A instalação do telhado é uma etapa bem importante da obra. Além de proteger a construção de fatores externos, como as variações climáticas, a estrutura faz parte da finalização do imóvel e carrega grande responsabilidade no resultado final…
Prepare uma das melhores sobremesas e experimente as receitas de bolo de chocolate molhadinho da avó Palmira. São uma autêntica delícia! Os bolos de chocolate estão entre os melhores lanches, não é verdade? […]
A conta oficial da Disney Studios do Brasil no Instagram revelou um novo cartaz para o filme animado Encanto! O cartaz anuncia que um trailer será revelado amanhã (8). […]
Estamos chegando ao fim da história de Elle, de A Barraca do Beijo! A Netflix divulgou o trailer oficial do filme, que está cheio de momentos divertidos entre a protagonista e seu melhor amigo Lee, além de mostrar que algumas decisões bem importantes serão tomadas no último verão antes da faculdade…
De acordo com a Covisa (Coordenadoria de Vigilância em Saúde), da Prefeitura de São Paulo (SP), o homem de 45 anos infectado pela variante delta pode ter contraído a cepa através de transmissão comunitária na capital paulista. O caso foi confirmado na noite de segunda-feira (05) pela Secretaria Municipal de Saúde.
“Segundo avaliações preliminares, ficou constatado que existem indícios de que se trata de uma transmissão comunitária, que é caracterizada na impossibilidade de identificar a origem da infecção”, afirmou a secretaria, em nota.
O paciente infectado pela variante delta trabalha em casa, não viajou ou teve contato com quem tenha saído do país, segundo a pasta. A mulher, a filha e o enteado dele também contraíram Covid-19; todos moram na mesma casa, onde cumprem isolamento e estão sendo monitorados.“A Covisa está investigando as amostras dos três familiares para que sejam encaminhadas ao Instituto Butantã”, diz a pasta.
“O caso está sob investigação para descobrir de que forma ocorreu a contaminação, levando em consideração que a pessoa trabalha em casa, diz não ter viajado e não ter tido contato com pessoas que viajaram. No entanto, ele reside com mais três pessoas, que tiveram contato com outras pessoas. Todos estes contatos e locais estão sendo investigados, em busca de uma resposta para saber como ocorreu a contaminação”, diz, a secretaria, em nota. […]
Prefeitura de SP monitora presença da variante delta. A rede de atenção básica de saúde de São Paulo segue monitorando os casos suspeitos e confirmados de Covid-19. “O município continua encaminhando ao Instituto Butantan e ao Instituto de Medicina Tropical da USP cerca de 700 amostras semanais positivas para a Covid-19. Desde abril, estas apontaram apenas este caso para a variante delta, que está sendo investigado”, completa a nota.
Para tentar evitar a entrada da variante delta na cidade, foram instalas barreiras sanitárias para monitorar passageiros nos terminais rodoviários e no aeroporto de Congonhas, localizado na zona sul da capital paulista.
Até o começo deste mês, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a variante delta do coronavírus está presente em pelo menos 98 países. A cepa que foi detectada pela primeira vez na Índia é apontada como mais transmissível e tem preocupado cientistas e autoridades do mundo todo….
Há um tempo eu não pintava minhas unhas e resolvi tentar algo um pouco diferente do que estou acostumada. Procurei no Pinterest (como sempre) inspirações de nail arts e encontrei essa unha abstrata.
Usei esmalte preto, esmalte branco e um palito de dente.
Comecei pintando as unhas normalmente com esmalte preto.
Resolvi deixar somente uma unha na cor branca para destacar um pouco mais. Esperei o esmalte secar bem.
Depois peguei o palito de dente e passei no esmalte branco. Fiz linhas abstratas nas unhas com o esmalte preto. Não precisa se preocupar em deixar as linhas retas, porque a intenção é deixar abstrato.
E, por último, passei o palito de dente no esmalte preto e fiz as linhas na unha com o esmalte branco.
Eu adorei o resultado e achei muito fácil de fazer. A dica é deixar o esmalte secar bem antes de começar a fazer as linhas. Espero que tenha gostado dessa ideia!
Menos 46% de consultas médicas presenciais nos centros de saúde, uma quebra de 40% da procura das urgências hospitalares e menos 25% de cirurgias realizadas. Estes são alguns dos resultados do impacto do primeiro ano da pandemia em Portugal.
A análise foi feita pela consultora MOAI para o Movimento Saúde em Dia e parte de dados públicos do Serviço Nacional de Saúde, comparando março 2020/fevereiro 2021 com março 2019/fevereiro 2020.
Ao nível das consultas médicas presenciais nos centros de saúde, a queda foi de 46%, com menos nove milhões de consultas no primeiro ano de pandemia comparado com o período homólogo anterior, com os médicos de família a serem desviados para os doentes Covid-19, acompanhando mais de 90% dos casos.
Nos hospitais do SNS houve menos de 4,5 milhões de contactos no primeiro ano de pandemia, entre consultas, urgências, cirurgias e internamentos.
As primeiras consultas hospitalares tiveram uma redução de 20% (menos cerca de 700 mil consultas), enquanto as cirurgias programadas caíram 26% e as cirurgias urgentes decresceram 13%.
A procura de urgências hospitalares também foi afetada, com uma redução de quase 40%, o que equivale a menos 2,5 milhões de episódios. Os casos considerados mais graves ou urgentes, com pulseira vermelha, reduziram-se 22%; as pulseiras laranja caíram 31% e os episódios com pulseira amarela diminuíram 40%.
Nos cuidados de saúde primários, é igualmente evidente o efeito da pandemia. No total, houve menos 13,4 milhões de contactos médicos e de enfermagem presenciais nos centros de saúde.
Ao nível das consultas médicas presenciais, a queda foi de 46%, com menos nove milhões de consultas no primeiro ano de pandemia comparado com o período homólogo anterior.
Os contactos de enfermagem presenciais reduziram-se 20%, sendo menos quatro milhões de contactos.
Por outro lado, os contactos médicos e de enfermagem não presenciais aumentaram, respetivamente, 130% e 70%. No caso dos contactos médicos à distância poderão estar relacionados com o trabalho dos centros de saúde no acompanhamento dos casos de Covid-19 com doentes que ficam no seu domicílio, sem doença grave.
Mas é fácil perceber que muitas patologias foram afetadas pela pressão exercida pela pandemia no sistema de saúde.
O caso da diabetes é um desses exemplos. Os utentes inscritos com diabetes com exame dos pés realizado caiu 34%, com menos 210 mil exames feitos no primeiro ano da pandemia. Também a proporção de doentes diabéticos com exame oftalmológico teve uma quebra de quase 20%.
A análise da MOAI mostra ainda uma fortíssima restrição nos meios complementares de diagnóstico e terapêutica.
Foram realizados menos 29 milhões de atos no primeiro ano de pandemia, um abatimento de 30% em relação ao período homólogo anterior.
Com quedas mais expressivas, sempre além dos 50%, registam-se os exames de pneumologia e imunoalergologia, os de otorrinolaringologia, os de neurofisiologia e os de psicologia.
Relativamente ao programa de rastreios oncológicos nos cuidados de saúde primários, registaram-se menos 21% de mulheres com registo de mamografia nos últimos dois anos (menos 169 mil), menos 12% de mulheres com colpocitologia atualizada (menos 140 mil) e menos 7% de utentes inscritos com rastreio do cólon e reto efetuado (menos 125 mil).
O Movimento Saúde em Dia é constituído pela Ordem dos Médicos, pela Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares e pela Roche…
Cepa identificada inicialmente na Índia é mais transmissível. Cidade de São Paulo registrou seu primeiro caso esta semana.
A variante delta do coronavírus é um dos principais motivos do agravamento recente da pandemia de Covid em países onde a vacinação está avançando bastante. A OMS acredita que a variante — que é muito mais transmissível que as outras mutações do coronavírus já identificadas — tem potencial para se tornar a dominante no mundo nos próximos meses.
No Brasil, a variante foi identificada há cerca de um mês e já provocou pelo menos duas mortes (de viajantes que chegaram no Maranhão e no Paraná). Na segunda-feira (5/7), a cidade de São Paulo registrou o primeiro caso da variante delta, em um homem de 45 anos.
A delta gerou uma segunda onda mortal de infecções na Índia neste ano e também se tornou a variante dominante no Reino Unido — onde 90% dos casos atuais são desta nova cepa. Foi identificada em mais de 90 países ao redor do mundo, com surtos confirmados nos Estados Unidos, China, África e Ásia.
Sintomas Acredita-se que assim como houve mutações do coronavírus, dando surgimento a variantes como a delta, também houve uma evolução nos sintomas da Covid provocadas por essas novas cepas.
O professor Tim Spector, que dirige o estudo Zoe Covid Symptom, no Reino Unido, diz que o sintoma mais comum da Covid por variante delta são as dores de cabeça. Em seguida, os sintomas mais comuns da variante delta são: dor de garganta, coriza (nariz escorrendo) e febre.
Alguns sintomas que eram muito pronunciados na versão original do coronavírus são menos comuns na variante delta.
Uma das preocupações das autoridades de saúde é que os novos sintomas da variante delta são muito semelhantes ao de um resfriado comum. Por conta disso, muitas pessoas sequer percebem que estão com Covid da variante delta, e acreditam estar meramente resfriadas, sem tomar medidas preventivas para impedir o contágio de outras.
Muitos dos sites das autoridades públicas de saúde ainda não foram atualizados para os novos sintomas da variante delta.
As autoridades dizem que pessoas com duas doses de vacinas contra o coronavírus têm menos chances de serem hospitalizadas com a variante delta. Um dos indícios apontados pelo governo do Reino Unido é que houve mais hospitalizações de jovens adultos por variante delta — justamente a parcela da população que menos recebeu a segunda dose da vacina.
No que ficar de olho Da mesma forma, o estudo React, do Imperial College, de Londres, que contou com mais de 1 milhão de participantes na Inglaterra, apontou que, quando a variante alfa era dominante, havia uma ampla gama de sintomas adicionais ligados à Covid-19.
Calafrios, perda de apetite, dor de cabeça e dores musculares foram os problemas mais associados à infecção, ao lado dos sintomas clássicos. O conselho do governo diz que os sinais mais importantes da Covid-19 são:
tosse contínua; temperatura alta; perda ou alteração do olfato ou paladar. “Existem vários outros sintomas associados à Covid-19”, diz o documento.
“Esses outros sintomas podem ter outra causa e não são, por si só, um motivo para fazer um teste. Mas se você estiver preocupado com seus sintomas, procure orientação médica”, diz a entidade.
Em tempos de pandemia todos se questionam como ficar privado de fazer algo é tão ruim, mas depois de todas as lives, técnicas de ‘mindfulness’, dancinhas do tiktok percebemos que continuamos tentando ocupar a mente, de uma forma que nos tire da realidade atual e nos traga momentos de prazer e relaxamento mesmo vivendo o caos.
Para o filósofo grego Aristóteles felicidade trata-se do equilíbrio e harmonia em praticar o bem, há muito tempo não éramos tão empáticos (em sua maioria), enxergando problemas sociais de perto, fazendo campanhas de arrecadação de alimentos para ajudar famílias carentes, se colocando no lugar do outro e reconhecendo quão privilegiado somos.
Segundo o livro “O jeito Harvard de ser feliz” de Shawn Achor, ter um objetivo pelo qual correr atrás nos faz mais felizes do que, o objetivo alcançado, bora simplificar:
Você quer muito viajar para um lugar, organiza suas finanças, percebe se vai caber no orçamento, compra as passagens, hospedagem e, aguarda a data do evento. Enquanto isso, você está se ocupando em fazer roteiros, pesquisando dicas de restaurantes, pensando nos looks que vai levar e sua empolgação está a mil, quando chega a data, você faz tudo o que planejou, volta, e aquela sensação de bem-estar passa, para Achor a espera pelo evento é, a sensação de felicidade e, não o evento.
Pensado desta forma estamos vivendo dias de luta, mas também dias de descobertas porque estamos todos à espera da vacina, e conhecendo exatamente os nossos limites, pensando em como tivemos a chance do despertar que muitos não tiveram, valorizando a vida em sua essência máxima, e olhando para dentro de nós com mais carinho, decerto que, sem entender direito o que vai acontecer e tristes por tudo que está acontecendo.
Para os psiquiatras adquirir um hábito se leva apenas 21 dias, pensar de forma positiva e frequente traz benefícios físicos e psicológicos, entender que tudo isso vai passar e aprender a viver o agora, foi uma das lições que consegui tirar de tudo isso, afinal a brusinha que você comprava na loja física, com dois cliques você encontra na loja online ou você deixou de consumir o deseja? Deixou de fazer o que gosta?
A capacidade de adaptação foi o que trouxe nossa sociedade até onde estamos, e não será um vírus medonho, que irá nos parar!
“Erga essa cabeça, mete o pé e vai na fé Manda essa tristeza embora Basta acreditar que um novo dia vai raiar Nossa hora vai chegar”
SAÚDECasos de dengue em 2021 em São Paulo já são o triplo do registrado em 2020 Até o final de junho foram confirmados 6.551 casos da doença.
Publicado 18 horas atrás em 06.07.2021Por Marcos Rocha Nicolas Henon | Flickr
Num período em que as pessoas e o noticiário midiático só abordam temas relacionados à Covid-19, parece que algumas doenças foram esquecidas em nosso país.
Na capital paulista, o número de casos de dengue confirmados nos primeiros seis meses deste ano já é mais do que o triplo dos registrados ao longo de todo o ano de 2020.
Segundo o boletim epidemiológico da prefeitura, até o final de junho foram confirmados 6.551 casos de dengue. Em todo o ano passado foram 2.026 registros.
Mais da metade (3.091) dos casos foram confirmados em abril. Em junho foram 331 ocorrências. No ano passado uma pessoa morreu de dengue. Neste ano não houve nenhuma vítima até o momento.
O distrito da Vila Nova Cachoeirinha tem a maior incidência de casos, com registros de 252,6 casos a cada grupo de 100 mil habitantes. Em números absolutos foram 371 contaminações por dengue confirmadas. Na Brasilândia, também na zona norte, foram confirmados 287 casos, com uma incidência de 101,2 contaminações a cada 100 mil habitantes.
Na zona leste, a Cidade Tiradentes teve 103 ocorrências por grupo de 100 mil pessoas, totalizando 245 registros confirmados de dengue. Em São Miguel Paulista foram 116,8 casos por 100 mil, com um total de 104 contaminações.
Você precisa fazer login para comentar.