Colaboradora: Renata Gama

Vítima diz que planejava comprar uma casa com o dinheiro. Polícia Civil investiga o caso, mas ainda não há informações sobre a autoria do crime…
Colaboradora: Renata Gama

Vítima diz que planejava comprar uma casa com o dinheiro. Polícia Civil investiga o caso, mas ainda não há informações sobre a autoria do crime…
Colaboradora: Renata Gama

A força-tarefa do Governo do Estado e Prefeitura de São Paulo dispersaram ao menos 454 aglomerações na capital paulista neste final de semana. Apenas na noite de sábado (27), foram 350 aglomerações…
G1: Governo de SP anuncia recuo e coloca todo o estado na fase amarela do plano de flexibilização. https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2020/11/30/governo-de-sp-anuncia-recuo-e-coloca-todo-o-estado-na-fase-amarela-do-plano-de-flexibilizacao.ghtml

O bitcoin já tem mais de uma década de história, mas só começou a se popularizar nos últimos anos. Por isso, a criptomoeda ainda gera uma série de dúvidas. O Atlas Quantum, sistema que faz operações de compra e venda automáticas com a criptomoeda, esclarece as questões mais frequentes nos sites de busca. Confira as respostas:
O bitcoin é uma moeda digital que nasceu em 2008, em meio a uma crise de credibilidade dos bancos. Ele opera de forma descentralizada, sem controle de entidades ou governos. Apenas uma rede de computadores valida as operações. A segurança da criptomoeda é garantida, entre outros fatores, graças à blockchain. Ela é uma rede de blocos virtual e imutável que funciona como se fosse um grande livro de registros. Sua rede é descentralizada, evitando a ação de hackers sobre apenas um servidor central, o que poderia resultar em brechas de segurança. Além disso, tudo é fortemente criptografado.Para compreender melhor a história do bitcoin, veja o infográfico que o Atlas Quantum preparou sobre o tema.

Os ataques noticiados envolvendo o roubo ou a mineração de criptomoedas vêm aumentando: um hospital admitiu que um hacker invadiu um sistema que armazena dados de pacientes para minerar criptomoedas, a Cisco revelou o roubo de R$ 160 milhões em Bitcoin pela gangue Coinhoarder e outros piratas virtuais se aproveitaram do hardware da montadora de veículos Tesla e de uma falha no software Jenkins – só esta última ação rendeu cerca de R$ 10 milhões em criptomoedas aos malfeitores.
Por que essa atividade é tão atrativa?
A resposta está na facilidade de converter essas moedas em dinheiro de verdade, ou mesmo para o usá-las no próprio no mundo do crime.
Criptomoedas já são a moeda corrente do mercado negro no submundo da internet, onde é possível comprar dados pessoais e senhas – inclusive os pacotes com informações vazadas de diversas empresas, além de cartões de crédito – e ferramentas e códigos úteis para o cibercrime.
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