
O governador Rui Costa informou, nesta terça-feira (28), que vários municípios do sul da Bahia perderam todas as medicações e vacinas durante as enchentes e alagamentos que atingem a região, desde o mês de novembro. Uma dessas cidades é Jucuruçu…

O governador Rui Costa informou, nesta terça-feira (28), que vários municípios do sul da Bahia perderam todas as medicações e vacinas durante as enchentes e alagamentos que atingem a região, desde o mês de novembro. Uma dessas cidades é Jucuruçu…
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A principal diferença é o sabor. Basicamente, as centenas de tipos de laranja pertencem a duas espécies diferentes. A primeira delas, a Citrus sinensis, reúne as laranjas doces, como a lima, a bahia, a pêra e a seleta. Todas elas são apreciadas no preparo de sucos, doces ou no consumo puro. A segunda espécie, a Citrus aurantium, concentra os tipos ácidos, como a laranja azeda. A casca e a polpa servem para a fabricação de doces, enquanto as flores são usadas na extração de perfumes. As laranjas são nativas da Ásia, provavelmente do arquipélago malaio – que hoje abrange países como Indonésia, Filipinas e Malásia -, ou do sul da China, onde a fruta já era conhecida há 4 mil anos. No século 16, os colonizadores portugueses trouxeram a novidade para o Brasil.
A adaptação não poderia ter sido melhor: hoje em dia, nosso país lidera a produção mundial de laranjas, dominando 33% do mercado. Saborosa e suculenta, a laranja também tem lugar cativo nas dietas saudáveis.
A principal característica da fruta é a grande quantidade de vitamina C – para um adulto, duas laranjas por dia suprem as necessidades diárias do nutriente. Difícil mesmo é evitar a confusão com outras frutas parecidas. Muita gente pergunta, por exemplo, se a grapefruit ou pomelo não passa de uma laranja maior e mais amarga. “Na verdade, o pomelo é um parente próximo da laranja, mas pertence a uma outra espécie, a Citrus paradisi, natural das Antilhas”, afirma o engenheiro agrônomo Ygor da Silva Coelho, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) de Cruz das Almas (BA).
Surgida no século 19 de uma mutação natural no estado da Bahia, essa variedade não tem sementes e é fácil de descascar. Por causa disso, é a laranja mais utilizada no preparo de saladas. Em alguns estados, a bahia também é conhecida como laranja-de-umbigo, por causa de uma pequena saliência na parte de baixo da fruta
LARANJA-SELETA
Os pesquisadores acreditam que foi esse tipo que deu origem à laranja-bahia. De fato, as duas variedades são bem parecidas: ambas são pouco ácidas, têm polpa suculenta e casca amarelo-clara. Atualmente, a seleta vem perdendo espaço no mercado e seu cultivo é feito de forma reduzida
LARANJA JAPONESA
Apesar do nome, esse fruto pequeno e azedo comido com casca e tudo não pertence à mesma espécie das laranjas: as variedades mais comuns no Brasil, como a kinkan e a kunquat, são representantes do gênero Fortunella, um parente próximo do Citrus, mas com algumas características diferentes. A principal delas é o tamanho reduzido – tanto que algumas “laranjas” japonesas são cultivadas em bonsais
LARANJA-LIMA
Com seu sabor suave e doce, a lima é a menos ácida entre as laranjas populares. Por causa disso, é recomendada para crianças pequenas e pessoas com problemas digestivos. A polpa suculenta é ótima para ser comida diretamente, mas em geral não é usada no preparo de pratos ou na indústria
LARANJA-PÊRA
Adaptando-se facilmente a diferentes climas, a mais importante variedade nacional é plantada de São Paulo à Região Norte e responde por cerca de 70% da área cultivada no Brasil. Menor que as outras laranjas, a pêra tem um sabor levemente doce, ideal para o preparo de sucos ou para o consumo natural.
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Considerada um dos próximos passos e principais desafios no avanço de regiões urbanas do globo, a implantação das chamadas “cidades inteligentes” já é uma realidade cada vez mais frequente em diversos países desenvolvidos. Dentre as cidades, Barcelona é um dos exemplos mais bem sucedidos, e a iniciativa lentamente começa a ganhar atenção aqui Brasil. Tradicionalmente, são consideradas cidades inteligentes aquelas que integram novas tecnologias no dia-a-dia de seus cidadãos, gerando novos serviços, novos negócios e reduções de custos em sua manutenção.
“Na nossa visão, o desafio das cidades está na capacidade de atrair investimentos para que elas possam investir em sua infra-estrutura e em modelos de natureza tecnológica para dar um melhor retorno ao seu cidadão”, explicou ao Canaltech o Diretor Comercial da Schneider Electric, Renato Meirelles, ligado a iniciativas para implantação de soluções para cidades inteligentes da empresa, durante o evento Xperience Efficiency, que teve início nesta terça-feira (5), em São Paulo.
Atualmente, a empresa de gestão de energia está envolvida em experiências de cidades inteligentes em mais de 230 regiões urbanas do mundo, e possui cerca de 30 soluções diferentes na área — todas apresentadas em uma simulação de cidade inteligente que pode ser encontrada no evento. De acordo com Meirelles, as tecnologias se dividem em cinco áreas diferentes, consideradas essenciais para a manutenção e controle de cidades inteligentes: são iniciativas de energia elétrica, como distribuição flexível; de trânsito, como gerencialmento de tráfego em tempo real; de água, como gerenciamento de distribuição e detecção de vazamentos; de serviços públicos, como segurança; e de domicílios e edifícios. “Além de ter essas inteligências, você ter a integração destas informações é um diferencial absolutamente essencial”, explica.
O diretor afirma que as iniciativas apresentadas pela empresa têm encontrado cada vez mais eco em conversas com membros do poder público no Brasil, que já se interessam mais pelo tema. Um dos fatores que tem colaborado no avanço destas iniciativas, além dos eventos que o país deve sediar nos próximos anos, é a própria “pressão” de problemas latentes, que têm forçado atitudes por parte dos governos municipais, estaduais e federal.
“Há uma necessidade que vem muito do problema da mobilidade, por exemplo, e isso está forçando o poder público a tomar algumas decisões”, afirma Meirelles. “É difícil um governante tapar o Sol com a peneira e não enxergar que nós temos um desafio pela frente”, complementa.
As cidades hoje representam cerca de 2% da cobertura da Terra, consomem 75% da energia global e concentram cerca de 50% da população mundial. A expectativa é que, até 2050, 70% da população do mundo more em cidades. Para lidar com esses problemas, assim como aumentar a eficiência de sua infraestrutura e o interesse de pessoas e empresas na cidade, a tecnologia tem ganhado espaço neste cenário.
No Brasil, algumas iniciativas, principalmente do Governo Federal, como o PAC da mobilidade, têm colaborado para ampliar a adoção de novas soluções tecnológicas para ajudar na resolução de problemas urbanos. “A partir do instante que você dá um passo importante na solução do problema da mobilidade, por exemplo, você carrega consigo um começo da solução de outras áreas que formam a Smartcity”, disse o executivo.
Em grandes centros urbanos, a adoção é ainda mais rápida. Em São Paulo, por exemplo, a Schneider está envolvida em dois centros de comando que são responsáveis pelo controle e gerenciamento em tempo real de 382 intersecções de trânsito da cidade. No Rio de Janeiro, Sistemas SCADA já são usados para melhorar a eficiência de distribuição de água, rede elétrica e de gás em toda a área metropolitana. Segundo Meirelles, as regiões Sul e Nordeste (principalmente os estados de Santa Catarina, Bahia, Pernambuco e Ceará) também se mostram cada vez mais interessadas na área.
Mas as iniciativas não ficam restritas a grandes cidades. Apelidada de Villa Smart, uma iniciativa da Schneider em parceria com a Fundação Amazônia Sustentável (FAS) e com o governo trouxe eletricidade 24 horas para comunidades ribeirinhas do Rio Negro, que antes dispunham de apenas 4 horas por dia de energia. O projeto focou no uso da energia solar e foi ligado a um Smart Grid, que permite o monitoramento remoto do uso da energia nas comunidades antes isoladas.
Ainda assim, empresas esbarram em algumas dificuldades contra o poder público para avançar com implantações das tecnologias. Meirelles cita, por exemplo, a recente mudança de prefeituras no país como resultado das eleições do ano passado, que sempre colabora para uma demora no avanço de projetos.
Além disso, o diretor afirma que ainda vê que diversas prefeituras ainda lidam com problemas de caixa, que, mesmo com incentivos federais, impedem as implantações. “Precisamos, evidentemente, de um ‘alinhamento dos astros’, um modelo politicamente mais sustentável. Os municípios precisam apresentar seus projetos, mas têm que ter suporte dos governos do estado e federal”, afirma.
Xperience Efficiency
Dedicado à discussão de novas tecnologias para enfrentar questões como a redução dos impactos do insumo de energia nos negócios e no meio ambiente, e tratando as iniciativas para cidades inteligentes, a primeira edição do evento Xperience Efficiency segue até esta quinta-feira (6), em São Paulo.
O evento é realizado simultaneamente em outras sete cidades de países que constituem polo no desenvolvimento de TI, como Estados Unidos, China, Rússia e Colômbia.
Curiosidades na internet

O artista sul-coreano Psy se tornou uma espécie de mina de ouro para o YouTube . O videoclipe mais assistido do site de compartilhamento de vídeos rendeu US$ 8 milhões (cerca de R$ 16 milhões) em publicidade para o YouTube.
Segundo informações da BusinessInsider, Nikesh Arora, diretor de negócios do Google, empresa detentora do YouTube, foi o responsável pela divulgação dessa informação. O valor arrecadado pela publicidade em vídeos do site é compartilhado com seus criadores.
Não se saber exatamente o valor repassado ao artista, mas acredita-se que Psy e sua gravadora levaram cerca de US$ 4 milhões referentes a publicidade no YouTube. Uma análise prévia realizada pela Associated Press indicou que Psy ganhou US$ 7,9 milhões (cerca de R$ 16 milhões) com a música ‘Gangnam Style’ em todo o mundo — a receita gerada inclui downloads no iTunes,streaming e vendas de serviços disponíveis somente na Coreia. Isso sem contar que a empresa do pai do cantor valorizou 116% após o viral.
O vídeo de Psy conseguiu atingir a marca surreal de 1 bilhão de visualizações no YouTube, além de ter colocado muita gente importante para dançar sua coreografia. Até o executivo do Google, Eric Schmidt, entrou nessa onda. Em fevereiro, o cantor vai trazer seu ‘Gangnam Style’ para o carnaval de Salvador, Bahia.
Curiosidades na internet
Grupo de hackers adiantou ao R7 que a operação terá cinco dias de invasões

Hackers anunciaram no Twitter que operação já está em curso. Bahia (foto), Minas Gerais e Amazonas já estão fora do ar
Os hackers falaram com exclusividade para o R7 e lembraram que o mesmo ataque foi feito em fevereiro deste ano durante a paralisação de servidores na Bahia, quando o grupo tirou do ar todos os sites do Estado em “em solidariedade ao trabalhador baiano”. Um deles explica:
— A última vez que fizemos isso foi durante a greve da Bahia. Tiramos todos os sites do governo do ar, inclusive o de Nota Fiscal Eletrônica, assim não entra e nem sai mercadoria.
Com o nome de #OpWeeksPayment part 2 (Operação Semana de Pagamento parte 2), explicaram que esta é a segunda edição de outro ataque semelhante ocorrido no começo deste ano, quando derrubaram o internet banking de vários bancos brasileiros — obrigando os clientes a se deslocarem às agências para efetuar transações e consultas.
— Serão cinco dias de ataques, que começam na terça-feira. Escolhemos essa data pois é semana de pagamento e a população só reflete quando a coisa toca no bolso. Quando fazemos protesto, ninguém nota, não tem impacto. Assim fazemos o povo começar a se interessar mais por política e corrupção. É a maneira que encontramos de incomodar as pessoas.
Até as 11h34 desta terça, as páginas da NF-e de São Paulo, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Bahia, Amazonas, Mato Grosso do Sul, Goiânia e Minas Gerais estavam fora do ar.
Ataques anteriores
O último ataque do Anonymous aconteceu no primeiro turno das Eleições municipais, quando invadiram sites de tribunais regionais eleitorais e partidos políticos de todo o Brasil, para protestar contra indiferença aos pobres, lembrados apenas “em época de eleição” — segundo os ativistas
Em agosto, invadiram a página da Confederação Brasileira de Vôlei após a vitória da seleção nos Jogos Olímpicos de Londres e deixaram mensagem cobrando fiscalização dos gastos da Copa 2014 e Olimpíada 2016.
Os hackers foram responsáveis por desestabilizar os serviços online do Itaú, Bradesco, Branco do Brasil, HSBC, City Bank, BMG, PanAmericano e Federação Brasileira de Bancos (Febraban) em fevereiro de 2012, na chamada #OpWeeksPayment
Curiosidades na internet
Desde o início da semana, alunos da rede municipal de Vitória da Conquista, na Bahia, não vão mais poder cabular aulas. Um “uniforme inteligente” vai contar aos pais se os alunos chegaram à escola –ou “dedurar” se eles não passaram do portão.
O sistema, baseado em rádio-frequência, funciona por meio de um minichip instalado na camiseta do novo uniforme, que começou a ser distribuído para 20 mil estudantes na segunda-feira.
Funciona assim: no momento em que os alunos entram na escola, um sensor instalado na portaria detecta o chip e envia um SMS aos pais avisando sobre a entrada na instituição.
Se, em 20 minutos após o início da aula, o aluno não passar por lá, o aviso muda de tom e os pais recebem a frase: “Seu filho ainda não chegou na escola”.
| Divulgação/Prefeitura de Vitória da Conquista | ||
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| Aluna com novo uniforme de escola municipal em Vitória da Conquista (BA), que avisa pais sobre frequência |
Segundo o secretário municipal de Educação, Coriolano Moraes, a ideia é manter os pais informados sobre a frequência dos alunos.
“Percebemos que muitos pais deixavam os alunos na escola, mas logo saíam correndo para o trabalho e não viam se eles entravam”, afirma.
“Depois, quando chamávamos para uma reunião, eles ficavam surpresos com o número de faltas dos filhos.”
Agora, a cada três faltas, os pais vão ser chamados à escola para justificar a ausência. Caso eles não compareçam, a instituição pode avisar o Conselho Tutelar e o Ministério Público.
Em uma parte dos uniformes, o equipamento fica escondido no brasão da escola. Em outra, fica na manga, camuflado no meio da frase de Paulo Freire: “A educação não transforma o mundo. A educação muda pessoas. Pessoas transformam o mundo”.
A distribuição, segundo Moraes, tem o objetivo de evitar que os alunos descubram um jeito de burlar o sistema –o que, diz ele, é praticamente “impossível” devido a um sistema de segurança do chip.
Ele também diz que a tecnologia é resistente. “Pode lavar, passar e dobrar”, diz.
Ao todo, o valor investido foi de R$ 1,2 milhão. A estimativa é que o sistema funcione para os primeiros 20 mil alunos em até 15 dias. A metade restante deve ser contemplada até 2013.
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