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Cientistas acreditam que imagens podem ajudar a prever tempestades solares.
Satélite da missão Iris, da Nasa, capturou detalhes de explosão no Sol (Foto: BBC/Nasa)A missão Iris, da agência espacial americana Nasa, capturou imagens da superfície “borbulhante” do Sol, onde as temperaturas podem chegar a dois bilhões de graus Celsius.
O satélite da Iris detectou explosões de plasma que viajam a centenas de quilômetros por hora.
As descobertas foram apresentadas em um encontro da Sociedade Americana de Geofísica, na cidade de São Francisco.
A equipe acredita que as informações da Iris, missão que foi lançada no começo deste ano, podem ajudá-los a entender melhor – e até mesmo prever – como as explosões no Sol influenciam o “clima no espaço”.
As explosões têm potencial para afetar satélites de comunicação que orbitam a Terra.
“Quando a tempestade solar surge no Sol, como este material vai viajar? Ele vai chegar rápido à Terra ou isso vai acontecer de forma demorada?”, disse à BBC o cientista Scott McIntosh, do Centro Nacional de Pesquisas Atmosféricas em Boulder, no Colorado.
Satélite da missão Iris, da Nasa, capturou detalhes de explosão no Sol (Foto: BBC/Nasa)“A única forma de descobrir isso é compreendendo a detalhada física da atmosfera do Sol.”
As imagens revelam a superfície do Sol borbulhando como se fosse um gigantesco caldeirão.
Colunas de plasma atingem temperaturas de 10 mil a dois milhões de graus Celsius em poucos segundos.
“Uma destas colunas poderia viajar [o equivalente à distância] de Los Angeles a Nova York em poucos segundos. E de repente, em um instante, elas somem. É incrível”, diz McIntosh
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Ideia é criar uma nova forma de salvar lembranças que não use modo visual.
Uma mulher britânica criou uma espécie de câmera capaz de reter odores. A invenção foi batizada de “Madeleine”, em homenagem ao tipo de bolo francês que pelo odor desperta recordações no personagem principal do livro “Em Busca do Tempo Perdido”, de Marcel Proust.
O dispositivo foi feito como trabalho de conclusão de mestrado de Amy Radcliffe, na universidade Central Saint Martins, em Londres. Segundo ela, a ideia era criar uma nova forma de salvar lembranças de modo não visual.
A Madeleine conta com uma cúpula de vidro conectada a um recipiente de cerâmica por meio de dutos. O sensor de odor fica localizado no corpo da câmera, tendo uma resina especial capaz de reter o aroma.

Este é transportado a um laboratório de análise, o qual realiza a reconstituição sintética do mesmo modo que uma foto ampliada. Dessa forma, o cheiro pode ser armazenado em um pequeno frasco.
A ideia é que o frasco seja usado uma única vez, já que os aromas têm menor resistência que outros tipos de memórias
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Thinker Thing utiliza tecnologia para ler as ondas cerebrais das pessoas

Uma startup chilena resolveu investir na impressão 3D e inovou com uma tecnologia para criar uma manifestação física da imaginação das pessoas. O sistema Thinker Thing utiliza um headset para fazer a leitura das ondas cerebrais e conecta com uma impressora 3D para a materialização da imaginação.
De acordo com o site Springwise, especializado em rastrear boas ideias de negócios ao redor do mundo, o protótipo do sistema utiliza um headset denominado Emotiv Epoc para ler as ondas cerebrais da pessoa e detectar as emoções e expressões faciais.
Durante o processo, o usuário visualiza elementos de design em uma tela e as reações são capturadas pelo headset. O usuário ainda pode adicionar ou descartar elementos até chegar o mais próximo do objeto que ele tinha em mente. Em seguida, as informações são enviadas para uma impressora.
O primeiro objeto criado a partir do pensamento foi um monstro laranja. O sistema está em constante evolução e recebeu apoio do programa de financiamento do governo chileno Startup Chile. Os planos da empresa incluem visitas nas escolas para as crianças experimentarem o sistema.
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