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  • Pneu sem ar será lançado em 2014

    Acesse:http://carros.ig.com.br/noticias/pneu+sem+ar+sera+lancado+em+2014/5943.html

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    Tecnologia oferece maior resistência, menor nível de ruído e consumo

     

    Bridgestone Air-Free

    Os pneus sem ar, ou não-pneumáticos, não são novidades na indústria. A Michelin lançou a ideia em 2005 e no ano passado a Bridgestone criou sua própria versão da tecnologia. Nenhuma das empresas, no entanto, levou os projetos adiante, diferentemente da Polaris, fabricante americana especialista em veículos off-road (como quadriciclos e motos de neve), que lançará um pneu sem ar em 2014, conforme noticiou o canal Fox News.

    Os pneus de última geração serão aplicados, a princípio, somente em veículos off-road, mas a marca já considera outras aplicações para a tecnologia, que oferece vantagens.

    Veja mais: Goodyear lança pneu que enche sozinho

    Segundo a Polaris, pneu sem ar oferece maior eficiência na redução do consumo de combustível, menores índices de ruído de rolagem e maior resistência, afinal ele não fura. O custo de manutenção também é mais baixo, pois há a possibilidade de trocar somente a banda de rodagem, a parte do componente que toca o chão

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  • Certo e errado nas posturas do dia a dia

    Acesse:http://saude.ig.com.br/bemestar/2011-12-05/certo-e-errado-nas-posturas-do-dia-a-dia.html

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    As formas como você dorme, levanta da cama, varre, lava a louça, vê televisão e usa o computador podem evitar dores nas costas

    Yara Achôa, iG São Paulo

    A dor nas costas é a líder absoluta em causas de afastamento no trabalho , segundo levantamento feito pelo iG Saúde no site do Ministério da Previdência Social. Em um ano foram mais de 160 mil licenças trabalhistas por esse motivo.

    Outra pesquisa, realizada pela Pfizer, com 1400 brasileiros, também constatou prejuízo profissional em razão do incômodo.

    Além disso, esse tipo de dor ocupa o terceiro lugar – só perdendo para dor de cabeça e a muscular – nas queixas do dia a dia, de acordo com o estudo Mapa da Dor, desenvolvido pela Research Internacional, com 1600 pessoas de sete capitais brasileiras, com idades entre 20 e 65 anos.

    As dores nas costas podem ser resultado de movimentos e posturas inadequados, estresse, trauma, esforço repetitivo, excesso de peso, entre outras coisas.

    Para não castigar ainda mais sua coluna no dia a dia, confira o infográfico com o certo e errado de situações cotidianas, com dicas do fisioterapeuta Carlos Wiering, especialista em RPG, ergonomia e esporte, de São Paulo. Confira!

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  • As 20 maiores coincidências do mundo

    Acesse:http://www.grutanerd.com/2013/02/as-20-maiores-coincidencias-do-mundo_15.html

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    1. A maldição do carro de James Dean

    Em setembro de 1955, James Dean perdeu a vida em um acidente de carro, enquanto dirigia seu Porsche. Depois do ocorrido o carro passou a trazer “má sorte”.
    Quando o carro foi rebocado do local de acidente e levado a uma garagem, o motor escorregou e caiu sobre o mecânico, despedaçando ambas as suas pernas.
    Mais tarde o motor foi comprado por um médico que o colocou em seu carro de corridas e faleceu logo depois que uma corrida começou. O mesmo ocorreu com outro piloto na mesma corrida; seu carro usava o eixo cardã do carro de Dean.
    A garagem onde o Porsche foi reparado posteriormente foi destruída por um incêndio.
    Mais tarde o carro foi exibido em Sacramento (EUA), mas caiu da armação em que estava e quebrou o quadril de um adolescente.
    No Oregon, o trailer em que o carro estava sendo exibido deslizou de onde estava preso e destruiu a fachada de uma loja. Finalmente, em 1959, o carro misteriosamente quebrou em onze pedaços enquanto estava suspenso em um suporte de aço. (Fonte: Mysteries of the Unexplained)

    2. Bebê é salvo duas vezes pelo mesmo homem

    Em Detroit na década de 1930, uma mãe jovem (e incrivelmente negligente) deve ter sido eternamente grata a um homem chamado Joseph Figlock. O bebê da mulher que caía por uma janela bem alta foi salvo em pleno ar por Joseph e ambos saíram incólumes. Um golpe de sorte por si só. Porém, um ano mais tarde o mesmo bebê caiu exatamente da mesma janela sobre o mesmo homem enquanto ele passava pela rua. Novamente ambos sobreviveram ao evento. (Fonte: Mysteries of the Unexplained)

    3. Uma bala que atinge seu alvo anos mais tarde

    Henry Ziegland pensou que havia driblado a bala. Em 1883, sua namorada tirou a própria vida após ele ter terminado o relacionamento. O irmão da moça, enfurecido, caçou Henry e deu um tiro nele. Acreditando que havia ceifado Henry, o rapaz apontou a arma para a própria cabeça e acabou com a própria vida. Mas Henry não havia falecido, pois a bala o havia atingido de raspão no rosto e se alojou em uma grande árvore. Certamente ele pensou que era um homem de sorte.
    Anos depois, Henry decidiu cortar a grande árvore, que ainda tinha a bala em seu interior. A tarefa parecia tão formidável que ele decidiu explodi-la com algumas bananas de dinamite. A explosão propeliu a bala exatamente na cabeça de Henry, que, desta vez, não escapou. (Fonte: Ripley´s Believe It or Not!)

    4. Meninos gêmeos, vidas gêmeas

    As histórias de gêmeos idênticos com vidas quase idênticas são comumente incríveis, mas talvez nenhuma seja tão única como a destes gêmeos idênticos nascidos em Ohio (EUA).
    Os gêmeos foram separados logo no nascimento, sendo adotados por famílias diferentes. Sem o conhecimento um do outro, ambas as famílias os chamaram de James. As coincidências apenas começaram. Ambos os James cresceram sem sequer saber um do outro, mesmo assim ambos receberam treinamento policial, ambos possuíam habilidades em desenhos mecânicos e carpintaria, e cada um deles casou uma mulher chamada Linda. Eles chamaram seus filhos de James Alan e James Allan. Ambos também divorciaram suas esposas e casaram com outras mulheres, ambas chamadas Betty. Ambos tiveram cães chamados Toy. Quarenta anos depois de sua separação prematura eles foram reunidos. (Fonte: Reader´s Digest, January 1980)

    5. Como no livro

    No século 19 o famoso escritor de terror Edgar Allan Poe escreveu um livro chamado “O relato de Arthur Gordon Pym”. Era sobre náufragos sobreviventes que ficaram muitos dias em um bote aberto antes de decidirem “abater” e devorar o camareiro, que se chamava Richard Parker.
    46 anos mais tarde, em 1884, uma embarcação chamada Mignonette, afundou com apenas quatro sobreviventes que ficaram em um bote aberto por muitos dias. Alguns dias se passaram e os três membros mais experientes da equipe fizeram o mesmo que os personagens daquele livro e comeram camareiro, que se chamava, também, Richard Parker. (Fonte: Mysteries of the Unexplained)

    6. Lincoln e Kennedy

    Abraham Lincoln foi eleito para o Congresso em 1846.
    John F. Kennedy foi eleito para o Congresso em 1946.
    Lincoln foi eleito presidente em 1860, Kennedy em 1960.
    Os nomes Lincoln e Kennedy têm sete letras.
    Ambos estavam comprometidos com os direitos civis.
    As esposas de ambos perderam filhos enquanto viviam na Casa Branca.
    Os dois foram baleados numa sexta-feira.
    O sobrenome da secretária de Lincoln era Kennedy.
    O sobrenome da secretária de Kennedy era Lincoln.
    Ambos os presidentes foram assassinados por sulistas, e os dois foram sucedidos por sulistas.
    Ambos os sucessores tinham o sobrenome Johnson.
    Andrew Johnson que sucedeu a Lincoln nasceu em 1808.
    Lyndon Johnson que sucedeu a Kennedy nasceu em 1908.
    Os primeiros nomes dos dois sucessores tinham o mesmo número de letras.
    John Wilkes Booth que assassinou Lincoln nasceu em 1839.
    Lee Harvey Oswald, assassino de Kennedy, nasceu em 1939.
    Os dois assassinos eram conhecidos pelos seus três nomes, e os nomes de ambos têm quinze letras.
    Booth saiu correndo de um teatro e foi apanhado em um depósito.
    Oswald saiu correndo de um depósito e foi pego em um teatro.
    Booth e Oswald foram assassinados antes de seu julgamento.
    Lincoln foi morto na sala Ford, do teatro Kennedy.
    Kennedy foi morto num carro Ford, modelo Lincoln.
    Uma semana antes de ser morto, Lincoln esteve em Monroe, Maryland.
    Uma semana antes de ser morto, Kennedy “esteve” na Marylin Monroe. (Fonte: Mysteries of the Unexplained)

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  • Livro ensina a viver em São Paulo sem carro

    Acesse:http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/sp/2012-07-01/livro-ensina-a-viver-em-sao-paulo-sem-carro.html

    Enviado por J A C A N I E L L O

    “Como viver em São Paulo sem carro” traz histórias de 12 personagens da cena paulistana que agora andam pela cidade a pé, de bicicleta ou transporte público

    Claudio Edinger

    Ex-jogador Raí abandonou a direção em 2008

     “Eu sou mais feliz desde que parei de guiar. Sou mais leve, não tenho de me preocupar onde parar o carro, não penso em multas, na hora do congestionamento, falo no celular, ouço música.” Raí, ex-jogador de futebol, abandonou “a direção” em 2008 e só anda por São Paulo a pé, de bicicleta ou de táxi (dependendo do trajeto). Suas experiências e de outros 11 personagens – como Maria Adelaide Amaral, Tadeu Jungle e Rita Lobo – da cena paulistana são relatadas no livro “Como viver em São Paulo sem carro”, idealizado pelo empresário Alexandre Lafer Frankel e escrito pelo jornalista Leão Serva. As fotografias são de Claudio Edinger e as ilustrações, de Eva Uviedo.

    O lançamento será no dia 5 de julho, às 20h, no restaurante Spot. Com 81 páginas, o livro apresenta trajetos favoritos e dicas de lazer, cultura, gastronomia e de caminhos para quem se aventurar no mundo “livre de veículos”. “Tem riscos ao andar de bicicleta. Tomo muitos cuidados, o tempo todo. É preciso planejar os caminhos”, sugere o ex-jogador.

    Tadeu Jungle, cineasta e videoartista, gosta de fazer tudo a pé. Ele mora nos Jardins. “Morar em um bairro mais central implica ter menos espaço em casa. Assim, tenho uma cozinha menor, mas
    não me importo: saio frequentemente para jantar fora, tenho ótimos restaurantes perto de casa.” Ele revela que não conseguiu abandonar totalmente o carro, mas reduziu “a necessidade”.

    Divulgação

    Roteiro a pé sugerido por Tadeu Jungle no bairro Jardins, onde mora

    Criadora do site Panelinha e apresentadora do Cozinha Prática (GNT), Rita Lobo procurou conciliar casa, trabalho e escola dos filhos tudo no mesmo bairro. “Quando vou de uma região da
    cidade para outra, ainda uso carro ou táxi. Mas procurei organizar as coisas para que toda minha estrutura básica de vida fique dentro do bairro que escolhi para morar, os Jardins.” A dica é que o pedestre tem de ter equipamentos apropriados, como uma sandália confortável.

    Liberte-se do vício

    Claudio Edinger

    Alexandre Frankel decidiu não renovar sua carteira de habilitação

    Alexandre Frankel diz que a ideia de lançar “Como viver em São Paulo sem carro” foi para “mostrar às pessoas uma outra possibilidade”. “Andar a pé e de transporte público é cool. O chique é poder chegar rápido e não ficar horas no trânsito. Carro é um atraso de vida. Não é pecado usá-lo, mas não se pode ser dependente dele. A pessoa prejudica sua vida sem perceber que pode sair fora desse vício”, diz.

    A empresa de Frankel, a Vitacon, é uma incorporadora que desenvolve projetos fundamentados em novas opções de mobilidade urbana (como o aluguel de carros e bicicletas para os moradores), em terrenos próximos a estações do metrô, procurando aproximar as pessoas de seus locais de trabalho.

    O empresário acredita que este é o caminho para uma cidade com menos trânsito, menos estresse e mais horas livres para outras atividades. “O que dita regra nos nossos projetos é a mobilidade. Onde há muitos prédios comerciais colocamos residenciais e vice-versa. A lei de zoneamento de São Paulo e de grandes cidades brasileiras é um horror. As pessoas gastam de 4 a 5 horas por dia para sair da periferia e ir para o centro trabalhar.”

    O empresário abandonou o carro há alguns anos e decidiu não renovar a carteira de habilitação. Levou a sede de sua empresa para o bairro onde mora e faz tudo o que pode a pé. Os filhos e a mulher também. Ele defende o modelo da cidade compacta, concebida exatamente como o lugar da diversidade social e econômica, de bairros que misturam classes sociais e atividades, de forma que todos possam ficar a curtas distâncias do trabalho. “É possível fazer esta mudança. Viver perto com qualidade.”

    O livro traz ainda dados inéditos levantados em uma pesquisa de opinião pública realizada pelo instituto Ipespe (Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas) sobre como os moradores se relacionam com a questão da mobilidade urbana. Segundo a pesquisa, 65% dos paulistanos estariam propensos a mudar suas residências para locais perto do trabalho, desde que mantido o mesmo padrão de vida, para fugir do trânsito. O estudo também mostra que para a mesma porcentagem da população (65%), o trânsito é considerado o pior problema da cidade, à frente da poluição. “Queremos que o livro gere movimento, que as pessoas se movimentem e mudem”, diz Frankel.

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  • Em dois anos, 57% dos paulistanos trocam carro por outro meio de transporte

    Acesse:http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/sp/2013-08-13/carro-nao-e-o-principal-meio-de-locomocao-para-57-dos-paulistanos.html

     Enviado por J A C A N I E L L O

    Pesquisa do Ipespe reforça que trânsito na capital é motivo de infelicidade entre 58%. Dados são do guia “Como Viver em São Paulo sem Carro” que ganhou versão atualizada

    A pesquisa do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) revelou que 57% dos paulistanos deixaram nos últimos dois anos de usar o carro como principal meio de locomoção. O levantamento foi realizado com exclusividade para a versão 2013 do guia “Como viver em São Paulo sem Carro?”, que será lançado ainda nesta semana na capital paulista.

    Divulgação

    Capa do guia 2013 que deve chegar às livrarias até o dia 15 de agosto em São Paulo

    Entre os entrevistados pelo instituto, no período de 2011 ao início de 2013, 19% abandonaram totalmente o veículo e 38% restringiram uso aos finais de semana na capital. No lugar do carro, essas pessoas passaram a se locomover a pé (78%), de ônibus (70%) e de metrô (61%). Além disso, o trânsito revelou-se como a causa de infelicidade para 58% dos paulistanos.

    Idealizado pelo empresário Alexandre Frankel e escrito pelo jornalista Leão Serva, a publicação tem ainda a participação da jornalista Mariana Castro e conta com fotos de Roberta Dabdad e ilustrações por Eva Uviedo. Para Serva, a pesquisa do Ipespe revela uma mudança extrema em uma cidade que era conhecida por ser o “templo do automóvel”. “Estamos acompanhando o começo de uma nova década”, disse Serva ao iG.

    O guia “Como Viver em São Paulo sem Carro?” foi lançado em julho do ano passado e reforçou os primeiros debates sobre mobilidade urbana. Se a primeira versão provou ser possível uma “libertação de vícios”, como o uso do carro, o novo guia pretende agora indicar os meios para isso com o depoimento e dicas de novos 12 “heróis da mobilidade” – pessoas com iniciativas que têm provocado mudanças.

    Especialistas:  Conheca as dez maiores gafes na Ciclofaixa de Lazer

    ‘Anjos’ ajudam ciclistas novatos a enfrentar o trânsito de São Paulo

    Mais: Ciclofaixas de lazer ajudam a popularizar bicicleta como meio de transporte

    Entre os entrevistados da nova edição estão Renata Falzoni (cicloativista), JP Amaral (criador do Bike Anjo ), Márcio Nicro (fundador do sistema colaborativo Caronetas), Ângelo Leite (do Bike Sampa no Rio e SP) e Georgia Halal (estilista).

    Divulgação

    Estilista Georgia Halal criou uma coleção para mulheres que pedalam em SP

    Gaúcha, Georgia veio para São Paulo há oito anos e decidiu criar no ano passado uma coleção primavera-verão para mulheres que pedalam, seguindo a tendência bikechic. “A mulher não precisa perder a feminilidade para andar de bike. Pode andar até de salto, se quiser”, diz um trecho do seu depoimento.

    Moradora de Pinheiros, na zona oeste, a estilista diz ser privilegiada por trabalhar e morar no mesmo bairro. “Quando vou a um lugar mais distante, vou de ônibus e metrô”. Ao andar de bike, segundo Georgia, seu roteiro passa a ser influenciado pela bicileta. “Escolhe lugares por onde possa parar a bicicleta, evita aqueles que não têm”.

    Para ela, o novo ciclista não pode ter medo de encarar a cidade, mas sempre com cautela. “Não tenho medo de andar de bicicleta, mas é preciso tomar muito cuidado. O ciclista tem de pensar que é o cara mais fraco da história”. Após o relato de cada personagem, o leitor pode encontrar indicações de roteiros com conexões com as estações de metrô e principais corredores de ônibus.

    Como Viver em São Paulo sem Carro?
    Autores: Alexandre Frankel e Leão Serva
    Editora: Neotropica
    Ano: 2013
    Preço: R$ 29,00
    Noite de autógrafos com os autores dia 29 de agosto, na Livraria da Vila
    (Alameda Lorena, 1.731 – a partir das 19 horas)

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  • Novo experimento de Sugata Mitra não autodidatismo

    Acesse:http://www.ted.com/talks/sugata_mitra_the_child_driven_education.html

    Enviado por J A C A N I E L L O

    O Cientista Educacional Sugata Mitra ABORDA hum dos Maiores Problemas da Educação – Os Melhores Professores e Escolas Localidade: Não existem Onde enguias São Mais precisos. Em UMA Série de Experimentos na vida real, de Nova Deli à África do Sul e Itália, elemento DEU Supervisionado Acesso à internet parágrafo children e Resultados Viu Que PODEM revolucionar a Nossa forma de Pensar sobre o ensino.

    Pesquisador da educação Sugata Mitra, é o vencedor do TED Prize 2013. Seu desejo: construir uma escola na nuvem, onde as crianças podem explorar e aprender um do outro. 

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  • Conheça as esferas vibratórias que mantêm a comida aquecida

    Acesse:http://todaela.uol.com.br/culinaria/conheca-as-esferas-vibratorias-que-mantem-a-comida-aquecida

    Enviado por J A C A N I E L L O

    Dispositivos podem ser controlados pelo smartphone e garantem uma refeição quentinhaAs esferas vibratórias.

    Quem gosta de acampar ou simplesmente quer garantir que a comida fique quentinha depois que for levada à mesa pode contar com uma ajuda da tecnologia. A designer Virang Akhivaniva criou um conjunto de seis esferas vibratórias que mantêm a comida aquecida onde quer que você esteja.

    Conforme explica a divulgação do projeto, as bolas funcionam por indução, que pode ser controlada por um smartphone. Assim, basta colocá-las no recipiente em que a comida está para que elas transfiram calor para o alimento, garantindo que ele permaneça na temperatura ideal para o consumo. Além disso, o sistema vibratório garante que as esferas se movam pela panela, distribuindo o calor de maneira uniforme.

    Batizadas de Throbber, as bolas são feitas de alumínio de alta condutividade. O material também favorece a limpeza do conjunto.

    Por enquanto, a ideia é um conceito que ainda não foi lançado. Mas, se chegasse às lojas, você compraria?

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  • VW comemora 55 anos de Kombi no Brasil

    Acesse:http://carros.ig.com.br/noticias/vw+comemora+55+anos+de+kombi+no+brasil/5198.html

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    Utilitário fabricado em São Bernardo do Campo (SP) também ultrapassou a marca de 1,5 milhão de unidades produzida

    Foto: Divulgação Veja mais fotos

    Introdução do motor 1.4 Total Flex acompanhou leves mudanças na frente

    Quem diria… No próximo dia 2 de setembro, a Volkswagen comemora 55 anos de produção da Kombi no Brasil. De acordo com a marca, desde que foi lançada, em 1957, já foram montados mais de 1,5 milhão de unidades do modelo no País.

    A Kombi nunca perdeu a liderança de sua categoria. No acumulado de janeiro a julho deste ano, por exemplo, registrou 14.905 unidades emplacadas (detendo 39,4% do segmento), o que representa crescimento de mais de 4% em relação ao mesmo período de 2011 – bom resultado no cenário da indústria de comerciais leves, que registrou queda de 1,4% no acumulado dos sete primeiros meses de 2012 contra o mesmo período de 2011. O furgão é o  quinto carro mais vendido da Volkswagen em 2012 e o oitavo entre os comerciais leves.

    História

    A Kombi foi idealizada pelo holandês Ben Pon na década de 1940, que pretendia incluir o confiável conjunto mecânico do Fusca em um veículo leve de carga. A produção do modelo começou na Alemanha em 1950. O destaque era a carroceria monobloco, a suspensão reforçada e o motor traseiro, refrigerado a ar, de 25 cv.

    Primeira unidade da Kombi produzida no Brasil Uma versão mais moderna chegou em 1997 com o nome de Kombi Carat Volkswagen Kombi nacional em testes antes do lançamento Reestilização feita no furgão em 1976 Introdução do motor 1.4 Total Flex acompanhou leves mudanças na frente Versão picape com cabine dupla Versão de luxo da picape com cabine dupla

     Em 1957 foram fabricadas as primeiras unidades no Brasil. Com índice de nacionalização de 50%, a Kombi tinha motor de 1.200 cm³ de cilindrada. Menos de quatro anos mais tarde chegou ao mercado o modelo de seis portas, nas versões luxo e standard, com transmissão sincronizada e índice de nacionalização de 95%. A versão picape surgiu em 1967, já com motor de 1.500 cm³ e sistema elétrico de 12 volts.

    A trajetória internacional da Kombi brasileira se iniciou com as exportações da Volkswagen do Brasil nos anos 1970 para mais de 100 países. Os principais mercados externos da Kombi foram Argélia, Argentina, Chile, Peru, México, Nigéria, Venezuela e Uruguai.

    No Brasil, em 1975, a Kombi passou a ser equipada com o motor 1.6 e, três anos mais tarde, o modelo ganhou dupla carburação. O motor diesel 1.6, refrigerado a água, surgiu em 1981, mesmo ano do lançamento das versões furgão e picape com cabine dupla. No ano seguinte surgiu o modelo a etanol e, em 1983, a Kombi apresentou painel e volante novos, além da alavanca do freio de mão, que saiu do assoalho e passou para debaixo do painel.

    Uma versão mais moderna chegou em 1997 com o nome de Kombi Carat, apresentando novas soluções, como teto mais alto, porta lateral corrediça e a ausência da parede divisória atrás do banco dianteiro. No final de 2005, a Kombi passou a ser equipada com o motor 1.4 Total Flex (arrefecido a água), até 34% mais potente e cerca de 30% mais econômico do que o antecessor refrigerado a ar.

    Desde janeiro de 2006 até julho de 2012, o utilitário teve mais de 170 mil unidades produzidas. Com o novo motor, a Kombi desenvolve potência de 78 cv quando abastecido com gasolina e 80 cv, com etanol.

    Atualmente, a linha de produção da Kombi emprega 792 colaboradores e funciona em dois turnos, tudo para entregar 90 exemplares por dia.  No entanto, o veículo tem futuro incerto a partir de 2014. Isso porque entrará em vigor a lei que torna obrigatória a instalação do duplo airbag dianteiro e dos freios ABS de fábrica. Será que ela terá uma substituta?

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  • Uma prancha de surf motorizada para facilitar as manobras

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    A WaveJet tem propulsor elétrico que ajuda você a atingir até 32 km/h sobre as ondas

    Foto: Divulgação Prancha com propulsor elétrico acoplado atinge 32 km/h e custa até US$ 4.795, dependendo do tamanho

    Além de se equilibrar em cima da prancha, um dos grandes desafios do surf é atingir, no momento certo, literalmente, a crista da onda. Para isso é preciso gastar uma boa dose de energia remando (com os braços) para pegar uma “carona” na onda e só depois deslizar sobre ela. Porém para os proprietários da WaveJet esta missão ficará mais fácil.

    Trata-se de uma prancha motorizada, que possui um propulsor elétrico acoplado em seu casco. Com esse sistema, ela pode atingir até 32 km/h. Para pilotar a WaveJet, o surfista conta com uma espécie de controle remoto que fica no bracelete.

    O motor é alimentado por uma bateria de lítio e tem autonomia de 30 minutos. Para recarregá-la basta conectar a prancha em qualquer tomada. O equipamento pesa 9 kg, mas, para minimizar esse aumento de peso, a WaveJet é feita em fibra de carbono, material conhecido por seu alto nível de resistência e leveza. Ainda sim, é possível remover o propulsor e surfar da maneira convencional a hora se que desejar.

    O propulsor elétrico é alimentado por uma bateria de lítio e tem autonomia de 30 minutos. Foto: Divulgação É possível comprar apenas o propulsor elétrico e instalar em qualquer prancha . Foto: Divulgação Publicidade A novidade poderá ser usada para resgate e nas competições de ondas gigantes . Foto: Divulgação

    É possível comprar apenas o propulsor elétrico e instalar em qualquer prancha . Foto: Divulgação
    A WaveJet foi criada pelo surfista americano Mike Railey, que patenteou a ideia e a marca “WaveJet” em 2007. Os primeiros protótipos, contudo, só foram para água no início de 2011. A novidade poderá ser usada para resgate em campeonatos e, no caso, das competições de ondas gigantes dispensará a ajuda dos jet skis, que normalmente, têm a função de rebocar os surfistas para os locais mais distantes da praia. Além disso, a WaveJet abre novas oportunidades para deficientes físicos praticarem surf.

    As pranchas começarão a ser vendidas em maio deste ano. Serão seis modelos disponíveis com preços que variam de US$ 4.150 a US$ 4.795, dependendo do tamanho.

    Caso o cliente não queira adquirir as pranchas, existe a possibilidade de ele comprar apenas o propulsor elétrico, que pode ser instalado em qualquer prancha. Neste caso o valor é de US$ 2.500.

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  • Cinco novos helicópteros para sonhar

    Acesse:http://luxo.ig.com.br/maquinas/2012-06-09/cinco-novos-helicopteros-para-sonhar.html

    Enviado por J A C A N I E L L O

    Selecionamos algumas das melhores novidades no segmento para garantir deslocamentos cada vez mais seguros e confortáveis

    Entre 2001 e 2010 a frota de helicópteros no Brasil cresceu 70%. Hoje ela está entre uma das maiores do mundo. E a expectativa é que cresça ainda mais. Com a crise da zona do euro e dos Estados Unidos, fabricantes do mundo inteiro passaram a se voltar cada vez mais para o País. Separamos as cinco maiores novidades deste mercado para mostrar as supermaquinas que poderão pousar por aqui nos próximos anos.

    1- Eurocopter EC 130 T2

    Foto: Divulgação O Eurocpter EC130 T2 é capaz de levar um piloto e mais sete passageiros, e chega a 287 km/h

    Apresentado em fevereiro deste ano, nos EUA, o EC130 T2 é uma versão atualizada do consagrado EC 130. Visualmente, mantém as principais características do antecessor, mas de acordo com a fabricante cerca de 70% dos componentes do helicóptero receberam melhorias. As principais foram uma nova estrutura de cabine com piso plano, sistema de controle ativo de vibração, painel remodelado e o novo motor Turbomecca Arriel 2D, 10% mais potente do que o antigo.

    Para garantir segurança aos passageiros, a Eurocopter também instalou novos bancos, um tanque de combustível resistente ao choque e um novo sistema de desembaçamento dos vidros. O modelo é capaz de levar um piloto e mais sete passageiros, e chega à velocidade máxima de 287 km/h. O EC130 T2 deverá ser entregue aos primeiro proprietários até o fim de 2012, mas a marca não revela os preços

    2- Bell 525 Relentless

    Foto: Divulgação O Bell 525 Relentless leva 20 passageiros mais dois pilotos e chega a 260 km/h

    Uma das mais recentes novidades no mercado de helicópteros é o modelo 525 Relentless, da tradicional fabricante americana Bell Helicopter. O modelo, que leva 20 passageiros e mais dois pilotos, é equipado com duas turbinas GE CT7-2F1, capazes de levá-lo a uma velocidade de até 260 km/h. A cabine de passageiros possui duas portas de acesso de cada lado, uma rebatível para a primeira fileira de assentos e a outra corrediça.

    Outro destaque da aeronave é o trem de pouso retrátil, como o de um avião. Segundo o fabricante, o foco do Bell 525 é o mercado off-shore, mas ele também poderá ser adquirido na configuração de transporte executivo. O 525 Relentless foi anunciado pela Bell Helicopter em fevereiro deste ano, mas só deverá fazer seus primeiros voos de certificação em 2014. Seu preço ainda não foi divulgado.

    3- MD Explorer

    Foto: Divulgação Mais silencioso que qualquer outra aeronave de sua categoria, o MD Explorer pode levar até 7 passageiros

    Desenvolvido pela holandesa MD Helicopters, o Explorer é um dos melhores helicópteros bimotor de porte-leve para serem utilizados em operações executivas ou até mesmo para turismo. Seu maior diferencial é o sistema NOTAR (No Tail Rotor), que dispensa o rotor de cauda, comum em qualquer tipo de helicóptero. Este sistema é formado por uma espécie de ventilador embutido na cauda da aeronave, que regula a saída de ar e gera o efeito antitorque necessário para manter a estabilidade.

    Além de essa tecnologia fazer com que o MD Explorer seja o mais silencioso da categoria, ela elimina o perigo de acidentes, pois sem o rotor de cauda o helicóptero pode se aproximar mais dos obstáculos. A aeronave pode carregar até sete passageiros além do piloto e possui um “sistema inteligente” que serve para auxiliar o operador em ajustes ou alterações necessários. O modelo conta com dois motores PW207E Pratt & Whitney de 750 hp cada um e chega a 252 km/h com autonomia de 3.4 horas de vôo. Seu preço sugerido é de US$ 6.2 milhões.

    4- Eurocopter X3

    Foto: Divulgação O Eurocopter X3 chega a 430 km/h e tem autonomia 50% maior do que os helicópteros convencionais

    O grande destaque do salão Paris Air Show, realizado em junho de 2011 na capital francesa, foi o helicóptero híbrido X3. O modelo chegou até a fazer um voo de exibição durante o evento. A característica mais marcante do X3 é o fato de os rotores, que geralmente ficam localizados na cauda da aeronave, terem sido transferidos para os propulsores localizados em duas asas fixas nas laterais. Estes novos motores, impulsionados por turbinas, auxiliam no aumento da velocidade.

    Com essa solução, o helicóptero chega a incríveis 430 km/h e ainda pode proporcionar uma velocidade de cruzeiro e autonomia 50% maiores do que os helicópteros convencionais. O Eurocopter X3 ainda está em fase de testes e não tem preço definido.

    5- EC 145 Mercedes-Benz Style

    Foto: Divulgação Com layout inspirado na Mercedes Classe R, o EC 145 acomoda até oito passageiros

    A esportividade e potência da marca de helicópteros franco-alemã Eurocopter aliadas ao luxo e sofisticação da fabricante de veículos Mercedes-Benz foram os ingredientes principais para o desenvolvimento do EC 145 Mercedes-Benz Style. O helicóptero foi construído com materiais exclusivos que lhe renderam boas doses de elegância, conforto e segurança. O EC 145 é o único de sua categoria que acomoda até oito passageiros e de maneira bastante espaçosa, pois todos os assentos são montados em trilhos que podem ser removidos com facilidade para que haja um espaço interno maior para bagagens.

    Além disso, o helicóptero possui três porta-objetos, uma geladeira, uma mesa e dois monitores de 15 polegadas. O layout da cabine foi inspirado na Mercedes Classe “R”. A aeronave é equipada com duas turbinas Turbomeca ARRIEL 1E2 de 770 hp cada uma e atinge velocidade máxima de 268 km/h com autonomia de 680 km. Seu preço é de US$ 8 milhões.

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