Tag: abdome

  • Conheça a história da mulher que ficou grávida por 46 anos

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    Zahra Aboitalib teve uma gravidez ectópica e o feto mumificou em seu abdome
    Fonte da imagem: YouTube
     Conheça a história da mulher que ficou grávida por 46 anos

    Se passar nove meses carregando um bebê no ventre é tempo demais para muitas mulheres, só a ideia de ficar 46 anos grávida é algo que por si só já parece impossível, não é mesmo?

    O fato é que, ao contrário do que você imagina, isso é improvável, mas pode acontecer, sim. A história que você vai conhecer a seguir é mais do que um bom exemplo disso. Tudo começou em 1955, quando uma mulher chamada Zahra Aboitalib foi levada ao hospital depois de sentir as dores do parto.

    Lá, ela presenciou a morte de uma mulher que havia passado por uma cesariana. Com medo de que aquilo acontecesse com ela, a marroquina simplesmente fugiu e, depois de alguns dias de fortes dores, começou a se sentir melhor.

    Dores

    Fonte da imagem: YouTube

    Sua irmã estava com ela e chegou a dizer, inclusive, que se ela perdesse o bebê poderia ficar com a sobrinha. Não demorou para que Zahra parasse de sentir os movimentos do bebê – ela sentia que ele tinha morrido, mas se esforçava para acreditar que ele estava dormindo. A criança nunca nasceu. Para suprir a necessidade de ter filhos e “esquecer” o bebê que vivia dentro dela, Zahra adotou três crianças, dedicou sua vida a cuidar delas e, futuramente, dos netos.

    Algumas décadas depois, em 2011, Zahra começou a sentir dores abdominais fortes e um de seus filhos a levou a um hospital. O médico responsável por seu caso, Taibi Ouazzani, disse ter acreditado que a mulher tinha um tumor estomacal. A paciente foi levada a uma sala de ultrassom, mas tudo o que o médico viu foi uma massa identificável.

    Exames

    Fonte da imagem: YouTube

    Zahra foi levada a um especialista, que identificou uma massa branca calcificada. Uma ecografia mais detalhada revelou o que deixou todos os médicos chocados: a paciente carregava dentro de si um bebê calcificado e que estava ali há 46 anos.

    Isso só aconteceu porque Zahra teve uma gestação bastante problemática, quando o óvulo fecundado não é acomodado no útero, mas na região abdominal: a gravidez ectópica. Geralmente, essas gestações são naturalmente interrompidas antes dos três meses, mas o caso de Zahra foi diferente: o bebê se desenvolveu por nove meses dentro da barriga da mãe até que, obviamente, não foi capaz de nascer por parto normal e acabou morrendo, mas permanecendo no corpo da mãe.

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  • Conheça mitos e verdades sobre exercícios abdominais

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1198388-conheca-mitos-e-verdades-sobre-exercicios-abdominais.shtml

    Receita “infalível” para perder a barriga, todo mundo tem. Para entender o que faz sentido e pode dar resultado em um programa para fortalecer o abdome, a Folha perguntou a educadores físicos, treinadores, fisiologista e fisioterapeuta o que há de mito e de verdade nas orientações para esses exercícios.

    Tire suas dúvidas a seguir.

    Exercício localizado faz perder barriga?

    Não. “O que faz perder barriga é uma boa dieta”, afirma o fisioterapeuta Leonardo Machado. Atividade aeróbica também ajuda, porque aumenta o gasto calórico.

    “No treino aeróbico a pessoa perde gordura no corpo todo, não apenas na barriga”, diz Saturno de Souza, diretor técnico da rede Bio Ritmo. E os exercícios localizados não fazem com que a perda de gordura ocorra em uma região específica.

    “O gasto calórico dos abdominais é irrisório, não serve para emagrecer”, diz Turíbio Leite de Barros, da Unifesp.

    É melhor fazer os exercícios todos os dias ou deixar o músculo descansar?

    O aumento da massa muscular não acontece durante o exercício, mas sim no período de repouso, explica o fisiologista do exercício Turíbio Leite de Barros, professor da Unifesp.

    “É preciso pelo menos 24 horas de descanso para o músculo recuperar o estoque de energia gasto durante o exercício e se refazer dos microtraumas provocados pelo esforço. É esse processo que cria volume e definição muscular”, diz.

    Patricia Stavis/Folhapress
    O ator e musico Rafael Rezende faz meia hora semanal de exercícios abdominais mais treino diário geral
    O ator e musico Rafael Rezende faz meia hora semanal de exercícios abdominais mais treino diário geral

    Quem não tem como objetivo uma barriga hipertrofiada pode fazer os exercícios abdominais diariamente, desde que não sejam muito intensos e que trabalhem diferentes músculos a cada dia –por exemplo, alternando exercícios para os retos do abdome e para os transversos–, sugere Saturno de Souza, diretor técnico da rede Bio Ritmo.

    Aparelhos resolvem ou é melhor usar o peso do próprio corpo?

    Para acionar vários grupos musculares na execução de um exercício, o melhor é usar o peso do próprio corpo, diz Luciano D’Elia, especializado em treino funcional.

    No aparelho, os músculos são trabalhados de forma isolada, algo que não acontece quando a pessoa se movimenta normalmente para realizar atividades cotidianas.

    Estudos realizados no departamento de cinesiologia da faculdade de Los Angeles com aparelhos que medem com eletrodos a atividade muscular mostraram que, sem aparelhos, o trabalho dos músculos é um pouco maior, conta Eduardo Neto, diretor técnico das academias Bodytech.

    Mas os aparelhos podem ser vantajosos para o iniciante, porque evita que a pessoa force outras partes do corpo, como o pescoço, durante a execução do exercício, diz o educador físico Saturno de Souza.

    Quais são as principais características dos novos abdominais?

    Para começar, os exercícios abdominais do momento não são feitos com a pessoa deitada no chão ou sentada, como nos treinos de abdome convencionais. Alguns desses movimentos nem mesmo parecem abdominais.

    “Fazemos, por exemplo, exercícios de agachamento, parece que são para a perna. Mas o aluno tem que fazer o movimento contraindo o abdome, para manter a postura, e assim ele também exercita os músculos dos glúteos e da região lombar”, conta o professor Luciano D’Elia, que é especializado em treino funcional.

    Os “novos” abdominais incluem exercícios isométricos — caracterizados pela contração muscular sustentada por algum tempo, sem que aconteça o movimento das articulações.

    Esses exercícios substituem aquelas numerosas repetições das flexões tradicionalmente usadas para o fortalecimento da barriga. Já há um consenso na área acadêmica que esse tipo de abdominal não é tão eficiente e acaba aumentando o risco de lesão na coluna, especialmente na lombar.

    Agora, “a pessoa é deixada por alguns segundos em uma posição que exija a contração do abdome e dos glúteos, como acontece em algumas posturas invertidas da ioga”, exemplifica a educadora física Juliana Romantini, professora da academia Cia. Athletica.

    Gerar instabilidade, fazendo a pessoa subir em uma bola ou ficar de pé em uma prancha, é outra estratégia utilizada nas novas aulas de abdominais para trabalhar a musculatura mais profunda da região.

    Quanto maior o número de repetições, melhor é o resultado do treino para fortalecer o abdome?

    Não é verdade. Os abdominais são músculos naturalmente solicitados o tempo todo: você os usa para manter a postura ereta, caminhar e levantar objetos. “Não é preciso muitas repetições em aula para tonificar a barriga”, diz Juliana Romantini, professora da Cia. Athletica.

    E para quem quer resultados mais visíveis, como uma barriga tanquinho? “Muita repetição não é o mais indicado para ganhar definição muscular. Esse resultado pode ser obtido com uma combinação de treino, alimentação e repouso”, afirma o educador físico Luciano D’Elia, especialista em treino funcional.

    Dá para ganhar uma barriga ‘chapada’ em um mês de treino?

    Até dá, mas vai perder rápido também. O corpo funciona em ciclos: ao atingir o condicionamento máximo passa a perder o que ganhou. “Muitos tentam reverter isso se enchendo de suplementos e anabolizantes”, diz Saturno de Souza. Resultados visíveis e duradouros só surgem depois de 10 a 12 semanas de treinos.

    Os resultados dos abdominais são iguais para homens e mulheres?

    O metabolismo masculino favorece o ganho de massa muscular, que é bem maior e mais rápido neles, afirma o fisiologista do esporte Turíbio Leite de Barros, da Unifesp. Mas, em compensação, os homens têm mais facilidade de acumular gordura apenas na região da barriga (enquanto nas mulheres o acúmulo maior costuma acontecer na região do quadril).

    Patricia Stavis/Folhapress
    A delegada Fernanda Rivaben faz treinos específicos para manter a barriga sequinha
    A delegada Fernanda Rivaben faz treinos específicos para manter a barriga sequinha

    Os exercícios abdominais podem ser os mesmos para homens e mulheres. “O que vai mudar é a intensidade do treino e a carga, que são maiores para os homens”, afirma o educador físico Luciano D’Elia

    Abdominais devem ser os últimos exercícios da sessão de musculação?

    É controverso. “É mais seguro deixar os abdominais para o final. Se esses músculos já estiverem cansados, o aluno não conseguirá segurar a postura nos outros exercícios, o que elevará o risco de lesão”, defende o professor Saturno de Souza.

    O treino funcional prega o oposto, mostra o professor Luciano D’Elia: “O centro do corpo é a parte mais importante do treino, precisa ser exercitada no momento de maior pique, logo após o aquecimento”.

    Fazer apenas exercícios aeróbicos é suficiente para acabar com a barriga?

    Aeróbicos são a melhor forma para acabar com o excesso de gordura abdominal, afirma Turíbio Leite de Barros. Mas esses treinos não dão resultados sem uma reeducação alimentar, lembra o fisioterapeuta Leonardo Machado.

    Para a professora de educação física Juliana Romantini, da academia Cia. Athletica, não adianta só perder gordura. “Se a pessoa tem hábitos posturais que fazem a barriga saltar, precisa de exercícios para corrigir isso.”

    É bom manter a barriga sempre contraída?

    Nenhum grupo muscular foi feito para trabalhar o dia todo, responde o fisioterapeuta Leonardo Machado. “Só os músculos do coração e do diafragma fazem isso, mas de forma alternada”, diz ele.

    Manter o abdome sempre contraído inverte a curvatura lombar, aumentando a pressão nos discos intervertebrais. A contração também faz pressão sobre os órgãos e dificulta o trânsito intestinal, o que pode causar de gases a hérnias, segundo Machado.

  • Qual o tratamento certo para cada estágio de celulite

    Acesse:http://todaela.uol.com.br/estetica/qual-o-tratamento-certo-para-cada-estagio-de-celulite

    Descubra qual o nível dos seus furinhos e a maneira mais eficaz de eliminá-los

    Crédito: Thinkstock

    É difícil encontrar uma mulher que não tenha problemas com a celulite. Afinal, os temidos furinhos são bem democráticos e estão presentes tanto nas mais magras quanto naquelas que estão acima do peso. Alguns especialistas acreditam, inclusive, que eles estão presentes nos corpos de 95% das mulheres.

    E combater o problema não é tarefa fácil. O TodaEla já publicou um guia com 10 tratamentos para que realmente ajudam a suavizar a celulite, mas outros fatores também influenciam. Alimentação adequada, prática de exercícios físicos e escolher o procedimento certo fazem toda a diferença na luta contra o efeito casca de laranja.

    Vale lembrar que a celulite aparece com mais frequência em certos locais do corpo, como região glútea, coxa, abdome e braços. Em casos mais raros, ela pode ser encontrada na região interna do joelho e nos tornozelos. Apesar de existir locais mais propensos para o surgimento do problema, identificar as causas é mais complicado. Isso porque diversos fatores influenciam o aparecimento dos furinhos, como herança genética, alterações hormonais, alimentação desregulada, acúmulo de gordura corporal e sedentarismo.

    Assim, a celulite é parte de um processo inflamatório das células gordurosas. Em resumo, o tecido adiposo aumenta e comprime os vasos linfáticos e as veias, gerando um edema que prejudica a circulação. Por isso, antes de investir em tratamentos, é preciso optar por um estilo de vida saudável.

    As fisioterapeutas da Clínica Estética Los Angeles, localizada em Curitiba, indicam eliminar alguns vilões da dieta para começar o combate à celulite. Entre eles estão o álcool e o cigarro, além de sal, gorduras, frituras, doces e refrigerantes em excesso. A recomendação é praticar exercícios físicos e manter a alimentação balanceada. Além disso, vale prestar atenção ao look de todo dia: evitar salto alto e roupas justas que prejudiquem a circulação também ajuda a suavizar os furinhos.

    Outra dica é apostar em uma massagem turbinada para complementar o tratamento escolhido, independente do nível da sua celulite. O exemplo da clínica curitibana é a sessão feita em todo o corpo a partir de movimentos intensos, rápidos e repetitivos com o auxílio de rolos de sucção com miniventosas que ativam a circulação, eliminam as toxinas e aumentam a oxigenação e a nutrição celular.

    Porém, quem quer combater o problema da maneira mais eficaz pode conferir a lista abaixo. Nela, você encontra dicas para identificar em qual estágio está a sua celulite e quais os procedimentos que se adéquam mais a cada situação. Veja as dicas e elimine os furinhos para o verão.

    Estágio 1

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    O estágio 1 da celulite é o mais fácil de tratar, já que é possível optar por tratamentos mais suaves. Ele é caracterizado por apenas uma discreta dilatação das veias do tecido gorduroso, sendo que quase não há sinais visíveis.

    Para a fisioterapeuta Juliana Cella, da clínica Los Angeles, a combinação de Manthus e Drenagem Linfática é a mais indicada nesse caso. “Essas duas técnicas associadas vão evitar o avanço do grau da celulite e atuarão como prevenção”, afirma ela.

    O Manthus é praticamente indolor e apresenta resultados rápidos. Ele combina ultrassom e correntes elétricas, quebrando as células de gordura em partículas menores. Os estímulos elétricos então fazem com que elas sejam eliminadas pela urina.

    Já a Drenagem Linfática é uma massagem feita com movimentos leves que ativam a circulação, favorecem a oxigenação celular, reduzem o inchaço e, consequentemente, combatem a celulite. A sessão de, em média, uma hora também faz bem para o bem-estar, pois ajuda a relaxar.

    Estágio 2

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    No estágio dois da celulite, já é possível observar as irregularidades na pele. Isso porque o aumento do volume das células provoca alteração circulatória, comprimindo as veias e os vasos linfáticos. O resultado é um inchaço das células de gordura que começam a ficar acumuladas.

    Nesse caso, vale apostar na combinação de Powershape e Velashape, como aconselha a fisioterapeuta da clínica curitibana, Renata Marquetti. “Os dois procedimentos ativam a circulação e estimulam a produção de colágeno e fibras elásticas”, explica ela.

    O Powershape Plataform possui tecnologia “seis em um” para associar diferentes técnicas. Assim, a integração dos procedimentos permite a quebra das células de gordura e estímulo da produção de colágeno e elastina. O resultado é uma pele mais lisa e uniforme.

    O Velashape, por sua vez, alia radiofrequência, infravermelho e massagem para combater não apenas a celulite, mas também a flacidez e a gordura localizada. Recentemente, foi lançada a versão II do aparelho, que é três vezes mais potente. Assim, a promessa é esculpir o corpo, ativar a circulação, melhorar a vitalidade da pele e, claro, suavizar os furinhos.

    Estágio 3

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    As mulheres que estão no estágio 3 da celulite já possuem o aspecto “casca de laranja” na região atingida. Nesse nível ocorre uma desorganização do tecido e o aparecimento de nódulos que são vistos como irregularidades na superfície da pele. Há também um comprometimento da circulação.

    Para combater o problema, a fisioterapeuta Gabrielle Kadri, da clínica Los Angeles, indica a combinação de Velashape e Carboxiterapia. “Enquanto a Carboxiterapia aumenta a oxigenação da região, o Velashape ajuda a diminuir as células de gordura”, comenta ela.

    Vale ressaltar que a Carboxiterapia é um tratamento um pouco mais doloroso e invasivo, pois conta com injeções que preenchem as camadas inferiores da pele e promovem a oxigenação do tecido.

    Estágio 4

    Crédito: Getty Images

    O estágio 4 é aquele que a celulite está mais avançada. Os furinhos são duros e a região fica com depressões. Em razão dos nervos comprimidos, a sensação de dor no local é comum. Nesse nível, a aparência de casca de laranja pode ser vista até mesmo através das roupas.

    Para combater o problema, a dica da fisioterapeuta Juliana Cella é combinar Cavitação e Velashape. “A cavitação provoca a formação de microbolhas no tecido adiposo que implodem e são eliminadas por vias naturais. Aliada ao Velashape, ela promoverá também a produção de colágeno”, explica ela.

    Antes de começar um tratamento, as especialistas recomendam uma consulta com um fisioterapeuta ou profissional especializado para conferir se os aparelhos realmente se adéquam às suas necessidades e se não há contraindicações para o seu estilo de vida. Ainda assim, não é preciso se preocupar: sempre haverá um procedimento para ajudar você a se livrar dos furinhos.

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