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  • Apple trabalhando em + de 42 polegadas HDTV no estúdio de Jonathan Ive, mas os problemas continuam garantir acordos de licenciamento

    Acesse:http://9to5mac.com/2012/01/04/report-apple-working-on-42-inch-hdtv-in-jonathan-ives-studio-but-problems-continue-securing-licensing-deals/

    De acordo com um relatório da EUA Hoje , uma fonte que trabalhou na Apple informou-lhes um. 42-inch “ou maior” LCD TV está sendo trabalhado e bloqueado no espaço de trabalho da Apple Jonathan Ive guru de design da

    A Apple está a ser dito olhando para uma TV LCD de 42 polegadas ou maior com built-in Wi-Fi. Dentro do estúdio de bloqueio de Jonathan Ive, vice-presidente sênior de design industrial da Apple, há uma TV de 50 polegadas slick, de acordo com a fonte que trabalhou na Apple.

    A Apple está tendo problemas para garantir acordos de licenciamento de conteúdo com empresas de cabo e provedores de conteúdo importantes impedindo-os de criar um “serviço à la carte TV iTunes”. O relatório cita uma entrevista com uma pessoa não identificada próxima ao “grupo Apple TV” e duas “fontes de televisão da indústria”.

    Um grande obstáculo para a Apple ao longo do caminho tem sido proteger o conteúdo necessário para fazer uma iTV sucesso. Os problemas da Apple está a ter acordos de conteúdo fixação foram descritas em uma entrevista com uma pessoa que trabalhou na Apple TV grupo e verificado por duas fontes da indústria de televisão. Todos não quis ser identificado devido à natureza confidencial das conversas.

    Segundo o relatório antecipação de uma inteligente Apple TV está ficando “buzz grande” que antecederam a International Consumer Electronics Show previsto para começar 10 de janeiro. Co-fundador da Apple Steve Wozniak pesa e diz que ele também espera que a Apple para entrar na sala de estar com uma marca da Apple HDTV:

    “Eu espero que a Apple fazer uma tentativa … desde que eu esperava na sala de estar para continuar a ser um centro de entretenimento familiar, e que toca em todas as áreas de produtos de consumo que a Apple já está fazendo.”

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  • Adolescente preso por fazer ameaças terroristas em Facebook

    Acesse:http://newyork.cbslocal.com/2012/01/04/wyckoff-teen-arrested-for-making-terroristic-threat-on-facebook/

    Se era uma chamada real para a violência ou a elucubrações de um adolescente frustrado que não está claro, mas neste dia e idade todas as ameaças são levadas a sério.

    Ramapo High School - Franklin Lakes, NJ (arquivo de crédito /: Ramapo Indian Hills)

    Ramapo High School – Franklin Lakes, NJ (file / credit: Ramapo Indian Hills)

    Wyckoff detetives prenderam o adolescente depois que ela supostamente postada no Facebook que ela estava procurando alguém para realizar um ataque terrorista em Ramapo High School, que, embora localizados em Franklin Lakes , serve o distrito escolar regionais alta.

    “A natureza do destacamento como era, você tem que errar no lado do cuidado e fazer uma presunção de que isso poderia ser real e acho que isso envia uma mensagem forte e clara. Você não pode fazer isso. Você absolutamente não pode estar postando algo que vai potencialmente aterrorizar as pessoas pelos seus simplesmente lê-lo e se preocupar com a aparecer em uma escola “, disse o chefe de polícia Benjamin Wyckoff Fox na quarta-feira.

    Um professor teria visto a mensagem e notificado os funcionários da escola.

    Em uma carta, o superintendente disse que não há perigo percebido.

    O chefe diz que ninguém mais está envolvido ea ameaça era limitado à Internet uma postagem.

    A polícia diz que a menina disse que ela não tinha a intenção de causar uma carnificina.

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  • Jovem que fez Siri entender português começou a programar aos 8 anos

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/tec/1029545-jovem-que-fez-siri-entender-portugues-comecou-a-programar-aos-8-anos.shtml

    Pedro Franceschi, jovem de 15 anos, combinou o software Dragon Dictation, que transcreve falas e entende o português, com o Siri, assistente pessoal comandado por voz do iPhone 4S, disponível somente em inglês, francês e alemão.

    Depois da ajuda de amigos e algoritmos rabiscados na janela de vidro do quarto, o resultado do trabalho de Pedro foi um Siri que entende português. Pedro interceptou o tráfego dos servidores do Siri e o direcionou para o próprio computador, onde destrinchou e recombinou códigos até conseguir a façanha.

    Reprodução
    Tela do Siri, assistente pessoal do iPhone 4S, traduzido para o português
    Tela do Siri, assistente pessoal do iPhone 4S, traduzido para o português

    A função ainda não está disponível para pessoas interessadas, o que deve acontecer somente quando o jailbreak (desbloqueio que permite a instalação de programas não oficiais e a habilitação de outras funções) do iPhone 4S sair, segundo Pedro. Ele ainda espera combinar o resultado do trabalho com o Google Maps, para tornar o uso do Siri mais eficaz no Brasil.

    Pedro está no primeiro ano do ensino médio e pretende um dia, claro, cursar engenharia da computação no Rio de Janeiro, onde mora. Veja abaixo conversa que o jovem teve com a Folha:

    Folha – De onde saiu a ideia de fazer o Siri entender português?

    Pedro Franceschi – A Apple sempre lança os aparelhos e serviços em inglês e se esquece do Brasil. Por isso, pensei na possibilidade de traduzir o áudio para o português e, com a ajuda de amigos, acabei achando uma forma de fazer isso. Também sou usuário de iPhone e queria usar o programa em português.

    Alem da língua, outro problema do uso do Siri no Brasil é o banco de dados usado para encontrar lugares, que é focado nos EUA e na Europa. Isso não prejudica o uso, mesmo que a ferramenta entenda português?

    Quando sair o jailbreak do iPhone 4S, pretendo criar um aplicativo e combiná-lo com a API [especificação usada para programação de software] do Google Maps, para que a busca possa ser feita também em pontos do Brasil.

    Quando você começou a programar?

    Com uns 8 ou 9 anos. Aprendi na internet mesmo, fazendo pesquisas no Google. Comecei com C++ e depois comecei a aprender outras linguagens.

    Divulgação
    Janela do quarto de Pedro Franceschi, com os cálculos usados para chegar à tradução do Siri
    Janela do quarto de Pedro Franceschi, com os cálculos usados para chegar à tradução do Siri

    Além da modificação do Siri, você criou outras ferramentas para aparelhos da Apple, como um aplicativo que ajuda a instalar o Linux em equipamentos com iOS. Por que o interesse específico na Apple?

    Meu pai trabalhava com fotografia, então sempre tinha aparelhos da Apple à mão para mexer com esse material. Acabei gostando da beleza e da usabilidade dos aparelhos da Apple. Não pretendo programar para Android, por exemplo. Não tenho vontade nenhuma. O trabalho é maior e existem outras dificuldades de desenvolvimento. Dá pra fazer coisas muito melhores e mais rápidas para [sistemas da] Apple.

    Você trabalha com o quê?

    Com programação, numa empresa que faz aplicativos para celulares. Pretendo seguir na área e me formar em engenharia da computação aqui no Rio.

    Você programa, trabalha e estuda. O que faz quando não está envolvido com nenhuma dessas três coisas?

    É basicamente isso. Eu estudo, trabalho e programo. Basicamente todo o meu tempo livre é usado para programar.

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  • Número de voos prejudicados por laser verde aumenta quatro vezes

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1026395-numero-de-voos-prejudicados-por-laser-verde-aumenta-quatro-vezes.shtml

    O número de voos prejudicados por raios laser no país aumentou quase quatro vezes neste ano, de acordo com o Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), da Aeronáutica.

    O caso ocorre quando pessoas em solo apontam canetas de laser verde, mais potentes que os de cor vermelha, para a cabine de aeronaves. O facho de luz prejudica a visão dos pilotos e pode causar cegueira temporária, segundo especialistas.

    De acordo com o Cenipa, foram registrados 250 relatos de pilotos até novembro deste ano, contra 58 no ano passado todo. Há relatos em Londrina (PR), Rio de Janeiro (RJ), Vitória (ES), Campinas (SP), João Pessoa (PB), Navegantes (SC) e Fortaleza (CE).

    Amr Abdallah Dalsh-18.dez.11/Reuters
    Manifestante usa caneta de laser verde durante protesto no Egito; raio prejudica voos quando apontado para o piloto
    Manifestante usa laser verde durante protesto no Egito; raio prejudica voos quando apontado para o piloto

    A Aeronáutica considera ainda que o número real pode ser maior, já que a contabilização é baseada apenas nos relatos de pilotos sobre o voo em geral.

    A partir de 2012, o Cenipa irá disponibilizar um formulário específico para que os pilotos informem sobre ocorrências do tipo. O objetivo é direcionar campanhas e ações conjuntas envolvendo aeroportos e a polícia.

    Segundo a Aeronáutica, a maior parte dos casos envolvendo laser são de crianças e jovens que desconhecem o risco da “brincadeira”, também comum em estádios de futebol –os casos começaram a aumentar em 2009.

    “O que se vê hoje é uma maior facilidade de aquisição deste artefato e acredito que por isso no Brasil, nos últimos três anos, nós tivemos o incremento do número de reportes”, afirma o major-aviador Márcio Vieira de Mattos, da Divisão de Aviação Civil do Cenipa.

    Jorge Adorno-1º.jun.11/Reuters
    Raio laser atinge o jogador Neymar durante partida entre Santos e Cerro Porteño, em Assunção
    Raio laser atinge o jogador Neymar durante partida entre Santos e Cerro Porteño, no Paraguai

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  • São Paulo vai manter placas que avisam sobre radar

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1026461-sao-paulo-vai-manter-placas-que-avisam-sobre-radar.shtml

    A cidade de São Paulo vai manter as placas que sinalizam a presença de radares nas ruas, informou nesta segunda-feira a Secretaria Municipal de Transportes.

    Radar já pode ser instalado sem aviso aos motoristas

    Desde a quinta-feira (22), os órgãos de trânsito não são mais obrigados a avisar sobre a existência da fiscalização eletrônica em vias urbanas e rodovias.

    Conforme informou reportagem da Folha no sábado, uma resolução do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) revogou a exigência –em vigor havia mais de cinco anos.

    Segundo a secretaria, responsável pela CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), “toda sinalização que informa o posicionamento dos radares na cidade será mantida, uma vez que a sinalização, bem posicionada, reforça o efeito da fiscalização”.

    A pasta ainda não definiu se vai ou não colocar placas com a eventual instalação de novos equipamentos.

    Fabio Braga/Folhapress
    Placa na rodovia dos Bandeirantes, indicando que a rodovia tem fiscalização eletrônica
    Placa na rodovia dos Bandeirantes, que liga SP ao interior, indicando que a rodovia tem fiscalização eletrônica

    Pela nova resolução do Contran, apesar de as placas de aviso não serem exigidas, os radares não podem ficar escondidos.

    Outras mudanças são o fim da exigência de estudo prévio para radares móveis em rodovias e a liberação deles mesmo em trechos de estradas onde não há sinalização da velocidade permitida.

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  • Mercedes cria carro conceito para o cinema

    Acesse:http://classificados.folha.com.br/veiculos/1026548-mercedes-cria-carro-conceito-para-o-cinema.shtml

    O desafio era criar um carro futurista para o cinema. Eis o resultado: Mercedes Silver Arrow Concept.

    Divulgação

    O protótipo, que foi apresentado no Los Angeles Design Challenge 2011, é um projeto do estúdio californiano da Mercedes-Benz. O veículo estará em uma futura produção de Hollywood, cujo cenário é um mundo dominado pela inteligência artficial.

    O é livremente inspirado em automóveis da marca alemã produzidos nas décadas de 1930 e 1950.

    Divulgação
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  • Arqueólogos descobrem antigo carimbo em Jerusalém

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/turismo/1026182-arqueologos-descobrem-antigo-carimbo-em-jerusalem.shtml

    Arqueólogos israelenses disseram neste domingo ter descoberto um carimbo de argila de 2.000 anos, perto do Muro Ocidental, também conhecido como Muro das Lamentações, de Jerusalém, confirmando relatos escritos de rituais que eram realizados no templo sagrado judaico.

    Mas o objeto do tamanho de um botão tem as palavras inscritas em aramaico “puro para Deus”, indicando que era usado para certificar alimentos e animais usados para cerimônias de sacrifício.

    O Muro Ocidental faz parte de um complexo conhecido pelos judeus como o Monte do Templo e pelos muçulmanos como o Nobre Santuário, onde a mesquita islâmica al-Awsa e o Domo da Rocha estão localizados.

    “Parece que o objeto era usado para marcar produtos ou objetos que eram trazidos para o Templo, e era imperativo que fossem puros segundo rituais”, disse a Autoridade de Antiguidades de Israel, em comunicado para divulgar a descoberta.

    A entidade disse acreditar ser a primeira vez que tal selo foi escavado, oferecendo uma prova arqueológica direta de rituais que eram realizados no templo e que eram descritas em textos antigos.

    Menahem Kahana/France Presse
    Objeto tem as palavras inscritas em aramaico "puro para Deus", indicando que era usado para certificar alimentos e animais
    Objeto tem as palavras inscritas em aramaico “puro para Deus”, indicando que era usado para certificar alimentos

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  • Derrubando Barreiras: conheça o portal da Microsoft que ajuda Testadores‏

    Acesse:http://www.microsoft.com/brasil/derrubandobarreiras/fale2.html

    Escolha o seu papel e saiba como enfrentar os desafios e derrubar as barreiras existentes entre esses profissionais de desenvolvimento de software

    Isolar-se no ambiente de trabalho em busca de ideais inovadoras, não é a forma mais produtiva de se trabalhar. Hoje, trabalhar de forma colaborativa é uma das maneiras mais eficazes de boas ideias surgirem e de realizar um trabalho integrado. No ambiente de desenvolvimento, muitas vezes, testadores e desenvolvedores atuam em lados opostos, quando o ideal é se conectarem para criar software de qualidade, garantindo a satisfação do cliente. Para unir e simplificar o trabalho desses profissionais, a Microsoft criou o portal Derrubando Barreiras.

    Para derrubar as barreiras existentes entre testadores e desenvolvedores, é preciso, antes de qualquer coisa, conhecer os desafios e dificuldades de cada profissional para juntos traçarem uma estratégia para a atuação conjunta acontecer. Testadores afirmam que os principais problemas enfrentados é passar horas coletando evidências de problemas e eles não serem corrigidos de forma correta. Já os desenvolvedores rebatem dizendo que não recebem informações precisas para corrigir tais problemas reportados pelos testadores.

    Neste cenário, fica nítido perceber a existência de um grave problema e, fazer com que eles atuem de forma colaborativa, é o que o portal se propõe, através das seguintes ações:

    • Criação de um ambiente colaborativo entre desenvolvedores e testadores
    • Informações mais sólidas acerca dos bugs detectados
    • Utilização de vídeos como evidência de bugs
    • Imagens completas do ambiente de testes

    Além disso, toda essa integração se torna possível e mais eficaz graças ao Microsoft Visual Studio. Uma ferramenta para a criação de software que é integrada e que simplifica as tarefas de criação, depuração e implantação das aplicações. Com ela os testadores e desenvolvedores podem utilizar as ferramentas para atender as suas necessidades, permitindo que bugs sejam encontrados e corrigidos com rapidez para garantir a construção da aplicação de modo certo.

    Para compartilhar suas dúvidas, sugestões e conhecer um pouco mais sobre o portal basta clicar aqui.

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  • Cartilha da musculação inteligente traz dicas e novidades de A a Z

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/724414-cartilha-da-musculacao-inteligente-traz-dicas-e-novidades-de-a-a-z.shtml

    Acabou o tempo das oposições extremas, quando musculação era ou objeto de ódio ou de veneração. Hoje, é indispensável para a saúde e a qualidade de vida. Veja como anda essa força nesta cartilha de A a Z, feita com um monte de especialistas.

    Letícia Moreira/Folhapress

    Anabolizantes
    Quando usados por pessoas saudáveis, esses hormônios sintéticos causam, além da hipertrofia muscular, sérios danos, alerta Vladimir Modolo, do Centro de Estudos em Psicobiologia do Exercício da Unifesp. “O excesso de testosterona, no homem, diminui a produção de esperma e a capacidade de ereção e causa o crescimento das mamas; na mulher, faz crescer pelos no corpo e no rosto e engrossa a voz. Em ambos, pode causar problemas cardíacos e tumores”, diz.

    Aeróbico e anaeróbico
    Exercícios envolvendo grandes grupos musculares, feitos de forma rítmica, como corrida, natação e caminhada, são aeróbicos -não interferem no suprimento de oxigênio para o organismo. Sua prática reduz a pressão arterial, a gordura corporal e o risco de doenças cardiovasculares. Já a musculação é exercício anaeróbico, de curta duração e alta intensidade. “Entre os benefícios estão o aumento da força e da resistência de tendões e ligamentos, redução da gordura e aumento da massa muscular”, afirma Valmor Tricoli, professor da Escola de Educação Física e Esporte da USP. O ideal é praticar os aeróbicos e anaeróbicos em dias alternados. “Cada um causa mudanças adaptativas no corpo que ‘brigam’ entre si”, diz Bernardo Neme Ide, do Labex (Laboratório da Bioquímica do Exercício) da Unicamp.

    Biomecânica
    Como o nome já entrega, essa ciência investiga o movimento sob aspectos mecânicos, suas causas e seus efeitos no corpo. “Nos exercícios de força, você coloca uma carga extra sobre ossos e articulações. Nessa situação, é fundamental observar o alinhamento dos segmentos -como a cabeça em relação ao tronco ou o quadril em relação aos pés- para ativar corretamente os grupos musculares envolvidos e evitar a formação silenciosa de lesões”, explica Luiz Fernando Alves, formado em esportes pela USP, com especialização em biomecânica. Segundo ele, alguns ajustes biomecânicos previnem machucados e dores e aumentam a eficácia do treino. Um exemplo: em qualquer exercício feito em pé, o peso do corpo deve estar na parte anterior (frente) dos pés. Isso facilita o trabalho dos abdominais e distribui melhor a carga entre as vértebras da coluna.

    Creatina
    Chegou neste mês às farmácias do país um medicamento à base de creatina, aprovado para pacientes que sofrem de distrofia muscular. O remédio só deve ser vendido com apresentação de receita. Presente naturalmente nos músculos e na carne bovina, a creatina é vendida sem restrições nos EUA e usada por atletas para melhorar a performance, já que está envolvida no processo de contração muscular intensa e rápida. No Brasil, vem sendo consumida clandestinamente, mas deverá ter sua venda como suplemento liberada até o meio do ano. O suplemento, além de repor o estoque natural de creatina (queimado na atividade física), faz o atleta se recuperar mais rápido. Mas não é indicado para qualquer um, apenas para os de alto rendimento e modalidades esportivas específicas, como halterofilismo. “Acredita-se que ela aumente a massa muscular, mas, se consumida em excesso, aumenta a quantidade de água dentro do músculo. Isso pode sobrecarregar rins e fígado”, explica Jomar Souza, médico do esporte e presidente eleito da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte.

    Descanso
    O ganho de massa e força muscular ocorre após o exercício. “Durante o treino, não ganhamos, perdemos: para gerar a energia necessária às contrações, as proteínas do músculo se degradam, o que causa microlesões no tecido e um processo inflamatório. O corpo começa, então, um processo de recuperação em que, além de repor as proteínas, gera um pouco mais delas, aumentando massa muscular. Para isso, precisamos de repouso e de alimentação adequada”, diz Dilmar Pinto Guedes Jr., do Cepe (Centro de Estudos da Fisiologia do Exercício) da Unifesp. É no repouso que começamos a produzir hormônios como o IGF 1 (Fator do Crescimento do Tipo Insulina 1), que “avisa” ao corpo que ele precisa produzir moléculas de proteína, segundo Denise Vaz de Macedo, coordenadora do Labex. Dormir bem também é fundamental, para produzir o GH (hormônio do crescimento), outra substância responsável pela construção do tecido muscular. Para esse processo acontecer, os músculos exercitados não devem ser submetidos à sobrecarga por um período que varia de 24 a 72 horas. “Se a dor muscular causada pelo exercício ainda estiver incomodando, é sinal de que o processo ainda não se completou”, sugere Macedo.

    Explosão
    O exercício de explosão exige grande quantidade de força em alta velocidade. “São bons para melhorar a performance em esportes, mas a definição e a hipertrofia não são tão significativas quanto nos exercícios convencionais de musculação”, diz Bernardo Neme Ide, do Labex. Movimentos de explosão não são indicados para iniciantes.

    Envelhecimento
    Exercícios de força podem evitar, diminuir ou reverter parte da perda muscular que ocorre na velhice. “O aumento no volume dos músculos eleva a sua força para as atividades físicas diárias, dando ao idoso maior autonomia”, diz a nutricionista Mirtes Stancanelli. “As articulações ficam mais protegidas, o equilíbrio e a postura melhoram, diminuindo o risco de quedas”, diz o cardiologista José Kawazoe Lazzoli, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte e do Exercício.

    Flexibilidade
    A musculação em si não diminui a flexibilidade nem encurta os músculos, afirma Dilmar Pinto Guedes Jr. “O que pode atrapalhar são movimentos feitos da forma errada, levando a erros posturais que acabam diminuindo a amplitude dos movimentos de algum grupo muscular”, diz.

    Fadiga
    Para realizar as contrações, usamos a energia estocada nas células dos músculos. Quando esse estoque acaba, por mais que o cérebro “ordene” o movimento, o músculo para de se contrair e entramos em fadiga muscular. “É um sistema de defesa do músculo, que não permite que o esforço continue após o seu limite. Se, depois disso, for feito um descanso suficiente, ele se recupera”, diz Madolo. Mas Cohen alerta que, quando chegamos à fadiga, já ultrapassamos nossos limites e o risco de lesões aumenta bastante.

    Fibra rápida e fibra lenta
    A musculação pode priorizar o trabalho de um ou de outro tipo de fibra, dependendo do objetivo. “Uma complementa a outra”, diz a professora da Faculdade de Educação Física da Unicamp Mara Patrícia Chacon-Mikahil. Fibras musculares “lentas” têm maior quantidade de nervos por unidade. “Essa característica permite que os movimentos sejam feitos com maior precisão e controle. Assim, o músculo trabalha por mais tempo, o risco de lesão é menor e o treino ainda melhora a coordenação. Evita-se, dessa forma a famosa ‘roubadinha’, que muitas vezes machuca os ossos e as articulações”, diz Luiz Fernando Alves, treinador da clínica Força Dinâmica. Já as fibras rápidas têm menor número de neurônios ligados em cada unidade. Os exercícios, para essas, duram poucos segundos, pois elas entram em fadiga rapidamente. “Essas fibras aumentam mais de volume que as outras, mas um grande aumento da massa muscular só é conseguido com cargas elevadíssimas. Se o objetivo é a qualidade de vida, o treino deve ser feito com uma carga adequada, para que a pessoa faça mais séries e repetições”, recomenda.

    Hipertrofia
    O aumento de massa muscular ocorre quando o músculo, após “gastar” suas proteínas para realizar as contrações, começa a produzir novas e mais proteínas. Segundo Vladimir Madolo, do Cepe, com exercícios, descanso e alimentação adequados, é possível aumentar até 50% da massa muscular naturalmente -ou seja, sem o uso de drogas anabolizantes.

    Eduardo Knapp/Folhapress

    Hipertensão
    Segundo o cardiologista José Lazzoli, trabalhos científicos mostram que a musculação diminui a pressão arterial. Esse efeito é maior no exercício aeróbico, mas, nas duas atividades, a pressão permanece em níveis mais baixos por 24 horas. “Há um aumento fisiológico da pressão na hora da execução do exercício, mas não há risco de a musculação causar um pico hipertensivo”, afirma.

    Isométrico e isotônico
    Isométrico é quando o músculo não muda de comprimento durante o exercício: a contração é mantida por, no mínimo, 30 segundos, sem movimento articular. Isotônico é o exercício mais usado nas aulas de musculação. A articulação se move, fazendo que o músculo se contraia e se estenda, empregando a mesma quantidade de força para mudar o seu comprimento. “É mais usado quando há lesões articulares, para fortalecer o músculo antes de retornar às atividades habituais”, diz Ricardo Nahas, diretor científico da SBME.

    Joelho
    Exercícios de força tanto podem detonar quanto fortalecer e proteger os joelhos. Um cuidado é fazer o exercício aeróbico sempre antes da musculação, na visão do fisioterapeuta Marcelo Semiatzh, da Força Dinâmica: “O treino produz uma interferência neurológica que vai dificultar o controle da perna depois, na corrida ou na caminhada. Na cadeira extensora da sala de musculação, por exemplo, a pessoa fica estendendo a tíbia e forçando a hipertensão do joelho. Se ela sai dali para caminhar, vai reproduzir esse movimento na marcha e expor o joelho a um risco maior”, argumenta Semiatzh. Na concepção dele, é importante, também, observar a rotação externa dos joelhos durante os exercícios, tentando vencer a tendência que temos de virar os joelhos para dentro quando realizamos os movimentos ou mesmo quando estamos parados de pé.

    Lesões
    Realizar movimentos repetitivos da forma errada, não respeitar o período de descanso para a recuperação do músculo e usar cargas muito pesadas são as principais causas das lesões relacionadas à musculação. “Um movimento que desloca a articulação para um lado errado repetido cronicamente pode fazer com que, em atividades cotidianas, como andar, a articulação posicione o sistema musculoesquelético de forma inadequada, prejudicando não só a articulação como a postura como um todo”, diz Madolo. O movimento ou a postura errada podem fazer com que outro grupo muscular, não envolvido diretamente no exercício que está sendo realizado, faça movimentos compensatórios, para suportar o esforço, e acabem se lesionando.

    Os movimentos repetitivos também podem fazer com que as microlesões nos músculos e nas articulações aumentem e que o processo inflamatório, que é a resposta do corpo para se recuperar dessas lesões, se torne crônico. “Além da inflamação crônica, isso pode levar à ruptura do músculo ou do tendão”, acrescenta Madolo. Se as microlesões se cronificarem nos tendões, podem virar tendinite (inflamação no local) ou tendinose, que é a degeneração do tendão, segundo Nahas.
    A ruptura do músculo também pode ocorrer quando ele é submetido à uma carga para a qual ainda não está adaptado. “O excesso de peso sobre a musculatura pode causar ruptura ou distensão muscular, ruptura ou inflamação do tendão ou fratura óssea por estresse”, diz Moisés Cohen. O esforço repetitivo também pode levar à fratura óssea por estresse, segundo ele.

    Multiarticulares
    São os exercícios que movimentam mais de uma articulação e, por consequência, mais de um grupo muscular. Estão mais próximos dos movimentos fisiológicos, que incluem várias cadeias musculares realizando forças opostas, de contração e extensão. “Os multiarticulares são mais complexos, ativam mais o circuito neuromuscular e neuromotor e facilitam a aquisição da ‘memória’ do movimento, já que correspondem melhor à forma com que nos movimentamos nas atividades habituais”, diz Nahas.

    Neuromuscular e neuromotor
    O sistema neuromuscular é a ligação do cérebro com os músculos, que faz o movimento ou o gesto acontecer. “O cérebro manda a mensagem ‘contrair’ e os neurônios a levam até o músculo. Ela chega às terminações nervosas dos músculos e articulações, o sistema neuromotor, que responde com o movimento”, diz Madolo. Ou seja, todo trabalho de musculação começa na cabeça. A forma inteligente de treinar é imaginar antes o movimento que será executado, ativando assim o sistema neuromuscular e favorecendo a postura e a execução corretas do movimento. “Além disso, pesquisas apontam que esse trabalho cerebral prévio aumenta a estimulação das fibras musculares, o que teoricamente pode aumentar o ganho de massa muscular”, conta Madolo.

    Osteoporose
    A musculação previne e combate a perda da densidade do osso, que caracteriza a osteoporose. “Ela funciona como uma poupança: a pessoa perde menos músculo e de forma mais lenta, mantendo a boa qualidade do osso”, diz Márcio Passini, presidente do Comitê de Doenças Osteometabólicas da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia.

    Segundo ele, quem tem osteoporose deve trabalhar os abdominais e a musculatura da cintura, para fortalecer a coluna, e fazer exercícios de marcha com peso, para beneficiar o quadril –regiões mais atingidas pela perda óssea.

    Proteínas
    Se os músculos aumentam de volume, é preciso consumir mais proteínas. Mas nem tanto. “Quem frequenta a academia e está aumentando a massa muscular precisa consumir entre 1,4 g e 2 g de proteína por quilo de peso”, diz Scantanelli. Por exemplo: quem pesa 70 kg supre essa necessidade diária com 1 xícara de leite, 1 pote de iogurte, 100 g de filé de frango, 100 g de peixe e 30 g de queijo (nada que supere um padrão normal de refeições). “O corpo não faz reserva de proteína. O excesso é eliminado pela urina, usado para produção de energia ou vai se acumular em forma de gordura”, diz Denise Denise Vaz de Macedo, do Labex. Como o excesso de proteína também atua no processo de formação de cristais, pode levar à formação de pedras nos rins, segundo Scantanelli.

    Propriocepção
    É a capacidade de perceber a posição e o movimento do corpo no espaço e adaptar articulações e músculos para manter o equilíbrio. “Nos ligamentos, temos neurônios que informam ao cérebro que movimento articular é necessário para manter a estabilidade”, diz Nahas. Fazer exercícios de força sobre uma bola, por exemplo, aumenta a capacidade proprioceptiva. Implica maior consciência corporal e senso de equilíbrio.

    Postura
    Certinho, certinho, ninguém é. Mas, na hora de começar um trabalho com pesos, é bom prestar muita atenção à postura. O ideal seria que, antes, a pessoa passasse por uma avaliação postural séria. “Os desvios, assimetrias e compensações posturais de cada um precisam ser considerados para que o treino seja ajustado àquele corpo e não agrave um quadro que pode levar a uma lesão crônica. É importante detectar as alterações posturais de cada pessoa, para ensiná-la a treinar de um jeito que corrija aquela condição e não sobrecarregue áreas do corpo que, por causa da postura dela, já são muito exigidas no dia a dia”, diz o treinador Luiz Fernando Alves.

    Peso livre
    Os pesos e as barras livres são normalmente indicados para quem já tem familiaridade com musculação, porque exigem mais coordenação entre os músculos envolvidos. “É melhor estar acompanhado ao fazer peso livre porque, se houver uma falha muscular ou a pessoa não aguentar o peso, ela não pode largá- lo, como no aparelho. Alguém tem que tirar o peso”, afirma Valéria Bonganha, do Laboratório de Fisiologia do Exercício da Faculdade de Educação Física da Unicamp. A barra livre permite trabalhar a coordenação muscular. Quanto maior a coordenação, maior a carga que se consegue levantar. “Isso é importante no dia a dia e para quem quer hipertrofiar”, diz Valéria Bonganha.

    Qualidade de vida
    Apesar de ser o efeito mais visível da musculação, a questão estética é só uma das consequências, e não a mais importante, segundo Ricardo Nahas. “O fortalecimento muscular permite que realizemos melhor todas as atividades do dia a dia, ajuda a prevenir lesões nos esportes, manter a massa óssea etc.”, diz. O fortalecimento muscular também é indicado para tratamento e controle de artrose. “A musculatura mais desenvolvida absorve o impacto sobre as articulações, protegendo-as”, diz o ortopedista Ricardo Cury. Também facilita o trabalho do coração, por melhorar o retorno do sangue das extremidades do corpo para o coração.

    Repetições
    Fazer mais repetições com pesos mais leves ou menos repetições com mais carga tem efeito similar na perda de peso e gordura. Segundo Dilmar Pinto Guedes Jr., do Cepe, mais repetições com pesos leves desenvolvem mais resistência, e menos exercícios com mais carga levam à maior hipertrofia. “Para quem quer apenas manter a massa muscular, é indicado fazer mais repetições com menos pesos”, diz Ricardo Cury, médico do esporte e ortopedista da Santa Casa de São Paulo.

    Refeições
    Não vale comer mal e achar que se garante com isotônico. “A alimentação ao longo do dia gera reservas que fazem diferença. Se a pessoa treina de manhã, é o carboidrato que comeu no jantar que faz efeito. Quando treina cheia de carboidratos, não perde massa”, diz a nutricionista Cynthia Antonaccio. O ideal é repor os nutrientes na primeira hora pós-treino. “As janelas do organismo estão abertas e sedentas. Os nutrientes serão aproveitados, e não estocados em forma de gordura. E o organismo se recupera mais rápido”, diz Scantanelli. Só não vale exagerar: 30 g a 60 g de carboidrato bastam.

    Sobrecarga
    O músculo cria novas fibras quando submetido ao esforço do peso extra. E não são só os pesos livres, caneleiras ou aparelhos que proporcionam essa sobrecarga. O peso do próprio corpo também cumpre a função. A carga máxima é o maior peso que a pessoa consegue levantar uma única vez. “No treino voltado para a saúde, a sobrecarga é de 40% a 50% da carga máxima para cada pessoa”, diz Lazzoli.

    SXC

    Suplemento
    A suplementação de vitaminas e minerais não é consenso no Brasil, mas há profissionais que a defendem. “Considero prudente incluir um polivitamínico para preencher o que as pesquisas mais recentes mostram: o brasileiro não consome o suficiente de verduras e frutas”, afirma Cynthia Antonaccio. O bioquímico Júlio Tirapeg, autor de “Nutrição, Metabolismo e Suplementação na Atividade Física” (ed. Atheneu), discorda. Segundo ele, só atletas de ponta, que fazem do esporte sua profissão, devem recorrer à suplementação. “Senão, é perda de tempo e dinheiro. O suplemento faz bem quando a pessoa tem alguma deficiência nutricional.”

    Tônus
    Rigorosamente, tônus é o mínimo de contração que o músculo tem mesmo em repouso. “Só perdemos o tônus quando morremos. Essa ideia de ‘tonificar’ os músculos é algo que as academias vendem, mas não quer dizer nada”, afirma Madolo. A expressão começou a ser usada para dissociar a musculação dos excessos da hipertrofia. Quem não quer músculos saltados diz só querer tonificá- los. “Sempre que há trabalho de força eficaz, há algum aumento do músculo”, diz ele. Tonificar, então, é usado para indicar uma hipertrofia leve ou moderada. Já a “definição muscular” é, segundo Madolo, o ganho moderado de massa.

    Treino funcional
    É um treino de força em que vários grupos musculares são envolvidos para a execução de cada exercício -como nos movimentos que realizamos no dia a dia ou para a prática de algum esporte. Para desenvolver força, são usados vários grupos musculares ao mesmo tempo. “O treino funcional utiliza elásticos, roldanas ou o peso do próprio corpo, que impõem uma sobrecarga menor ao corpo”, diz Cohen. Segundo Cury, o trabalho global -que inclui todos os grupos musculares- diminui o risco de lesões.

    Vigorexia
    Querer ficar cada vez mais forte e aumentar os músculos em proporções não naturais, a qualquer custo, é doença e tem nome: vigorexia. Todo vigoréxico faz exageradamente musculação. Não necessariamente porque goste do exercício em si, mas por esse ser um meio indispensável para atingir o seu objetivo de corpo ideal. Como só os exercícios não são suficientes, por causa da imagem corporal distorcida, essas pessoas começam a utilizar drogas anabolizantes que colocam a saúde em risco e causam alterações de humor, como depressão e ansiedade”, diz Madolo. A prevalência do distúrbio é maior em homens, mas o número de mulheres com vigorexia está crescendo. O tratamento é feito com terapia cognitivo-comportamental.

    Varizes
    Embora a musculação favoreça a circulação de retorno (que traz o sangue das extremidades do corpo de volta ao coração), o que favorece o sistema circulatório, o peso usado no exercício e a hipertrofia dos músculos também sobrecarregam esse sistema, que tem de trabalhar mais. Isso pode causar um aumento do calibre das veias e, em algumas pessoas, deixá-las saltadas, segundo Cohen.

    Zinco e magnésio
    O zinco, presente em carnes vermelhas, feijão e ovos, tem participação importante na renovação celular. A deficiência de magnésio pode prejudicar os exercícios, porque o mineral está envolvido na produção de energia e na contração e no relaxamento muscular. Está presente em cereais integrais e verduras verde-escuro. Segundo a nutricionista Mirtes Scantanelli, esses minerais melhoram o ganho de massa muscular porque, teoricamente, favoreceriam a restauração mais rápida das células de proteína. “Mas não há evidência de que o consumo de suplementos acelere a renovação das células”, diz. Além disso, o corpo absorve e aproveita melhor esses nutrientes quando consumidos na forma de alimentos.

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  • Confira ideias para acumular menos e treinar o desapego no Natal

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1023403-confira-ideias-para-acumular-menos-e-treinar-o-desapego-no-natal.shtml

    Eliminar excessos para começar o ano mais leve é um dos clichês da hora: quase ninguém discorda, tampouco põe em prática. E fica todo mundo na mesma, depois da overdose de compras e presentes. Mesmo para quem já adotou uma vida simples, a época é um desafio, diz o empresário americano Dave Bruno, 40. Autor de “100 Thing Challenge” (O Desafio das Cem Coisas, Harper Collins) e da proposta de viver com poucos itens, ele dá ideias para aliviar a “bagagem”.

    Folha – Qual é o maior desafio do Natal para você?
    Dave Bruno –É nos sentirmos obrigados a dar algo especial, que mostre à pessoa “Gastei um bom dinheiro com seu presente”. Dar e receber presentes é bom, mas, nessa época, parece que a única forma de expressar afeto é por meio de objetos. O desafio é dar coisas simples. Mas, também, saber recusar presentes em excesso de forma gentil. É difícil, porque as pessoas ficam ofendidas se você diz não querer presentes.

    A crise econômica pode ajudar a mudar hábitos de consumo?
    Se a crise nos ensinar a ser mais responsáveis e éticos com a economia, pode trazer benefício. Mas já vimos outras situações em que as pessoas esquecem essas lições e voltam a consumir loucamente.

    Por que é tão difícil mudar?
    Muita gente pensa: “Amanhã, vou doar minhas coisas e me tornar uma pessoa diferente”. Não funciona. É mais fácil pensar que, ao longo de um ano, você vai viver com menos e continuar sendo alguém comum. Sugiro eliminar um pouco de cada vez. Comece pelo armário: escolha um conjunto de roupa diferente para usar a cada dia, por duas semanas, e passe dois meses só com essas peças. Assim é fácil perceber o que você precisa e que não é tão difícil viver com menos.

    Na sua lista de cem coisas, você contou todos os seus livros como um só item. Isso pode?
    Sem flexibilidade, não dá para vencer o desafio. Se há um grupo de objetos muito significativos para você, pode contar como um item só.

    Mesmo se for uma coleção com cem pares de sapatos?
    Não há nada de errado em gostar de sapatos, eles são maravilhosos. O que você precisa pensar é o que espera daquele monte de coisas.

    Você fica mais feliz vivendo com menos coisas?
    Quando você se livra do excesso, fica feliz. Depois passa, a vida continua. Isso é o que faz muita gente desistir. Parar de acumular coisas pode ser bom para o planeta, mas você não vai virar um herói só porque limpou seu armário.

    Arte/Folhapress

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