Acesse:http://www.techmestre.com/estudantes-criam-carro-para-familia-movido-a-energia-solar.html
Batizado de Stella, automóvel acomoda quatro pessoas e viaja a 600 km/h.

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Batizado de Stella, automóvel acomoda quatro pessoas e viaja a 600 km/h.

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Alimentos podem ser trancado de um minuto até 10 dias.

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Brinquedo tem somente 8 cm de comprimento, pesa 11 gramas e custa US$ 46 no Japão.

A Aston Martin criou de um novo carro-conceito com um ar retrô que dificilmente chegará às ruas. Ou às pistas, uma vez que trata-se de um modelo inspirado pela longa tradição da marca britânica em provas de longa duração. O CC100, como foi batizado, foi desenvolvido para celebrar os 100 anos da marca e os 50 anos do DBR1, automóvel que venceu as 24 Horas de Le Mans e os 1000 Km de Nurburgring.
Modelo CC100 é um conceito para comemorar aniversários importantes da Aston (Foto: Divulgação)Projetado e construído em apenas seis meses, o carro revela linhas e referências ao desenho dos protótipos que cortavam as pistas há meio século. O longo capô, o motor dianteiro e o habitáculo exposto são as principais características que o conceito herdou do histórico DBR1.
Lado a lado, o DBR1 e o CC100 (Foto: Divulgação)No interior do speedster, o piloto encontra um ambiente todo decorado com couro e fibra de carbono exposta, luxos e confortos que estavam absolutamente fora da realidade dos tempos do DBR1. No painel, um desenho que lembra veículos antigos, com mostradores, instrumentos e botões em modelos dos anos 1950 e 1960.
Interior tem conforto, fibra de carbono e espaço para duas pessoas (Foto: Divulgação)Para empurrar o CC100, a Aston Martin escolheu o motor AM11, um V12 de 6.0 litros presente em diversos modelos da marca. De acordo com o fabricante, o carro chega a 290 km/h, limitados eletronicamente, e é capaz de ir de 0 a 100 km/h em apenas quatro segundos.
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Aplicativo para iOS calcula quantos pontos estudantes precisam tirar em cada matéria para serem aprovados.
Um garoto de apenas 12 anos de idade desenvolveu um aplicativo que vem fazendo sucesso entre os usuários da Apple Store. Batizado de iBoletim, a novidade promete ajudar os estudantes a gerenciarem seus pontos letivos, organizando os resultados escolares por período, número de bimestre e sistema de notas.

O ruído é uma das formas de poluição que mais encontramos nas grandes cidades, mas um grupo de designers conseguiu enxergar além do incômodo e stress gerado por ele. O projeto, batizado de ‘Soundcraper’, captura o som no ar e depois o converte em energia utilizável. As vibrações da poluição sonora podem oferecer energia abundante, e podem ser transferidas por muitos meios, tornando essa forma de energia cinética muito útil. A criação é assinada pelos designers franceses Julien Bourgeois, Olivier Colliez, Savinien de Pizzol, Cédric Dounval e Romain Grouselle.
Para colocar a ideia em prática, a revista eVolo explica que uma torre de 100 metros de altura foi projetada para ser instalada próximo a autoestradas e rodovias, onde a poluição sonora dos veículos é maior e pode gerar maior produção de energia.
A fachada desse arranha-céu é evolutiva e vibra de acordo com a intensidade e direção dos ruídos urbanos. Cílios com sensores de som recobrem a estrutura e proporcionam a máxima exposição aos ruídos. A tecnologia é capaz de cobrir um amplo espectro de frequências, incluindo ruídos de veículos, de pedestres, construções e até mesmo de aeronaves que atravessam o céu da região.
Com base em resultados de pesquisas científicas, uma torre dessas poderia produzir até 150MW/h, representando, por exemplo, 10% do consumo da iluminação urbana de Los Angeles (EUA). Ao mesmo tempo, essa energia renovável poderia ajudar a reduzir as emissões de CO2.

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A Toyota anunciou a criação de um robô que realiza atividades simples do cotidiano com o objetivo de contribuir para a melhoria e manutenção da qualidade de vida tanto de idosos quanto de portadores de deficiência.
O robô, batizado de HSR (do inglês Human Support Robot), tem a capacidade de realizar pequenas tarefas que podem ser complicadas para pessoas que apresentam mobilidade reduzida. A máquina consegue pegar objetos no chão e em cima de prateleiras e abrir cortinas, por exemplo.
O robô pode ser controlado a partir de um tablet. Dessa maneira, idosos e portadores de deficiência podem adquirir maior autonomia para realizar tarefas do cotidiano e, que muitas vezes, podem ser difíceis sem o auxílio de terceiros.
Mas não é apenas para tarefas doméstica que o robô poderá ser utilizado. Já está em estudo a possibilidade de desenvolver no HSR novas habilidades para uso hospitalar com o objetivo de tranformá-lo em um auxiliar de enfermagem, por exemplo.
Você pode conferir o HSR em ação no vídeo abaixo:
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O sistema, batizado de “Kepler-47”, é composto por planetas maiores que a Terra
Sistema Kepler 47, com dois planetas girando ao redor de duas estrelas (Foto: NASA/JPL-Caltech/T. Pyle )
Cientistas da Universidade Estadual de San Diego, nos Estados Unidos, anunciaram nesta terça-feira (28) a descoberta do primeiro sistema circumbinário e multiplanetário, no qual mais de um planeta orbita ao redor de dois sóis. A observação faz parte da missão Kepler, da agência espacial americana (Nasa), que busca novos planetas.
A última descoberta “mostra que sistemas planetários podem se formar e sobreviver inclusive no caótico meio ao redor de uma estrela binária”, diz a equipe liderada pelo astrônomo Jerome Orosz.
As duas estrelas do novo sistema, batizado de “Kepler-47”, orbitam uma ao redor da outra a cada sete dias e meio. Uma delas é similar em tamanho ao Sol, enquanto a outra tem um volume três vezes menor e uma luz 175 vezes mais fraca.
Quanto aos dois planetas, o que orbita mais próxima das duas estrelas – algo que realiza a cada 49 dias – é três vezes maior em diâmetro que a Terra, o que o transforma no menor dos que se conhece orbitando em um sistema circumbinário (aquele cujos planetas giram ao redor de duas estrelas) .
O segundo planeta é ligeiramente maior que Urano e demora 303 dias para orbitar os dois sóis de “Kepler-47”. Por isso, considera-se que ele está localizado em uma “área habitável”, ou seja, que tem condições similares à Terra e portanto poderia ter água em sua superfície.
“Embora o (segundo) planeta seja provavelmente um ‘gigante de gás’ e, portanto, não adequado para a vida, seu descobrimento mostra que os planetas circumbinários podem existir, e existem, em zonas habitáveis”, assinalou a universidade.
Até agora haviam sido encontrados quatro sistemas de planetas girando ao redor de duas estrelas (os Kepler-16, 34, 35 e 38), mas este é o primeiro com mais de um planeta.
“Aprendemos que os planetas circumbinários podem ser como os de nosso Sistema Solar, mas com dois sóis”, comentou Joshua Carter, co-autor do estudo e analista do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics.
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A Microsoft revela, de tempos em tempos, algum projeto de seus laboratórios de desenvolvimento tecnológico para hardwares. No blog The Next, a empresa mencionou um dispositivo que é colocado no pulso e que pode sentir os movimentos dos dedos do usuário. Batizado de Digits, ele usa essa informação para comandar a interface de um sistema, como o Windows.
Aparelho pode levar a interfaces controladas por gesto no futuro (Foto: Reprodução)
Com um hardware relativamente simples, baseado num sistema de câmera infravermelha, lasers, um difusor de luz e um sensor de inércia, o Digits consegue monitorar os movimentos dos dedos do usuário, mesmo estando desconectado fisicamente deles. Com ele, você poderia, por exemplo, mover seu dedo em direção a um ícone e fazer um movimento de pressão e o Digits entenderia isso como o arrastar + clique do mouse.
Num vídeo liberado pela Microsoft, é possível ver até onde o Digits pode chegar. Em uma das demonstrações, é possível usar o aparelho para aumentar o volume do smartphone, mesmo com o aparelho em estado de hibernação, dentro do bolso do usuário.
Há, também, outras aplicações óbvias para um hardware desse tipo, como nos games e em interfaces mais imersivas, como a nova Windows UI, inaugurada pelo Windows 8. Um acessório como o Digits seria interessante para quem ainda resiste à ideia de usar o Windows colocando os dedos na tela do computador. A ação, que é natural no celular e no tablet, não é muito confortável em computadores, especialmente porque a tela costuma estar longe da mão do usuário.
O vídeo abaixo dá uma ideia do funcionamento do aparelho:
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