Novidade conta com acesso a conexão GPS e Bluetooth – Luzes também alertam quando velocidade estiver elevada.
Curiosidades na internet
Novidade conta com acesso a conexão GPS e Bluetooth – Luzes também alertam quando velocidade estiver elevada.
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O Google enfim revelou as especificações completas do Google Glass, e com ele uma surpresa ainda inédita no mercado: a gigante das buscas usará um sistema de áudio baseado na transdução por condução. Através das hastes dos óculos, o som será transmitido para o ouvido do usuário por meio de microvibrações em determinados ossos de sua cabeça, sem usar nenhum tipo de alto-falante.
Google Glass usará sistema de som sem alto-falantes (Foto: Divulgação)A divulgação aconteceu nesta segunda-feira (15), em conjunto com a produção das primeiras unidades e a disponibilização da documentação da Mirror API para desenvolvedores.
Além da surpresa do áudio, a tela montada a frente do olho do usuário também chamou atenção. Serão 640 x 360 pixels de resolução que, em proporção, equivaleria a um monitor de 25 polegadas de alta definição colocado a 2,5 metros de distância do espectador.
Junto a isto, os recursos multimídia dos óculos incluem uma câmera de 5 megapixels para fotos, com possibilidade de gravar vídeos em 720p. Já a capacidade de armazenamento total é de 16 GB, dos quais 12 GB serão utilizáveis e sincronizados com o serviço de nuvem da Google. Para se conectar a Internet, ele usará o padrão 802.11 b/g ou o Bluetooth pareado a outros dispositivos.
Segundo o Google, os óculos será compatível com qualquer celular que possua Bluetooth, mas seu funcionamento pode variar de acordo com cada aparelho. Os recursos de SMS e GPS, por exemplo, só serão possíveis através do aplicativo “MyGlass Companion”, que requer Android 4.0.3 ou superior.
Para sustentar todos estes recursos, a bateria terá duração de um dia “de uso típico”, segundo o Google. A companhia lembra, nessa especificação, que recursos como Hangouts e gravação de vídeos podem pedir um uso mais intenso da bateria, que será recarregada via cabo microUSB.
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Tecnologia é capaz de determinar a identidade de um usuário a partir dos padrões de funcionamento do seu cérebro (Foto: Reprodução)Assim como diversas características físicas dos nossos corpos, os padrões de ondas produzidas pelo funcionamento do cérebro de uma pessoa são únicos. O uso desse tipo de assinatura neural foi adaptado pelos cientistas, que criaram um sistema que usa os padrões gerados pela mente do usuário como critério na hora de dar acesso a algum recurso. Em outras palavras, o pensamento acaba virando uma senha.
Para funcionar, o sistema usa um tipo de headset, que é, na verdade, um aparelho de eletroencéfalograma, apenas mais simples do que as complexas – e caras – unidades usadas em centros de diagnóstico de grandes hospitais. O aparelho criado em Berkeley conta com um eletrodo, que monitora os padrões das ondas cerebrais em tempo real. Através de Bluetooth, o sistema se conecta a um computador. Caso os padrões neurais condigam com a identidade do usuário, a máquina permite o acesso.
Ao custo de apenas US$ 100 (aproximadamente R$ 200), o aparelho que lê as ondas cerebrais faz da tecnologia algo possível a curto prazo. Contudo, alguns pontos precisam ser aprimorados: o uso do headset para fazer um simples login, por exemplo, não é a solução ideal. Há, também, questões relacionadas com o nível de precisão do sistema, que necessita ser melhorado, embora, hoje, atinja 99% na hora de determinar a identidade de um usuário a partir das suas ondas cerebrais.
No futuro, um celular poderá ser capaz de perscrutar pensamentos, usando sensores em fones de ouvido, por exemplo, para determinar se o usuário é ele mesmo, dando acesso ao sistema do aparelho, bem como aos logins em redes sociais e serviços diversos na internet. Outros usos da tecnologia podem fazer com que credenciais corporativas sejam legadas aos funcionários de uma empresa a partir do seu padrão de pensamentos.
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A Samsung oficializou nesta quinta-feira (11) a chegada da sua nova linha de foblets, batizada de Galaxy Mega. Os primeiros dois modelos da família, que possuem displays de 5,8 e 6,3 polegadas e hardwares modestos, chegarão a alguns países em maio. A Samsung do Brasil, porém, avisou que não tem informações sobre a chegada dos modelos ao país.
Galaxy Mega 6.3 e 5.8: os novos foblets da Samsung (Foto: Divulgação)O carro chefe da nova linha, chamado Galaxy Mega 6.3, utiliza um display LCD HD (720p), processador Exynos 5250 dual-core de 1,7 GHz, 1,5 GB de memória RAM, bateria de 3.200 mAh e conexão 4G. Apesar de ser um smartphone com tela realmente gigante, as suas especificações são apenas razoáveis, o que deve garantir um preço um pouco menor do que os foblets da linha Galaxy Note, também da Samsung.
O irmão menor Galaxy Mega 5.8 faz uso de um display LCD qHD (960 x 540), processador dual-core de 1,4 GHz, 1,5 GB de memória RAM, bateria de 2.600 mAh e conexão 3G de alta velocidade. O modelo, assim como o irmão maior, possuem um design inspirado no Galaxy S4, mais novo top de linha da fabricante sul-coreana.
O Galaxy Mega 6.3 entre os irmãos S4 e Note 2 (Foto: Divulgação)Os novos foblets saem de fábrica com Android Jelly Bean 4.2, a nova interface Nature UX utilizada no Galaxy S4 e alguns dos recursos que também estrearam no top de linha da companhia, como S Travel, S Translator, Drama Shot e Story Album. Ambos os modelos possuem 8 GB de espaço interno para dados, porta para cartão microSD de até 64 GB e câmera de 8 megapixels. Os foblets possuem ainda Bluetooth 4.0, Wi-Fi, GPS, NFC e o inédito IR Emitter, que transforma o celular em um controle remoto.
De acordo com a Samsung, os modelos chegam primeiro na Europa e Rússia, em maio. A empresa, no entanto, não informou os preços dos novos foblets
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O novo dispositivo móvel deverá se chamar HTC Myst. Rumores indicam que a empresa de Mark Zuckerberg deverá apresentar um novo sistema operacional baseado no Android, e que teria os recursos, informações e ferramentas do Facebook muito expostas no aparelho, incluindo a integração com suas aplicações móveis.
Com base nas supostas especificações do aparelho, o smartphone do Facebook deverá trazer um hardware bom, mas nada surpreendente: display touchscreen de 4,3 polegadas com resolução de 720p, 1GB de memória RAM, processador dual-core Snapdragon S4 (o mesmo do Samsung Galaxy S III), câmera traseira de 5 megapixels e dianteira de 1,6 megapixels, Bluetooth 4.0, LTE eAndroid 4.1.2 Jelly Bean.

A Facebook Home, por sua vez, será uma nova tela inicial em substituição ao padrão do Android. A interface da rede social será equipada com outros recursos como suporte para o TouchWiz (indicando que a tela inicial poderá ser aplicada, futuramente, aos aparelhos Samsung), mudanças nos ícones, botão do Google, Chat Heads, novo formato para os usuários entrarem em contato com seus amigos e integração com os aplicativos do Facebook como Messenger, Poke entre outros.

Por enquanto, nem o Facebook e nem a HTC confirmaram rumores ou se pronunciaram sobre as imagens que vazaram na internet hoje (1). Espera-se que a empresa apresente a nova interface ou aparelho durante seu evento de quinta-feira.
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Cientistas da EPFL, na Suíça, anunciaram na última quarta-feira (20) que estão desenvolvendo um protótipo de implante na pele capaz de fazer exames sanguíneos e enviar os resultados para um smartphone via Bluetooth. Trata-se de um dispositivo minúsculo que, ao ser colocado sob a pele, consegue realizar uma análise laboratorial sanguínea completa, informando desde níveis de açúcar e colesterol até o impacto de tratamentos médicos, como a quimioterapia.
Implante pode, inclusive, previnir ataque cardíaco (Foto: Reprodução/ Engadget)Apesar de pequeno, o aparelho conta com cinco sensores capazes de detectar cinco tipos de proteínas e ácidos orgânicos importantes para indicar o estado de saúde do indivíduo. Além disso, estão integrados no módulo um transmissor de rádio e um sistema de fornecimento de energia. Dessa forma, utiliza-se um adesivo sobre a pele que, além de energizar o implante, recebe as informações e as transmite diretamente para o smartphone (ou tablet) do médico responsável.
De acordo com os cientistas, o dispositivo poderia prever um ataque cardíaco no paciente através da análise das substâncias liberadas pelo coração na corrente sanguínea horas antes do evento. Este protótipo ainda está sendo testado em laboratório, mas está provando ser confiável nos métodos tradicionais de análise. A expectativa dos pesquisadores é de que o sistema esteja comercialmente disponível em quatro anos.
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O Google tem intensificado seus esforços na conclusão de aplicações e recursos para os seus óculos inteligentes, o Google Glass. E nesta quinta-feira (21), a empresa entrou com pedido de registro de nova patente tecnológica para o Glass, que permitirá que os óculos acionem o portão da garagem e até abram a porta da geladeira. As informações são do Engadget.
Com base nas imagens do pedido de patente, acredita-se que o Google deverá reunir recursos de realidade aumentada com conexão sem fio, permitindo que os usuários controlem aparelhos e outros dispositivos conectados em suas casas. Aparentemente, o dispositivo utilizará tecnologias de identificação visual, Bluetooth, RFID e até QR Codes como método para identificar e reconhecer os objetos que podem ser controlados remotamente.
Assim que o Glass reconhecer o objeto, ele disponibilizará informações relacionadas a ele para o usuário incluindo uma interface de controle remoto. Os controles, por sua vez, seriam sobrepostos aos objetos que o usuário deseja controlar com o Glass, e com uma conexão Wi-Fi, por exemplo, os óculos poderão abrir e fechar portões e geladeiras.
Reprodução: Engadget
No começo do mês, o Google apresentou os primeiros aplicativos para o Glass durante a conferência SXSW (South by Southwest) em Austin, no estado norte-americano do Texas. O dispositivo já está em período de pré-venda podendo ser adquirido por US$ 1.500 (R$ 3 mil).
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Acesse:http://www.techmestre.com/aparelho-permite-fazer-com-automovel-fique-mais-inteligente.html
Eficiência no consumo de gasolina e aviso de frenagens ou acelerações bruscas fazem parte da tecnologia
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Galaxy Camera desligada, com a lente retraída (Foto: Pedro Zambarda/TechTudo)Desligado, o aparelho esconde a lente óptica, ficando menor e mais fácil de carregar. O design do produto tem leves curvas nas laterais, facilitando o encaixe da mão na hora de tirar fotografias.
O aparelho tem conectividade Wi-Fi, tipos a, b, g, n e HT40, conexão Bluetooth 4.0, além de suportar 3G. A Galaxy Camera quer ser um dispositivo conectado, que não precisa passar dados de forma burocrática para um computador desktop ou notebook no fim.
Galaxy Camera ligada, com a lente com zoom de até 21x (Foto: Pedro Zambarda/TechTudo)O zoom óptico de 21x da Galaxy Camera faz valer seu investimento, resultando em imagens captadas com boa qualidade. A sensibilidade ISO do gadget pode ser configurada para funcionar no modo automático ou pode ser customizada nos valores de 100, 200, 400, 800, 1.600 e 3.200. O fotógrafo também pode mexer de forma manual no funcionamento do obturador da Galaxy Camera. O sensor de imagem do aparelho é um BSI-CMOS de 16,3 megapixels.
Intuitiva, mexer na Galaxy Camera é como fuçar em um celular Android. É simples utilizar Instagram ou programas de filtros de imagem antes de enviar a fotografia. Ao abrir a loja Google Play ou a Samsung Apps, podemos reparar que a maioria dos aplicativos presentes em outros aparelhos está também neste. E, caso você sinta falta de ligar para alguém, a Samsung garantiu no evento de lançamento que a Camera funciona com Skype.
A traseira da Galaxy Camera: parece até um smartphone (Foto: Divulgação)O vídeo é outro grande atrativo da Galaxy Camera. Ela pode gravar em HD com resolução de 1920×1080 pixels e 30 quadros por segundo (fps). Há também uma opção de gravação em câmera lenta. O vídeo em câmera lenta funciona com uma resolução de 720×480 pixels, portanto, mais fraca, e com 120 quadros por segundo. O espaço interno da Galaxy Camera é de 8 GB. Cartões tipo micro SDSC, micro SDHC ou micro SDXC podem expandir a memória até 64 GB.
A Samsung afirmou que a Galaxy Camera foi criada após muita pesquisa com consumidores. O fato é que o preço da Galaxy Camera é salgado: R$ 2.100.
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Acesse:http://canaltech.com.br/noticia/mwc/MWC-2013-Sony-apresenta-novo-tablet-Android-a-prova-dagua/

A Sony lançou no Mobile World Congress (MWC), evento que está acontecendo esta semana em Barcelona, o seu mais novo modelo de tablet Android, o Sony Xperia Tablet Z, que pesa apenas 495 gramas e tem 0,6 milímetros de espessura. Este é o terceiro modelo de tablet com display de 10,1 polegadas apresentado pela empresa japonesa e promete ser o mais fino e leve da categoria.
Saiba tudo sobre o Mobile World Congress 2013
O Xperia Tablet Z é equipado com processador quad-core Snapdragon S4 Pro de 1,5GHz, 2GB de memória RAM, 16 ou 32GB de armazenamento interno podendo ser expandido com o auxílio de um cartão microSD, tela Reality Display de 10,1 polegadas com resolução Full HD e Mobile BRAVIA Engine 2, câmera traseira de 8 megapixels e dianteira de 2 megapixels, bateria de 6.000mAh com autonomia de até 9 horas, Wi-Fi, Bluetooth, suporte para tecnologia NFC (Near Field Communication) e roda o Android Jelly Bean 4.1.2, que deverá ser atualizado para a nova versão da plataforma antes de seu lançamento.
Reprodução: All Things D
O tablet é à prova d’água e é capaz de permanecer imerso por trinta minutos a uma profundidade máxima de 92 centímetros sem comprometer o seu funcionamento. Além disso, o aparelho possui sistema de áudio S-Force Front Surround 3D e certificação Playstation.
A Sony afirmou que o Xperia Tablet Z estará disponível no mercado mundial na cor preta a partir do segundo semestre de 2013 em duas versões: de 16GB e de 32GB. Os consumidores poderão encontrar o modelo de 16GB por US$ 499 (R$ 980) e o de 32GB por US$ 599 (R$ 1.176) nos EUA.
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