Com o aumento do sedentarismo e das longas jornadas em frente ao computador, as doenças da coluna têm se tornado uma preocupação crescente. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 80% da população mundial já teve ou terá dor nas costas em algum momento da vida.
Para prevenir problemas nessa estrutura do nosso corpo, é fundamental adotar algumas práticas. A seguir, o Dr. Lucas Sangoi Alves, especialista em Ortopedia e Traumatologia, revela os cuidados mais importantes para manter a coluna saudável…
Mesmo oferecendo diversos benefícios para a saúde, a musculação ainda rende uma dúvida muito comum entre quem está começando a frequentar a academia: afinal, ela pode fazer mal para a coluna?
Focado no fortalecimento muscular, aumento da resistência e melhora da composição corporal, esse tipo de exercício tem sido cada vez mais buscado. Contudo, por ter o levantamento de peso como uma de suas bases, a técnica precisa do acompanhamento de um profissional para evitar danos à coluna vertebral…
Uma nova tecnologia está sendo testada na Universidade de Louisville, em Kentucky, nos EUA, para devolver os movimentos de algumas partes do corpo a pessoas com paralisia. Por meio de eletrodos posicionados na região lombossacral da coluna, um paciente conseguiu estimular os nervos para recuperar parcialmente os movimentos das pernas.
“O implante devolve o que, em pessoas saudáveis, seria chamado de potencial de descanso da espinha dorsal, a atividade elétrica que mantém a espinha alerta, mas que enfraquece com a falta de uso em pessoas paralisadas. Assim que conseguimos restaurar artificialmente este ímpeto elétrico, a espinha ‘acorda’, registra a intenção do cérebro para mexer as pernas e depois a converte em movimentos para os neurônios”, detalha um artigo médico.
Os 16 eletrodos utilizados nos testes não conferem bom nível de precisão, o que resulta em movimentos bruscos e desastrados. Os cientistas estudam aumentar este número para 27, visando um controle que possa até devolver a habilidade de andar. Além da recuperação do movimento nas pernas, os pacientes disseram ter recuperado funções sexuais, da bexiga e do reto.