Os flamingos são aves muito bonitas que, em geral, se caracterizam pelos tons rosados de suas penas, suas longas patas e seu peculiar pescoço curvado, que pode se mover em várias direções. Dependendo da espécie, estas aves podem estar localizadas na África, na América, na Ásia ou na Europa. Estima-se que os ancestrais dos flamingos eram aves nadadoras e, por isso, ainda que atualmente não sejam mergulhadores, continuam associados a corpos d’água…
Micrografia eletrônica colorida de transmissão (TEM) obtida pelo Centro de Controle de Doenças (CDC) em Atlanta, Estados Unidos, revela um pouco da morfologia ultraestrutural exibida por uma partícula viral do vírus
Ebola é considerado por muitos o vírus mais perigoso que a humanidade conhece atualmente. Ele voltou às manchetes recentemente graças a um surto em Guiné que já causou a morte de 84 pessoas, e sete outras na Libéria. Sem contar casos suspeitos no Mali, todos países da África Ocidental. Trata-se de uma “epidemia sem precedentes”, segundo a organização humanitária Médicos Sem Fronteiras (MSF).
“Enfrentamos uma epidemia de uma magnitude nunca vista antes em termos de distribuição de casos no país”, disse o coordenador da MSF em Conacri (capital de Guiné), Mariano Lugli, por meio de um comunicado.
O vírus foi batizado com esse nome por ter sido identificado pela primeira vez em 1976 na República Democrática do Congo (antigo Zaire), perto do rio Ebola. Desde então, causou cerca de 1.500 mortes na África e é considerado uma ameaça para a saúde global e até mesmo um possível agente de guerra biológica.
Nunca houve casos da doença em humanos fora do continente africano, mas agora, com a chegada da Copa do Mundo, quais seriam as chances do vírus imigrar para o Brasil?
Para o infectologista Celso Granato, diretor clínico do Fleury Medicina e Saúde, as chances de o vírus chegar ao país são muito remotas, mas não impossíveis, já que vivemos num mundo globalizado.
Um grupo engenheiros nigerianos criou um carregador de celular diferentes dos convencionais .O aparelho é capaz de recarregar os dispositivos móveis por meio de água.Um galão cheio é capaz de gerar energia completa para um aparelho. O projeto foi batizado de Blackbeard Unidirectional Constant Turbine, e demorou très anos para ser desenvolvido.Segundo os criadores , ele já está em fase final de desenvolvimento.
.
Segundo os criadores, ele já está em fase final de desenvolvimento.Segundo os engenheiros, um copo de água consegue alimentar um celular por um tempo que varia de 15 a 30 minutos. O projeto funciona usando energia semelhante à maremotriz, aproveitando a variação de temperatura da água para gerar eletricidade.O produto deverá contar com uma bateria separada, a qual pode ser conectada pelo USB. Ele pode ser pré-carregada para ser levada onde quiser e recarregar seu gadget os momentos que precisar.
Países da África que contam com grandes áreas sem energia elétrica podem ser muito beneficiados com a invenção. O projeto está em processo de financiamento coletivo no Indiegogo (clique aqui para acessar), e caso alcance a meta desejada, ele pode ser fabricado na China por apenas 50% de seu custo.
Musical da Broadway terá canções de Elton John adaptadas para o português por Gilberto Gil
(Musical ‘O Rei Leão’ estreou na Broadway em 1997. Foto: Divulgação)
NOVA YORK – A animação O Rei Leão ainda bombava nas bilheterias quando a diretora Julie Taymor foi convidada pela própria Disney para adaptar a história para a Broadway. Era 1996 e Julie, com uma sólida carreira no teatro, chegou para a reunião com Tom Schumacher, que estava assumindo a recém-criada divisão de teatro da companhia, com um discurso pronto: “Não quero fazer um musical ao estilo Disney, em que o segredo da fantasia não pode ser revelado”, disparou ela. “Quero que a plateia veja o ator manipulando o boneco e crie sua própria fantasia.” Para sua surpresa, era exatamente isso que Schumacher pretendia, um produto com o selo Disney que não se parecesse… com um produto da marca Disney.
O restante da história já se tornou lenda na Broadway: O Rei Leão estreou em 1997 e, em cartaz até hoje, logo se tornou um estrondoso sucesso, faturando cerca de US$ 4,8 bilhões e batendo nas bilheterias um super peso pesado, O Fantasma da Ópera, que está há muito mais tempo na estrada – estreou em 1986. É tal ousadia criativa e financeira que foi apresentada ontem para a imprensa, no Teatro Abril, onde Julie, Schumacher e mais o staff da Disney internacional e o da Time For Fun contaram como será a versão brasileira de O Rei Leão, com estreia marcada para 7 de março de 2013.
Será a maior produção musical já realizada no Brasil, com participação de atores estrangeiros: do total de 57, oito serão sul-africanos, pois o espetáculo possui diversas músicas no idioma zulu. De quebra, canções traduzidas por Gilberto Gil. A história é fiel à trama da animação e conta a trajetória de Simba, pequeno leãozinho filho de Mufasa, que governa a floresta. O nascimento do jovem desperta a ira de Scar, irmão do rei, pois diminuem suas chances de assumir a coroa. Assim, bem ao estilo Hamlet, Scar mata Mufasa e acusa Simba de permitir a morte do pai. O rapaz é obrigado a fugir do reino e amadurece a distância, até chegar o momento de voltar e retomar o poder.
“O desafio era, a partir de um filme muito popular, manter sua essência e transformá-lo em uma montagem teatral”, comenta Julie, que utilizou sua experiência pessoal (morou muitos anos em países do Oriente) para descobrir o fio da meada: o musical necessitava preservar o tom africano da história sem que a tecnologia fosse abusiva, embora necessária.
Assim, em seu primeiro “confronto” com os dirigentes da Disney, ela fez questão de sustentar a ideia de que todo o mecanismo de manipulação dos bonecos fosse visível pela plateia. Mais: os próprios protagonistas não esconderiam o rosto, ainda que carregassem máscaras no alto da cabeça. “Poderia parecer algo ousado em uma produção da Disney, que sempre preservou a construção da fantasia”, comenta Tom Schumacher. “Mas era exatamente isso que nos interessava, um produto que mantivesse intacta a magia a partir de novos caminhos.”
Com a rara oportunidade de correr riscos em uma produção comercial, sem que nenhum dos lados saísse perdendo, Julie assumiu a criação dos figurinos, das máscaras e dos objetos manipuláveis. E, para cada personagem, desenvolveu linhas e traços que o identificassem diante do público. “Era para ser África e Disney, sem que nenhum saísse perdendo.”
Você precisa fazer login para comentar.