Na última segunda-feira, 11, um peixe de tamanho colossal (com quase seis metros de cumprimento) foi capturado por pescadores da cidade de Arica, no Chile. O peixe raro é conhecido como peixe-remo ou regaleco e foi içado pela cabeça até terra firme.
Logo que a cidade soube da captura, civis se reuniram no local para observar o animal e muitas filmagens foram feitas registrando o peixe de topete vermelho no topo de sua cabeça e de um corpo completamente sem escamas…
Veja as imagens da chamada caravela-portuguesa que mais se parece com um balão cheio de ar
Fonte da imagem: Reprodução/Youtube
A natureza está sempre nos presenteando com animais incríveis, mostrando que ainda existem muitas criaturas que não conhecemos e nem fazemos ideia de onde elas possam vir.
Pois uma dessas criaturas surpreendeu alguns banhistas da praia de Olivença, na Bahia, no verão passado. A estrutura era roxa e parecida com um balão cheio, que despertou a nossa curiosidade para conhecê-la um pouco melhor e apresentá-la a vocês.
O organismo em questão é a chamada caravela-portuguesa (ou barco-de-guerra-português) — Physalia physalis — que, na verdade, não é uma água-viva, e sim uma colônia de animais do grupo dos cnidários e da ordem das Siphonophoras.
Colônia
À primeira vista, ela se parece como um animal único mesmo, mas é formada por quatro pólipos ligados entre si, que não podem sobreviver independentemente. São eles: o pneumatóforo (a parte que você vê cheia de ar), os domonoctozooides (que formam os tentáculos), os gastrozooides (que formam os “estômagos” da colônia) e os gonozooides (que produzem os gametas para a reprodução).
O que mais chamou a atenção dos banhistas na praia baiana, além de sua transparência e forma inflada, foi a sua cor arroxeada muito bonita. Veja abaixo o vídeo completo:
A espécie também pode ser mais azulada e possui tentáculos cheios de células urticantes, o que pode ser perigoso para os humanos, mas não faz mal algum para a tartaruga-marinha, que é imune ao veneno e aprecia a caravela-portuguesa como parte de sua alimentação. Quem sabe você também não encontra uma dessas durante este verão?
A comunidade científica internacional tenta encontrar uma explicação para o cadáver de uma estranha criatura marinha, encontrada nas praias de Almería, na Espanha. De acordo com especialistas locais, não foi possível identificar o animal. O corpo foi encontrado por banhistas há cerca de duas semanas, com quatro ou cinco metros de comprimento, flutuando na água. O animal também parecia possuir chifres.
Depois de comunicar o achado ao serviço de emergência, os representantes dos serviços responsáveis pela fauna marinha deram início à análise dos restos orgânicos da criatura, que exibia sinais de decomposição avançada. Em um primeiro exame, os especialistas alegaram que nunca haviam visto um animal semelhante, longe de ser um cetáceo comum. Em um segundo momento, especulou-se que se tratava de um tipo de tubarão, o que também, em seguida, foi descartado por análises posteriores.
O certo é que, como não se trata de nenhum animal reconhecido pela ciência, e por conta do seu avançado estado de decomposição, o estranho bicho foi enterrado em um lugar não revelado, longe dos olhares dos curiosos. Infelizmente, ninguém quis arcar com os altos custos para a realização de um exame de DNA, de modo que este misterioso ser se tornou um verdadeiro quebra-cabeças para a ciência.