Golpe promete WhatsApp para PC e rouba dados bancários

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(Foto: Reprodução)
A ESET, empresa de segurança digital, anunciou que seus pesquisadores da América Latina encontraram um novo golpe voltado aos usuários brasileiros, que tenta infectar computadores prometendo uma versão do aplicativo de bate-papo WhatsApp para PC.
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A empresa alerta que se trata de um Trojan que está sendo distribuído por e-mail com o intuito de roubar informações bancárias.A vítima recebe uma mensagem em sua caixa de entrada, anunciando que agora é possível baixar gratuitamente o software para seu computador com Windows, o que seria uma novidade, já que o app é exclusivo para smartphones (iPhone, BlackBerry, Android e Windows Phone).Ao instalar o executável no seu computador, com o sugestivo nome “Whatsapp.exe”, o código malicioso é executado e o computador infectado. De acordo com a ESET, trata-se do vírus Win32/TrojanDownloader.Banload que também descarrega o Win32/Spy.Banker.AALL,capaz de roubar informações pessoais, principalmente dados bancários.Os pesquisadores dizem que centenas de pessoas já estariam infectadas com o vírus. O alerta da ESET é desconfiar de qualquer oferta boa demais, pouco usual ou duvidosa e refletir antes de dar o clique.

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Como se prevenir do vírus que altera boletos bancários

Acesse:http://www.techtudo.com.br/dicas-e-tutoriais/noticia/2013/04/como-se-prevenir-do-virus-que-altera-boletos-bancarios.html

Recentemente, foi divulgado um novo tipo de vírus que altera boletos bancários e faz com que, ao invés de pagar suas contas, o usuário transfira dinheiro para contas de criminosos virtuais. Por isso, o TechTudo entrevistou os especialistas em segurança online Jefferson Pita e Ícaro Martins, da Kinetics Mobile e, com as dicas deles, preparamos um tutorial para te ajudar a se prevenir deste tipo de malware.

Entenda o novo vírus que modifica boletos bancários

Boleto alterado, com destaque para as diferenças na linha digitável e no código de barras (Foto: Reprodução)Boleto alterado, com destaque para as diferenças na linha digitável e no código de barras (Foto: Reprodução)

“Os emissores de boleto online são os maiores interessados em dificultar este tipo de ação, pois além de perder o pagamento, acabam tendo sua marca arranhada graças a ação destes bandidos. Nem sempre o consumidor vai entender que foi vítima de um golpe, e que terceiros inseriram um vírus em seu computador. O consumidor irá sempre responsabilizar a empresa que ofereceu o serviço ou produto”, afirmam os especialistas.

Para os internautas:

Passo 1. Mantenha sempre o seu antivírus e o seu sistema operacional atualizados. Outros softwares como browsers, e plug-ins como Java e Flash também devem ser atualizados regularmente. Com isso, você cria uma barreira de proteção no seu PC. Tanto para este vírus como para outros tipos de malware.

Passo 2. Ao receber um boleto bancário para pagamento online, é importante também checar se o código do banco confere com o logotipo da instituição financeira. Em testes realizados em uma máquina infectada com o vírus, foram gerados boletos de diversos bancos, mas os códigos de pagamento eram sempre do mesmo banco. Portanto, o dinheiro usado no pagamento do boleto, na verdade, era transferido para outro local e não para o que, teoricamente, estava cobrando a fatura.

Passo 3. Boletos criados por computadores infectados com este malware apresentam também os códigos de barras com espaçamentos incomuns, que não podem ser lidos automaticamente. Assim, o usuário acaba tendo que digitar um código alterado e realiza o pagamento errado. Não deixe de verificar se os espaços entre números estão corretos.

Para empresas:

Se você trabalha ou é dono de uma empresa que gera boletos online, é bom ficar atento as dicas também. Segundo os especialistas, há companhias que podem ter sido contaminadas com este vírus. Para eles, essas empresas têm que tomar cuidado, porque “este vírus pode trazer consequências devastadoras”. Sendo assim, é recomendada a aplicação de todas as medidas de segurança possíveis.

Passo 1. A linha digitável pode (e deve) ser composta por imagens, e não texto. Isso dificulta bastante a ação de qualquer vírus, já que assim fica bem mais complicado do cibercriminoso identificar e trocar o código de barras nas imagens.

Passo 2. Outro método de segurança é somente inserir a linha digitável na página para impressão via javascript. Este recurso também tem o intuito de dificultar a identificação e alteração dos números do código.

Passo 3. O mais simples método de garantir a segurança do boleto, entretanto, é o de disponibilizar no próprio boleto gerado um código javascript que verifique, por si mesmo, se a linha digitável mostrada na tela confere com os dados desejados.

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Segurança: Internautas brasileiros ganham cartilha sobre o uso seguro da web

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Cartilha de segurança

Os internautas brasileiros ganharam nesta segunda-feira (26) uma cartilha online, a ‘Cartilha de Segurança para Internet’, que fornece dicas aos usuários para evitar golpes e fraudes na web. O material foi produzido e disponibilizado em PDF pelo Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br).

Para facilitar a compreensão dos usuários, a cartilha é acompanhada por slides, licenciados sob Creative Commons, sobre segurança e práticas de cibercriminosos na internet. Entre os temas tratados pelo documento estão o uso de páginas falsas, sites de compras e leilões para a captura de informações pessoais e dados bancários do usuário – prática conhecida como phishing, sugerindo que os clientes poderão não receber os produtos comprados por essas páginas, receber equipamentos danificados e ter seus dados financeiros usados em outras transações.

Cartilha de Segurança para InternetFoto: Divulgação

A cartilha ainda orienta os internautas a sempre usar computadores seguros e ter cuidado na elaboração de senhas para o uso em sites de compras, por exemplo. O documento sugere que os consumidores busquem por sites e lojas virtuais de confiança e que é primordial desconfiar de ofertas muito atraentes.

Além disso, os slides e textos que compõem a cartilha também orientam os usuários a sempre guardar comprovantes de compra e pagamento dos produtos adquiridos online, para facilitar sua reinvindicação em caso de problemas futuros.

O texto é o terceiro volume de uma série criada pelo CERT.br sobre o universo online e seus cuidados. Os dois primeiros foram o ‘Redes Sociais’ e o ‘Senhas’. A ideia do projeto é ajudar os brasileiros a usar a internet com mais segurança, principalmente, com o aumento de 69% da realização de compras online entre 2010 e 2011.

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Greve dos bancos termina em São Paulo, Rio e Belo Horizonte

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 Sindicato paulista aceita proposta e bancos privados abrem nesta quinta-feira (27)

A greve acabou para as agências dos bancos privados no Estado de São Paulo, Rio de Janeiro e da região metropolitana da cidade de Belo Horizonte, segundo decisão dos sindicalistas durante assembleia na Praça da Sé, região central da capital paulista nesta quarta-feira (26). São Paulo, Osasco, Catanduva e mais onzes municípios estarão com os serviços financeiros de atendimento pessoal normalizados a partir de amanhã (27).

Enquanto Caixa e Banco do Brasil ainda estão em negociação, os demais sindicatos que formam o Comando Nacional se preparam para encerrar a greve que fechou mais de 9.000 agências durante nove dias em todo o Brasil. A categoria mostrou satisfação com a proposta feita ontem (25) pela Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) e as assembleias já começaram a orientar seus integrantes a voltarem ao trabalho.

Segundo a Contraf-CUT (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro), apesar de as assembleias ocorrerem em horários diferentes, as sessões com previsão para acontecerem nesta quinta-feira (27) devem seguir a decisão da maioria, que vota hoje (26).

Em Catanduva, no interior de São Paulo, os trabalhadores fecharam acordo com os patrões e a greve chegou a fim nesta tarde.

Ontem, a presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Juvandia Moreira, já havia reconhecido a melhora da proposta.

— O Comando Nacional avalia que a proposta tem avanços nas principais reivindicações dos bancários, como aumento real de salários maior que ano passado, valorização do piso, PLR e auxílios alimentação e refeição. Vamos indicar a aprovação nas assembleias.

Os patrões elevaram a oferta de reajuste para 7,5%, sendo 8,5% de aumento do piso salarial e dos auxílios refeição e alimentação. Além disso, foi oferecida também a ampliação na PLR (Participação nos Lucros e Rendimentos), a 10%.

Caso a proposta seja aceita, o aumento real (descontada a inflação) acumulado pela categoria, entre 2004 e 2012, será de 16,22% para os salários e 35,57% no piso.

A nova rodada de negociações foi feita após uma semana de greve, iniciada no último dia 18.

Segundo a Contraf, na última segunda-feira (24) estavam fechadas 9.386 agências e centros administrativos nos 26 Estados e no Distrito Federal. Na sexta-feira (21), haviam paralisado as atividades os funcionários de 9.092 unidades no País.

Antes da greve, a Fenaban propôs reajuste salarial de 6% (0,58% de aumento real), mas os trabalhadores rejeitaram a proposta.

Os bancários reivindicam reajuste salarial de 10,25% (aumento real de 5%, com o desconto da inflação), piso salarial de R$ 2.416,38 (atualmente é R$ 1.400), participação nos lucros e resultados de três salários mais R$ 4.961,25 fixos, plano de cargos e salários, elevação para R$ 622 nos valores do auxílio-refeição, da cesta-alimentação, do auxílio-creche/babá e da décima terceira cesta-alimentação, além da criação do décimo terceiro auxílio-refeição.

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Greve dos bancários fecha quase 1/4 das agências do País

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SÃO PAULO – Quase 1/4 das agências bancárias do País aderiram à greve dos bancários que começou nesta terça. De acordo com a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), 5.132 agências e centros administrativos de bancos de todo o País fecharam as portas hoje, de um total de aproximadamente 21.714. A Contraf utilizou dados enviados até as 17h30 pelos 137 sindicatos que fazem parte Comando Nacional dos Bancários e não realizou o levantamento do número de trabalhadores mobilizados.

No ano passado, a greve dos bancários paralisou o trabalho de 4.191 agências no primeiro dia. No auge da mobilização de 2011, quase 10 mil agências no País fecharam as portas, de acordo com o presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro. “No começo você tem de estruturar o movimento de greve, depois a mobilização vai se espalhando. Mas este ano a greve começou mais forte do que no ano passado”, completou.

Em São Paulo, o primeiro dia de greve mobilizou 20.800 bancários em 651 locais, sendo 21 centros administrativos, de acordo com o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região. A categoria tem cerca de 500 mil funcionários no País e 138 mil na base do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.”A greve vai crescendo conforme o passar dos dias. Está semelhante ao que aconteceu no ano passado”, disse a presidente do Sindicato, Juvandia Moreira. Ainda de acordo com ela, no ano passado 42 mil bancários da base do sindicato estiveram mobilizados no ápice da greve.

Os banqueiros apresentaram proposta de reajuste linear para salários, pisos e benefícios de 6%. A proposta passa longe da reivindicação dos trabalhadores que pedem 10,25%, sendo 5% de aumento real. Antes de iniciar a greve, os bancários realizaram duas assembleias gerais, no dia 12 e no dia 17. “Os banqueiros ignoraram a carta que nós mandamos e em nenhum momento apresentaram nova proposta. Sem proposta decente ou negociação marcada, não tivemos outra alternativa”, disse Cordeiro, explicando que os bancos “tiveram tempo para negociar”.

A Federação Nacional de Bancos (Fenaban) não quis comentar o primeiro dia da greve dos bancários. Em entrevista ontem à Agência Estado, o diretor de Relações de Trabalho da Fenaban, Magnus Ribas Apostólico, disse que a instituição estava disposta a negociar, mas não poderia dar “grandes saltos”, considerando a instabilidade econômica de 2012.

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