Impressionante! Conheça dois polvos que conseguem correr no fundo do mar

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Os GIFs e o vídeo que você vai ver a seguir deixarão seu queixo caído
Impressionante! Conheça dois polvos que conseguem correr no fundo do mar

Já parou para pensar nos animais bizarros que existem por aí? Se você reparar bem, vai ver que há mais bicho estranho nesse mundo do que você suspeitava. O espanto da vez se dá pela existência de um polvo que usa seus tentáculos como se fossem múltiplas perninhas, com as quais ele se locomove no fundo do mar.

Quando o sinal é de alerta, esses polvos são espertos e enrolam seis tentáculos ao redor do corpo para usar os outros dois para correr. Isso mesmo: correr! Estamos falando do Octopus marginatus, conhecido também como “polvo coco”. O apelido veio de uma tática de fuga: quando precisa se esconder, esse animal busca uma casca de coco para usar como escudo.

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Fonte da imagem: Reprodução/HypeScience

Fonte da imagem: Reprodução/HypeScience

 

Desde que foi descoberto em 2005, esse animal é estudado por cientistas com muita atenção, afinal ele é o primeiro molusco capaz de ter movimentos bípedes sem que seu corpo seja sustentado por um esqueleto interno. Além disso, ele é o primeiro animal que conta com o auxílio de instrumentos extras para se proteger – nesse caso, é a casca do coco.

Octopus marginatus não é o único polvo bípede que existe, não! Além dele, há também o Octopus aculeatus,um animal minúsculo capaz de se camuflar com os próprios tentáculos em situações de perigo e, da mesma forma que o “polvo coco”, esse também foge com o auxílio de dois tentáculos, como você pode ver no vídeo abaixo. E aí, você já tinha ouvido falar dessas criaturinhas espertas? O que achou delas?

 

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Cientistas conseguem criar mini-cérebro humano em laboratório

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(Foto: Reprodução)
Cientistas do Instituto de Biotecnologia Molecular de Viena realizaram um feito interessante. Em uma placa de Petri, eles conseguiram criar um cérebro em miniatura em laboratório utilizando células-tronco.
Segundo o artigo da revista científica Nature, os biólogos foram capazes de recriar pequenos pedaços 3D de tecido que se assemelham ao cérebro de um feto de 9 semanas de idade. Seu tamanho fica entre 3 e 4 milímetros.Embora não esteja completamente desenvolvido, o modelo do cérebro já apresenta regiões claras do órgão verdadeiro, como o cortex dorsal e uma retina ainda não amadurecida.

Segundo Juergen Knoblich, coordenador do estudo, as partes do cérebro estão corretamente organizadas, mas não estão conectadas. Ele compara o experimento a “um carro com motor e rodas, mas o motor está no teto. O carro nunca andaria, mas você ainda poderia ver como funciona este motor”, explica ele.

O estudo, segundo os cientistas, é usar estes cérebros criados em laboratório para estudar doenças como a esquizofrenia e o autismo. Cérebros de animais não levaram a estudos conclusivos por serem muito pouco similares aos dos humanos.

Como nota o CNET, cientistas já criaram outras partes do corpo a partir de células-tronco, como um rim e tecido cardíaco, mas nunca algo tão complexo como o cérebro humano. Segundo a Popular Science, a criação é a mais complexa criação in vitro da história.

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Cientistas argentinos conseguem estender em 50% a vida útil dos morangos

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Buenos Aires, 5 ago (EFE).- Cientistas argentinos conseguiram estender em 50% a vida útil dos morangos ao tratá-los com um conservante natural que desenvolveram a partir da carapaça dos camarões, informaram nesta segunda-feira responsáveis pela pesquisa à Agência Efe. O sabor, a umidade, a vitamina C e demais características dos morangos podem durar até 50% mais graças a um conservante natural desenvolvido por pesquisadores do Instituto Nacional de Tecnologia Industrial (Inti) da província de Buenos Aires. “Conseguimos estender a vida útil pós-colheita dos morangos por meio de um recobrimento de quitosana, um conservante natural que obtivemos da casca dos camarões”, explicou o engenheiro químico Fernando Bollini, do Inti, à Efe. A quitosana, um biopolímero sem toxicidade, biocompatível e naturalmente degradável com atividade antimicrobiana, antiviral e antifúngica, tem a capacidade de diminuir a deterioração dos frutos, permitindo assim um maior tempo de armazenamento. Além disso, Bollini explicou que decidiram trabalhar com os morangos porque é uma fruta perecível e porque era importante estender sua vida útil já que têm uma rápida degradação. Cerca de 40% dos morangos que estão no mercado argentino são descartados por má aparência e pela deterioração provocada pelos microorganismos. “Viemos trabalhando nisto há alguns anos, a produção da quitosana já a temos armada, o objetivo é depois aplicá-la a outras frutas e verduras”, acrescentou Bollini. O recobrimento líquido foi aplicado por meio de imersão e pulverização, mas os cientistas esclareceram que têm pensado em trabalhar inclusive antes da colheita, para assim poder estender ainda mais a vida útil das frutas e verduras. EFE sam/rsd”Copyright Efe – Todos os direitos de reprodução e representação são reservados para a Agência Efe.”

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