Cachorro esperto foi visto circulando em motocicleta com o dono na garupa
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Existem algumas anedotas que a gente ouve por aí que, de tão absurdas, precisamos conferir com os nossos próprios olhos para acreditar que são verdade. Ou você vai dizer que acreditaria em alguém que contasse para você que viu um cachorro pilotando uma moto na rua? Fala sério, não é mesmo? Então, dê uma olhadinha no vídeo abaixo:
Pois, de acordo com informações do site Hypervocal, as imagens foram flagradas em algum lugar da Colômbia, e o carona do cachorro motoqueiro provavelmente foi o responsável por ensinar o bichinho a conduzir a motocicleta. E aí, leitor, acredita agora? Aliás, os dois — tanto o dono como o cão —: o que pensam que estão fazendo, circulando por aí sem usar capacetes?
Confira imagens dos atletas que aproveitaram para chamar a atenção e ganhar destaque com a personalização de seus equipamentos
Fonte da imagem: Reprodução/The Daily Mail
Os Jogos Olímpicos de Sochi acabam de completar uma semana intensa de competições. Depois de ver tantas atrações em meio ao gelo e à neve, já estamos familiarizados com algumas modalidades que não são tão comuns para nós, brasileiros, que estamos acostumados com temperaturas muito mais elevadas do que as que predominam no inverno russo.
E o skeleton é uma dessas tradicionais modalidades de inverno. Semelhante ao luge, o skeleton é um esporte em que os atletas descem em velocidade em uma pista de gelo com a ajuda de um pequeno trenó. E como eles vão deitados, o capacete acaba sendo o equipamento que mais ganha destaque entre os atletas.
Além de uma grande variedade de cores, os capacetes personalizados com os mais variados desenhos chamaram a atenção da mídia internacional. São caveiras, animais, cérebros e muitas outras imagens que permitem que os atletas deem um toque pessoal ao seu uniforme e ganhem destaque nas pistas.
Confira abaixo os capacetes mais legais que apareceram entre os competidores de skeleton em Sochi:
No último século, houve dois marcos na fotografia narcisista. O primeiro foi a invenção do timer automático, que a Kodak começou a vender durante a Primeira Guerra Mundial. O segundo aconteceu alguns anos atrás, com as câmeras em celulares, quando adolescentes ficavam diante de espelhos tirando fotos de si mesmos e depois compartilhavam essas imagens na internet.
A câmera do celular é perfeita para a era das redes sociais. Mas mesmo os smartphones têm uma limitação: alguém precisa segurá-los. Isso não acontece com uma câmera minúscula e de altíssima resolução que decolou para a estratosfera, figurativamente e literalmente, nos últimos anos.
A câmera GoPro, que custa entre US$ 200 (cerca de R$ 400) e US$ 400 (R$ 800), testemunhou o mergulho de 39 km no ar de Felix Baumgartner. Além disso, ela já foi fixada a jatos que viajavam à velocidade Mach 5 e a pranchas de surfe que enfrentavam ondas de 30 metros.
Divulgação/GoPro
Imagens de Divulgação mostra praticante de snowboard equipado com uma câmera GoPro no capacete
A GoPro vendeu 3 milhões de câmeras em três anos. A empresa de pesquisas de mercado IDC disse que isso faz dela a câmera de vídeo mais comprada nos EUA.
Em outubro, a empresa, que começou há dez anos com uma câmera descartável que era presa aos pulsos de surfistas, lançou a Hero3 em clima de celebração.
Como isso aconteceu? Nick Woodman, 37, fundador da empresa, criou a primeira GoPro rudimentar quando foi à Indonésia para surfar. Ele queria fazer fotos de um amigo na água. Mas, só quando virou a câmera ao contrário para fazer fotos dele mesmo, foi que viu o potencial da câmera.
“A grande sacada aconteceu em 2007, quando percebemos que a maior oportunidade não se resumia a fabricar câmeras que fotógrafos podiam prender ao próprio corpo”, contou Woodman. “Era fazer câmeras que as pessoas pudessem prender ao próprio corpo para se fotografarem.”
Nessa mesma época, o Google tinha acabado de comprar o YouTube e sites como o Twitter e o Facebook chegavam ao grande público.
Woodman começou a vender suportes que permitiam que a GoPro fosse acoplada a qualquer coisa: pranchas de surfe, bicicletas, capacetes, arreios corporais e gatos -qualquer coisa mesmo.
O que aconteceu a seguir foi espantoso: as pessoas começaram a desenvolver um relacionamento afetivo com a GoPro. “Os clientes nos davam crédito em seus vídeos e fotos”, conta Woodman.
SEDENTÁRIOS TAMBÉM
Uma busca por “GoPro” feita no YouTube rende mais de meio milhão de vídeos. Milhões de fotos e vídeos lotam as redes sociais, todas assinaladas com o nome da câmera, do mesmo modo como as pessoas assinalam seus amigos.
A câmera está atraindo não apenas os entusiastas dos esportes radicais, mas também as pessoas sedentárias que gostam de assistir a vídeos feitos com a GoPro.
As grandes empresas estão tentando passar à frente da GoPro, mas é possível que tenham chegado com um atraso de dez anos.
“Nos últimos 50 anos, empresas como Nikon e Canon investiram na precisão, que tem seus benefícios, mas também suas limitações”, comentou o fotógrafo Chase Jarvis. “A GoPro é incrivelmente incômoda para esses fabricantes de câmeras de grande nome, e garanto a você que as festas de lançamento de produtos deles têm um clima diferente. A GoPro faz parte de uma outra cultura.”
As técnicas chinesas para disciplinar alunos são extremamente rígidas. Nas escolas, não existe colher de chá: quem não estudou, assume todo o problema e aprende, de uma forma ou de outra, a fazer melhor no próximo ano. Veja essas imagens que saíram no site Techeblog:
Na China é assim. Quer estudar lá? (Imagem: Techeblog)
Para combater a arte de colar na prova, algumas escolas chinesas preferem organizar seus alunos no pátio, em fileras compridas e muito bem espaçadas umas das outras. Olhar para o lado não adiantaria muito, pois a prova do colega mais próximo está a mais de dois metros de distância. E ai de quem não estudou…
Monitoramento com câmeras nas salas de aula e guarda a postos. Não é fácil pra ninguém (Imagem: Techeblog).
Câmeras de segurança são comuns em bancos, lojas, shoppings… mas em escolas? Sim, a tecnologia anti-trapaça nas escolas da China já chegou a tal ponto. O problema são os custos de instalação de um sistema completo de monitoramento, com um guarda especializado em vigiar cada cantinho de cada sala de aula. Exagero ou necessidade?
Crianças fazem prova usando capacetes de pastas para não visualizarem o que está ao lado (Imagem: Techeblog)
As escolas que não possuem um pátio muito grande nem conseguem marcar as provas de todos os alunos em dias em que o pátio está livre resolvem o problema da cola de outra maneira: colocando ‘capacetes’ feitos de pastas na cabeça dos alunos. O dispositivo funciona como as tapas de um animal de tração, o que permite olhar apenas em uma direção, ou melhor, para a prova.
Se um aluno resolver virar a cabeça para espiar a prova do vizinho, chamará bastante a atenção do professor. Afinal, capacetes de pastas não são nada discretos, quanto mais em movimento. Ainda bem que os diretores das escolas não inseriram capacetes de verdade na lista de material escolar das crianças. Ainda.
Será que essa ditadura escolar é mesmo necessária? A China já é famosa no mundo todo pelos seus métodos medonhos de disciplinar crianças, o que para eles é algo extremamente comum e necessário. Formar pessoas sistemáticas e disciplinadas é um mérito, mas talvez isso deva justificar o alto índice de suicídios e distúrbios psiquiátricos em chineses.