Bem Estar recebeu terapeuta ocupacional Maria Cândida Luzo.
Preparador físico José Rubens D’Elia, consultor do programa, também falou.
O corpo humano não foi projetado para muitas das atividades que hoje pertencem à nossa rotina. Ficar sentado diante do computador durante horas, todos os dias, pode causar dores, dificuldades de movimentação e formigamento nos dedos.
Esses e outros sintomas estão ligados à LER (lesão por esforço repetitivo), tema do Bem Estar desta sexta-feira (6). A LER não é uma doença propriamente dita, mas engloba todos os problemas nos ossos e músculos que tenham origem em atividades repetitivas. Normalmente, o mal está ligado ao trabalho, mas isso não é regra.
Para esclarecer o assunto, recebemos a terapeuta ocupacional Maria Cândida Luzo e o preparador físico José Rubens D’Elia, consultor do programa. Participou também a banda “Músicos do Futuro”, pois seus músicos exercem uma função que exige muita repetição e movimentos precisos.
As lesões são mais recorrentes em pessoas que digitam muito ou apertam mouse, atendem e transferem telefonemas ou fazem fotocópias. Em casa, os serviços domésticos também desencadeiam problemas, por isso é preciso segurar corretamente panelas e vassouras.
A lesão mais comum é a tendinite, uma inflamação nos tendões. Outras recorrentes são a síndrome do túnel do carpo, a tendinite de Quervain, o dedo em gatilho e o cotovelo de tenista (veja na arte acima).
Os especialistas falaram, ainda, sobre os cuidados que se deve ter para evitar o surgimento de dores. Três aspectos são fundamentais para reduzir os riscos: é preciso fazer pausas durante qualquer atividade e saber respeitar os limites do corpo; a altura e a posição dos aparelhos precisa estar adaptada à pessoa; e é necessário ter atenção com a postura.
Em qualquer atividade que se faça, é importante usar todo o corpo. Pense no movimento que você realiza, por exemplo, quando se abaixa para pegar um objeto pesado no chão – o ideal é dobrar os joelhos e usar as duas mãos. Esse tipo de raciocínio serve para todos os trabalhos braçais.
No caso do computador, em que a LER é comum, o que se deve observar é a posição dos objetos. A cadeira e a mesa devem ficar na altura que proporcione maior naturalidade e conforto a quem estiver sentado.
A posição mais recomendada do monitor é à altura dos olhos, para evitar que a pessoa abaixe a cabeça e force o pescoço. Para usar o teclado e o mouse, o ideal é que o cotovelo forme um ângulo de 90 graus. Os dois pés devem ficar apoiados no chão e, se a máquina for compartilhada por indivíduos de alturas diferentes, o uso de almofadas pode resolver o problema.
Maria Cândida aproveitou para dar dicas sobre os laptops, computadores portáteis que muita gente usa em casa. Para utilizá-lo no colo, é preciso tomar alguns cuidados: recostar-se bem no assento, apoiar os pés no chão e colocar algum objeto para deixar o computador um pouco mais alto. Ainda assim, o ideal é colocá-lo sobre a mesa.
Quando o notebook ficar em cima da mesa, deve ser usado da mesma maneira que o desktop – computador convencional. Para isso, é recomendado colocar um suporte debaixo do computador, para que ele não fique muito baixo em relação aos olhos. Teclado e mouse também devem ficar na altura certa.
Além de maior segurança, a novidade conta com maior ventilação interna
A empresa 6D está trabalhando em uma nova tecnologia que promete fornecer ao motociclista maior segurança. Um novo capacete mais eficaz, com uma camada intermediária de amortecedores elastoméricos, promete absorver parte do impacto e distribui-lo, fazendo com que a colisão fique mais suave na cabeça do motociclista.
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Outra vantagem do capacete é o fato dele contar com maior ventilação, graças a uma câmara de ar presente no mesmo.
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O capacete não garante proteção absoluta, mas ajuda nas colisões menores. Um capacete a 8 Km/h consegue absorver aproximadamente 49 gramas de força, enquanto o novo modelo, na mesma velocidade, absorve 79 gramas. Ainda não se sabe quando a novidade entrará no mercado.
Um dos maiores desejos do Ministro das Comunicações Paulo Bernardo está se realizando: o compartilhamento de redes. Nesta semana, TIM e Oi confirmaram que irão usufruir da mesma infraestrutura, e agora Claro e Vivo anunciaram que também irão dividir suas redes.
O contrato firmado entre Claro e Vivo durará um período de três anos. As operadoras dividirão suas atuais redes, de forma que cada uma se propõe a fazer os investimentos necessários para a manutenção e operação das redes. No entanto, não haverá compartilhamento de espectro: o acordo firma que as operadoras dividirão apenas o chamado backhaul, que a grosso modo seria a rede de transporte de dados (seja fibra óptica, satélite ou outro tipo de conexão).
Antena da Vivo em SP
Isso siginifica que, apesar do compartilhamento ser real, cada operadora será responsável pela manutenção de suas próprias antenas e estações rádio-base, de forma que haverão duas redes diferentes que só se encontram no link de escoamento. Cada operadora deverá comprar seus próprios equipamentos de seus respectivos fornecedores, que serão administrados por cada operadora. No final das contas, serão dois serviços completamente diferentes.
Esse fenômeno é deveras importante na corrida contra o tempo para instalar o 4G nas cidades-sede da Copa das Confederações. Essa novidade não beneficiará apenas as redes de quarta geração, tendo em vista que o acordo também contempla a expansão da tecnologia 3G. Além disso, o compartilhamento da infraestrutura será importantíssimo nas cidades que possuem antenas em situação irregular, uma vez que diversas antenas deverão ser desativadas.
Medidas como essa permitem que as coberturas das operadoras cresçam no país com maior facilidade. Que as operadoras criem novos acordos assim, já que quem se beneficia no final das contas é o consumidor.
Mark Zuckerberg: mais de 50% do feed de notícias hoje são fotos e conteúdos visuais (Foto: Reuters/Robert Galbraith)
O Facebook anunciou nesta quinta-feira, 7, um novo visual para o seu feed de notícias, que valoriza as fotos e o conteúdo visual publicado na rede social, além de oferecer diferentes abas de filtros. O objetivo, segundo a empresa, é permitir aos usuários mais controle sobre o que se deseja ver. Com as mudanças, o Facebook unifica sua aparência no celular, no tablet e na web.
O evento aconteceu na sede da empresa em Menlo Park, na Califórnia (Estados Unidos).
Mark Zuckerberg, fundador da rede social, falou sobre a importância da ferramenta para empresa, e explicou que, ao longo dos anos, o conteúdo compartilhado foi se tornando cada vez mais visual. “Mais de 50% do feed de notícias hoje são fotos e conteúdos visuais”, disse.
Com as novidades anunciadas hoje, as fotos compartilhadas na rede social ganharam tamanho maior. Além disso, uma notícia compartilhada, por exemplo, também ganha mais destaque no tamanho, além de vir acompanhada da marca da empresa que produziu o conteúdo.
Antes e depois: à direita, a nova aparência para fotos
As fotos do perfil do usuário e de páginas de empresas também foram aumentadas. Além disso, quando uma solicitação de amizade aceita aparecer no feed, será mostrada não apenas a foto do perfil, mas também a imagem de capa do usuário ou serviço.
Filtros
Outra novidade é a possibilidade de visualizar feeds diferentes por meio de diferentes abas, cada uma com um filtro. Em uma barra na parte superior direita, o usuário poderá escolher qual tipo de conteúdo quer ver.
“Todos os amigos”, por exemplo, mostra todo o conteúdo que os amigos estão compartilhando. A aba “Fotos” mostra um feed de notícias apenas com fotos de os amigos e páginas que o usuário curtiu. Já “Música” traz atualizações com publicações sobre músicas e bandas curtidas pelo usuário. Na aba “Seguindo”, será possível acompanhar as publicações mais recentes sobre as páginas e pessoas que o usuário segue.
Há ainda outras opções de filtro, como games, lugares e ordem cronológica, uma vez que atualmente o Facebook disponibiliza as publicações que considera mais importantes para o usuário com base no comportamento no site, não necessariamente na ordem cronológica.
Zuckerberg comparou a nova plataforma a um jornal, com suas diferentes seções e editorias para contemplar diferentes interesses de público. Para a empresa, as abas do novo feed de notícias permitam que o usuário tenha uma experiência similar, vendo as atualizações da categoria que deseja. “Estamos tentando dar a todos o melhor jornal pessoal do mundo”, disse ele durante o evento, que durou cerca de 30 minutos.
Lista de espera
O novo feed de notícias estará disponível para os usuários ao longo das próximas semanas, nas versões para web, smartphones e tablets (primeiro para iPhone e iPad e, depois, para Android). Quem visitar o site www.facebook.com/newsfeed pode entrar em uma lista de espera para testar o serviço primeiro.
O vídeo (em inglês) mostra detalhes sobre o projeto:
Tecnologia já foi implantada nas lanchonetes europeias da empresa
A rede de fast food McDonalds começou a implementar em suas lanchonetes na Europa uma tecnologia que cada vez mais faz parte dos novos dispositivos móveis. A novidade permite recarregar a bateria de smartphones dentro do estabelecimento sem a utilização de fios.
A empresa passou a adotar a tecnologia Powerkiss, a qual conecta um pequeno dispositivo no smartphone e, ao encostar o gadget nos locais indicados, a bateria começa a ser recarregada. Os dispositivos estão sendo instalados nas mesas, permitindo que os clientes recarreguem seus aparelhos enquanto se servem na lanchonete.
Apesar de parecer algo novo, a cafeteria norte-americana Coffe Bean também oferece um serviço similar de carregamento via wireless aos seus fregueses. O estabelecimento disponibilizou a tecnologia no local em parceria com a Nokia.
Invenção mostra que a invisibilidade pode estar mais próxima do que se imagina
O cientista Baile Zhang, da Universidade Tecnológica de Nanyand, em Singapura, criou uma caixa inovadora. A invenção possibilita transformar objetos a fim de que se tornem invisíveis aos olhos humanos.
A novidade foi apresentada na Technology, Education and Design (TED 2013). Trata-se de uma pequena caixa feita de cristais de calcita, mineral capaz de “curvar” a luz. Zhang anexou duas peças de calcita na caixa com intenção de desviar a luz ao redor do objeto. Dessa forma, qualquer coisa colocada atrás dela fica invisível.
O cientista comentou que a ideia surgiu em 2010, começando a desenvolver o projeto no mesmo ano. A intenção inicial era apenas se divertir com os experimentos, não imaginando que poderia ser um grande avanço no mundo da física.
É possível conferir o vídeo com a caixa da invisibilidade em ação abaixo: