Quem disse que não é possível se manter em forma dentro de casa? Pois é. Desde a pandemia de coronavírus, a ideia de fazer treinos em casa deixou de ser apenas uma ideia para se tornar uma realidade: muitas pessoas passaram a se exercitar na sala ou no quarto para se manterem ativas durante os períodos de isolamento…
Em países evoluídos muitos trocam os carros pelas bicicletas, como é o caso do Japão. O problema é que mesmo as bicicletas sendo menores do que carros, é sempre um dilema encontrar um local para estacioná-las com segurança. Além disso no Japão não há tanto espaço assim como temos aqui no Brasil, então a prefeitura de Tóquio resolveu implementar em um bairro chamado Shinagawa, estacionamentos subterrâneos inteligentes com sistema robótico que leva as bicicletas automaticamente para dentro da terra.
Dentro das “ECO Bikes” – como são chamadas – a bicicleta é mantida protegida do sol e chuva, roubos ou mesmo de vândalos. Cada estação ECO Bike suporta até 200 bicicletas, imagina então o enorme espaço que cada uma destas poupa na superfície! É senhores, nosso país ainda precisa evoluir uns 200 anos até chegar onde eles estão. Assista ao vídeo (legendado) abaixo para entender como as ECO Bikes funcionam.
Cerca de 15 minutos de pedalada proporciona um vale-refeição de aproximadamente 60 reais.
O hotel Crowne Plaza, situado em Copenhague na Dinamarca, resolveu inovar e colocou bicicletas ligadas a um gerador para que os próprios hóspedes consigam produzir energia enquanto se exercitam.
Como incentivo o hotel troca 10 Watts/hora de eletricidade por refeições grátis dentro de seu restaurante. Para se ter uma ideia, um adulto saudável consegue atingir esse número em cerca 15 minutos de pedalada. Assim ele adquire um vale-refeição de aproximadamente 60 reais para ser usado no hotel.
No último século, houve dois marcos na fotografia narcisista. O primeiro foi a invenção do timer automático, que a Kodak começou a vender durante a Primeira Guerra Mundial. O segundo aconteceu alguns anos atrás, com as câmeras em celulares, quando adolescentes ficavam diante de espelhos tirando fotos de si mesmos e depois compartilhavam essas imagens na internet.
A câmera do celular é perfeita para a era das redes sociais. Mas mesmo os smartphones têm uma limitação: alguém precisa segurá-los. Isso não acontece com uma câmera minúscula e de altíssima resolução que decolou para a estratosfera, figurativamente e literalmente, nos últimos anos.
A câmera GoPro, que custa entre US$ 200 (cerca de R$ 400) e US$ 400 (R$ 800), testemunhou o mergulho de 39 km no ar de Felix Baumgartner. Além disso, ela já foi fixada a jatos que viajavam à velocidade Mach 5 e a pranchas de surfe que enfrentavam ondas de 30 metros.
Divulgação/GoPro
Imagens de Divulgação mostra praticante de snowboard equipado com uma câmera GoPro no capacete
A GoPro vendeu 3 milhões de câmeras em três anos. A empresa de pesquisas de mercado IDC disse que isso faz dela a câmera de vídeo mais comprada nos EUA.
Em outubro, a empresa, que começou há dez anos com uma câmera descartável que era presa aos pulsos de surfistas, lançou a Hero3 em clima de celebração.
Como isso aconteceu? Nick Woodman, 37, fundador da empresa, criou a primeira GoPro rudimentar quando foi à Indonésia para surfar. Ele queria fazer fotos de um amigo na água. Mas, só quando virou a câmera ao contrário para fazer fotos dele mesmo, foi que viu o potencial da câmera.
“A grande sacada aconteceu em 2007, quando percebemos que a maior oportunidade não se resumia a fabricar câmeras que fotógrafos podiam prender ao próprio corpo”, contou Woodman. “Era fazer câmeras que as pessoas pudessem prender ao próprio corpo para se fotografarem.”
Nessa mesma época, o Google tinha acabado de comprar o YouTube e sites como o Twitter e o Facebook chegavam ao grande público.
Woodman começou a vender suportes que permitiam que a GoPro fosse acoplada a qualquer coisa: pranchas de surfe, bicicletas, capacetes, arreios corporais e gatos -qualquer coisa mesmo.
O que aconteceu a seguir foi espantoso: as pessoas começaram a desenvolver um relacionamento afetivo com a GoPro. “Os clientes nos davam crédito em seus vídeos e fotos”, conta Woodman.
SEDENTÁRIOS TAMBÉM
Uma busca por “GoPro” feita no YouTube rende mais de meio milhão de vídeos. Milhões de fotos e vídeos lotam as redes sociais, todas assinaladas com o nome da câmera, do mesmo modo como as pessoas assinalam seus amigos.
A câmera está atraindo não apenas os entusiastas dos esportes radicais, mas também as pessoas sedentárias que gostam de assistir a vídeos feitos com a GoPro.
As grandes empresas estão tentando passar à frente da GoPro, mas é possível que tenham chegado com um atraso de dez anos.
“Nos últimos 50 anos, empresas como Nikon e Canon investiram na precisão, que tem seus benefícios, mas também suas limitações”, comentou o fotógrafo Chase Jarvis. “A GoPro é incrivelmente incômoda para esses fabricantes de câmeras de grande nome, e garanto a você que as festas de lançamento de produtos deles têm um clima diferente. A GoPro faz parte de uma outra cultura.”
Várias vezes os pneus sem ar foram propostos por muitas empresas para veículos, principalmente carros, em uma tentativa de modificar o bom e velho dilema do pneu cheio ou mais vazio. Agora, uma empresa está interessada em exibir uma sofisticada versão, novinha em folha, de um pneu dedicado para bicicletas.
Segundo o Gizmag, a empresa Britek Tire and Rubber está trabalhando nessa ideia há anos, tentando fazer o melhor modelo possível de pneu sem ar para carros, chamado Energy Return Wheel (em tradução livre, roda com retorno de energia).
Uma tira de borracha e uma parede lateral são esticadas sobre um arcabouço interno de hastes e amortecedores que permitem ao pneu perder menos energia em tipos irregulares do terreno, que levariam qualquer pneu de ar a uma forte compressão.
O pneu para bicicletas utiliza o mesmo conceito, mas possui uma forma menor, mais fina e mais leve, obviamente. Os aros são feitos de fibra de carbono, com a borracha bastante esticada por toda a extremidade lateral. Veja só:
Alguns ajustes podem ser feitos para deixar os pneus rodando mais duros ou macios, de acordo com cada tipo de terreno.
Já existem pneus sem ar por aí, que utilizam uma espuma para preencher o lugar onde o ar normalmente estaria, mas alguns imprevistos impediram a divulgação e adoção destas peças no dia a dia. Fatores como custo e durabilidade são consideráveis.