Uma possível cura para a calvície

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Cientistas encontraram uma proteína na qual é responsável pela queda de cabelo, mais conhecida como calvície.

Esta proteína, pode inibir a queda, mas onde já houve a perda do cabelo é irreversível.

Foram realizados testes com o couro cabeludo de mais de 20 homens com queda. Os resultado foi que as áreas calvas revelaram altos níveis da proteína PGD2, três vezes maiores do que as áreas com cabelo.

Por existir em média 10 medicamentos que bloqueiam os receptores de PGD2, a partir, os cientistas poderiam desenvolver um creme ou óleo.

Futuros estudos são esperados para investigar se os inibidores da proteína também poderiam ajudar nos casos de calvície feminina.

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Saiba como combater a queda de cabelos

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Conheça as principais causas e como evitar o problema

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Ao pentearmos os cabelos, é muito comum notarmos um acúmulo dos fios soltos que ficam na escova ou no pente. De acordo com os dermatologistas, essa perda é natural e muito comum. Entretanto, há uma diferença quando a quantidade perdida é muito grande e constante. Portanto, é preciso ficar de olho se os seus cabelos estão caindo demais, pois isso pode ser causado por vários fatores, inclusive por uma alimentação de má qualidade.

A queda de cabelo nas mulheres é um problema muito mais comum do que muitas pessoas imaginam. Algumas vezes são causadas por fatores como o stress e taxa hormonal, mas em outros casos o problema é hereditário.

Por isso, sempre que você notar uma perda grande com tufos mais cheios é importante procurar um dermatologista que irá avaliar o seu caso para chegar a uma definição de tratamento ou prevenção.

Para diagnosticar corretamente a causa da perda de cabelo, o profissional irá avaliar um histórico detalhado. Isto inclui medicamentos que você toma (ou já usou), alergias, antecedentes familiares e dieta, bem como registro de período menstrual, gravidez e menopausa. Além disso, é feito ainda um exame de inspeção no couro cabeludo.

Causas, prevenção e tratamento

De acordo com a dermatologista Fabiane Mulinari Brenner, algumas das principais causas de queda de cabelos em mulheres jovens são as deficiências nutricionais. “Uma das razões mais comuns é a falta de minerais, especialmente a de ferro. Além desse fator, outras doenças como as da tireoide também podem causar o problema. Situações como o período pós-parto ou pós-cirurgias em geral são motivos que também podem agravar a queda dos fios”, explica Fabiane.

No pós-parto, essa perda, também chamada de eflúvio telógeno, acontece porque durante a gravidez há uma concentração maior de estrógeno no organismo. Esse hormônio faz com que os fios fiquem mais fortes durante a fase de crescimento (anágena) por mais tempo. Quando a produção do estrógeno diminui após o nascimento do bebê, os folículos pilosos entram precocemente numa fase de desprendimento (telógena), fazendo com que haja uma queda mais acentuada dos fios.

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A queda de cabelo em mulheres também é muito comum durante e após a menopausa devido a alterações hormonais desse período, que acontece geralmente após os 50 anos de idade. Dietas radicais e alguns medicamentos também podem ser pontos causadores da calvície feminina.

Além dos fatores acima, o stress também é um grande causador de queda de cabelos nas mulheres. Quando estamos estressadas, há um aumento de um neurotransmissor chamado noradrenalina, que interrompe o crescimento do cabelo. Essa ação ligada a outras alterações no sistema imunológico causa inflamações no couro cabeludo, afetando o processo natural do nascimento dos fios.

Para esses casos de queda de cabelos relacionados ao stress, primeiro é preciso investigar a causa psicológica (ansiedade, nervosismo ou depressão). Além disso, é possível fazer uma suplementação com uma substância chamada tirosina, que é um aminoácido que reduz as inflamações, diminuindo a concentração de noradrenalina no couro cabeludo.

Já quando a calvície é hereditária, chamada de alopecia androgenética, o volume da perda é determinado pela predisposição genética da mulher, podendo ser agravada por excesso de hormônio masculino.

De acordo com a dermatologista Fabiane, nesses casos é necessário o uso de medicamentos. “O fator hereditário da calvície feminina ocorre em cerca da metade das mulheres acima dos 50 anos, sendo necessária uma avaliação dermatológica adequada e acompanhamento, pois em geral é preciso tomar medicamentos por longos períodos para evitar a progressão da doença. Estes medicamentos são em geral bloqueadores de hormônio e nem todas as mulheres podem usar”, explica.

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É importante ficar alerta aos sinais da queda. Segundo a dermatologista Fabiane, a perda normal diária é de até 100 fios. Se você notar que está perdendo mais do que isso, é importante procurar ajuda. É claro que você não tem como contar a quantidade de fios que caem. Mas, baseando-se numa mudança drástica de queda — em que os tufos mais espessos saem aos montes durante a lavagem e ao pentear — é possível perceber a perda.

Apesar de serem apontados como vilões, alguns tratamentos de beleza feitos nos salões, como escovas progressivas e tinturas, não influenciam diretamente no problema. De acordo com Fabiane Brenner, esses procedimentos não provocam a queda, e sim a quebra dos fios, o que pode confundir a mulher que fica com a sensação de que os cabelos caíram mais após esses fatores.

Alimentação e vitaminas

Nos casos em que a queda não é causada por fatores genéticos, é possível ajudar a fortalecer os fios e evitar o problema através da alimentação e até a inserção de suplementos vitamínicos na dieta.

A dermatologista Fabiane Brenner recomenda que as mulheres cuidem da reposição de ferro com o aumento no consumo de carnes magras, grãos e vegetais verdes escuros. A ingestão de proteínas é importantíssima para fortalecer os fios. A deficiência de alimentos proteicos pode ser até mesmo ser responsável pela perda capilar feminina em casos extremos.

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Em mulheres que não recebem proteína suficiente, o corpo vai cortar o fornecimento para o cabelo. Afinal, os fios são compostos de 70 a 80% de queratina, que é uma proteína. Por isso uma dieta deficiente nessa substância vai levar a queda de cabelo. Entre as fontes já citadas acima, como a carne, é indicado aproveitar o valor proteico de peixes, além de grãos como a soja e o feijão, por exemplo. Laticínios, nozes e castanhas, além dos ovos, também são fontes importantes.

Suplemento com multivitaminícos também podem ser prescritos por especialistas para complementar as taxas de nutrientes que não são alcançados somente com a alimentação. Entre as vitaminas e minerais mais indicados para ajudar no fortalecimento dos cabelos estão o ferro, zinco, vitaminas E e do complexo B, além de ômega 3.

Para casos mais severos de queda, não sendo genéticos, é possível encontrar tratamentos com laser, loções manipuladas, carboxiterapia ou infiltrações com corticoide. No entanto, sempre procure um dermatologista antes de iniciar qualquer procedimento.

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