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Alimentos liofilizados


Agente antigelo

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Hadfield abriu a embalagem de uma nova toalha de mão e a molhou com a ajuda de uma espécie de “garrafa” de água. O astronauta afirmou que, devido à gravidade zero, seria impossível mergulhar a toalha em um recipiente cheio de água, já que a água não permaneceria no interior do recipiente.
Depois de bastante molhada, o astronauta começou a torcer a toalha e a água começou a se acumular ao redor do objeto e de sua mão, formando uma espécie de gelatina ao redor da toalha. Como não existe a gravidade para puxar a água para baixo, ela se acumulou ao redor da mão do astronauta e quando a toalha foi liberada, ela continuou torcida.
“Devido à tensão superficial da água, ela percorre a superfície da toalha e chega à minha mão, como se eu tivesse gel nas mãos, e então fica lá”, explicou Hadfield. Segundo informações do site da revista Veja, a tensão superficial da água, que é ocasionada pela atração de moléculas, explica também o fenômeno que permite que alguns tipos de insetos consigam andar sobre a água.
Em sala de microgravidade, ela mostra como resolver o problema
Karen Nyberg, da Expedição 36, mostra que não é preciso cortar os cabelos antes de viajar ao espaço
Em um vídeo na Estação Espacial Internacional, a astronauta Karen Nyberg, da Expedição 36, mostra como lavar o cabelo em três minutos.
Abaixo, Karen mostra que tomar banho no espaço depende em grande parte da tensão superficial. Por isso, ela aplica água morna em couro cabeludo e penteia os cabelos até as pontas. Apesar de usar um xampu sem enxague, ela prefere passar a toalha para ajudar a tirar os resíduos. Em seguida, aplica água de novo.
As gotículas de água que saem da cabeça de Karen ficam dispersas pela sala, que é a própria biosfera dos astronautas. Assim, depois de um tempo a água evapora, e, como Karen diz, a humidade é removida do ar para se converter em água potável.
Curiosidades na internet
Acesse:http://canaltech.com.br/noticia/saude/Exoesqueleto-auxilia-pessoas-com-dificuldade-de-locomocao/

A Agência Espacial Norte-Americana – NASA – está desenvolvendo um novo sistema para seus astronautas que pode servir de grande auxílio também para muitas pessoas aqui na Terra. O X1 Robotic Exoeskeleton está sendo testado e aprimorado com o objetivo de criar mecanismos que auxiliem na locomoção de astronautas no espaço. A tecnologia direcionada a astronautas que utilizarem este tipo de dispositivo já tem até nome: Robonaut – uma mistura de robô com astronauta humano.
Quando estão em locais com pouca ou nenhuma gravidade, os astronautas podem sofrer alguns danos como atrofia muscular e acabam perdendo resposta em movimentos esqueléticos voluntários. Isso ocorre devido à baixa demanda por movimentos mais bruscos ou que exigem mais força para locomoção.
Mas o sistema pretende auxiliar não apenas quem está em uma missão espacial, como também muita gente que sofre de deficiência física, atrofias musculares e dificuldades de locomoção aqui na Terra. Como o exoesqueleto possui um sistema mecânico de movimentação, poderia atribuir a essas pessoas os movimentos necessários para sua locomoção.
Confira a apresentação do exoesqueleto X1 e suas aplicabilidades no vídeo abaixo, realizado pela NASA:
Como o sistema ainda está em fase de desenvolvimento, ele conta com quatro junções motorizadas e seis junções passivas. Dependendo dos resultados dos testes, a equipe de desenvolvimento da NASA poderá aumentar essas junções para acrescentar mais movimentos ao sistema do exoesqueleto.
Até o momento, o X1 Robotic Exoesqueleton pesa 25 quilogramas – o que não é desvantajoso para quem está flutuando em uma área de gravidade zero, mas torna-se extremamente pesado na superfície terrestre. Por isso, é possível também que a equipe reduza o peso do equipamento.
“A robótica desempenha um papel fundamental a bordo da Estação Espacial Internacional e vai continuar sendo crítica para a exploração humana no espaço”, diz Michael Gazarik, diretor do Programa de Tecnologia Espacial da NASA. “O que é mais extraordinário acerca da tecnologia espacial e de nossos trabalhos com projetos como o Robonaut são as possibilidades inesperadas de utilizar esta tecnologia aqui na Terra”, completou.
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