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  • Como fazer backup das fotos postadas no Instagram?

    Acesse:http://canaltech.com.br/dica/instagram/Como-fazer-backup-das-fotos-postadas-no-Instagram/

    As novas mudanças na política de privacidade e nos termos de uso do Instagram estão deixando muita gente de cabelo em pé. Muitos usuários já cogitam a possibilidade de deletar sua conta na rede social assim que começarem a vigorar as novas regras.

    Se você está por fora e ainda não entendeu do que estamos falando, essa semana o Instagram anunciou que passará a ser “dono” de todas as fotografias postadas por seus usuários. Elas poderão ser utilizadas para fins publicitários, em parceria com o Facebook, por exemplo, e você não tem direito nem de reivindicar um centavo sobre essa grana que a empresa vai lucrar em cima do seu conteúdo. As novas políticas começam a vigorar no dia 16 de janeiro de 2013.

    Saiba mais sobre as novas políticas de privacidade e termos de uso do Instagram

    Mas se você faz parte do grupo que não vai aceitar de maneira alguma as novidades impostas pela rede social – o que significa ter que deixar de fazer parte dela – saiba que existe uma maneira de sair sem as mãos abanando, sem deixar para trás todos os registros que fez no Instagram.

    Existem alguns recursos que permitem ao usuário recuperar todas as imagens que postou no site, que agora pertence a Mark Zuckerberg. O Instaport parece a opção mais interessante até o momento. Trata-se de uma maneira simples de exportar ou fazer backup de todas as suas fotos do Instagram, baixando um único arquivo .zip. Futuramente o serviço também promete permitir o compartilhamento das imagens em redes sociais como o Facebook e o Flickr.

    O Instaport funciona de uma maneira muito simples e fácil. Basta acessar o site, fazer o login com os dados do seu perfil no Instagram e exportar as imagens. Você pode salvar o arquivo gerado em seu disco rígido e depois organizá-las com calma.

    Instaport

    Outra opção, mas que não funciona online, é o InstagramDownloader. O software é gratuito, basta realizar o download e fazer a instalação. Depois é só inserir os dados da sua conta no Instagram para que ele salve suas imagens.

    Depois de ter todas as suas fotografias sãs e salvas em seu HD, você pode pensar se deseja realmente deletar de vez sua conta no site. Caso opte por excluir o Instagram da sua vida, basta ir até a página destinada à remoção de contas. Mas lembre-se de que o procedimento não tem volta e que tudo será perdido com a exclusão. Além do mais, se você se arrepender, não conseguirá utilizar o mesmo nome de usuário de antes.

    Vale lembrar que o Twitter também lançou seu próprio aplicativo de filtros para fotos, o que pode ser uma alternativa para aqueles que não conseguem conter a ânsia de postar as fotos de todos os pratos de comida que vê pela frente.

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  • Empresas monitoram pessoas que baixam vídeos e músicas ilegalmente, diz estudo

    Acesse:http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/noticias/empresas-monitoram-pessoas-que-baixam-videos-e-musicas-ilegalmente-diz-estudo-20120905-1.html?question=0

    Segundo pesquisa, downloads feitos pelo BitTorrent podem ser identificados em apenas três horas

    Qualquer pessoa que baixe filmes ou músicas no BitTorrent, uma popular ferramenta de compartilhamento de arquivos, tem grandes chances de estar sendo monitorada, de acordo com um estudo feito pela Universidade de Birmingham, na Grã-Bretanha.

    Os pesquisadores descobriram que qualquer download feito pela ferramenta, que é ilegal em diversos países, pode ser identificado por uma agência de monitoramento em apenas três horas. Eles se disseram “surpresos” pela escala de pessoas vigiadas.

    Detentores de direitos autorais de músicas ou filmes podem usar esses dados para identificar usuários que estejam fazendo esses downloads ilegais.

    A pesquisa durou três anos e foi desenvolvida por uma equipe de especialista em computação, que desenvolveram um software que agia como um usuário do BitTorrent e registrava todas os compartilhamentos realizados.

    Sem distinção

    Os registros mostraram que o monitoramento não fazia distinção entre usuários que baixavam um grande volume de arquivos e os que eram novos no site.

    “Você não precisa ser um usuário recorrente (para ser vigiado). Alguém que baixa um único filme pode ser monitorado também”, disse Tom Chothia, que coordenou o estudo.

    “Se o arquivo estiver entre os cem mais baixados, é vigiado em poucas horas. Alguém vai perceber e começar a gravar.”

    A pesquisa revelou que conteúdos menos populares também eram monitorados, porém em uma frequência bem menor.

    O estudo identificou cerca de 10 diferentes empresas de monitoramento registrando os conteúdos, entre elas organizações que verificam o cumprimento de direitos autorais, firmas de segurança e até outros laboratórios de pesquisa.

    No entanto, seis daquelas com monitoramento em maior escala foram mais difíceis de identificar, já que as empresas responsáveis usaram firmas terceirizadas para fazer as pesquisas por elas.

    Marketing

    Segundo Chothia, não se sabe por que essas empresas estariam interessadas em uma quantidade de dados tão grande.

    “Muitas empresas estão simplesmente sentando sobre os dados. Esse tipo de monitoramento é fácil de fazer, e os dados estão lá, então elas pensam que é melhor coletá-los, já que podem ser valiosos no futuro”, disse o pesquisador.

    Algumas empresas supostamente responsáveis por monitoramento em larga escala foram acusadas de vender os dados a detentores de direitos autorais para ações de marketing.

    “Os dados mostram que tipo de conteúdo é popular, e onde”, disse Chothia.

    O estudo também revelou que as chamadas blocklists, sistemas usados por aqueles que compartilham arquivos ilegalmente para evitar que seus computadores sejam rastreados, podem ser inúteis.

    “Muitas das empresas que encontramos fazendo monitoramento não estavam nas blocklists, ou seja, as medidas para evitar o monitoramento não estão realmente funcionando”, disse Chothia.

    Ações judiciais

    Alguns detentores de direitos autorais na Europa e nos EUA estão usando endereços de IP coletados por empresas de monitoramento para buscar ações judiciais que obriguem provedores de internet a entregar os endereços físicos associados a eles.

    Esses detentores de direitos autorais estariam, então, escrevendo aos indivíduos buscando recompensas ou avisando da possibilidade de ação judicial.

    Chothia, porém, duvida que provas coletadas dessa maneira possam ser usadas nos tribunais.

    Alguns advogados concordam com o pesquisador e também duvidam que provas coletadas de um endereço de IP possam ser usadas em e não um indivíduo em particular.

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