Colaboradora: Renata Gama

O abono salarial do PIS/Pasep é um dos benefícios mais aguardados de 2022. Os pagamentos estão cada vez mais próximos, acontecem em fevereiro, segundo o calendário do abono salarial do PIS/Pasep 2022…
Colaboradora: Renata Gama

O abono salarial do PIS/Pasep é um dos benefícios mais aguardados de 2022. Os pagamentos estão cada vez mais próximos, acontecem em fevereiro, segundo o calendário do abono salarial do PIS/Pasep 2022…
Acesse:http://www.baboo.com.br/seguranca/como-bloquear-um-celular-roubado/
Como bloquear um celular roubado: usuário precisa do IMEI em mãos
Por mais que pareça algo complexo, é muito simples de ser feito. Mas o primeiro passo é uma atitude preventiva, que deve ser feita pelo dono do aparelho com ele em mãos: descobrir oIMEI (Identificação Internacional de Equipamento Móvel) do gadget.
Para isso, basta digitar no teclado do aparelho *#06# que o código aparecerá. “É como se fosse o chassi do carro, que identifica o celular quando ele está usando a rede de telefonia móvel”, explica a SindiTelebrasil. Com esse número salvo, o usuário pode solicitar que o aparelho seja travado em caso de perda ou roubo.
Nessas ocasiões, ele deve ligar para a operadora de telefonia móvel utilizada, informar o que aconteceu e pedir o bloqueio. Isso pode ser feito independente do aparelho ter sido comprado na loja da operadora, de informática ou pela internet, por exemplo.
A linha telefônica móvel pode ser travada mesmo sem o IMEI, apenas com dados do cadastro do titular – como RG, CPF e endereço –, mas o bloqueio do gadget não. Por segurança, a operadora também orienta o usuário que registre o roubo ou perda em Boletim de Ocorrência (BO) na Polícia Civil.
Os números bloqueados vão para o CEMI (Cadastro de Estações Móveis Impedidas), serviço criado pelas operadoras. Hoje existem cerca de quatro milhões de aparelhos registrados nesse cadastro.
Curiosidades na internet
Diferentes brechas de segurança encontradas nos sites do Banco do Brasil, do Bradesco, do serviço de pagamentos Moip e da Boa Vista Serviços (administradora do cadastro de devedores SCPC) expuseram recentemente dados privados de milhões de pessoas.
Os problemas foram descobertos pelo analista de sistemas Carlos Eduardo Santiago, 21, que os demonstrou à Folha após ter sido ignorado pelas empresas. “Ao Moip, à Boa Vista e ao Bradesco, relatei as questões há cerca de um ano.”
“Descobri o erro do Banco do Brasil no dia 8, mesma data de quando avisei a empresa por meio do SAC, mas fui ignorado. Decidi, então, verificar as outras falhas, e elas ainda existiam”, conta.
A seção de seguros residenciais da agência virtual do Banco do Brasil permitia, até a quinta-feira passada, que qualquer pessoa com acesso à área (cliente segurado pelo banco ou em posse desses dados) visualizasse CPF, nome, endereço, telefone, e-mail, agência e número da conta de outro segurado, por meio de uma simples alteração no código, que pode ser visualizado com qualquer navegador moderno –não demanda ferramenta ou conhecimento avançados.
Segundo Santiago, o número de clientes do Banco do Brasil que foram expostos pelo erro é de 1,85 milhão, estimativa com base na sequência do código dos documentos disponíveis durante pelo menos duas semanas.
Contatada pela Folha na quinta, a companhia solucionou a falha no mesmo dia.
Por meio de sua assessoria de imprensa, o Banco do Brasil disse que “o problema não teve associação com qualquer tipo de transação financeira” e que, por isso, “não trouxe risco para os clientes.”
Um grande número de boletos bancários gerados pelo Bradesco está visível e expõe informações de clientes do banco, como CPF, nome, endereço, agência e número da conta, além do valor e do estabelecimento do pagamento em questão.
Consultada, a companhia disse que esse sistema “é utilizado há mais de dez anos e o banco nunca registrou fraude ou problema de clientes.”
A brecha permite que os documentos sejam encontrados até por meio de uma pesquisa no Google e consiste em uma URL aberta (um link de internet desprotegido). Falha semelhante foi verificada no site do Moip, que presta serviços de pagamento on-line para diversas empresas, e permitia ver o mesmo tipo de dado.
O link desprotegido, que é hospedado pelo Moip, continua disponível, mas a empresa diz não ter responsabilidade sobre ele. “As URLs dos boletos em questão foram disponibilizadas pelos próprios vendedores em seus sites.”
Em sua página, a companhia diz processar 300 mil transações virtuais por mês
Curiosidades na internet
Listagem já soma 275 endereços que devem ser evitados desde 2011.
Há informações com nome da empresa, CNPJ ou CPF.
A Fundação Procon-SP divulgou nesta segunda-feira (22) lista com novos 71 sites não recomendados para compras na internet. Com isso, a listagem do órgão com endereços eletrônicos que devem ser evitados pelo consumidor já soma 275 desde 2011.
A lista está disponível na página do Procon, no link “Evite esses sites” (acesse aqui). Há o endereço eletrônico em ordem alfabética, razão social da empresa e número do CNPJ ou CPF, além da condição de “fora do ar” ou “no ar”.
A Fundação Procon informa que recebeu reclamações desses sites por irregularidades na prática de comércio eletrônico, principalmente por falta de entrega do produto adquirido pelo consumidor, sem resposta deles para a solução do problema.
“Esses fornecedores virtuais não são localizados, inclusive no rastreamento feito no banco de dados de órgãos como Junta Comercial, Receita Federal e Registro BR, responsável pelo registro de domínios no Brasil, o que inviabiliza a solução do problema apresentado pelo consumidor”, diz, em nota, Paulo Arthur Góes, diretor-executivo do Procon-SP.
O diretor salienta que é preocupante a proliferação desses endereços eletrônicos mal- intencionados, que em alguns casos continuam no ar, lesando o consumidor. “Denunciamos os casos ao Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC) e ao Comitê Gestor da Internet (CGI), que controla o registro de domínios no Brasil, mas o mais importante é que o consumidor consulte essa lista antes de fechar uma compra pela internet”, salienta, na nota.
Curiosidades na internet
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