Serviço de mensagens instantâneas da Microsoft será descontinuado a partir de 30 de abril no Brasil
Criminosos estão usando o fim do Messenger para infectar PCs de diversos internautas. O serviço de mensagens instantâneas da Microsoft será descontinuado a partir de 30 de abril no Brasil.
Os hackers registraram domínios falsos e compraram links patrocinados do Google, que aparecem de forma mais evidente no topo das páginas de resultado de pesquisa. As páginas acessadas oferecem um instalador falso, que tenta instalar, entre outras aplicações, um trojan bancário.
Em outro golpe, um falso instalador do Messenger instala um software que modifica o sistema da vítima e tenta remover todos os programas de antivírus da máquina. A técnica é antiga e usada em trojans bancários há pelo menos cinco anos.
O Messenger de fato será descontinuado, mas a Microsoft oferece a migração para o Skype, serviço da própria empresa. Este permite a conversação por mensagens instantâneas de forma semelhante ao Messenger, além de possibilitar efetuar chamadas entre o aparelho e um telefone. Para saber como migrar conta do MSN para o Skype, acesse este link.
Modelo com Wi-Fi custa R$ 479 e possui tela capacitiva iluminada. Paperwhite com 3G gratuito da Amazon é vendido por R$ 699.
A Amazon iniciou hoje as vendas do Kindle Paperwhite no mercado brasileiro. O e-reader traz tela sensível ao toque, iluminação integrada para facilitar a leitura durante a noite e bateria com oito semanas de duração. No Brasil, ele estará disponível nos modelos Wi-Fi e 3G por preços a partir de R$ 479. A notícia chega três meses após a Amazon iniciar suas operações no Brasil, com a venda de livros digitais.
Diferentemente do Kindle mais simples, que hoje é vendido por R$ 299, não há botões físicos para trocar de página ou navegar na interface. Todas as interações no Kindle Paperwhite são feitas na tela capacitiva, que é de 6 polegadas e possui resolução de 1024×768 pixels (212 ppi).
O painel do Kindle Paperwhite é de e-ink, que não emite luz própria, mas há LEDs na parte inferior que tornam possível a leitura mesmo quando você estiver no escuro – a iluminação é distribuída de maneira uniforme através de uma malha de fibra óptica. A Amazon diz que a iluminação vem “de cima para baixo”, ou seja, ela não é projetada diretamente nos seus olhos, o que deixa a leitura mais confortável.
Segundo a Amazon, a bateria é capaz de durar até oito semanas com Wi-Fi desligado, 30 minutos de uso por dia e iluminação da tela no nível 10 (o máximo é 24). Ele tem 2 GB de armazenamento, o que é suficiente para guardar 1.100 livros, e suporta diversos formatos, incluindo *.azw (da própria Amazon), *.txt, *.pdf e *.docx, além de imagens JPEG, GIF e PNG.
O Kindle Paperwhite está sendo vendido na Livraria da Vila, no Ponto Frio e nos quatro quiosques do Kindle no Brasil, que estão localizados na cidade de São Paulo (Shopping Iguatemi e Morumbi Shopping) e do Rio de Janeiro (Shopping Leblon e Barra Shopping).
O modelo com Wi-Fi custa R$ 479, enquanto que o modelo com 3G será vendido por R$ 699. Não há slot para SIM card e você não precisa assinar um plano de dados: a conexão é fornecida por uma empresa parceira da Amazon (que aqui no Brasil parece ser a Telefônica Vivo) e funciona em mais de 100 países. A ideia da Amazon é que você aproveite o 3G para comprar e-books e acessar alguns sites de consulta, como a Wikipédia.
Já era possível comprar o Kindle Paperwhite através da Amazon americana, mas o frete e os impostos de importação, que são cobrados no momento da compra, encareciam bastante o produto. O modelo Wi-Fi, que custa US$ 139 nos EUA, saía por R$ 664 para os brasileiros, enquanto que o modelo com 3G, de US$ 199, chegava a R$ 912.
Segundo a Info, a Amazon também começará a vender os modelos do tablet Kindle Fire no Brasil ainda este ano. Alexandre Szapiro, vice-presidente da empresa no Brasil, evitou comentar os rumores sobre o início das operações de e-commerce da Amazon por aqui – no momento, ela só vende livros digitais, e toda a distribuição dos Kindles é feita através de parceiros.
A Apple e a Gradiente estão negociando o uso da marca iPhone no Brasil desde o começo de março. As empresas suspenderam processos uma contra a outra por 30 dias, já que a Apple pode oferecer uma quantia relevante para que a Gradiente venda a marca. A informação é do colunista Lauro Jardim, da revista Veja.
Gradiente iphone, o smartphone que possui o mesmo nome do modelo da Apple (Foto: Divulgação)
A polêmica entre as duas empresas começou no final de 2012, quando a Gradiente afirmou que lançaria um iphone com Android 2.3, Gingerbread. O aparelho tinha o mesmo nome do smartphone da Apple, lançado originalmente em 2007. A Gradiente afirmou que era dona da marca desde 2008 e que a ideia do celular surgiu em 2000, com a junção das palavras “Internet” e “Phone”.
O Gradiente iphone foi disponibilizado para venda a partir de janeiro de 2013, por R$ 700. O Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) determinou que o nome iPhone pertencia à Gradiente em 13 de fevereiro. Desde então, circularam rumores que a Apple estaria procurando a empresa brasileira para chegar em um acordo.
A empresa da maçã já teve essa atitude antes. Em 2012, a empresa Proview Technology era dona do nome IPAD na China e decidiu processar a Apple por lançar um tablet de mesmo nome no país. A briga judicial só acabou quando a companhia norte-americana pagou US$ 60 milhões para utilizar o nome em seu tablet sem sofrer mais processos.
A interrupção de ações judiciais por 30 dias e a possível venda do nome da Gradiente será mais uma medida que a Apple adota para manter seu iPhone em mais países. Com a atual guerra de patentes contra a Samsung, a empresa de Tim Cook quer conquistar novos mercados. No Brasil, o preço do iPhone da Apple é inflado por impostos, que fazem o celular custar mais de R$ 2 mil.
Fãs dos heróis da Marvel, é chegada a hora de entupir seus tablets e celulares com histórias em quadrinhos, todas baixadas legalmente direto da Casa das Idéias. Como forma de promover seu app de quadrinhos digitais, a Marvel está disponibilizando 700 títulos online, inteiramente de graça e sem custos adicionais.
Quadrinhos para todos os gostos
A ação no site da Marvel americana inclui tanto edições antigas (como as primeiras edições de “Vingadores” ou “Homem-Aranha”) como também alguns títulos ainda inéditos no Brasil. Claro que o grosso do acervo gratuito é de títulos “menores” da editora, mas ainda assim é uma bela promoção.
Os quadrinhos podem ser comprados pelo aplicativo The Marvel Comics, disponível tanto para Android quanto para iOS, ou pelo próprio site da editora. Nesse caso, os arquivos depois são baixados para o smartphone ou tablet.
Com o custo normalmente variando de US$ 1,99 a US$ 3,99, as 700 edições gratuitas chegariam a um valor realmente alto se fossem compradas uma a uma. Boa oportunidade de conhecer melhor os personagens que você vive vendo nos cinemas e em séries animadas, além de te motivar a ir na banca e comprar algumas edições (isso se você já não faz isso).
Mas obviamente nem tudo são flores. Tanto o site da Marvel quanto o aplicativo estão tendo problemas na autenticação e no download dos quadrinhos, provavelmente pelo volume de pessoas tentando baixar as edições. O ideal é ser persistente, já que essa promoção se encerra na madrugada de terça-feira (12) para quarta-feira.
A Microsoft está empenhada em integrar a tecnologia do Kinect a alguns dispositivos, e para isso construiu recentemente um novo centro de pesquisas em seu campus dedicado a estudar as diversas possibilidades oferecidas pelo sensor.
Craig Mundie, assessor do CEO da companhia, explicou ao The Verge que a ideia é criar miniaturas do Kinect, tornando-o menor fisicamente e também diminuindo seu preço. Porém, ao ser questionado sobre quando poderemos ver um Kinect embutido em um notebook, por exemplo, ele disse apenas “em breve”.
“Não vai acontecer amanhã, mas podemos ver um caminho para esse tipo de coisa”, explica. Em seu novo campus de pesquisa interativo, a Microsoft já integrou o sensor a algumas telas maiores para realizar testes.
Microsoft demonstra integração do Kinect com grandes telas (Reprodução: The Verge)
O site teve acesso a essas telas integradas, e disse que os sensores parecem ser mais finos e menores do que aqueles existentes no mercado, mas um porta-voz da Microsoft se recusou a dizer se aquilo se tratava do Kinect 2 ou não.
Apesar das evoluções aparentes, a empresa ainda enfrenta muitos desafios para conseguir integrar o sensor a outros dispositivos diversos, e não estamos falando apenas da diminuição do seu tamanho. Uma das grandes dificuldades de trazer essa tecnologia para notebooks ou tablets, por exemplo, é que o sensor Kinect não funciona debaixo da luz intensa do dia, e isso limita a sua utilização em dispositivos móveis.
O que acontece é que a tecnologia utiliza infravermelho para captar os movimentos, e o sol é uma imensa fonte de infravermelho, logo a luz do dia pode encobrir o poder do sensor facilmente. Apesar de não estar tão próxima de lançar um dispositivo diferente com Kinect integrado, a Microsoft parece estar trabalhando pesado para isso acontecer. Resta-nos apenas aguardar as novidades.
Mark Zuckerberg: mais de 50% do feed de notícias hoje são fotos e conteúdos visuais (Foto: Reuters/Robert Galbraith)
O Facebook anunciou nesta quinta-feira, 7, um novo visual para o seu feed de notícias, que valoriza as fotos e o conteúdo visual publicado na rede social, além de oferecer diferentes abas de filtros. O objetivo, segundo a empresa, é permitir aos usuários mais controle sobre o que se deseja ver. Com as mudanças, o Facebook unifica sua aparência no celular, no tablet e na web.
O evento aconteceu na sede da empresa em Menlo Park, na Califórnia (Estados Unidos).
Mark Zuckerberg, fundador da rede social, falou sobre a importância da ferramenta para empresa, e explicou que, ao longo dos anos, o conteúdo compartilhado foi se tornando cada vez mais visual. “Mais de 50% do feed de notícias hoje são fotos e conteúdos visuais”, disse.
Com as novidades anunciadas hoje, as fotos compartilhadas na rede social ganharam tamanho maior. Além disso, uma notícia compartilhada, por exemplo, também ganha mais destaque no tamanho, além de vir acompanhada da marca da empresa que produziu o conteúdo.
Antes e depois: à direita, a nova aparência para fotos
As fotos do perfil do usuário e de páginas de empresas também foram aumentadas. Além disso, quando uma solicitação de amizade aceita aparecer no feed, será mostrada não apenas a foto do perfil, mas também a imagem de capa do usuário ou serviço.
Filtros
Outra novidade é a possibilidade de visualizar feeds diferentes por meio de diferentes abas, cada uma com um filtro. Em uma barra na parte superior direita, o usuário poderá escolher qual tipo de conteúdo quer ver.
“Todos os amigos”, por exemplo, mostra todo o conteúdo que os amigos estão compartilhando. A aba “Fotos” mostra um feed de notícias apenas com fotos de os amigos e páginas que o usuário curtiu. Já “Música” traz atualizações com publicações sobre músicas e bandas curtidas pelo usuário. Na aba “Seguindo”, será possível acompanhar as publicações mais recentes sobre as páginas e pessoas que o usuário segue.
Há ainda outras opções de filtro, como games, lugares e ordem cronológica, uma vez que atualmente o Facebook disponibiliza as publicações que considera mais importantes para o usuário com base no comportamento no site, não necessariamente na ordem cronológica.
Zuckerberg comparou a nova plataforma a um jornal, com suas diferentes seções e editorias para contemplar diferentes interesses de público. Para a empresa, as abas do novo feed de notícias permitam que o usuário tenha uma experiência similar, vendo as atualizações da categoria que deseja. “Estamos tentando dar a todos o melhor jornal pessoal do mundo”, disse ele durante o evento, que durou cerca de 30 minutos.
Lista de espera
O novo feed de notícias estará disponível para os usuários ao longo das próximas semanas, nas versões para web, smartphones e tablets (primeiro para iPhone e iPad e, depois, para Android). Quem visitar o site www.facebook.com/newsfeed pode entrar em uma lista de espera para testar o serviço primeiro.
O vídeo (em inglês) mostra detalhes sobre o projeto:
Há apenas dois anos no catálogo de produtos da Microsoft, o Skype foi a estrela da apresentação da companhia na feira de tecnologia CeBIT, que começou hoje (5), em Hannover (norte da Alemanha).
Divulgação
Kevin Turner, chefe de operações da Microsoft
Kevin Turner, COO (chefe de operações) da Microsoft, falou por meia hora sobre as estratégias para 2013. O executivo mirou suas apostas em produtos que rodam nas nuvens (com armazenamento on-line) e em dispositivos móveis (como o tablet Surface).
A declaração foi dada um mês após Bill Gates, presidente do conselho da Microsoft, vir a público dizer que o ritmo de inovação da companhia nos últimos anos foi insatisfatório, e que a empresa havia cometido erros em sua estratégia inicial para os aparelhos móveis.
“Estamos embarcando na ideia de mudar de maneira radical a companhia, já que queremos nos transformar em uma empresa de serviços e dispositivos”, afirmou Turner hoje.
Nos últimos meses, outras gigantes da tecnologia têm adotado discurso semelhante, voltado cada vez para serviços –caso da Dell, que usou seu evento anual, em dezembro, para reposicionar a marca.
Visitantes no enorme estande da Deutsche Telekom durante a feira Cebit de 2013, em HannoverLeia mais
Turner destacou o desempenho do Skype, comprado em 2011 por US$ 8,5 bilhões.
Segundo ele, um terço do tráfego telefônico do planeta passa hoje pelo Skype. Além disso, mais de 280 milhões de usuários usam o serviço por cem minutos ou mais todo mês.
O Skype foi criado em 2004 pelos mesmos desenvolvedores do software de compartilhamento de arquivos Kazaa. À época, o Kazaa, uma espécie de herdeiro do Napster, era visto pelo mercado como fonte de pirataria digital.
O jornalista DIÓGENES MUNIZ viajou a convite da Hannover Fairs do Brasil
Para não estourar seu plano de dados do smartphone ou do tablet, evite, no 3G, ver vídeos e ouvir músicas em serviços on-line, como o YouTube e o Rdio, e use redes wi-fi sempre que possível.
Adotar um navegador de web econômico, como o Opera Mini, também ajuda.
Disponível para Android e iOS, o browser gratuito conta com uma tecnologia de compressão que, segundo a empresa, pode reduzir o gasto com dados em até 90%.
Curiosidades na internet
O Android, a partir da versão 4.0, permite monitorar os dados consumidos por cada aplicativo instalado. Quando o limite do seu pacote de dados (500 Mbytes, por exemplo) é atingido, a ferramenta desativa a conexão 3G até o fim do ciclo mensal.
Para acessar o recurso, vá a Configurações e selecione Utilização de dados.
Uma solução ainda mais completa é o Onavo Count, disponível para Android e iOS.
Como o Android dá permissões mais amplas aos aplicativos de terceiros do que o iOS, a versão para o sistema do Google é mais completa: além de monitorar a quantidade de dados usados por cada aplicativo diária, semanal e mensalmente, mostra alertas depois que um app é instalado, informando se ele é “fominha” demais ou não.
É possível ainda, no Onavo para Android, restringir ao wi-fi aplicativos que consomem muitos dados.
Outras opções para Android são o 3G Watchdog e o My Data Manager.
A Microsoft Research apresentou por meio de um post de seu blog oficial a nova tecnologia-conceito para maior imersão nos games, a Ilumiroom.
Tecnologia Ilumiroom da Microsoft
Sendo feita em parceria com a Samsung, a tecnologia tem como intuito principal transformar a sua sala em um ambiente extra do jogo. Ela supostamente expandiria a tela, colocaria efeitos gráficos nas suas paredes e móveis, ou utilizaria elementos para demonstrar batimentos ou outros sinais do jogo.
O Ilumiroom é uma tecnologia muito similar vista anteriormente em um documento vazado da Microsoft sobre o seu roadmap nos próximos anos. mas pouco se sabe sobre a sua data de lançamento ou aonde vai aparecer primeiro.
Supõe-se que o Illumiroom será integrado de alguma forma a um console da Microsoft, seja ele o Xbox 360 ou o seu sucessor, isso vem do fato que durante o vídeo oficial, o qual você vê abaixo, todas as pessoas jogam o console da Microsoft.
Independente se for para essa ou a outra geração, o Illumiroom é um conceito bem interessante que, se aplicado de maneira correta pode ser mais um passo para maiores inovações nos games.
Mais informações serão apresentadas durante a CHI 2013, que ocorre de 27 de abril a 2 de maio, em Paris. Para mais detalhes sobre a tecnologia Ilumiroom da Microsoft, acesse o post da Microsoft Research e confira o vídeo abaixo.
A Microsoft anunciou hoje uma redução permanente no preço do Kinect, o popular sensor de movimento para o console Xbox 360, nos Estados Unidos. Com a redução, o Kinect agora custa US$ 109,99 no país.
Além disso, a empresa confirmou que o acessório também terá uma redução de preço permanente no restante da América do Norte, América Latina e Ásia-Pacífico (excluindo o Japão).
Os novos preços para estas regiões ainda não foram divulgados.