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Conheça 8 profissões promissoras na área de tecnologia

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Profissões mais promissoras

(Foto: Reprodução)

A economia não avançou tanto quanto o Governo esperava este ano e 2014 se aproxima carregado de incertezas. No mercado de trabalho, entretanto, algumas áreas despontam com oportunidades de crescimento, parte delas diretamente atreladas à tecnologia. Reproduzimos abaixo 8 das 40 profissões mais promissoras para o ano que vem na opinião de recrutadores de 14 consultorias ouvidas pela Exame.com.

1 – Analista e gerente de TI

Responsáveis pela implantação, acompanhamento e gestão de ferramentas e sistemas eletrônicos em todas as áreas de uma empresa. Formação na área de TI, engenharia ou áreas correlatas.

2 – Gerente e coordenador comercial de tecnologia

Cuida do mercado de aplicativos móveis, que está em franca expansão, identificando parceiros e patrocinadores e zelando pela qualidade da marca. Formação com perfil comercial, além de conhecimento técnico.

3 – Cientista de dados

O profissional do futuro, segundo a IBM. Interpreta o emaranhado de informações que chegam pelos sistemas de computadores e os coloca em contextos em linha com a estratégia da empresa. Formação em estatística com domínio das ferramentas de análise de dados.

4 – Analista de infraestrutura de computação em nuvem

Define os melhores hardwares e softwares para a execução do trabalho de forma funcional. Formação em cursos ligados à área de tecnologia, sem especificações.

5 – Analista/Consultor Funcional SAP (diversos módulos)

Analisa sistemas e processos de negócios, customização e parametrização na gestão corporativa. Há escassez de profissionais especializados, segundo a pesquisa. Formação em áreas de tecnologia e intimidade com projetos do sistema SAP.

6 – Arquiteto de TI

Desenha e escolhe os padrões de arquitetura de sistemas, integração, organização e estruturação de processos e subsistemas. Além da formação em cursos na área de tecnologia, é desejável ter experiência em arquitetura corporativa.

7 – Profissional de TI especializado em e-commerce

O comércio eletrônico brasileiro deve crescer até 30% ante 2012 e registrar faturamento de R$ 30 bilhões. Para suportar a demanda, o setor precisa de profissionais capazes de desenvolver plataformas que suportem o grande volume de compras online. A formação abrange os cursos de TI e áreas relacionadas.

8 – Especialista de marketing com ênfase em redes sociais

Administra a marca na internet e cuida de sua imagem por meio de campanhas de marketing e outras formas de interação com os consumidores. A formação compreende cursos de comunicação –  jornalismo e propaganda – e administração e marketing.

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Nokia quer levar computação em nuvem para dentro dos carros

Acesse:http://olhardigital.uol.com.br/noticia/37204/37204

(Foto: Divulgaç

A Nokia anunciou hoje ter desenvolvido, através da marca Here, um kit de aplicações que garantiriam uma experiência completa de “carro conectado”. A iniciativa tem o objetivo de ligar veículo e motorista à computação em nuvem.

O usuário terá acesso a mapas bem atualizados, mesmo se estiver offline. A solução fornece navegação curva a curva orientada por voz e com suporte em 95 países.

Quando estiver conectado, o carro recebe informações da nuvem sobre tráfego em tempo real. Assim, a pessoa fica sabendo sobre congestionamentos, fechamento de estradas ou qualquer tipo de bloqueio da rota. Também recebe dicas sobre lugares para comer, estacionar, encontrar combustível mais barato e até energia, se tiver um carro elétrico.

As novidades serão apresentados no Salão Internacional do Automóvel de Frankfurt, na Alemanha, a partir de 10 de setembro. Não foram adiantadas data de lançamento ou preços.

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Start-up israelense cria câmera que lê para deficientes visuais

Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/tec/2013/07/1313623-start-up-israelense-cria-camera-que-le-para-deficientes-visuais.shtml

The New York TimesA israelense Liat Negrin, deficiente visual desde a infância, entrou recentemente em uma mercearia, pegou uma lata de legumes e leu seu rótulo usando uma câmera simples e discreta acoplada aos seus óculos.

Negrin, que tem coloboma, má-formação de nascença que perfura a estrutura do olho e afeta cerca de uma em cada 10 mil pessoas, é funcionária da OrCam, start-up israelense que desenvolveu um sistema com câmera destinado a permitir que deficientes visuais se desloquem livremente e “leiam” com facilidade.

O aparelho da OrCam consiste em uma pequena câmera usada de forma semelhante ao Google Glass, conectada por um fino cabo a um computador portátil projetado para caber no bolso do usuário. O sistema fica preso com a ajuda de um pequeno ímã aos óculos do usuário e emprega um alto-falante de condução óssea para descrever em alto e bom som as palavras ou objetos apontados.

Para reconhecer um objeto ou texto, o usuário simplesmente aponta para ele com o dedo, e o aparelho interpreta a cena.

O sistema reconhece um conjunto pré-definido de objetos e permite que o usuário amplie seu acervo –incluindo, por exemplo, o texto de um rótulo ou outdoor, um semáforo ou uma placa de rua– simplesmente acenando com a mão, ou com o próprio objeto, no campo de visão da câmera.

Até agora, assistentes de leitura para cegos e outros deficientes visuais eram aparelhos desajeitados, capazes de reconhecer textos só em ambientes restritos, ou, mais recentemente, aplicativos para smartphones, com capacidade limitada.

Divulgação
OrCam faz óculos que interpretam texto e o vocalizam para pessoas que não podem enxgergar
OrCam faz óculos que interpretam texto e o vocalizam para pessoas que não podem enxgergar

O sistema foi concebido para reconhecer e descrever textos em geral –de jornais a números de ônibus–, além de objetos tão diversos quanto marcos da paisagem, semáforos e rostos de amigos. Ele reconhece textos em inglês.

O aparelho é vendido no site da empresa por US$ 2.500, o preço de um aparelho auditivo mediano.

Ele é diferente de outras tecnologias desenvolvidas para permitir alguma forma de visão a cegos, como o sistema de retina artificial chamado Argus II, fabricado pela Second Sight Medical Products. Esse sistema, aprovado em fevereiro pela FDA (Administração de Alimentos e Drogas dos EUA), permite que sinais visuais contornem a retina danificada e sejam transmitidos para o cérebro.

O dispositivo da OrCam é ainda vastamente diferente do Google Glass, que também oferece uma câmera ao usuário, mas foi concebido para pessoas com visão normal e tem limitações em termos de reconhecimento visual e poder local de computação.

A OrCam foi criada há vários anos por Amnon Shashua, pesquisador e professor de ciência da computação na Universidade Hebraica. A tecnologia se baseia nos algoritmos de visão computadorizada que ele desenvolveu com outro docente, Shai Shalev-Shwartz, e com um ex-aluno dele na pós-graduação, Yonatan Wexler.

O avanço é resultado da rápida melhora dos computadores, que agora podem ser carregados no bolso, e do algoritmo de visão computadorizada desenvolvido pelos cientistas. O sistema OrCam é representativo também das melhorias em sistemas de visão que empregam a inteligência artificial.

A técnica da OrCam, chamada Shareboost, se distingue pelo fato de que, à medida que cresce o número de objetos que ele precisa reconhecer, o sistema minimiza o poder de processamento adicional que é exigido.

“Os desafios são enormes”, disse Wexler, vice-presidente de pesquisa e desenvolvimento da OrCam. “As pessoas que têm baixa visão vão continuar a ter baixa visão, mas queremos aproveitar a informática para ajudá-las.”

Um dos principais desafios, segundo Shashua, é permitir um rápido reconhecimento óptico de caracteres sob condições de luz muito diversas e também sobre superfícies flexíveis.

“Os leitores ópticos profissionais de caracteres hoje funcionam muito bem quando a imagem é boa, mas temos desafios adicionais –precisamos ler o texto sobre superfícies flexíveis, como um jornal na mão”, disse ele.

Embora o sistema possa ser utilizado por cegos, a OrCam planeja inicialmente vender o aparelho nos Estados Unidos a pessoas com deficiências visuais impossíveis de serem adequadamente corrigidas com o uso de óculos.

A OrCam disse que mundialmente há 342 milhões de adultos com deficiência visual significativa, sendo 52 milhões deles com renda de classe média.

Tomaso Poggio, cientista da computação no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), com quem Shashua estudou, ficou impressionado com o aparelho da OrCam. “O que é notável é que o aparelho aprende com o usuário a reconhecer um novo produto”, disse ele. “Isso é mais complexo do que parece, e, como especialista, acho realmente impressionante.

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[Vídeo] O que é Computação na Nuvem?

Acesse:http://canaltech.com.br/o-que-e/computacao-na-nuvem/Video-O-que-e-Computacao-na-Nuvem/

Computação na nuvem

Com certeza você já ouviu falar sobre Cloud Computing, ou simplesmente Computação na nuvem. Mas você sabe como ela funciona e quais são as suas vantagens?

Hoje tudo pode ser feito pela Internet, sem necessidade de instalar nada em seu computador. Quando você acessa sua conta do Google ou do Facebook, por exemplo, tem acesso a diversos serviços armazenados na nuvem. A grande vantagem é ter acessibilidade a qualquer tipo de software, dados ou plataformas utilizando apenas a web.

Para entender melhor os detalhes a respeito do funcionamento dessa tecnologia que está em alta, confira esse vídeo explicativo do Canaltech. E aqui, você vê uma série de reportagens relacionadas à computação em nuvem.

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