A edição 2012 do Salão do Automóvel está confirmada. Acontecerá de 24 de outubro a 4 de novembro no pavilhão de exposições do Anhembi. Bienal, o evento é o que mais movimenta a cidade, aponta levantamento da SPTuris, empresa de turismo ligada a prefeitura.
Moacyr Lopes Júnior/Folhapress
Estande da Lamborghini, na edição 2010 do Salão de SP
Outros dois grandes eventos que lotam hotéis, restaurantes e lojas da capital paulista são a Fórmula 1 e a Parada GLBT, cuja movimentação financeira foi de R$ 235 milhões e de R$ 206 milhões, respectivamente.Para este ano, a previsão dos organizadores é que o salão gere mais do que os R$ 360 milhões da última edição, que atraiu 750 mil visitantes -quase 40% deles veio de fora.
Para o Salão do Automóvel deste ano estão confirmados os 42 expositores que podem expor cerca de 450 veículos no pavilhão. A novidade pode ser uma área externa para test-drive, como acontece nas principais mostras internacionais.
Os maiores eventos, pela movimentação de turistas:
1) Salão do Automóvel – R$ 360 milhões
2) Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1 – R$ 235 milhões
3) Parada GLBT – R$ 206 milhões
4) Virada Cultural – R$ 158 milhões
5) Hospitalar – R$ 98,9 milhões
6) Bienal de Internacional de Arte de São Paulo – R$ 91 milhões
7) Bienal do Livro – R$ 91 milhões
8) Francal – R$ 85 milhões
9) Fórmula Indy – R$ 80 milhões
10) Couromoda – R$ 73,5 milhões
11) Carnaval – R$ 64 milhões
12) Réveillon na Paulista – R$ 50 milhões
Pedro Franceschi, jovem de 15 anos, combinou o software Dragon Dictation, que transcreve falas e entende o português, com o Siri, assistente pessoal comandado por voz do iPhone 4S, disponível somente em inglês, francês e alemão.
Depois da ajuda de amigos e algoritmos rabiscados na janela de vidro do quarto, o resultado do trabalho de Pedro foi um Siri que entende português. Pedro interceptou o tráfego dos servidores do Siri e o direcionou para o próprio computador, onde destrinchou e recombinou códigos até conseguir a façanha.
Reprodução
Tela do Siri, assistente pessoal do iPhone 4S, traduzido para o português
A função ainda não está disponível para pessoas interessadas, o que deve acontecer somente quando o jailbreak (desbloqueio que permite a instalação de programas não oficiais e a habilitação de outras funções) do iPhone 4S sair, segundo Pedro. Ele ainda espera combinar o resultado do trabalho com o Google Maps, para tornar o uso do Siri mais eficaz no Brasil.
Pedro está no primeiro ano do ensino médio e pretende um dia, claro, cursar engenharia da computação no Rio de Janeiro, onde mora. Veja abaixo conversa que o jovem teve com a Folha:
Folha – De onde saiu a ideia de fazer o Siri entender português?
Pedro Franceschi – A Apple sempre lança os aparelhos e serviços em inglês e se esquece do Brasil. Por isso, pensei na possibilidade de traduzir o áudio para o português e, com a ajuda de amigos, acabei achando uma forma de fazer isso. Também sou usuário de iPhone e queria usar o programa em português.
Alem da língua, outro problema do uso do Siri no Brasil é o banco de dados usado para encontrar lugares, que é focado nos EUA e na Europa. Isso não prejudica o uso, mesmo que a ferramenta entenda português?
Quando sair o jailbreak do iPhone 4S, pretendo criar um aplicativo e combiná-lo com a API [especificação usada para programação de software] do Google Maps, para que a busca possa ser feita também em pontos do Brasil.
Quando você começou a programar?
Com uns 8 ou 9 anos. Aprendi na internet mesmo, fazendo pesquisas no Google. Comecei com C++ e depois comecei a aprender outras linguagens.
Divulgação
Janela do quarto de Pedro Franceschi, com os cálculos usados para chegar à tradução do Siri
Além da modificação do Siri, você criou outras ferramentas para aparelhos da Apple, como um aplicativo que ajuda a instalar o Linux em equipamentos com iOS. Por que o interesse específico na Apple?
Meu pai trabalhava com fotografia, então sempre tinha aparelhos da Apple à mão para mexer com esse material. Acabei gostando da beleza e da usabilidade dos aparelhos da Apple. Não pretendo programar para Android, por exemplo. Não tenho vontade nenhuma. O trabalho é maior e existem outras dificuldades de desenvolvimento. Dá pra fazer coisas muito melhores e mais rápidas para [sistemas da] Apple.
Você trabalha com o quê?
Com programação, numa empresa que faz aplicativos para celulares. Pretendo seguir na área e me formar em engenharia da computação aqui no Rio.
Você programa, trabalha e estuda. O que faz quando não está envolvido com nenhuma dessas três coisas?
É basicamente isso. Eu estudo, trabalho e programo. Basicamente todo o meu tempo livre é usado para programar.
O desafio era criar um carro futurista para o cinema. Eis o resultado: Mercedes Silver Arrow Concept.
Divulgação
O protótipo, que foi apresentado no Los Angeles Design Challenge 2011, é um projeto do estúdio californiano da Mercedes-Benz. O veículo estará em uma futura produção de Hollywood, cujo cenário é um mundo dominado pela inteligência artficial.
O é livremente inspirado em automóveis da marca alemã produzidos nas décadas de 1930 e 1950.
Eliminar excessos para começar o ano mais leve é um dos clichês da hora: quase ninguém discorda, tampouco põe em prática. E fica todo mundo na mesma, depois da overdose de compras e presentes. Mesmo para quem já adotou uma vida simples, a época é um desafio, diz o empresário americano Dave Bruno, 40. Autor de “100 Thing Challenge” (O Desafio das Cem Coisas, Harper Collins) e da proposta de viver com poucos itens, ele dá ideias para aliviar a “bagagem”.
Folha – Qual é o maior desafio do Natal para você? Dave Bruno –É nos sentirmos obrigados a dar algo especial, que mostre à pessoa “Gastei um bom dinheiro com seu presente”. Dar e receber presentes é bom, mas, nessa época, parece que a única forma de expressar afeto é por meio de objetos. O desafio é dar coisas simples. Mas, também, saber recusar presentes em excesso de forma gentil. É difícil, porque as pessoas ficam ofendidas se você diz não querer presentes.
A crise econômica pode ajudar a mudar hábitos de consumo?
Se a crise nos ensinar a ser mais responsáveis e éticos com a economia, pode trazer benefício. Mas já vimos outras situações em que as pessoas esquecem essas lições e voltam a consumir loucamente.
Por que é tão difícil mudar?
Muita gente pensa: “Amanhã, vou doar minhas coisas e me tornar uma pessoa diferente”. Não funciona. É mais fácil pensar que, ao longo de um ano, você vai viver com menos e continuar sendo alguém comum. Sugiro eliminar um pouco de cada vez. Comece pelo armário: escolha um conjunto de roupa diferente para usar a cada dia, por duas semanas, e passe dois meses só com essas peças. Assim é fácil perceber o que você precisa e que não é tão difícil viver com menos.
Na sua lista de cem coisas, você contou todos os seus livros como um só item. Isso pode?
Sem flexibilidade, não dá para vencer o desafio. Se há um grupo de objetos muito significativos para você, pode contar como um item só.
Mesmo se for uma coleção com cem pares de sapatos?
Não há nada de errado em gostar de sapatos, eles são maravilhosos. O que você precisa pensar é o que espera daquele monte de coisas.
Você fica mais feliz vivendo com menos coisas?
Quando você se livra do excesso, fica feliz. Depois passa, a vida continua. Isso é o que faz muita gente desistir. Parar de acumular coisas pode ser bom para o planeta, mas você não vai virar um herói só porque limpou seu armário.
1) Existem leis específicas para crimes contra a honra cometidos pela internet?
Não. Ofensas feitas na rede são encaradas pela Justiça brasileira à luz dos mesmos artigos do Código Penal que se referem a comentários feitos em qualquer outro espaço.
2) O fato de a ofensa ter sido feito pela internet pode agravar a pena?
Sim. Um inciso do capítulo do Código Penal sobre crimes contra a honra diz que as penas aumentam em um terço “na presença de várias pessoas, ou por meio que facilite a divulgação da calúnia, da difamação ou da injúria”, como é o caso da internet.
3) Declarações feitas de forma anônima podem redundar em processos?
Sim. Ocultar o nome na internet não garante o anonimato perante a Justiça. Com os dados do IP da máquina de onde partiu a ofensa, fornecidos pelo provedor da conexão, é possível localizar o autor de um comentário.
4) O provedor da conexão é obrigado a fornecer dados de IP do autor da ofensa?
Sob ordem judicial, sim. No entanto, não há nenhuma lei no Brasil que determine um tempo mínimo durante o qual os provedores são obrigados a guardar os dados de conexão de seus usuários.
Ser um robô já é algo um pouco mais sociável, agora que eles têm sua própria rede social. No MyRobots.com, donos de robôs podem cadastrar seus autômatos e criar perfis para eles –e incluir até uma foto e um nome. A partir daí, os próprios robôs atualizam seu status na rede. O conteúdo pode ser apenas a leitura da temperatura ambiente –ou o resultado de um algoritmo de reconhecimento facial inteligente.
“É possível enxergar o MyRobots.com como o Facebook para robôs e objetos inteligentes”, diz Carlos Asmat, coordenador do projeto, em Montreal, no Canadá. Como no Facebook, cadastrar-se é gratuito, mas isso pode mudar no futuro.
Philippe Merle/France-Presse
Robôs Nao, como esses que foram exibidos no evento InnoRobo, em Lyon, já têm sua própria rede social
Porém, enquanto o Facebook é criticado frequentemente por enfatizar os aspectos mais superficiais da vida humana (“Entendiado. Já posso abrir uma cerveja?” ou “Quero uma pizza”), a troca de atualizações de status aparentemente mundanas entre robôs (“Eu estou sobreaquecendo e preciso de descanso” ou “Eu sou um aspirador de pó e estou preso”) pode deixá-los bem mais espertos.
No mínimo, tais atualizações –que poderiam vir de objetos domésticos estáticos e também de robôs com movimento– poderão permitir que humanos corram para socorrer suas máquinas. Mais interessante ainda, ao permitir que robôs compartilhem informações, a rede pode aumentar a inteligência robótica na hora de tomar decisões. “Nem todos os robôs tem os mesmos sensores ou o mesmo acesso a informações”, diz Asmat.
Por exemplo, um fogão e uma geladeira conectados ao site podem detectar uso, enquanto um robô humanoide patrulheiro pode notar que há muitas pessoas na casa. No dia seguinte, o robô aspirador pode deduzir, baseado em tais atualizações, que houve uma festa na casa e que ele deve limpar mais porque o local pode estar mais sujo –tudo isso sem a intervenção de um humano. “Tais exemplos podem ser vistos como ficção científica hoje, mas estão bem próximos de virar realidade”, diz Asmat.
No momento, o site só está aberto para ajudar o robô Nao (foto acima), um modelo branco de plástico com 50 centímetros de altura e características humanoides criado pela Aldebaran Robotis, em Paris, além de aparelhos que rodem o microcontrolador Arduino, popular entre os que têm eletrônicos como hobby. Mas o plano é que mais robôs e aparelhos sejam aceitos no futuro.
Esse não é o primeiro esforço em utilizar a web para aumentar a comunicação entre robôs. O RoboEarth tem sido promovido como a world wide web para robôs. Robôs compartilham experiências ao resolver uma tarefa particular, permitindo que outros robôs aprendam com esses dados. Ele foi criado principalmente para pesquisadores de robótica, enquanto o MyRobots.com visa consumidores comuns. “Nosso foco principal é prover serviços que aumentem a performance do robô para usuários finais de uma forma mais amigável”, diz Asmat.
O MyRobots.com também planeja hospedar uma loja de aplicativos para robô. Mas Asmat nota que, diferente das lojas de aplicativos para celulares, o site terá ênfase em software baseado na nuvem, para que os recursos dos robôs estejam sempre o mais livre possível.
Será que o Facebook para robôs fará sucesso? Talvez não haja donos de robôs o bastante para sustentar a tentativa. Mas, se o MyRobots.com realmente fizer os robôs ficarem mais espertos, como promete, e consequentemente mais úteis, então o próprio site pode ajudar a superar seu maior obstáculo.
Tom Cruise escala o prédio mais alto do mundo, em Dubai, em cena de “Missão Impossível: Protocolo Fantasma”
SÃO PAULO (Reuters) – Quem tiver vertigem, que fique em casa. Porque “Missão: Impossível – Protocolo Fantasma”, o quarto capítulo da franquia, é de provocar calafrios a quem tem medo de altura. O roteiro de Josh Appelbaum e André Nemec (da série “Alias”) não economiza sequências a muitos, muitos metros acima do chão. Começando pela abertura, que acompanha as acrobacias aéreas do agente Hanaway (Josh Lee Holloway, da série “Lost”) por altos telhados de Budapeste.
O filme tem estreia mundial nesta quarta-feira (14), com lançamento no Brasil em 600 cópias, nas versões 2D, 2D digital, Imax, dubladas e legendadas.
O agente escapa de seus perseguidores aéreos, mas não de um sinuoso perigo em terra, a assassina profissional Sabine Moreau (a francesa Léa Seydoux). Ela se apodera da preciosa carga trazida por Hanaway: uma série de códigos capazes de disparar os antigos mísseis soviéticos da Guerra Fria contra os EUA.
O serviço secreto IMF, portanto, vai precisar de seu melhor agente, Ethan Hunt (Tom Cruise). Só que ele está cumprindo pena numa tenebrosa penitenciária em Moscou. Certamente, resgatar Hunt não é problema para a dupla encarregada da missão, o perito em tecnologia Benji Dunn (Simon Pegg) e Jane Carter (Paula Patton). Ainda que Hunt demore um pouco mais do que os dois esperam e insista em levar consigo um outro prisioneiro, Bogdan (Miraj Grbic) – cuja função nas aventuras que vem a seguir ficará clara no momento devido.
A missão requer que o trio penetre nada menos do que o Kremlin, com Hunt e Benji passando-se por militares russos. Uma vez lá dentro, instalam uma incrível parafernália técnica, criando numa tela um falso fundo para enganar os guardas, impedindo que vejam que Hunt está fuçando seus arquivos. O problema é que o misterioso Cobalto, ou seja, Kurt Hendricks (Michael Nykvist), também está na área e com outra agenda. Se a muito custo os agentes da IMF conseguem sair, não conseguem impedir a explosão parcial do Kremlin, pela qual serão responsabilizados.
Aí começa o tal Protocolo Fantasma do título, já que, nesta situação, os agentes do IMF serão desautorizados pelo governo americano e terão que virar-se por conta própria, sem apoio logístico, para levar adiante a tarefa de recuperar os códigos dos mísseis.
A próxima parada é Dubai, mais precisamente a bordo do Burj Khalifa, o mais alto prédio do mundo, com 130 andares, uma altura de quase 830 metros. Aí vão desenrolar-se as sequências mais eletrizantes do filme, que envolvem Hunt andando como um lagarto pela fachada exterior do edifício, para acessar o servidor dos computadores do local, um hotel, e pôr em funcionamento uma operação que visa interceptar de forma muito engenhosa um encontro entre a mortífera Sabine Moreau e representantes do agente Cobalto, para negociação dos códigos.
Foto 1 de 11 – Tom Cruise aparece no topo do prédio mais alto do mundo em sessão de fotos para o filme “Missão Impossível – Protocolo Fantasma”. O edifício Burj Khalifa fica em Dubai, Emirados Árabes, tem 800 metros de altura e é composto por 160 andares. O quarto filme da franquia “Missão: Impossível” teve cenas rodadas em Dubai e estreia em 23 de dezembro no Brasil MaisDivulgação e AFP Photo/Karim Sahib
Difícil acreditar que um astro como Tom Cruise tenha insistido em fazer pessoalmente, sem dublês, estas perigosas cenas no Burj Khalifa – que exigiram que ficasse amarrado com cabos de aço (que foram apagados digitalmente) e também que as imagens fossem captadas por câmeras colocadas em helicópteros, tendo que driblar os fortes ventos da região.
Cruise, certamente, não tem vertigens para fazer o que fez, quase voando. E mostra também uma disposição para brigar para ser de novo o astro número um de ação no mundo, posto que ocupava por ocasião do primeiro “Missão: Impossível” no cinema, em 1996, perdendo a posição progressivamente para astros como Johnny Depp e Angelina Jolie.
A ousadia deste exemplar da franquia comprova um desejo de renovação, o que já se poderia esperar a partir do novo diretor, Brad Bird. Estrela maior do estúdio Pixar, diretor de “Ratatouille” e “Os Incríveis” – que lhe valeram dois Oscar de animação -, Bird mostra, em seu primeiro trabalho com atores, uma energia que não sugere um mero requentamento da franquia.
Outra novidade no elenco, além da bela Paula Patton (de “Preciosa”), é Jeremy Renner. O ator indicado ao Oscar em 2010 por “Guerra ao Terror” atua aqui como um analista que é empurrado para a ação direta devido à emergência. Mas também guarda um segredinho para animar a segunda metade da história.
O que não muda mesmo é a conhecida vaidade de Tom Cruise. Não só ele procura oportunidades para continuar exibindo sua forma física, invejável aos 49 anos, como dispensa o enfrentamento com um vilão à altura. Na dúvida, ele prefere evitar a concorrência, pelo menos numa história em que ele detém o controle como produtor.
Decida agora: você é fino ou baladeiro? Qualquer que seja seu estilo, passar o fim do ano em São Paulo agrada a todos os gostos. Dá para saborear uma comida deliciosa e brindar o ano novo que vem por aí com um belo espumante em um restaurante estrelado; mas dá também para se acabar em alguma pista de dança, rodeado de amigos, dançando freneticamente.
O Guia montou um roteiro bem eclético. Confira as sugestões:
Boogie Disco
O clube promove a “White Celebration”, com um set especial com os hits nacionais mais animados das baladas –além de “open bar”. Entre as bebidas estão cerveja Heineken, caipirinha de Smirnoff, uísque Johnnie Walker Red Label, água e refrigerante. O primeiro lote sai por R$ 80 para mulheres e R$ 120 para homens. Informe-se sobre o local
Casa 92
O local terá festa de fim de ano na quinta-feira (22). O agito da noite começa com a banda Saxofonica, conhecida por “passear” entre os convidados enquanto toca ritmos famosos de trilhas sonoras de filmes. A balada continua ao som dos DJs De Polainas e The Exs (Miss Má e Alexandre Schaer), na sala Luxinho; além de DJs Paulo Neilor, Felipe Folgosi e Ale Sales, na sala de Estar; e, na Pista Superior, André Guazelli e André Ceciliato. Haverá ceia. A festa custa R$ 90 para quem pagar até esta terça (20). Depois disso, o preço sobe para R$ 180. A casa também promete festa de Natal, mas ainda esconde os detalhes. Informe-se sobre o local
Charles Edward
O bar oferece, em 29/12, a festa de pré-Reveillon. A noite terá o agito das bandas Trinca Acústica e Junkie Box com muito pop rock para esquentar o clima e fazer a galera dançar. Os ingressos antecipados custam R$ 30, para mulheres, e R$ 54, para homens. Já na porta, saem por R$ 45, para mulheres, e R$ 68, para homens. Informe-se sobre o local
Chakras
O restaurante terá ceia de Réveillon com cardápio criado pelo chef português Gonçalo Costa. O meu terá entradas, pratos principais e sobremesas, e sairá por R$ 400 por pessoa. Crianças entre seis e dez anos de idade têm 70% de desconto. Além disso, o bufê inclui água, sucos e refrigerantes à vontade –além de uma garrafa de prosecco biodinâmico Chakras por mesa. Entre os pratos principais estão medalhão de robalo com lascas de polvo, arroz de quiabos e emulsão de champanhe; carré de cordeiro com crosta de amendoim e molho de pinha e confit de pato, torteloni de figos e emulsão de moscatel. Informe-se sobre o local
D-Edge
A balada –que é referência em música eletrônica em São Paulo e em todo o Brasil– abrirá as portas em 31 de dezembro, mas ainda não revela line-up nem valores. Só aguardando para saber as surpresas que serão reveladas para a noite de ano novo. Informe-se sobre o local
Fasano
O local, que acaba de ganhar o título de melhor restaurante italiano das Américas do Sul e Central de acordo com a revista inglesa “Restaurant”; oferecerá ceia de Réveillon com duas opções de menu completo criadas pelo chef Salvatore Loi exclusivamente para a ocasião. O primeiro menu tem como prato principal as costeletas de cordeiro em crosta de pão de miga e erva e o cotecchino com lentilhas. Já o segundo menu tem lombo de bacalhau ao forno com pinoli, uva passa, cebola roxa e manjericão. As duas opções contam com uma garrafa de champanhe Dom Pérignon para duas pessoas. O jantar completo custa R$ 1.150 por pessoa. Informe-se sobre o local
Praça São Lourenço
O local prepara uma grande festa para a virada do ano, com queima de fogos, luz e DJ. O evento começa às 21h. O restaurante servirá ceia completa, além de prosecco DOC Treviso e café expresso inclusos no pacote. O preço para adultos e crianças acima de dez anos é de R$ 530. Crianças de seis a nove anos pagam R$ 265, e menores de seis anos não pagam. Informe-se sobre o local
The History
A balada, com três camarotes e pista, contará com festa de Réveillon com a bateria da escola de samba Rosas de Ouro e os djs Iraí Campos e Michel. A casa ainda oferecerá mesa de frutas e 50% de desconto na champanhe importada. Os ingressos para alguns camarotes já estão no segundo lote e são vendidos pelo site www.ingressorapido.com.br. Os preços variam de R$ 70 a R$ 180 até o fechamento desta matéria, mas podem alterar de acordo com o esgotamento dos lotes. Informe-se sobre o local
The Week
O Réveillon da casa terá duas pistas. A pista Babylon contará com a presença dos DJs Leandro Becker, Chris Cox (EUA) e Paulo Pacheco. Já a pista Colours terá o som de Vlad, Morais e Herbert Tonn. Haverá ainda mesa de frutas e queima de fogos. O primeiro lote custa R$ 80 antecipado, à venda nas lojas Foch e Maison Depil. Informe-se sobre o local
Vegas
Para quem gosta de um inferninho chique, o tradicional clube da Augusta (centro de São Paulo) abrirá para o Réveillon com a festa “Old School Friends” ao som do DJ Magal, a partir das 21h. A noite custará R$ 35 de entrada ou R$ 70 revertidos em consumo. Ingressos vendidos na porta do local. Informe-se sobre o local
As informações estão atualizadas até a data acima. Sugerimos contatar o local para confirmar as informações.
A animação “O Gato de Botas” desbancou os vampiros da saga “Crepúsculo” –que liderava o páreo havia três semanas– e atingiu o topo da lista de bilheterias nacionais do último fim de semana.
O filme “Noite de Ano Novo”, com elenco repleto de estrelas (Robert de Niro, Sarah Jessica Parker e Ashton Kutcher), também está entre os mais vistos.
Abaixo, veja quais foram os cinco filmes com maior bilheteria entre sexta (9) e domingo (11):
1. Gato de Botas
A história do Gato de Botas que aparece na animação “Shrek” é contada desde seu nascimento. Com os amigos Humpty e Kitty ele tenta capturar a galinha que põe ovo de ouro. Informe-se sobre o filme
2. Amanhecer – Parte 1
No penúltimo capítulo da saga, os recém-casados Bella e Edward resolvem passar a lua de mel no Rio de Janeiro e, logo em seguida, Bella engravida. Informe-se sobre o filme
Julgamento nesta segunda-feira negou as quatro ações que tramitavam contra a concessão dos R$ 420 milhões em incentivos fiscais da prefeitura para o estádio do Corinthians, em Itaquera. Em sua decisão, a juíza Maria Fernanda de Toledo Rodovalho disse que o fato de o clube beneficiado ser da zona leste foi o que incomodou verdadeiramente os autores –entre eles o vereador Aurélio Miguel (PR), ex-judoca e conselheiro do São Paulo.
A informação está na coluna Painel FC, assinada por Eduardo Ohata e Bernardo Itri, publicada nesta terça-feira. A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.
“O benefício se destina a, mais do que favorecer um clube, impedir que o Brasil venha a arcar com multas e sanções (aplicadas por organizações internacionais) em decorrência de atraso nas obras”, acrescentou a juíza numa das decisões.