e enviar por e-mail. Tem ainda um sistema de busca por palavra”, explica Juliana.
A pequena Maria Fernanda com o Studying Pad
(Foto: Arquivo pessoal)
A empreendedora já recuperou 8% do investimento que fez ao encomendar o aplicativo – ela ganha da Apple um percentual a cada download feito. Juliana explica que pagou à IDS um preço que considerou justo pelo desenvolvimento do produto e disse que o investimento, que não revelou, é acessível a qualquer família de classe média.
“A gente apostou. Não entendemos nada disso. Levamos a ideia à IDS e pedimos para desenvolverem o aplicativo. Fizeram fielmente tudo que eu sugeri”, disse Juliana.
O diretor responsável pela área técnica e estudo de novas soluções da IDS, Patrick Tracanelli, diz que a próxima etapa é firmar parcerias com instituições de ensino para usar o aplicativo como ferramenta pedagógica. Ele explica como desenvolveu o produto:
“Fazemos a entrega de um aplicativo em aproximadamente 90 dias. É um processo minucioso que consiste em algumas etapas, como definição do escopo com o cliente, orçamento, desenvolvimento do mapa de funcionalidades, criação da interface e identidade visual, adequação e criação de frameworks, entre outras. A pessoa torna sua ideia realidade e ainda consegue uma fonte de renda pois, para cada download, 70% do valor vai para ela e o restante para a Apple”.
João Victor e o pai Luiz Antônio usando o aplicativo
(Foto: Arquivo Pessoal)
Patrick acredita que o Studying Pad tem potencial para se tornar uma grande rede social de aprendizado, focado no processo de negócio das escolas.
“Nossa intenção não é só usar a tecnologia como existe hoje, facilitando tarefas que já existiam antes, mas criando um novo ambiente de estudo, trazendo de fato a tecnologia para o processo de ensino”, disse o executivo.
Para Juliana, a questão ambiental também pesa a favor do aplicativo: “A natureza agradece a economia de pap
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