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Curiosidades na internet

  • Físicos encontram provável ‘partícula de Deus’

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/1114815-fisicos-encontram-provavel-particula-de-deus.shtml

    Após anos de espera, imprevistos, problemas técnicos e muito suor, os físicos do LHC (Grande Colisor de Hádrons), maior acelerador de partículas do mundo, anunciaram a descoberta de uma nova partícula. E eles acreditam que seja o famoso bóson de Higgs.

    Entenda o que Deus tem a ver com o bóson de Higgs
    Brasil avança em acordo para fazer parte do Cern
    Rafael Garcia escreve no blog sobre expectativa do anúncio

    Caso isso seja confirmado, será o coroamento da teoria científica mais bem-sucedida de todos os tempos –o chamado Modelo Padrão, que explica como se comportam todos os componentes e forças existentes na natureza, salvo a gravidade (explicada pela relatividade geral).

    Contudo, cabe atenção para a formulação cuidadosa das afirmações dos pesquisadores.

    Físicos encontram provável ‘partícula de Deus’

    A confirmação da nova partícula é resultado das pesquisas que têm sido realizadas no maior acelerador de partículas do mundo, o LHC (Grande Colisor de Hádrons) Leia Mais

    Em seu último relatório, no fim do ano passado, eles já sugeriam ter encontrado algo, mas não descartavam um alarme falso.

    Agora, eles já cravam categoricamente a existência da nova partícula. Só não admitem com todas as letras que se trata da almejada “partícula de Deus”.

    “Apesar de os eventos [de colisões de partículas no acelerador] sugerirem que estejamos diante do bóson de Higgs, a confirmação de que se trata realmente da partícula predita requer mais medidas comparativas”, afirma Sérgio Novaes, físico da Unesp (Universidade Estadual Paulista) e membro da Colaboração CMS, um dos dois experimentos do LHC que servem de base para o anúncio.

    Ossos do ofício, num esforço que envolve análise de dados de milhões de colisões de partículas para que, estatisticamente, seja possível chegar a alguma conclusão definitiva.

    De toda forma, o novo achado dá toda pinta de que se trata mesmo do almejado bóson.

    O anúncio da descoberta foi feito num evento realizado às 4h (de Brasília) desta quarta-feira, transmitido ao vivo pela internet da sede do Cern (Organização Europeia para Pesquisa Nuclear), em Genebra, Suíça, para a abertura da 36ª Conferência Internacional em Física de Altas Energias, em Melbourne, Austrália.

    Dirigindo-se aos cientistas reunidos no auditório, o diretor-geral do Cern, Rolf-Dieter Heuer, fez uma pergunta: “Como leigo, eu diria que eu acho que conseguimos. Vocês concordam?”. Uma ovação respondeu que sim.

    Editoria de Arte/Folhapress

    Entre os convidados no auditório estava ninguém menos que o escocês Peter Higgs, 83 anos, físico que propôs (simultaneamente a outros) na década de 1960 um mecanismo de como as partículas adquirem sua massa e, com isso, emprestou seu nome ao famoso bóson.

    Claramente emocionado, com os olhos marejados, Higgs disse aos colegas: “É incrível que isso tenha acontecido durante a minha vida”.

    Higgs reconheceu o mérito do LHC, um acelerador de partículas de 27 quilômetros, construído de forma circular e subterrânea na região da fronteira franco-suíça.

    Em nota, o cientista acrescentou: “Nunca esperei que isso fosse acontecer na minha vida, e devo pedir à minha família para colocar champanhe na geladeira.”

    SEM ERRO

    Os cientistas descartam a essa altura que alguma flutuação estatística seja responsável pelo achado.

    A probabilidade de não ser uma nova partícula, e sim algum engano, é de menos de 1 em 1,7 milhão. Cometer um erro desses é tão improvável quanto ganhar na loteria.

    Ainda mais porque o resultado é confirmado pela combinação de dois experimentos do LHC Atlas e CMS e está alinhado com os dados obtidos pelo Fermilab, nos Estados Unidos, com seu antigo acelerador Tevatron, hoje desativado.

    CONCORRÊNCIA

    Na segunda-feira, os americanos chegaram a divulgar suas últimas análises dos velhos dados, que mostravam a indicação de uma partícula com as características do bóson de Higgs e uma energia entre 115 e 135 giga-elétronvolts (GeV), com 90% de confiança.

    Entretanto, ainda estava longe do grau de exigência da comunidade para tratar o resultado como uma descoberta.

    Fabrice Coffrini/France Presse
    O físico escocês Peter Higgs, que propôs um mecanismo de como as partículas adquirem sua massa
    O físico escocês Peter Higgs, que propôs um mecanismo de como as partículas adquirem sua massa

    Somente agora, com os resultados do LHC é possível cravar a existência da nova partícula, com energia de 125 GeV.

    FIM OU RECOMEÇO?

    A descoberta do Higgs há anos é apresentada como a principal motivação para a construção do LHC. Agora que a partícula provavelmente foi encontrada, pode ficar para o público uma sensação de vazio. Mas o sentimento não é compartilhado pelos físicos.

    “Em primeiro lugar, há um equívoco em associar o LHC só ao bóson de Higgs”, afirma Ronald Shellard, físico de partículas do CBPF (Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas) e vice-presidente da SBF (Sociedade Brasileira de Física).

    “Todos concordamos que o bóson de Higgs não vale US$ 10 bilhões. Essa máquina, o LHC, foi concebida para explorar o Universo além do Modelo Padrão. A descoberta do Higgs coroa o maior feito intelectual da história da humanidade até agora, uma teoria que explica uma infinidade de fenômenos naturais”, disse. “Mas, para o LHC, ela é apenas o começo.”

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  • Impressões do Nintendo 3DS XL

    Acesse:http://mynintendonews.com/2012/06/26/nintendo-3ds-xl-impressions-appear-online/

    Ele aparece como Nintendo Europa já começou deixando a imprensa fica hands-on com o recém-anunciado Nintendo 3DS XL. Francês local Puissance Nintendo conseguiu algum tempo com o dispositivo, e foram incrivelmente impressionado com o que viram. Eis suas impressões traduzidas:

    • Tela grande
    • Melhor ângulo de visão
    • Efeito 3D parece melhor / mais eficaz / mais natural
    • Modo 2D parece melhor do 3DS regulares
    • Imagem fica melhor / mais suave (eles assumem pode haver alguma certeza de filtro, mas não)
    • O grip (cantos arredondados) se encaixam perfeitamente
    • Unidade se encaixa melhor nas mãos (eles se perguntam se ele deveria ter sido o principal projeto em primeiro lugar)
    • Unidade é mais leve do que o esperado
    • Há um casaco na unidade (não totalmente fosca), que lhe dá um “deluxe plástico imitando metal” olhar
    • Não tenho certeza com o som como o quarto era muito barulhento

    Obs.: Caso haja erros de português e de concordância são devido a este texto ter sido traduzido “automaticamente” pelo serviço de tradução on-line gratuito que traduz instantaneamente textos e páginas da web.

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  • Twitter enfrenta o mesmo dilema como o New York Times

    Acesse:http://gigaom.com/2012/07/03/twitter-faces-the-same-dilemma-as-the-new-york-times/

    Houve muita coisa escrita recentemente sobre o Twitter e as escolhas que parece estar a fazer sobre o futuro da rede , embora a natureza exata dessas escolhas permanece envolta em mistério. Alguns dizem que o Twitter fez a escolha errada quando decidiu se concentrar em publicidade como um modelo de negócio, ao invés de expandir o seu estatuto como uma plataforma aberta para os outros a construir, enquanto outros argumentam que fazer isso era a única jogada possível a empresa poderia fazer se ele queria construir um negócio. De muitas maneiras, este dilema é o mesmo que enfrenta muitas empresas de mídia (que não é surpreendente, uma vez que temosargumentado que o Twitter é uma forma eficaz ) – ou seja, quanto você deve ser uma plataforma, e quanto você deve ser um destino?

    Como empresário Dalton Caldwell observou, em algum momento durante os últimos dois anos, o Twitter fez uma decisão deliberada de não enfatizar a sua natureza como uma plataforma com uma API totalmente aberto que permitia aos desenvolvedores adicionar funcionalidade para o serviço. É fascinante olhar agora para um post que agora CEO Dick Costolo escreveu no blog do Twitter em 2010, no qual ele descreve o que parece ser um futuro muito diferente do Twitter uma exerceu – um em que um novo recurso chamado “Anotações “permitiria que a rede funcione como um utilitário de informação em tempo real, que outros serviços poderiam construir em suas ofertas :

    Nós continuaremos a avançar o mais rapidamente possível para entregar a capacidade de Anotações ao mercado para que os desenvolvedores podem criar em todos os lugares inovadores novas soluções de negócios na plataforma Twitter crescendo.

    Twitter escolheu publicidade sobre o ser uma plataforma

    Embora o Twitter tem implementado algumas funções agregado que permitem oferecer coisas como os novos tweets expandidas “apresentam -se actualmente a implantar-se, Anotações, como era originalmente descrito nunca veio a ser. Em vez disso, a empresa optou por concentrar todos os seus esforços em tornar-se uma plataforma de publicidade, com recursos como “tweets promovidos” e “Tendências promovida”, e parcerias com grandes marcas e players de mídia como a Coca-Cola e MTV. E quanto mais ele se concentrou em publicidade, mais ela confrontou os tipos de desafios que as empresas de mídia de todos os tipos são enfrentados.

    Não é só a publicidade como um modelo de negócio que é o desafio central para o Twitter, no entanto, como é para outras empresas de mídia tradicional como o New York Times . É a tensão inerente entre os dois potenciais futuros que Caldwell menciona em sua mensagem : a de que o Twitter é uma plataforma aberta com um API robusto que permite que outros jogadores de todos os tipos de construir em cima da rede – transformando-o em uma espécie de em tempo real utilidade de distribuição de notícias e informações ou provedor de encanamento – e aquele onde a empresa torna-se um player de mídia em seu próprio direito, controlando o acesso a essa informação tão firmemente quanto possível , e monetizar a atenção em torno de que a informação através da publicidade.

    The New York Times tem experimentado com APIs abertas , que dão acesso desenvolvedores fora a seus dados para uso em serviços de terceiros ou recursos, e por isso têm uma série de outros jornais e empresas de mídia, tais como EUA Hoje e Rádio Pública Nacional. Mas o jogador de mídia tradicional que teve essa idéia o mais distante é The Guardian jornal na Grã-Bretanha (ver divulgação abaixo) – que lançou uma “plataforma aberta” projeto em 2010 , oferecendo todos os seus dados para desenvolvedores externos através de uma API. Fazendo isso tem sido uma parte fundamental do conceito de editor-chefe Alan Rusbridger de “jornalismo livre”.

    Pode uma empresa de mídia sobreviver como uma plataforma aberta?

    Em poucas palavras, o The Guardian ‘s projeto de plataforma aberta oferece aos desenvolvedores e serviços de terceiros pleno acesso a histórias do jornal e outros dados , e eles podem pagar para que o acesso de duas maneiras: eles podem pagar uma taxa de licenciamento para a dados, ou eles podem permitir que o Guardião para inserir publicidade no fluxo de conteúdo que eles recebem. Isto é muito semelhante à visão de futuro do Twitter que empresário Nova Spivack detalhado após Twitter deu seu aviso , um que envolveria o serviço, quer através da cobrança de usuários e serviços diretamente para o acesso ao “firehose” de dados da rede, ou monetizar isso inserção de anúncios no feed.

    Twitter não pode criar conteúdo em si, mas os movimentos recentes que fez – se é o lançamento de “curadoria” de serviços com base na sua aquisição de Summify, ou a criação de serviços editoriais novos construídos em torno de experiências como a corrida da NASCAR recente, ou o foco em novos recursos, como tweets expandidos “- são movidos pelo mesmo impulso como qualquer coisa que os New York Times ou qualquer outra empresa de mídia faz: isto é, um desejo de comandar (e / ou seduzir) a atenção dos usuários e encaminhá-los para o plataforma da empresa, se isso é um jornal impresso ou um site como o Twitter.com. E o objetivo fundamental de fazer isso é para rentabilizar o que a atenção ao vendê-lo para os anunciantes.

    É possível que uma entidade de mídia ao mesmo tempo, ser uma plataforma aberta e um destino? The Guardian teve algum sucesso com a sua plataforma aberta, mas o quanto não é muito conhecido, e certamente não é o suficiente para parar os enormes prejuízos financeiros o papel está passando – o que não vai preencher uma empresa como o Twitter com confiança, especialmente quando se está tentando justificar uma valorização de quase US $ 10 bilhões. E assim o futuro da rede parece cada vez mais como a de uma entidade de mídia tradicional, perseguindo os mesmos olhos que todos, desde Facebook para Google também estão buscando.

    Divulgação : Guardian News and Media Ltd., empresa controladora do jornal The Guardian, é um investidor na empresa-mãe deste blog, Giga Omni Media.

    Post e imagens em miniatura de cortesia do Flickr usuários Fabio Venni e jphilipg.

    Obs.: Caso haja erros de português e de concordância são devido a este texto ter sido traduzido “automaticamente” pelo serviço de tradução on-line gratuito que traduz instantaneamente textos e páginas da web.

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  • Netflix se tornou a maior rede de TV a cabo

    Acesse:http://gigaom.com/video/netflix-june-one-billion-hours/

    Assinantes da Netflix visto mais de um bilhão de horas de vídeo em junho, de acordo com o CEO da empresa Reed Hastings. Isso significa que os assinantes norte-americanos assistiram cerca de 80 minutos de Netflix por dia no mês passado, o que torna o serviço mais popular do que qualquer rede tradicional cabo dos EUA, estimado BTIG analista Richard Greenfield.

    Hastings revelou o novo número em um post Facebook público manhã de terça , que também tinha lhe felicitar a empresa principais conteúdo Sarandos oficial de Ted:

    “Parabéns para Ted Sarandos, e sua equipe de licenciamento incrível conteúdo. Netflix visualização mensal ultrapassou 1 bilhão de horas para a primeira vez em junho. Quando House of Cards e estréia Arrested Development, vamos explodir esses registros de distância. Continue indo, Ted, precisamos ainda mais! “

    Greenfield tomou a si para fazer um pouco de back-of-the math envelope com base nesse número para um blog post terça-feira (registo necessário), e estimou que 90 por cento do que a visão se originou em os EUA Ele também sugeriu que a Netflix teve cerca de 24 milhões de assinantes nos Estados Unidos em junho – Nós não sabemos o número exato até que a empresa divulga seus resultados trimestrais no final deste mês. Com base nesses números, estima-se que Greenfield assinantes norte-americanos assistiram a uma média de 80 minutos de Netflix todos os dias no mês passado.

    Isso coloca o serviço lá em cima com muitas redes de TV tradicionais, e de fato poderia torná-lo mais popular do que todas as redes de cabo dos EUA. Nós não temos números de audiência de Junho de a maioria das redes de cabo ainda, mas com base nas tendências anteriores, ele concluiu que a Netflix foi a rede de cabo mais visto no mês passado.Igualmente impressionante: Em casas que têm Netflix, ele ainda bate redes de televisão como CBS e ABC.

    Netflix há muito tempo não se posicionou como um cabo de assassino, mas uma rede de cabo-like, competindo com a HBO e Showtime, em oposição à TV em si.Independentemente destas semântica, os números recentes mostram que a Netflix está definitivamente começando a comer em partes das redes de cabo de mercado.

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  • Nintendo está estabelecendo uma relação de confiança com desenvolvedores de terceiros

    Acesse:http://mynintendonews.com/2012/07/03/nintendo-is-establishing-a-trusting-relationship-with-third-party-developers/

    Presidente da Nintendo, Satoru Iwata admite que, em comparação com outros consoles, o Wii não tem muitos de qualidade jogos de terceiros. Iwata acredita que, embora haja alguns de qualidade de terceiros jogos no Wii, “Nintendo usa funções do hardware melhor do que o desenvolvido por terceiros.”

    Iwata é certo que isso vai mudar com o Wii U porque a Nintendo está oferecendo desenvolvedores de terceiros com novas informações constante sobre suas plataformas próximas para que eles possam estabelecer uma “relação de confiança com os desenvolvedores de terceiros.” Iwata assegura que a Nintendo está trabalhando duro para melhorar suporte de terceiros para Wii U.

    “Nós não pensamos Nintendo só é capaz de desenvolver todo o tipo de software para satisfazer todos os consumidores. Portanto, estamos trabalhando para melhorar o ambiente de desenvolvimento para permitir que muitos jogos como criadores de design que se aproveitam das características de um determinado hardware possível. Uma delas é estabelecer uma relação de confiança com os desenvolvedores de terceiros e fornecer-lhes informações sobre uma nova plataforma para que eles possam começar a criar jogos em simultâneo com os da Nintendo. Como temos sido capazes de construir tal relacionamento com terceiros partidos mais do que antes, era menos freqüentemente dito para o Nintendo 3DS que os jogos de Nintendo disponíveis no lançamento da nova plataforma eram mais sofisticados do que os de terceiros. Estamos trabalhando para melhorar ainda mais a situação para o U. Wii “

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  • App da Amazon traz Fluxo de código de barras e Realidade Aumentada para os usuários do Android

    Acesse:http://techcrunch.com/2012/07/02/amazons-flow-app-brings-barcode-scanning-augmented-reality-to-android-users/

    amazon-fluxo

    Amazon fluxo , o código de barras de digitalização / app realidade aumentada subsidiária da Amazon A9.com , chegou no Android hoje, após sua estréia iOS novembro 2011 . Para refrescar sua memória, o aplicativo permite que os clientes verificar coisas como CDs, DVDs, livros, brinquedos, videogames e muito mais usando sua câmera do smartphone, a fim de exibir detalhes do produto e informações de preço.

    Código de barras, no entanto, não é exclusiva do Fluxo de Amazônia – o recurso também está disponível no aplicativo da Amazon emblemática, que é o mais popular dos dois. Mas o fluxo faz algo especial – ele suporta uma visão de realidade aumentada de alguns produtos, que utiliza técnicas de reconhecimento de imagens para mostrar trailers e previews de outras mídias.

    Enquanto não está disponível para todos os produtos suportados no fluxo, a visão AR integra um visor de câmera ao vivo com sobreposições gráficas. A idéia é que, embora considerando a compra de um DVD, por exemplo, você poderia tirar o telefone e “scan” a tampa para iniciar o trailer.Na prática, o processo para fazê-lo não é realmente mais fácil ou mais complicado do que a varredura do código de barras, por isso é mais vistoso do que uma opção de conveniência verdade, para ser honesto.

    Apesar de não ser primeiro a obter a aplicação, os usuários do Android estão recebendo uma característica da versão iOS  falta – suporte para códigos QR. (A versão atual do aplicativo suporta apenas UPC códigos de barras.) Com esta opção, o aplicativo se torna muito mais prático. QR Codes, encontrados em anúncios, em revistas, cartazes de filmes e muito mais permitir que os usuários móveis não verificação preço justo, mas também executar ações como sites de lançamento, que se conectam a redes Wi-Fi, ou adicionar contactos à sua lista de endereços. Provavelmente, o recurso de código QR vai fazer o seu caminho sobre a iOS em uma versão posterior, que, em seguida, posiciona contra titulares como  RedLaser eBay  e comparação app compras  ShopSavvy.

    O aplicativo já está disponível na Appstore da Amazon e da Android Market Google Play store.

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  • Microsoft apura mira contra parceiros fabricantes de computadores

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/tec/1110268-microsoft-apura-mira-contra-parceiros-fabricantes-de-computadores.shtml

    The New York TimesMais ou menos quando o iPad foi lançado, dois anos atrás, os executivos da Microsoft descobriram com algum espanto até onde a Apple estava disposta a ir a fim de garantir vantagem para um de seus produtos.

    A Microsoft descobriu via fontes setoriais que a Apple havia adquirido grandes volumes de alumínio de alta qualidade de uma mina na Austrália a fim de produzir a estrutura que caracteriza seu iPad.

    Os executivos se espantaram com a disposição da Apple de percorrer toda a cadeia de suprimento a fim de garantir materiais inovadores para o iPad, e de, depois de fazê-lo, tentar garantir toda a oferta desses suprimentos disponível no mercado.

    Os executivos da Microsoft estavam preocupados porque os fabricantes de computadores pessoais não pareciam fazer esse mesmo tipo de aposta, disse um ex-funcionário da Microsoft, sob condição de anonimato.

    O incidente foi um dos muitos, nos últimos anos que gradualmente convenceram a Microsoft a criar um tablet próprio, exibido pela primeira vez na semana passada. A decisão foi a prova mais contundente do atrito que existe entre a Microsoft e seus parceiros fabricantes de computadores.

    SURFACE NO FIM DO TÚNEL

    É a primeira vez em quase quatro décadas de história da companhia que ela venderá hardware de computação diretamente, concorrendo com os fabricantes de computadores que são os maiores clientes de seu sistema operacional Windows.

    Para os fabricantes de hardware, o mercado de computadores vêm sendo um desafio há muito tempo, porque a Microsoft e a Intel, fabricante dos microprocessadores que acionam a maioria dos computadores, costumam ficar com a maior parte dos lucros do setor, deixando apenas uma fatia magra para os fabricantes.

    Estes pagam taxas salgadas de licenciamento à Microsoft pelo Windows, o que os pressiona a fabricar computadores pelo menor custo possível, usando componentes genéricos.

    Divulgação
    Surface e capas Touch Cover, de 3 mm de espessura; a Type Cover, de 5 mm, é mais próxima de teclados de PC
    Surface e capas Touch Cover, de 3 mm de espessura; a Type Cover, de 5 mm, é mais próxima de teclados de PC

    Isso limita sua capacidade para assumir os riscos de inovação de hardware que ajudaram a definir o iPad. Além disso, com o iPad, a Apple provou que existem vantagens significativas para o projeto combinado de hardware e software. Em empresas separadas, com cada qual seguindo suas prioridades, integrar hardware e software pode se provar mais complicado.

    “Existe uma estrutura de parceria na qual os parceiros não têm oxigênio para serem inovadores”, disse Lou Mazzuchelli, executivo de um fundo de capital para empreendimentos e ex-analista de tecnologia. “Acredito que a Microsoft estava encurralada. Se não agissem logo, a vantagem da Apple se tornaria grande demais e recuperar o atraso se provaria quase impossível.”

    Steven Guggenheimer, vice-presidente da Microsoft, afirmou em comunicado que os parceiros da hardware da empresa não haviam influenciado sua decisão de criar um tablet próprio. “A Microsoft tem imenso respeito por nossos parceiros de hardware e pela inovação que propiciam no ecossistema do Windows”, afirmou o executivo. “Esperamos com ansiedade pela gama incrível de novos aparelhos que eles estão criando para o Windows 8.”

    ÁGUA E ÓLEO –OU QUASE ISSO

    Uma das melhores ilustrações de como a Microsoft chegou à decisão de criar seu novo tablet, o Surface, é o relacionamento ocasionalmente conflituoso que mantém com a Hewlett-Packard, maior fabricante mundial de computadores. Antes mesmo do anúncio do iPad, no começo de 2010, os executivos da Microsoft estavam cientes de que os computadores estavam à beira de uma transformação, adotando telas de toque para controle em lugar de teclados e mouses.

    Joe Klamar/France Presse
    Surface nas mãos do CEO da Microsoft, Steve Ballmer
    Surface nas mãos do CEO da Microsoft, Steve Ballmer

    Uma década antes, Bill Gates, o presidente do conselho da Microsoft, havia introduzido um predecessor do iPad, chamado Tablet PC, mas o produto, fabricado por empresas de hardware, não era muito eficiente. Foi um fiasco.

    Em 2007, o iPhone abriu os olhos do setor de tecnologia para as possibilidades de aparelhos portáteis com telas de toque. A Microsoft incluiu algumas capacidades primárias de controle por toque no Windows 7, sistema operacional lançado em 2009, ainda que poucos usuários dispusessem de computadores que pudessem empregar esses recursos.

    Com a intensificação dos boatos quanto ao lançamento do iPad pela Apple, HP e Microsoft estavam correndo para criar um novo tablet, cujo protótipo Steve Ballmer, presidente-executivo da Microsoft, exibiu durante uma palestra na feira de eletrônica Consumer Electronics Show, em Las Vegas, em 6 de janeiro de 2010.

    “A FÉ DESAPARECEU”

    Mas quando chegou a hora de produzir o aparelho em sua forma definitiva, o tablet da HP –mais tarde batizado HP Slate 500–, começou a mudar para pior, de acordo com o antigo funcionário da Microsoft e com um antigo executivo da HP que trabalhou no projeto e também pediu anonimato. Embora o visual inicial do projeto tenha impressionado muita gente nas duas empresas, o produto terminou “completamente arruinado” quando a divisão industrial da HP começou a encomendar os componentes industriais do aparelho, disse o ex-funcionário da Microsoft.

    No final do processo, da HP tinha um tablet espesso, com um processador Intel que gerava aquecimento acessivo, e o software e o hardware da tela não funcionavam bem juntos, causando demora sempre que um usuário tentava usar a tela de toque. “Seria como dirigir um carro que não faz a curva quando você gira o volante”, disse o ex-executivo da HP.

    Divulgação
    HP Slate 2, sucessor do problemático Slate 500
    HP Slate 2, sucessor do problemático Slate 500

    Essa espécie de problema era inaceitável, especialmente depois que Steve Jobs, então presidente-executivo da Apple, mostrou o primeiro iPad, atraindo resenhas muito positivas, apenas três semanas antes da apresentação do aparelho da HP.

    A Microsoft trabalhou com outros parceiros de hardware a fim de desenvolver produtos capazes de concorrer com o iPad, mas encontrou desacordos quanto a design e preços. “A fé desapareceu”, da parte da Microsoft quanto aos seus parceiros de hardware, de acordo com outro antigo executivo da empresa. Entre os profissionais decepcionados estava Steven Sinofsky, o poderoso presidente da divisão Windows.

    A HP ficou furiosa com a Microsoft por esta não fazer o suficiente para desenvolver um software Windows mais adaptado a aparelhos dotados de telas de toque. Os executivos se queixaram de que o software para o teclado virtual do Windows 7 não funcionava bem, e que os ícones na tela eram pequenos demais para que fosse possível digitá-los.

    A Microsoft se recusou a dedicar recursos significativos para ajudar a HP, em parte porque a empresa estava dedicando sua energia ao Windows 8, uma nova versão de seu sistema operacional que estava sendo desenvolvida especificamente para acionar aparelhos equipados com telas de toque.

    Um outro antigo funcionário da HP afirmou que a empresa e outros fabricantes de computadores precisavam de mais inovação da parte da Microsoft. Ele disse que os fabricantes de computadores consideram as taxas de licenciamento pagas pelo Windows como subsídio à pesquisa e desenvolvimento da Microsoft, um investimento que lhes permitiria desenvolver produtos lucrativos.

    Henry Gomez, porta-voz da HP, se recusou a comentar.

    HP SE AVENTURA NO SOFTWARE

    Em abril de 2010, a HP tentou uma jogada audaciosa a fim de adquirir maior controle sobre o software que aciona seus produtos, tomando o controle da Palm, produtora do sistema operacional WebOS para aparelhos móveis, por US$ 1,2 bilhão. Um fator importante na decisão foram os repetidos atrasos da Microsoft no lançamento de um novo sistema operacional para smartphones, o que paralisava parceiros como a HP, de acordo com um dos antigos funcionários da empresa.

    Reprodução/wibozi.com
    Telas do webOS, sistema da Palm, adquirida pela HP, utilizado em tablets de pouco sucesso
    Telas do webOS, sistema da Palm, adquirida pela HP, utilizado em tablets de pouco sucesso

    Mas as vendas fracas do tablet e celulares inteligentes equipados com o WebOS condenaram esse esforço ao fracasso. (O fato de a HP ter demitido dois presidentes-executivos ao longo desse período, por motivos não relacionados a esses produtos, também influenciou a situação negativamente). A empresa colocou o WebOS no mercado como software de fonte aberta, mas não produz mais aparelhos que o utilizem. No ano passado, a companhia chegou a considerar a cisão de sua divisão de computadores, mas desistiu rapidamente da ideia.

    Diante desse panorama, a Microsoft começou a investir mais no desenvolvimento de hardware próprio na categoria tablet, ainda que no final de 2010 não tivesse decidido se venderia o aparelho diretamente ou o licenciaria para outros fabricantes, disse o antigo funcionário da Microsoft.

    Alguns observadores do setor de tecnologia continuam a acreditar que a Microsoft deixará de lado a fabricação e venda direta de seu tablet tão logo consiga persuadir outras companhias de hardware a produzir bons aparelhos. “Acho que assim que eles fizerem esse segmento pegar no tranco, planejam ganhar dinheiro como sempre fizeram –licenciando software”, disse Michael Cusumano, professor de administração de empresas no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

    INSPIRADOS PELA APPLE

    Inspirada pelas ações da Apple com relação ao alumínio, a Microsoft começou a estudar atentamente materiais que pudessem ser usados para criar uma carcaça inovadora para um tablet. Os membros da equipe Windows optaram pelo magnésio, um metal leve que funcionou bem nos testes, de acordo com o ex-funcionário da Microsoft.

    Na semana passada, a empresa dedicou porção significativa de seu evento de lançamento do novo tablet a descrever a carcaça de magnésio do Surface, definida como forte e resistente a arranhões, de acordo com o antigo executivo da Microsoft. “É um revestimento único”, disse Sinofsky, erguendo o aparelho cinzento em suas mãos.

    Tradução de Paulo Migliacci

    Divulgação
    Carcaça do Surface é feita de magnésio, ao contrário de concorrentes como o iPad, que usa alumínio
    Carcaça do Surface é feita de magnésio, ao contrário da de concorrentes como o iPad, que usa alumínio

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  • Google lança Chrome e Google Drive para iPhone e iPad

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/tec/1111975-google-lanca-chrome-e-google-drive-para-iphone-e-ipad.shtml

    O Google lançou nesta quinta (28) versões do navegador Chrome e do aplicativo de arquivos em nuvem Drive para o iOS –o sistema operacional de iPhone, iPad e iPod touch.

    Segundo a empresa, os aplicativos estarão disponíveis na loja App Store, da Apple, “ao longo do dia”.

    O Chrome, que já tem versões para Windows, Mac e Linux, havia ganhado também edição para Android em fevereiro.

    Divulgação
    Chrome, que tinha versão para Android (foto), chega ao iOS
    Chrome, que tinha versão para Android (foto), chega ao iOS

    CHROME, O POPULAR

    Durante a apresentação, realizada no segundo dia do evento Google I/O, Sundar Pichai, vice-presidente sênior de Chrome e aplicativos, afirmou que o Chrome é o browser mais popular do mundo, com 310 milhões de usuários ativos. Segundo dados do site Statcounter, o Chrome assumiu o posto no final de maio, ao ultrapassar o Internet Explorer.

    Foi enfatizada a capacidade que o navegador tem de sincronizar informações entre as versões para todos os dispositivos, chamada Chrome Sync.

    “Já sabemos que o Chrome Sync é fantástico, mas agora é hora de vocês verem algo novo [versão para iOS do navegador]”, disse Brian Rakowski, vice-presidente do desenvolvimento do Chrome, durante o anúncio.

    DRIVE OFF-LINE

    O serviço de sincronização de arquivos Google Drive, lançado em abril, tinha até agora versões para Windows, Mac e Android.

    O lançamento da versão para iOS é acompanhado do anúncio de melhorias no uso do serviço, como a melhor capacidade de lidar com situações em que não há conexão à internet.

    A partir de agora, será possível usar off-line o Drive (ou o Docs, nas contas em que não foi feita a transição de um serviço para o outro). Os documentos alterados durante a falta de conexão são automaticamente atualizados quando o usuário estiver on-line novamente.

    Reprodução
    Google Docs passa a permitir visualização e edição de documentos sem conexão à internet
    Google Docs passa a permitir visualização e edição de documentos sem conexão à internet

    Curiosidades na internet

  • Adobe anuncia descontinuação do Flash Player para Android

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/tec/1112447-adobe-anuncia-descontinuacao-do-flash-player-para-android.shtml

    A Adobe, dona do software de animação para web Flash, anunciou que futuras versões do sistema Android, inculindo a 4.1, anunciada na quarta (27), não terão suporte ao Flash Player.

    O Flash é usado para vídeos, jogos e animações na internet. Atuais usuários do Android devem instalar o programa, disponível na Google Play, até o dia 15 de agosto.

    “Não prosseguiremos o desenvolvimento e o teste do Flash Player para esta nova versão do Android e suas opções disponíveis de navegadores. Não haverá implementação certificada do Flash Player para o Android 4.1”, afirmou a empresa em comunicado.

    O Android é o sistema operacional do Google para tablets e smartphones. A versão 4.1 (Jelly Bean) deve ser lançada em meados de julho, junto com o tablet Nexus 7.

    Divulgação
    Imagem da Adobe que enaltece o suporte de Flash no Android; versão do sofware será descontinuada
    Imagem da Adobe que enaltece o suporte de Flash no Android; versão do sofware será descontinuada

    A Adobe havia anunciado em novembro último passaria a “focar” sua plataforma Flash, responsável por grande parte da publicidade e dos jogos presentes na internet, a browsers de computadores –em detrimento de dispositivos móveis.

    O YouTube, por exemplo, usa tecnologia Flash para reprodução de vídeos –apesar de o site estar disponível para Android por meio de aplicações dedicadas.

    NEM IPHONE, NEM ANDROID

    O iOS, sistema de iPad e iPhone, nunca teve suporte à plataforma.

    Em 2009, Steve Jobs, então presidente-executivo da Apple, disse que o Flash era “insuficiente” para interfaces de toque, além de causar descarregamento mais rápido da bateria.

    O Flash surgiu na década de 1990 e ganhou a atual denominação em 1996, quando foi adquirido pela Macromedia.

    A empresa, por sua vez, foi comprada pela Adobe em 2005, companhia que passou a deter e desenvolver o Flash. Atualmente, o Flash Player está disponível na versão 11.

    O programa para desenvolvimento de objetos da plataforma, chamado Flash Professional, está na versão CS6.

    Alguns entusiastas do sistema Android já defenderam sua compatibilidade ao Flash como uma das principais vantagens em relação ao iOS.

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  • Familiar para adeptos do Google, Nexus 7 tem preço mais atraente que o do iPad

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/tec/1112897-familiar-para-adeptos-do-google-nexus-7-tem-preco-mais-atraente-que-o-do-ipad.shtml

    Para quem já aderiu aos serviços do Google, como e-mail, fotos e música, manusear o novo tablet Nexus 7 traz uma sensação familiar.

    Ao ligar o aparelho pela primeira vez e se conectar com sua conta de Gmail, é possível encontrar rapidamente suas fotos guardadas no Picasa e suas músicas no Google Play.

    Editoria de Arte/Folhapress

    Apresentado no Google I/O, estará à venda em alguns países a partir de meados de julho por US$ 199.

    Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

    Dá para segurar o tablet numa mão só e até mesmo levá-lo no bolso da calça. Vem com uma câmera frontal (e não duas como o iPad), que funcionou bem para bate-papos em vídeo.

    Há um serviço de voz mais parecido com o assistente virtual Siri, da Apple, embora sem a mesma graciosidade.

    O Nexus 7 responde de volta (também com voz feminina) que dia é hoje, qual a temperatura e qual o presidente do Brasil, mas não tem o mesmo jogo de cintura para perguntas fora do padrão.

    O acesso ao botão para ativar o serviço não é tão óbvio. Num teste para procurar caixas eletrônicos na vizinhança, o Siri mostrou 20, enquanto o Nexus 7 apenas três.

    Bastante comentado, o novo serviço Google Now reúne informações úteis ao usuário, como um jantar ou um voo anotado no Google Agenda, que virá com o caminho para chegar ao restaurante/aeroporto e estimativa de demora.

    O aplicativo fica escondido no tablet (barra cinza no topo da tela), e sincronizar voos e endereços não é tarefa fácil.

    Para ler livros e revistas, o manuseio é bem fluido. O aplicativo de livros oficial não tem dicionário nem permite compartilhar trechos em redes sociais, mas é possível fazê-lo ler em voz alta, ainda que num ritmo robótico.

    O Nexus 7 é uma boa porta de entrada para se aventurar no Google+, a rede social lançada há um ano, bem distante da popularidade do Facebook e, por isso, com uma frequência mais tranquila (ou desértica, dependendo do ponto de vista).

    Dá para testar os Círculos, publicando para grupos específicos de pessoas, e também os Hangouts, espaços para bate-papos via vídeo. (FER)

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