Tag: Alimentação

  • Oito alimentos que parecem saudáveis, mas não são

    Acesse:http://veja.abril.com.br/noticia/saude/oito-alimentos-que-parecem-saudaveis-mas-nao-sao

    Nem todos os alimentos tidos como saudáveis são uma boa opção para emagrecer ou evitar doenças relacionadas à alimentação

    Juliana Santos
    Barrinhas de cerealBarrinhas de cereais estão entre os alimentos que não são tão saudáveis quanto parecem (Thinkstock)
    “Devemos tomar muito cuidado com aquilo que precisamos abrir a tampa ou tirar do pacote” — Luciano Giacaglia, endocrinologista

    Trocar uma lata de refrigerante por uma de chá é mais saudável? Depende. Ao contrário do que pode parecer, os chás de lata podem ter tanto açúcar quanto refrigerantes. Esse é apenas um exemplo de como alguns produtos “enganam”. Muitos deles, associados não só à perda de peso, mas a uma alimentação saudável, possuem diversas substâncias que podem causar doenças, como açúcar, gordura ou sal em excesso.

    A principal culpada pela presença de substâncias “indesejáveis” em alimentos supostamente saudáveis é a industrialização dos alimentos. “Devemos tomar muito cuidado com aquilo que precisamos abrir a tampa ou tirar do pacote”, é o que costuma dizer a seus pacientes o endocrinologista Luciano Giacaglia, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz e da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso).

    No processo de industrialização, além de sal, açúcar e gordura, são adicionadas diversas substâncias químicas para realçar sabor e fazer o produto durar mais tempo, muitas das quais ainda não se sabe bem que efeito podem ter a longo prazo no organismo. “Todo alimento industrializado, por mais que pareça natural, sofreu processos que promovem modificações e acarretam perda de nutrientes”, explica Celso Cukier, nutrólogo do hospital Albert Einstein.

    Não é necessário, porém, ser radical e retirar da dieta todos os alimentos industrializados. “O problema é tornar isso um hábito e substituir todos os produtos naturais por industrializados”, explica Cláudia Cozer, endocrinologista e coordenadora do Núcleo Avançado de Obesidade e Transtornos Alimentares do Hospital Sírio-Libanês. Conheça alguns desses alimentos que parecem saudáveis, mas não são as melhores opções para perder peso ou mesmo cuidar da saúde.

    8 alimentos que parecem sau

    Sucos de caixinha

    Trocar o refrigerante por suco é um hábito que muita gente busca seguir, mas nem todos os sucos são assim tão saudáveis. Os sucos de caixinha contêm uma quantidade grande de açúcar, e mesmo as versões light ainda apresenta muitos conservantes (que podem prejudicar o funcionamento do intestino) e, em alguns casos, grandes quantidades de sódio. Muitas vitaminas presentes nas frutas são perdidas durante o processo de industrialização. Alguns fabricantes fazem a adição de vitaminas depois, mas mesmo assim a proporção não é a mesma dos sucos naturais. Sucos de polpa são um pouco mais interessantes nesse sentido, porque o processo de congelamento da fruta gera uma perda menor de vitaminas.

    Os sucos naturais são a melhor opção, mas também é preciso ter cuidado. A principal perda na hora de fazer o suco de fruta são as fibras, que são importantes para a função intestinal. “Se for tomado rapidamente, de 30 a 60 minutos depois de ser feito, o suco natural preserva grande parte das vitaminas”, explica Celso Cukier, nutrólogo do hospital Albert Einstein. Fazer o suco de manhã para servir no almoço, portanto, não é o ideal. Apesar de ser natural, o suco de frutas ainda pode apresentar um alto índice glicêmico (capacidade do alimento de promover aumento da glicose sanguínea). “Diabéticos, principalmente, devem tomar cuidado com sucos, como de melancia e laranja, que elevam a glicemia”, afirma Cukier.

    Além disso, para fazer um suco é comum utilizar uma grande quantidade de frutas, o que pode gerar um aporte calórico alto na dieta. “Se a pessoa não tiver a ingestão diária de frutas adequada (4 a 5 porções), o suco pode ser uma opção, mas não em excesso”, explica Maysa Guimarães, nutróloga dos Hospitais São Luiz, Leforte e Albert Einstein

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  • Terapia de luz é usada em tratamento para redução da obesidade

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    Técnica é usada no tratamento de lesões. Estudos indicam que a incidência de luz atua positivamente nas atividades celulares 

    Foto: IFSC
    Uma das principais aplicações da terapia fotodinâmica, ou fototerapia, é no tratamento do câncer de pele
    Uma das principais aplicações da terapia fotodinâmica, ou fototerapia, é no tratamento do câncer de pele

    Estudo desenvolve tratamentos de controle e redução da obesidade a partir da combinação de exercícios físicos e terapia de luz, conhecido como fototerapia. A técnica já é usada no tratamento de lesões e diversos estudos acadêmicos indicam que a incidência de luz atua positivamente nas atividades celulares. O responsável pela pesquisa, Antonio Eduardo de Aquino Junior explica que a aplicação de lasers sobre os tecidos potencializam o metabolismo celular e resulta em maior perda de calorias durante a prática de atividades físicas e maior queima de gorduras. O trabalho busca a elaboração de protocolos de exercícios físicos aliados à fototerapia, que sejam acessíveis e com baixo custo operacional.

    Para a pesquisa, serão aplicados feixes de lasers, com comprimento de onda de 808 nm, que estão situados na região do infravermelho e possuem baixa intensidade de energia, por isso não provocam danos durante a aplicação. “Estudos mostraram que a aplicação de lasers nos músculos resultou na redução das reservas de gordura e diminuição do peso corporal. Mas os resultados variam conforme a intensidade dos exercícios”, explica o pesquisador, uma vez que o metabolismo pode ser trabalhado de diferentes formas de acordo com a intensidade.

    Para a elaboração dos estudos, os pesquisadores convidam homens e mulheres, com idades entre 20 e 40 anos, e índice de massa corporal a partir de 30, calculado pelo peso dividido pela altura ao quadrado. Os voluntários deverão ter disponibilidade de horário no período da manhã e/ou tarde para participar da intervenção interdisciplinar em obesidade, que contará com exames clínicos e físicos previstos na terapia. O atendimento tem duração de três meses, com início previsto para junho.

    Os voluntários serão submetidos a uma sessão de exercícios aeróbios, musculação e combinados com sessões de terapia com luz, avaliação física e análises clínicas laboratoriais (primeira fase). Na segunda etapa, os exercícios físicos com tratamentos em fototerapia serão mantidos durante três meses de intervenção, com três sessões semanais, com duração média de uma hora. Também serão promovidas palestras e orientações nutricionais.

    O projeto “Novas Perspectivas Terapêuticas na Obesidade” é resultado de uma parceria entre a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e Universidade de São Paulo (USP).

    As intervenções ocorrem em uma academia localizada na região central de São Carlos. Os pesquisadores não se responsabilizam pelos custos de transporte e alimentação. Interessados podem entrar em contato para agendamento pelo telefone (16) 3351-8452, das 8 às 15 horas.

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  • Dicas para comer bem sem engordar

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    Leia algumas dicas para comer bem sem ter medo de engordar

    Algumas pessoas possuem o metabolismo mais lento, o que significa que poderão engordar com mais facilidade. Mesmo quem não sofre com esse problema, sabe que é preciso regular a alimentação para não ganhar quilos a mais. Porém, não é preciso fazer sacrifícios, você pode comer bem sem engordar seguindo algumas sugestões básicas e com uma alimentação bem equilibrada.

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    Dicas para comer bem sem engordar

    Algumas dicas para comer bem sem ganhar quilos a mais podem ajudar quem não quer deixar de saborear um pedaço de bolo de chocolate ou uma fatia de pizza no fim de semana sem se sentir culpado. Comer em porções individuais e em menor quantidade é uma das sugestões que você pode seguir. Se estiver com vontade de comer bolo de chocolate, por exemplo, compre apenas um pedaço na confeitaria e não mais de um, para não cair na tentação de comer muito mais do que o suficiente para matar a vontade.

    614041 Dicas para comer bem sem engordar Dicas para comer bem sem engordar

    Outra dica para não engordar e comer o que gosta é fazer substituições. Se você já comeu um doce, por exemplo, mas ainda está com vontade de pegar mais um pedaço, troque essa segunda porção por uma fruta mais doce, ou uma bolacha integral. O mesmo vale para alimentos salgados. Se você quer comer mais algum salgado frito, mate a fome ingerindo uma salada saborosa ou outro alimento menos calórico.

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    Como comer bem e não ganhar peso

    Temperar a carne com uma pequena quantidade de óleo ou sem nenhuma gordura, trocar o fast food por um hambúrguer de frango assado ou comer pipoca sem usar manteiga são outras sugestões para comer bem sem engordar. Você pode ainda preparar sobremesas mais saudáveis a base de frutas e gelatinas, e não comer sempre as mais elaboradas que levam leite condensado, por exemplo. Por fim, lembre-se sempre de manter uma rotina de atividades físicas para deixar as calorias de lado e ajudar a manter a saúde do seu organismo em dia.

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  • Praticar exercícios regulares pode aumentar 6 anos de vida

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    Pessoas que praticam pelo menos duas horas e meia de exercícios por semana vivem, em média, seis anos a mais Foto: Getty Images

    Pessoas que praticam pelo menos duas horas e meia de exercícios por semana vivem, em média, seis anos a mais
    Foto: Getty Images

    Que praticar exercícios faz bem á saúde todo mundo sabe. Mas um estudo da Queen’s University, em Ontário, no Canadá, mostra que ser fisicamente ativo é sinal de uma vida mais longa, segundo informações do site Huffington Post. De acordo com o estudo canadense publicado no American Journal of preventive Medicine, pessoas que praticam pelo menos duas horas e meia de exercícios por semana vivem, em média, seis anos a mais.

    Além disso, as mulheres negras são as que mais se beneficiam das atividades regulares. “Fomos capazes de mostrar que, se as mulheres negras fazem uma hora de atividade, como corrida ou natação, é possível aumentar suas vidas por 11 horas”, disse o autor do estudo Ian Janssen em um comunicado.

    Janssen analisou o estado de saúde dos norte-americanos entre os anos 1990 a 2006, incluindo as taxas de morte e pesquisas sobre atividade física. Embora não seja tão relevante quanto para mulheres negras, o estudo mostrou que homens caucasianos que eram ativos aos 20 anos ganhavam dois anos a mais de vida em comparação com os inativos. Enquanto isso, mulheres caucasianas ativas na mesma idade poderiam viver três anos a mais do que as demais.

    Ainda assim, o relatório não mostra se essas pessoas tiveram que permanecer ativas durante o resto de suas vidas para obter esses anos extras.

    De acordo com a nutricionista Rovenia M. Brock, a prática de exercícios é importante, mas é responsável apenas a 20% do aumento da longevidade e qualidade de vida. Os outros 80% correspondem a boa alimentação.

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  • Qual o tratamento certo para cada estágio de celulite

    Acesse:http://todaela.uol.com.br/estetica/qual-o-tratamento-certo-para-cada-estagio-de-celulite

    Descubra qual o nível dos seus furinhos e a maneira mais eficaz de eliminá-los

    Crédito: Thinkstock

    É difícil encontrar uma mulher que não tenha problemas com a celulite. Afinal, os temidos furinhos são bem democráticos e estão presentes tanto nas mais magras quanto naquelas que estão acima do peso. Alguns especialistas acreditam, inclusive, que eles estão presentes nos corpos de 95% das mulheres.

    E combater o problema não é tarefa fácil. O TodaEla já publicou um guia com 10 tratamentos para que realmente ajudam a suavizar a celulite, mas outros fatores também influenciam. Alimentação adequada, prática de exercícios físicos e escolher o procedimento certo fazem toda a diferença na luta contra o efeito casca de laranja.

    Vale lembrar que a celulite aparece com mais frequência em certos locais do corpo, como região glútea, coxa, abdome e braços. Em casos mais raros, ela pode ser encontrada na região interna do joelho e nos tornozelos. Apesar de existir locais mais propensos para o surgimento do problema, identificar as causas é mais complicado. Isso porque diversos fatores influenciam o aparecimento dos furinhos, como herança genética, alterações hormonais, alimentação desregulada, acúmulo de gordura corporal e sedentarismo.

    Assim, a celulite é parte de um processo inflamatório das células gordurosas. Em resumo, o tecido adiposo aumenta e comprime os vasos linfáticos e as veias, gerando um edema que prejudica a circulação. Por isso, antes de investir em tratamentos, é preciso optar por um estilo de vida saudável.

    As fisioterapeutas da Clínica Estética Los Angeles, localizada em Curitiba, indicam eliminar alguns vilões da dieta para começar o combate à celulite. Entre eles estão o álcool e o cigarro, além de sal, gorduras, frituras, doces e refrigerantes em excesso. A recomendação é praticar exercícios físicos e manter a alimentação balanceada. Além disso, vale prestar atenção ao look de todo dia: evitar salto alto e roupas justas que prejudiquem a circulação também ajuda a suavizar os furinhos.

    Outra dica é apostar em uma massagem turbinada para complementar o tratamento escolhido, independente do nível da sua celulite. O exemplo da clínica curitibana é a sessão feita em todo o corpo a partir de movimentos intensos, rápidos e repetitivos com o auxílio de rolos de sucção com miniventosas que ativam a circulação, eliminam as toxinas e aumentam a oxigenação e a nutrição celular.

    Porém, quem quer combater o problema da maneira mais eficaz pode conferir a lista abaixo. Nela, você encontra dicas para identificar em qual estágio está a sua celulite e quais os procedimentos que se adéquam mais a cada situação. Veja as dicas e elimine os furinhos para o verão.

    Estágio 1

    Crédito: Thinkstock

    O estágio 1 da celulite é o mais fácil de tratar, já que é possível optar por tratamentos mais suaves. Ele é caracterizado por apenas uma discreta dilatação das veias do tecido gorduroso, sendo que quase não há sinais visíveis.

    Para a fisioterapeuta Juliana Cella, da clínica Los Angeles, a combinação de Manthus e Drenagem Linfática é a mais indicada nesse caso. “Essas duas técnicas associadas vão evitar o avanço do grau da celulite e atuarão como prevenção”, afirma ela.

    O Manthus é praticamente indolor e apresenta resultados rápidos. Ele combina ultrassom e correntes elétricas, quebrando as células de gordura em partículas menores. Os estímulos elétricos então fazem com que elas sejam eliminadas pela urina.

    Já a Drenagem Linfática é uma massagem feita com movimentos leves que ativam a circulação, favorecem a oxigenação celular, reduzem o inchaço e, consequentemente, combatem a celulite. A sessão de, em média, uma hora também faz bem para o bem-estar, pois ajuda a relaxar.

    Estágio 2

    Crédito: Thinkstock

    No estágio dois da celulite, já é possível observar as irregularidades na pele. Isso porque o aumento do volume das células provoca alteração circulatória, comprimindo as veias e os vasos linfáticos. O resultado é um inchaço das células de gordura que começam a ficar acumuladas.

    Nesse caso, vale apostar na combinação de Powershape e Velashape, como aconselha a fisioterapeuta da clínica curitibana, Renata Marquetti. “Os dois procedimentos ativam a circulação e estimulam a produção de colágeno e fibras elásticas”, explica ela.

    O Powershape Plataform possui tecnologia “seis em um” para associar diferentes técnicas. Assim, a integração dos procedimentos permite a quebra das células de gordura e estímulo da produção de colágeno e elastina. O resultado é uma pele mais lisa e uniforme.

    O Velashape, por sua vez, alia radiofrequência, infravermelho e massagem para combater não apenas a celulite, mas também a flacidez e a gordura localizada. Recentemente, foi lançada a versão II do aparelho, que é três vezes mais potente. Assim, a promessa é esculpir o corpo, ativar a circulação, melhorar a vitalidade da pele e, claro, suavizar os furinhos.

    Estágio 3

    Crédito: Thinkstock

    As mulheres que estão no estágio 3 da celulite já possuem o aspecto “casca de laranja” na região atingida. Nesse nível ocorre uma desorganização do tecido e o aparecimento de nódulos que são vistos como irregularidades na superfície da pele. Há também um comprometimento da circulação.

    Para combater o problema, a fisioterapeuta Gabrielle Kadri, da clínica Los Angeles, indica a combinação de Velashape e Carboxiterapia. “Enquanto a Carboxiterapia aumenta a oxigenação da região, o Velashape ajuda a diminuir as células de gordura”, comenta ela.

    Vale ressaltar que a Carboxiterapia é um tratamento um pouco mais doloroso e invasivo, pois conta com injeções que preenchem as camadas inferiores da pele e promovem a oxigenação do tecido.

    Estágio 4

    Crédito: Getty Images

    O estágio 4 é aquele que a celulite está mais avançada. Os furinhos são duros e a região fica com depressões. Em razão dos nervos comprimidos, a sensação de dor no local é comum. Nesse nível, a aparência de casca de laranja pode ser vista até mesmo através das roupas.

    Para combater o problema, a dica da fisioterapeuta Juliana Cella é combinar Cavitação e Velashape. “A cavitação provoca a formação de microbolhas no tecido adiposo que implodem e são eliminadas por vias naturais. Aliada ao Velashape, ela promoverá também a produção de colágeno”, explica ela.

    Antes de começar um tratamento, as especialistas recomendam uma consulta com um fisioterapeuta ou profissional especializado para conferir se os aparelhos realmente se adéquam às suas necessidades e se não há contraindicações para o seu estilo de vida. Ainda assim, não é preciso se preocupar: sempre haverá um procedimento para ajudar você a se livrar dos furinhos.

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  • Uma câmera de vídeo que funciona com energia eólica ou solar

    Acesse:http://canaltech.com.br/noticia/geek/Camera-de-video-movida-a-energia-solar/

    Câmera de vídeo movida a energia solar

    Os japoneses da NHK desenvolveram uma câmera capaz de gravar vídeos em situações críticas. A câmera-robô funciona por meio de energia solar ou eólica e foi projetada para enfrentar até mesmo desastres naturais.

    Mesmo que a natureza não colabore com o sol ou o vento, uma bateria de 1200 Ah garante as filmagens por dois ou três dias. A combinação da turbina eólica e painéis solares, obviamente, lhe permite gerar mais energia do que a bateria por si só. A turbina é capaz de gerar 1kW com o vento a uma velocidade de 11m/s.

    Atualmente, o protótipo está instalado em um telhado enquanto a bateria e os geradores de energia limpa são testados. Mas a empresa garante que vai passar os próximos 12 anos – ou mais – coletando e analisando dados de várias operações.

    Os resultados obtidos durante todos os testes irão refletir no desenvolvimento de câmeras robóticas e sistema de alimentação de emergência para o futuro.

    Câmera luz solarFoto: Divulgação

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  • Como emagrecer dançando

    Acesse:http://www.portaisdamoda.com.br/noticiaInt~id~24484~n~como+emagrecer+dancando.htm

    Insira a atividade em sua rotina e perca até 500 kcal por aula!

    Dançar também emagrece! Confira as dicas.. Foto:DivulgaçãoDançar também emagrece! Confira as dicas.. Foto:Divulgação
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    O corpo humano deve estar em constante movimento e que as atividades físicas são essenciais, além de manter uma alimentação saudável e balanceada. Porém, muitas pessoas encontram dificuldades em frequentar academias e realizar séries de exercícios localizados. A solução encontrada para estes casos são as aulas de dança, que promovem a movimentação do corpo e a queima das temidas e odiadas calorias de uma maneira mais divertida e descontraída.

    A vantagem da aula de dança é que ela alia exercícios aeróbicos e musculares se executada corretamente, pois cada uma dessas modalidades realiza respectivamente, a queima gorduras e o enrijecimento e fortalecimento da musculatura, garantindo um resultado mais satisfatório, pois todo o corpo está sendo trabalhado simultaneamente.

    A dança ajuda a emagrecer. Foto:DivulgaçãoA dança ajuda a emagrecer. Foto:Divulgação

    Porém, não é porque a aula é mais descontraída que não deve ser levada a sério. Os resultados só aparecem para quem se dedica, fazendo os movimentos coreográficos corretamente e consumindo conscientemente uma dieta equilibrada. A sua rotina de dança deve estar baseada em, no mínimo, 3 aulas semanais, com duração nunca inferior a 1 hora e não superior a 2 horas. Nunca se deve ficar mais de três dias sem realizar a atividade, pois o corpo não apresentará os resultados.

    Como em todo o exercício, deve-se fazer um bom alongamento antes de iniciar a atividade, optando por músicas mais calmas para ir aquecendo, para depois partir para os ritmos mais agitados. A lambada e o forró, por exemplo, queimam uma média de 470 kcal por hora.

    Para quem está mesmo determinado a perder medidas dançando, a recomendação é investir em aulas de dança de salão, pois além da disciplina imposta, os movimentos ganham uma repetição maior e mais objetiva.

    Depois acelere nos ritmos para detonar as calorias!. Foto:Divulgação
    Depois acelere nos ritmos para detonar as calorias!. Foto:Divulgação

    Comece as aulas com movimentos mais moderado. Foto:DivulgaçãoComece as aulas com movimentos mais moderado. Foto:Divulgação

    Porém, não são todos que dispõem de uma condição financeira favorável para tal “investimento”, mas isso não é um problema. Caso a opção seja realizar a dança dentro de casa, grave vários CDs com 1 hora de duração, um para cada dia da semana que for realizar a atividade. O aquecimento deve ser com uma caminhada leve à moderada, com 30 minutos de duração. Depois do término da coreografia, é indicado realizar uma série de exercícios localizados, como a abdominal, pois o corpo estará aquecido e em perfeito estado para o sucesso da atividade.

    Escolha seu ritmo preferido, mantenha uma boa alimentação e hidrate-se durante o exercício. Os resultados aparecerão e você irá se divertir fazendo a atividade e detonando suas calorias!

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  • Conheça os tipos de sal e saiba como usá-los

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    Diversos tipos de sal ganham as mesas dos brasileiros. Os produtos vão desde o tradicional marinho, passam pelo light e chegam aos gourmet, que dão um toque especial à comida preparada. Veja quais são os tipos do tempero e aprenda a usá-los:

    Light: o sal light foi criado para diminuir a quantidade de sódio consumido, já que este mineral adere à parede das artérias, contribuindo para elevar a pressão sanguínea. O sal light possui menos da metade de sódio encontrada no sal branco refinado. No entanto, o sabor é um pouco amargo.

    Flor de sal: esta é conhecida como uma das mais delicadas versões de sal. O ideal é acrescentá-lo após o preparo, quando o fogo já estiver desligado. Combina perfeitamente com carnes vermelhas, mas pode ser adicionado a qualquer prato, pois é capaz de realçar o sabor, sem fazer com que o alimento perca sua característica original. Esbanja quantidades de magnésio, iodo e potássio. É formado nas superfícies das salinas e, devido à ação do vento, adquire o aspecto de pequenos cristais. Apesar de produzido em diversos locais, o mais famoso é o da região de Guerande, norte da França.

    Sal rosa: as reservas do sal rosa estão localizadas principalmente no Peru, no Vale Sagrado dos Incas, onde existia um oceano, há mais de dois mil anos. A água salobra brota do subsolo em pequenas poças e, com a evaporação, dá origem aos cristais de tom rosado. Seus grãos têm um elevado índice de umidade, com uma aparência grudenta, além de um sabor forte. Está entre as opções com menor teor de sódio e é ideal para temperar peixes crus, frutos do mar e aves.

    Sal defumado: a aparência cinza revela um gosto levemente adocicado. Bastante produzido na França, lá o sal é defumado pela fumaça fria proveniente da queima de barris de carvalho usados no envelhecimento de vinho. Em alguns locais é produzido ao colocar o sal comum em contato com a fumaça da queima de uma madeira aromática, como carvalho ou cerejeira. É bastante versátil e combina com pratos vegetarianos, carnes, aves e peixes. Mas controle-se: tem quase a mesma quantidade de sódio do sal comum.

    Sal marinho: é considerado uma alternativa mais saudável que o sal refinado, que leva aditivos como o iodeto e agentes antiaglomerantes. O sal marinho é obtido pela evaporação da água do mar e seu conteúdo mineral lhe dá um sabor diferente do sal de mesa, que é obtido a partir de rochas. No Brasil, este é o tipo de sal mais comum e barato e é bastante produzido no Rio Grande do Norte.

    Sal negro: este tipo de sal também é conhecido como Kala Namak e é obtido em reservas naturais da região central da Índia. Além da cor ser totalmente diferente do sal tradicional, o sabor também não é nada comum e, para muitos, lembra o de gema de ovo. Sua textura é crocante e muito solúvel e, por isso, é ideal para ser adicionado aos molhos, saladas e massas.

    Sal rosa do Himalaia: este sal vindo da Ásia é um pouco mais caro que os outros sais importados. Este condimento é encontrado nos pés da montanha do Himalaia, uma região que já foi banhada por mar. O tom rosado se deve aos minerais presentes nele, como o ferro e o manganês. Como o sabor não é muito diferente, se mal usado pode se perder em meio aos ingredientes do prato. Carnes grelhadas, saladas com azeite e legumes na manteiga são boas opções para este sal. Porém, deve-se evitar as receitas com caldos, e, em carnes, deve ser aplicado na hora do preparo, já que tende a ressecar os alimentos porque atrai água.

    Sal líquido: este sal é obtido pela dissolução de sal marinho em água mineral. Tem sabor suave e pode ser adicionado a todos os alimentos, principalmente em saladas. Esta versão salga menos, mas tem menos sódio que os convencionais.

    Sal do Havaí: nesta região o sal é rosado. Rico em ferro, preserva o sabor ferroso de forma suave. Vai bem com molhos, saladas, vegetais e grelhados de carne vermelha. Seus grãos são maiores que os do sal comum. Entretanto, a quantidade de sódio é alta e deve ser consumido de forma moderada.

    Sal grosso: os cristais grandes preservam as propriedades dos alimentos e evitam o ressecamento. É usado principalmente em carnes que vão à churrasqueira e naquelas assadas em uma espécie de invólucro.

    Sal de aipo: o sal de aipo é basicamente o sal de mesa misturado com grãos de aipo secos e moídos. É utilizado para dar sabor em caldos e sopas.

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  • Como fazer um churrasco menos calórico e mais saudável

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    churrasco-3Carnes, gordura, maionese. Vamos combinar que churrasco não pode ser considerada uma das alimentações mais saudáveis. Junte isso, ao excesso de álcool e pronto: tenha uma bomba calórica em um final de semana. O Huffigton Post dá cinco dicas para fazer as escolhas corretas durante um churrasco.

    Escolha a melhor carne: carnes processadas como linguiças e salsichas contêm conservantes, chamados nitratos, associados ao câncer colorretal, e são carregados de sódio, que contribui para a elevação da pressão arterial e riscos de ataques cardíacos. Opte por carnes magras como peru, hambúrgueres vegetarianos, salmão, atum.

    Cuidado para não queimar: as razões vão além da culinária! As aminas heterocíclicas e os hidrocarbonetos – dois compostos encontrados em carnes queimadas – são considerados cancerígenos. Pessoas que consomem carne bem passada regularmente possuem 60% mais chance de ser diagnosticado com câncer de pâncreas. As dicas para evitar os hidrocarbonetos é marinar as carnes em especiarias como pimenta e até mesmo bebidas alcóolicas eles são capazes de diminuir os níveis dessa substância prejudicial. Além disso, evite cozinhar os alimentos até que eles fiquem torrados.

    Aposte nos vegetais frescos: espetinhos de pimentão, tomate cereja, cebola, abobrinha, cenoura são ótimas opções.

    Não chegue faminto: se o churrasco será na casa de outra pessoa, uma boa estratégia para evitar as calorias indesejadas é comer antes da festa. Combine proteínas e carboidratos para se sentir saciado. Um punhado de nozes e frutas secas ou um pedaço de pão acompanhado de atum ou salmão deve ajudar.

    Não abuse do álcool: cerveja sempre cai bem durante os churrascos. Porém, se você não quer estourar as calorias, controle os copos. Entre uma bebida e outra, combine copos de água. Além de prevenir a embriaguez, esta estratégia ajuda a manter a dieta em ordem.

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  • Saiba o que comer antes de malhar para ter melhores resultados

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    Malhar e ver resultados o mais rápido possível é o que todo mundo deseja, e, na busca pelo corpo perfeito, muita gente se esquece de algo fundamental antes de começar o treino – a alimentação. Fechar a boca é realmente necessário para ver algum resultado na balança, mas isso não significa que é preciso se lançar em treinos intermináveis sem nada no estômago.

    Os especialistas indicam justamente o contrário: priorizar alimentos nutritivos para ter um rendimento melhor. “Antes de malhar, o músculo precisa ter energia suficiente disponível para poder trabalhar com eficiência”, explica a nutricionista Paula Castilho, da clínica Sabor Integral Consultoria em Nutrição, de São Paulo.

    Ela ressalta ainda que muitos frequentadores de academia têm o costume de ingerir quantidades excessivas de proteína. “Isso pode sobrecarregar órgãos como rins e fígado, prejudicando a saúde. A proteína deve estar presente em todas as refeições da dieta, em quantidades moderadas”, explica.

    Outro cuidado é não comer demais. “Durante o processo digestivo, uma grande quantidade de sangue vai para o estômago. E ao treinar, braços e pernas também precisam ser irrigados. Esse desequilíbrio pode causar desconfortos, como tontura e queda no rendimento”, reforça.

    Alimentos gordurosos também devem ser evitados e, para aqueles que não têm tempo ou vontade de comer antes da malhação, a dica é tentar ingerir pelo menos um suco natural, barra de cereal ou bolachas sem recheio, para ter o que queimar. Veja abaixo os alimentos que são indicados para quem segue uma rotina de malhação e para cada objetivo. Confira também as opções de cardápio para cada horário de treino.

    Alimentos que aceleram o metabolismo e a queima de gordura
    De acordo com a nutricionista Salete Brito, do Hospital de Clínicas da Unicamp, os alimentos termogênicos são os mais indicados para este objetivo, pois apresentam substâncias que, no processo de digestão, levam a um gasto maior de energia, acelerando o metabolismo e contribuindo para o emagrecimento. “Porém, é importante esclarecer que esses alimentos não são mágicos e a seu consumo por si só não leva ao corpo magro”, reforça.

    Pimenta, chá verde, gengibre e canela são alguns dos exemplos. “A canela melhora o sistema imunológico e também tem poder termogênico. Você pode colocar uma pitada de canela no café ou em frutas”, indica a profissional.

    Alimentos que ajudam a hidratar
    A nutricionista Paula indica frutas ricas em vitamina C, como morango, framboesa, laranja, mexerica, limão, cereja, goiaba, e outros vegetais, como as verduras verde-escuras, brócolis, repolho e cenoura. “A escolha se dá pela riqueza de antioxidantes destes alimentos, que combatem os radicais livres e são fundamentais na produção de colágeno”. A água continua sendo a melhor forma de se hidratar e Salete indica a ingestão de pelo menos dois litros no decorrer do dia.

    Alimentos que auxiliam o ganho de massa muscular
    A nutricionista Paula indica a carne vermelha como principal fonte de creatina, responsável pelo aumento de força e resistência muscular. “Para evitar as calorias e gorduras, prefira carnes magras, como maminha, filé mignon, coxão mole ou duro e lagarto, consumidos de duas a três vezes por semana. Um bife médio de carne magra tem de 150 a 200 calorias”.

    Além disso, alimentos que são fonte de proteína vegetal, como feijão, soja, lentilha, grão de bico; ou animal, como leite, derivados e ovos, também são importantes. “Apesar da carne ser mais eficiente na formação dos músculos, o ovo leva uma vantagem: sua gema possui vitamina B12, que ajuda na diminuição dos níveis de gordura e ajuda na contração muscular”, indica Paula.

    Ela também sugere o salmão como opção, por ser fico em ômega 3, gordura benéfica que estimula a produção de hormônios, favorecendo o crescimento muscular. “Vale lembrar que 70% por cento da massa muscular resulta da alimentação e do descanso, enquanto os outros 30% vêm dos exercícios de força”, reforça Paula.

    Alimentos que previnem câibras, dores ou outras lesões ligadas aos exercícios
    As opções ricas em potássio são as mais indicadas, conforme explica a nutricionista Salete, como banana, melão, banana, tomate, laranja, melão, batata, batata doce, espinafre, folhas de nabo, couves em geral e outros vegetais folhosos verdes, a maioria das ervilhas e feijões.

    Alimentos que dão mais energia
    Salete explica que a alimentação, tanto de sedentários quanto de praticantes de esportes, deve ter cerca de 50 a 65% de carboidratos do total de calorias. “Os carboidratos ingeridos são metabolizados até se transformarem em glicose, que é utilizada pelo organismo para a produção de energia, nosso principal combustível, especialmente para o cérebro. Além disso, os carboidratos preservam a massa muscular”. Entre os alimentos que fornecerão combustível estão as principais fontes de carboidratos, como trigo, arroz, milho, pães, biscoitos e bolachas, massas, farinhas, e os tubérculos, como batata e mandioca.

    A dica da nutricionista Paula é trocar o pão branco pela versão integral. “Alimentos integrais têm absorção gradativa pelo organismo, o que gera mais energia”, explica. Ela também indica a banana e a pêra como opções que ajudam a manter a disposição; além da couve que também é rica em vitamina A, E e D. “Pode ser incluída uma folha em sucos para dar mais disposição”, recomenda.

    Saiba o que comer de acordo com o horário

    Se você malha de manhã: “o organismo estoca glicose no músculo e no fígado sob a forma de glicogênio. Esse estoque é limitado, por isso é importante que haja a ingestão de carboidratos antes do exercício, para que a massa magra (nossos músculos) seja poupada e não se transformem em energia”, explica Salete.

    Opção 1: 1 pote de iogurte desnatado + 2 colheres de aveia + 2 colheres (de sopa) de uva passa + 1 banana picada

    Opção 2: suco natural + duas fatias de pão integral + barrinha e cereal.

    Se você malha à noite: a nutricionista Salete indica, nestes casos, uma refeição por volta das 16h ou 17h para não comprometer o exercício. “Tente uma refeição com carboidratos e proteínas, por exemplo, um sanduíche leve e sem muita gordura, por volta desse horário”.

    Opção 1: 5 torradas + 1 suco de melão ou uma vitamina de leite desnatado batido com mamão e aveia. “Esses alimentos tem ação diurético e rico em fibras, e excelente para ser consumido à noite”, explica a nutricionista Paula

    Opção 2: 2 fatias de pão integral com uma ponta de faca de margarina diet + 1 fatia de queijo fresco + 1 fatia de melão + 3 damascos

    Se você malha no horário do almoço: muitas pessoas só tem a hora do almoço para malhar e, segundo Paula, o ideal é o comer depois do treino. Nestes casos, é imprescindível que a pessoa tome um café reforçado e um lanche no meio da manhã, como um iogurte ou uma fruta

    Para quem almoça antes (de 1h a 3h antes): cerca de 100 a 400 calorias ricas em carboidratos (arroz integral e batata, por exemplo) + proteínas (carne vermelha, peixes, frangos, ovos) e o mínimo possível de gordura.

    Para quem almoça depois: 1 prato(raso) de massa com molho à bolonhesa + mais prato (sobremesa) de salada (alface, cenoura, kani) + 1 pêssego.

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