Tag: curiosidades

  • Governo amplia acesso e mulheres de até 49 anos podem se vacinar contra a hepatite B

    Acesse:http://claudia.abril.com.br/materia/governo-amplia-acesso-e-mulheres-de-ate-49-anos-podem-se-vacinar-contra-a-hepatite-b/?p=/saude/prevencao-e-cura

    Ministério da Saúde anunciou  nesta semana o aumento da faixa etária que pode receber gratuitamente a vacina. Medida deve beneficiar mais de 150 milhões de brasileiros

    vacinacao-hepatite-b-saude-claudia

    Foto: Thinkstock

    O Ministério da Saúde anunciou nesta semana a ampliação da faixa etária que tem direito a vacinação gratuita contra a hepatite B pelo SUS, o Sistema Único de Saúde. A partir de agora, mulheres com até 49 anos podem se vacinar gratuitamente em toda a rede pública de saúde.

    O processo de vacinação é bem simples. “São aplicadas três doses, a segunda entre 30 a 60 dias depois da primeira e, a última, 180 dias depois. Esse reforço é importante porque nem sempre o primeiro estímulo é suficiente para provocar a imunidade”, revela a médica hepatologista do Hospital 9 de julho, Dra. Marta Deguti.

    A vacinação ainda é o método mais eficaz para evitar a contaminação pelo vírus. No Brasil, a principal forma de transmissão é a prática de relações sexuais sem preservativo. “Pessoas que tenham realizado procedimentos dentários recentemente, que usam seringas compartilhadas, ou que são hemofílicos ou fazem hemodiálise devem ser investigadas”, afirma a médica.

    Vale lembrar que a vacina também é oferecida aos chamados “grupos de risco”, independentemente da faixa etária, como gestantes, manicures, pedicures, podólogos, caminhoneiros, bombeiros, policiais civis, militares, rodoviários, doadores de sangue, profissionais do sexo e coletores de lixo domiciliar e hospitalar.

    A doença

    A hepatite é uma doença grave que ataca o fígado, órgão essencial ao bom funcionamento do organismo. Segundo o Ministério da Saúde, mais de 2,3 milhões de brasileiros são portadores da doença – a maioria (1,5 milhão) do tipo B. O diagnóstico da doença nem sempre é fácil, podendo levar anos até os primeiros sintomas aparecerem. Por isso, é importantíssimo que todos os que estejam dentro dos grupos de risco façam regularmente os testes. “Também é importante fazer o teste para a Hepatite B antes de tomar a vacina para evitar a falsa sensação de imunização, porque se a pessoa já estiver infectada, a vacina não terá efeito”, alerta a Dr. Marta Deguti.

    Para mais informações, procure o posto de saúde mais próximo ou entre em contato com o Disk Saúde pelo telefone 136.

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  • Adolescente ganha braço biônico controlado por aplicativo de celular

    Acesse:http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/04/130427_adolescente_britanico_app_braco_bionico_lgb_rn.shtml

    Braço biônico / Getty

    Patrick Kane perdeu braço esquerdo ao contrair meningite quando bebê

    Um adolescente britânico tornou-se a primeira pessoa no Reino Unido a receber um braço biônico que pode ser controlado por meio de um aplicativo de celular.

    Natural de Londres, Patrick Kane, de 16 anos, perdeu o braço esquerdo e a perna direita ao contrair meningite quando ainda era bebê.

    Segundo ele, não há “dinheiro que pague” o seu “i-braço”.

    O aplicativo permite aos usuários do braço biônico a programar as posições dele durante as 24 horas do dia.

    Assim, os movimentos podem ser controlados ora por meio da escolha das posições da mão usando o aplicativo, ora pela contração dos músculos.

    Patrick já vinha usando uma versão anterior do braço biônico, que foi desenvolvido pela empresa de tecnologia Touch Bionics, desde 2010.

    Segundo ele, a nova versão lhe dá maiores movimentos com o polegar.

    Ao visitar a sede da companhia em Livingston, na Escócia, Patrick disse que, antigamente, tinha de pedir as pessoas para amarrar os seus sapatos.

    “Eu ainda me viro bem quando eu não estou usando o braço biônico, mas é inegável que ele me dá maior flexibilidade. Hoje posso fazer tudo o que quiser com ele”.

    “O braço também me permitirá fazer coisas de forma bem mais rápida”.

    O novo membro foi acoplado ao braço de Patrick e possui dois sensores, que, localizado sobre os músculos, identifica quando os tecidos se contraem.

    Isso permite que Patrick controle o movimento do braço e de seu polegar, o que, antigamente, não era possível sem a ajuda do seu braço direito.

    A rotação do polegar também possibilita que o dedo se vire automaticamente quando direcionado pelo aplicativo do celular ou pela contração muscular.

    Patrick afirma que ele não conseguiu se adaptar ao braço protético, mas ressalva que com o biônico é diferente.

    “Adoro falar sobre isso com as pessoas. Tenho muito orgulho do meu braço biônico”.

    Ian Stevens, CEO da Touch Bionics, diz que a tecnologia dá aos usuários “controle e destreza sem paralelo”.

    Ele acrescentou que o braço biônico também torna as atividades diárias “menos difíceis, o que aumenta a qualidade de vida” daqueles que o usam.

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  • App transforma celular em ‘oftalmologista portátil’

    Acesse:http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/08/130815_aplicativo_oftalmologista_fn.shtml

    James Gallagher

    Repórter de Ciência e Saúde da BBC News

    Aplicativo Peek em ação (Foto: Andrew Bastawrous)
    Aplicativo pode fazer exames de fundo de olho (Foto: Andrew Bastawrous)

    Um pesquisador da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres (London School of Hygiene and Tropical Medicine) está testando um novo aplicativo que transforma celulares em uma espécie de consultório de oftalmologia de bolso.

    Andrew Bastawrous está testando o aplicativo Peek (Portable Eye Examination Kit, ou kit portátil de exame de olhos, em tradução livre) em 5 mil pessoas no Quênia.

    O aplicativo usa a câmera do celular para examinar os olhos e detectar a catarata. Além disso, uma letra que aparece na tela e vai diminuindo de tamanho é usada no exame básico de visão – que detecta, por exemplo, a necessidade de óculos.

    E, com o aplicativo, a luz do flash da câmera do celular é usada para iluminar o fundo do olho, a retina, para tentar detectar mais doenças.

    As informações do paciente ficam no celular, o lugar exato onde ele está é também gravado usando o GPS do aparelho e os resultados podem ser enviados por e-mail a médicos.

    Bastawrous criou esta solução pois, até mesmo nos países mais pobres, é possível encontrar oftalmologistas nas cidades maiores. Mas, encontrar os pacientes em locais mais afastados é um problema.

    “Os pacientes que mais precisam (do atendimento oftalmológico) nunca vão conseguir chegar a um hospital, pois eles estão além do fim da estrada, eles não têm renda para o transporte, então precisávamos de um jeito para encontrá-los”, afirmou.

    Segundo a Organização Mundial de Saúde 285 milhões de pessoas são cegas ou portadoras de deficiência visual.

    Mas, de acordo com a organização, o tratamento destes problemas frequentemente é simples: óculos ou cirurgia podem transformar a visão de uma pessoa.

    Acredita-se que quatro a cada cinco casos podem ser evitados ou curados.

    Custos e curas

    O telefone é relativamente barato, custando cerca de 300 libras (mais de R$ 1.070) em comparação com o grande equipamento de exame oftalmológico que pode custar até 100 mil libras (quase R$ 358 mil).

    Mirriam Waithara (Foto: Andrew Bastawrous)Mirriam Waithara fez os exames em casa graças ao Peek (Foto: Andrew Bastawrous)

    As imagens que o aplicativo capturou durante os testes em Nakuru, no Quênia, estão sendo enviadas para o Hospital Oftalmológico de Moorfield, em Londres.

    Estas imagens estão sendo comparadas com as feitas em um aparelho tradicional de exames, que foi transportado pela região em uma camionete.

    O estudo ainda não está completo, mas a equipe de pesquisadores afirma que os primeiros resultados são animadores e mil pessoas já receberam algum tipo de tratamento até agora.

    Entre os pacientes beneficiados está Mirriam Waithara, que vive em uma área pobre e remota do Quênia onde não há médicos para diagnosticar a catarata que quase a cegou.

    Mas, depois de passar pelos exames com o Peek, Mirriam fez a operação para remover a catarata e agora pode enxergar novamente.

    “O que esperamos é que (o aplicativo) forneça cuidados para os olhos para aqueles que são os mais pobres entre os pobres”, disse Bastawrous.

    “Muitos hospitais fazem a cirurgia de catarata, que é a causa mais comum de cegueira, mas a verdade é que levar o paciente para os hospitais é um problema.”

    “O que podemos fazer usando isto é permitir que técnicos cheguem aos pacientes, às suas casas, os examinem lá e os diagnostiquem”, afirmou o pesquisador.

    Sem treinamento

    Mesmo sem ter sido concluída, a pesquisa já está gerando elogios.

    Peter Ackland, da Agência Internacional para Prevenção da Cegueira, afirmou que o aplicativo tem potencial para ser “decisivo” na luta contra doenças que afetam a visão.

    “Se você é alguém que sustenta uma família e você não consegue enxergar, então você não consegue trabalhar e a família entra em crise”, afirmou.

    “No momento, nós simplesmente não temos funcionários treinados em saúde dos olhos para levar estes serviços para as comunidades mais pobres. Esta ferramenta vai permitir fazer isto com pessoas relativamente sem treinamento”, acrescentou.

    Ackland acredita que a África e o norte da Índia serão as regiões que devem se beneficiar mais com o novo aplicativo, pois os oftalmologistas e técnicos destas regiões estão operando com cerca de 30% a 40% de sua capacidade.

     Curiosidades na  internet
  • Brasileiro inventor de ‘luz engarrafada’ tem ideia espalhada pelo mundo

    Acesse:http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/08/130813_lampada_garrafa_gm.shtml

    De Uberaba para o serviço mundial da BBC

    Alfredo Moser | Foto/Montagem: BBC
    Criador e criatura: Moser criou a lâmpada durante a série de apagões que o Brasil enfrentou em 2002

    Alfredo Moser poderia ser considerado um Thomas Edison dos dias de hoje, já que sua invenção também está iluminando o mundo.

    Em 2002, o mecânico da cidade mineira de Uberaba, que fica a 475 km da capital Belo Horizonte, teve o seu próprio momento de ‘eureka’ quando encontrou a solução para iluminar a própria casa num dia de corte de energia.

    Para isso, ele utilizou nada mais do que garrafas plásticas pet com água e uma pequena quantidade de cloro.

    Nos últimos dois anos, sua ideia já alcançou diversas partes do mundo e deve atingir a marca de 1 milhão de casas utilizando a ‘luz engarrafada’.

    Mas afinal, como a invenção funciona? A reposta é simples: pela refração da luz do sol numa garrafa de dois litros cheia d’água.

    “Adicione duas tampas de cloro à água da garrafa para evitar que ela se torne verde (por causa da proliferação de algas). Quanto mais limpa a garrafa, melhor”, explica Moser.

    Moser protege o nariz e a boca com um pedaço de pano antes de fazer o buraco na telha com uma furadeira. De cima para baixo, ele então encaixa a garrafa cheia d’água.

    “Você deve prender as garrafas com cola de resina para evitar vazamentos. Mesmo se chover, o telhado nunca vaza, nem uma gota”, diz o inventor.

    Outro detalhe é que a lâmpada funciona melhor se a tampa for encapada com fita preta.

    Alfredo Moser | Foto: BBC
    A ideia de Moser já é utilizada em mais de 15 países onde energia é escassa

    “Um engenheiro veio e mediu a luz. Isso depende de quão forte é o sol, mas é entre 40 e 60 watts”, afirma Moser.

    Apagões

    A inspiração para a “lâmpada de Moser” veio durante um período de frequentes apagões de energia que o país enfrentou em 2002. “O único lugar que tinha energia eram as fábricas, não as casas das pessoas”, relembra.

    Moser e seus amigos começaram a imaginar como fariam um sinal de alarme, no caso de uma emergência, caso não tivessem fósforos.

    O chefe do inventor sugeriu na época utilizar uma garrafa de plástico cheia de água como lente para refletir a luz do sol em um monte de mato seco e assim provocar fogo.

    A ideia ficou na mente de Moser que então começou a experimentar encher garrafas para fazer pequenos círculos de luz refletida.

    Não demorou muito para que ele tivesse a ideia da lâmpada.

    Quanto gasta de energia?

    • As lâmpadas feitas com as garrafas plásticas não necessitam de energia para serem produzidas, já que o material pode ser coletado e reaproveitado pelos moradores da própria comunidade.
    • A ‘pegada de carbono’ – unidade que mede o quanto de CO2 é dispensado na atmosfera para se produzir algo – de uma lâmpada incandescente é 0,42kg de CO2.
    • Uma lâmpada de 50 watts, ligada por 14 horas por dia, por um ano, tem ‘pegada de carbono’ de quase 200kg de CO2.
    • As lâmpadas de Moser também não emitem CO2 quando ‘ligadas’.

    Fonte: ONU

    “Eu nunca fiz desenho algum da ideia”.

    “Essa é uma luz divina. Deus deu o sol para todos e luz para todos. Qualquer pessoa que usar essa luz economiza dinheiro. Você não leva choque e essa luz não lhe custa nem um centavo”, ressalta Moser.

    Pelo mundo

    O inventor já instalou as garrafas de luz na casa de vizinhos e até no supermercado do bairro.

    Ainda que ele ganhe apenas alguns reais instalando as lâmpadas, é possível ver pela casa simples e pelo carro modelo 1974 que a invenção não o deixou rico. Apesar disso, Moser aparenta ter orgulho da própria ideia.

    “Uma pessoa que eu conheço instalou as lâmpadas em casa e dentro de um mês economizou dinheiro suficiente para comprar itens essenciais para o filho que tinha acabado de nascer. Você pode imaginar?”, comemora Moser.

    Carmelinda, a esposa de Moser por 35 anos, diz que o marido sempre foi muito bom para fazer coisas em casa, até mesmo para construir camas e mesas de madeira de qualidade.

    Mas parece que ela não é a única que admira o marido inventor.

    Illac Angelo Diaz, diretor executivo da fundação de caridade MyShelter, nas Filipinas, parece ser outro fã.

    Foto: BBC
    Moser afirma que a lâmpada funciona melhor se a boca for coberta por fita preta

    A instituição MyShelter se especializou em construção alternativa, criando casas sustentáveis feitas de material reciclado, como bambu, pneus e papel.

    Para levar à frente um dos projetos do MyShelter, com casas feitas totalmente com material reciclado, Diaz disse ter recebido “quantidades enormes de garrafas”.

    “Nós enchemos as garrafas com barro para criamos as paredes. Depois enchemos garrafas com água para fazermos as janelas”, conta.

    “Quando estávamos pensando em mais coisas para o projeto, alguém disse: ‘Olha, alguém fez isso no Brasil. Alfredo Moser está colocando garrafas nos telhados’”, relembra Diaz.

    Seguindo o método de Moser, a entidade MyShelter começou a fazer lâmpadas em junho de 2011. A entidade agora treina pessoas para fazer e instalar as garrafas e assim ganharem uma pequena renda.

    Nas Filipinas, onde um quarto da população vive abaixo da linha da pobreza (de acordo com a ONU, com menos de US$ 1 por dia) e a eletricidade é muito cara, a ideia deu tão certo, que as lâmpadas de Moser foram instaladas em 140 mil casas.

    As luzes ‘engarrafadas’ também chegaram a outros 15 países, dentre eles Índia, Bangladesh, Tanzânia, Argentina e Fiji.

    Diaz disse que atualmente pode-se encontrar as lâmadas de Moser e comunidades vivendo em ilhas remotas. “Eles afirmam que eles viram isso (a lâmpada) na casa do vizinho e gostaram da idéia”.

    Pessoas em áreas pobres também são capazes de produzir alimentos em pequenas hortas hidropônicas, utilizando a luz das garrafas para favorecer o crescimento das plantas.

    “Alfredo Moser mudou a vida de um enorme número de pessoas, acredito que para sempre”

    Illac Angelo Diaz, diretor executivo da fundação de caridade MyShelter nas Filipinas

    Diaz estima que pelo menos um milhão de pessoas irão se beneficiar da ideia até o começo do próximo ano.

    “Alfredo Moser mudou a vida de um enorme número de pessoas, acredito que para sempre”, enfatiza o representante do MyShelter.

    “Ganhando ou não o prêmio Nobel, nós queremos que ele saiba que um grande número de pessoas admiram o que ele está fazendo”.

    Mas será que Moser imagina que sua invenção ganharia tamanho impacto?

    “Eu nunca imaginei isso, não”, diz Moser emocionado.

    “Me dá um calafrio no estômago só de pensar nisso”.

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  • Conheça o airbag que protege pedestres

    Acesse:http://www.seuhistory.com/area-de-tecnologia/novidades.html

    A montadora sueca Volvo, umas das mais conhecidas por suas constantes inovações tecnológicas, deu um grande passo a frente no sistema de segurança de seus veículos. A marca anunciou uma implementação que pode revolucionar o mercado automobilístico.

    Trata-se um novo airbag dianteiro. O dispositivo compacto tem como objetivo cobrir o pára-brisa para proteger pedestres, diminuindo o impacto em casos de colisão.

    O primeiro modelo de carro do mundo a contar com este avanço é o Volvo V40 hatchback. O funcionamento deste airbag é muito similar aos já existentes, sendo ativado imediatamente quando sensores no pára-choques dianteiro registram algum impacto.

    Neste caso, o mecanismo libera a abertura de uma tampa. É por ela que o airbag se expande em milésimos de segundos, cobrindo todo o pára-brisa. De acordo com os testes, o dispositivo minimiza substancialmente o impacto. A redução das lesões que poderiam ser provocadas é drástica.

    Esta nova medida de segurança faz parte de uma estratégia que a Volvo pretende alcançar até 2020. A empresa quer garantir que nenhuma pessoa venh morrer ao se envolver em um acidente com um de seus modelos.

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  • Um terço dos profissionais contratados pelo Mais Médicos vem do exterior

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/08/1326259-um-terco-dos-profissionais-contratados-pelo-mais-medicos-vem-do-exterior.shtml

    Praticamente um terço dos participantes do programa Mais Médicos virá de outros países. Dos 1.618 inscritos, 522 médicos atuam no exterior.

    A maior parte dos que atuam no exterior é de estrangeiros (358); os 164 restantes são brasileiros que se graduaram em outros países. Para virem ao país, esses profissionais precisam ainda validar sua documentação e obter os vistos.

    Desses 522, 141 atuam na Argentina, 100 na Espanha, 74 em Cuba, 45 em Portugal e 42 na Venezuela, segundo balanço divulgado, nesta quarta-feira (14), pelo Ministério da Saúde. Ao total, são 32 países de atuação.

    Governo quer agilizar acordos para trazer médicos estrangeiros

    Os 1.618 médicos dessa primeira rodada do programa atenderão 579 cidades. Isso significa que o governo vai conseguir, até agora, atender a apenas 10,5% da demanda dos municípios por 15.460 médicos, e a 16,5% das 3.511 cidades inscritas no Mais Médicos.

    O número de confirmados é significativamente menor do que o total de cadastrados no programa. Essa primeira rodada de seleções para o Mais Médicos teve a pré-inscrição de 18.450 profissionais, sendo que 16.530 deles já atuavam no Brasil (formados no país ou com diplomas já revalidados) e 1.920 eram médicos com atuação no exterior.

    Uma nova rodada de seleções terá início na próxima segunda-feira (19).

    O baixo índice de confirmações no programa levou o Ministério da Saúde a falar, diversas vezes nas últimas semanas, que investigava um eventual boicote dos médicos, que teriam se inscrito para desistir da participação num segundo momento. Já o CFM (Conselho Federal de Medicina) acusou falhas no sistema de inscrição do ministério, o que teria dificultado a inscrição de médicos brasileiros.

    O Mais Médicos foi lançado pela presidente Dilma Rousseff em 8 de julho. Tem dois focos principais: 1) Levar médicos brasileiros e estrangeiros para a rede pública de saúde do interior e periferias de grandes cidades; 2) E ampliar o curso de medicina, com dois anos extra de serviços prestados no SUS.

    Editoria de Arte/Folhapress

    Alvo de críticas de entidades médicas, faculdades de saúde e parlamentares, o programa já teve a segunda proposta flexibilizada. Agora o governo avalia que o melhor seria tornar as residências médicas obrigatórias, com um ano de serviço na atenção básica do SUS.

    RECEPÇÃO NO BRASIL

    O ministério afirmou que já iniciou a emissão das passagens para 212 dos médicos que virão do exterior. Outros 310 ainda precisam da validação de documentos pelas embaixadas de seus países –uma das etapas necessárias para a participação do profissional no programa.

    Em seguida, já no Brasil, eles serão avaliados durante três semanas em oito capitais (Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Recife e Fortaleza). Finalizada a avaliação em saúde pública brasileira e português, prevista para acabar em 13 de setembro, os médicos serão direcionados às cidades.

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  • Saraiva inicia pré-venda de impressoras 3D

    Acesse:http://canaltech.com.br/noticia/impressoras/Saraiva-inicia-pre-venda-de-impressoras-3D/Cube 3D Printer

    A Saraiva, em parceria com a Robtec, iniciou a pré-venda das impressoras 3D Cube no Brasil. O preço? R$ 6.690. A loja online também vai comercializar a matéria-prima utilizada na impressora, e cada cartucho com um quilo de plástico sai por R$ 280.

    As impressões na 3D Cube podem ser feitas em plástico ABS, material de maior resistência e reciclável, e também em plástico PLA, que dá mais brilho aos objetos impressos. A impressora 3D Cube funciona de uma maneira relativamente bem simples, possui conectividade Wi-Fi e já traz uma série de designs prontos para serem impressos. Objetos com dimensões de 140 x 140 x 140 mm podem ser impressos em até 16 cores.

    A Robtec trouxe as impressoras 3D Cube para o Brasil no início do ano, mas até então elas só podiam ser comercializadas pelo site da empresa ou em sua sede. O lançamento oficial da impressora nas lojas da Saraiva deve acontecer no dia 16 de agosto.

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  • Quais são as diferenças entre os tipos de laranja?

    Acesse:http://mundoestranho.abril.com.br/materia/quais-sao-as-diferencas-entre-os-tipos-de-laranja

    A principal diferença é o sabor. Basicamente, as centenas de tipos de laranja pertencem a duas espécies diferentes. A primeira delas, a Citrus sinensis, reúne as laranjas doces, como a lima, a bahia, a pêra e a seleta. Todas elas são apreciadas no preparo de sucos, doces ou no consumo puro. A segunda espécie, a Citrus aurantium, concentra os tipos ácidos, como a laranja azeda. A casca e a polpa servem para a fabricação de doces, enquanto as flores são usadas na extração de perfumes. As laranjas são nativas da Ásia, provavelmente do arquipélago malaio – que hoje abrange países como Indonésia, Filipinas e Malásia -, ou do sul da China, onde a fruta já era conhecida há 4 mil anos. No século 16, os colonizadores portugueses trouxeram a novidade para o Brasil.

    A adaptação não poderia ter sido melhor: hoje em dia, nosso país lidera a produção mundial de laranjas, dominando 33% do mercado. Saborosa e suculenta, a laranja também tem lugar cativo nas dietas saudáveis.

    A principal característica da fruta é a grande quantidade de vitamina C – para um adulto, duas laranjas por dia suprem as necessidades diárias do nutriente. Difícil mesmo é evitar a confusão com outras frutas parecidas. Muita gente pergunta, por exemplo, se a grapefruit ou pomelo não passa de uma laranja maior e mais amarga. “Na verdade, o pomelo é um parente próximo da laranja, mas pertence a uma outra espécie, a Citrus paradisi, natural das Antilhas”, afirma o engenheiro agrônomo Ygor da Silva Coelho, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) de Cruz das Almas (BA).

    Acidez açucaradaVariedades doces são as mais consumidas no Brasil e no mundoLARANJA-BAHIA

    Surgida no século 19 de uma mutação natural no estado da Bahia, essa variedade não tem sementes e é fácil de descascar. Por causa disso, é a laranja mais utilizada no preparo de saladas. Em alguns estados, a bahia também é conhecida como laranja-de-umbigo, por causa de uma pequena saliência na parte de baixo da fruta

    LARANJA-SELETA

    Os pesquisadores acreditam que foi esse tipo que deu origem à laranja-bahia. De fato, as duas variedades são bem parecidas: ambas são pouco ácidas, têm polpa suculenta e casca amarelo-clara. Atualmente, a seleta vem perdendo espaço no mercado e seu cultivo é feito de forma reduzida

    LARANJA JAPONESA

    Apesar do nome, esse fruto pequeno e azedo comido com casca e tudo não pertence à mesma espécie das laranjas: as variedades mais comuns no Brasil, como a kinkan e a kunquat, são representantes do gênero Fortunella, um parente próximo do Citrus, mas com algumas características diferentes. A principal delas é o tamanho reduzido – tanto que algumas “laranjas” japonesas são cultivadas em bonsais

    LARANJA-LIMA

    Com seu sabor suave e doce, a lima é a menos ácida entre as laranjas populares. Por causa disso, é recomendada para crianças pequenas e pessoas com problemas digestivos. A polpa suculenta é ótima para ser comida diretamente, mas em geral não é usada no preparo de pratos ou na indústria

    LARANJA-PÊRA

    Adaptando-se facilmente a diferentes climas, a mais importante variedade nacional é plantada de São Paulo à Região Norte e responde por cerca de 70% da área cultivada no Brasil. Menor que as outras laranjas, a pêra tem um sabor levemente doce, ideal para o preparo de sucos ou para o consumo natural.

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  • Livro ensina a viver em São Paulo sem carro

    Acesse:http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/sp/2012-07-01/livro-ensina-a-viver-em-sao-paulo-sem-carro.html

    Enviado por J A C A N I E L L O

    “Como viver em São Paulo sem carro” traz histórias de 12 personagens da cena paulistana que agora andam pela cidade a pé, de bicicleta ou transporte público

    Claudio Edinger

    Ex-jogador Raí abandonou a direção em 2008

     “Eu sou mais feliz desde que parei de guiar. Sou mais leve, não tenho de me preocupar onde parar o carro, não penso em multas, na hora do congestionamento, falo no celular, ouço música.” Raí, ex-jogador de futebol, abandonou “a direção” em 2008 e só anda por São Paulo a pé, de bicicleta ou de táxi (dependendo do trajeto). Suas experiências e de outros 11 personagens – como Maria Adelaide Amaral, Tadeu Jungle e Rita Lobo – da cena paulistana são relatadas no livro “Como viver em São Paulo sem carro”, idealizado pelo empresário Alexandre Lafer Frankel e escrito pelo jornalista Leão Serva. As fotografias são de Claudio Edinger e as ilustrações, de Eva Uviedo.

    O lançamento será no dia 5 de julho, às 20h, no restaurante Spot. Com 81 páginas, o livro apresenta trajetos favoritos e dicas de lazer, cultura, gastronomia e de caminhos para quem se aventurar no mundo “livre de veículos”. “Tem riscos ao andar de bicicleta. Tomo muitos cuidados, o tempo todo. É preciso planejar os caminhos”, sugere o ex-jogador.

    Tadeu Jungle, cineasta e videoartista, gosta de fazer tudo a pé. Ele mora nos Jardins. “Morar em um bairro mais central implica ter menos espaço em casa. Assim, tenho uma cozinha menor, mas
    não me importo: saio frequentemente para jantar fora, tenho ótimos restaurantes perto de casa.” Ele revela que não conseguiu abandonar totalmente o carro, mas reduziu “a necessidade”.

    Divulgação

    Roteiro a pé sugerido por Tadeu Jungle no bairro Jardins, onde mora

    Criadora do site Panelinha e apresentadora do Cozinha Prática (GNT), Rita Lobo procurou conciliar casa, trabalho e escola dos filhos tudo no mesmo bairro. “Quando vou de uma região da
    cidade para outra, ainda uso carro ou táxi. Mas procurei organizar as coisas para que toda minha estrutura básica de vida fique dentro do bairro que escolhi para morar, os Jardins.” A dica é que o pedestre tem de ter equipamentos apropriados, como uma sandália confortável.

    Liberte-se do vício

    Claudio Edinger

    Alexandre Frankel decidiu não renovar sua carteira de habilitação

    Alexandre Frankel diz que a ideia de lançar “Como viver em São Paulo sem carro” foi para “mostrar às pessoas uma outra possibilidade”. “Andar a pé e de transporte público é cool. O chique é poder chegar rápido e não ficar horas no trânsito. Carro é um atraso de vida. Não é pecado usá-lo, mas não se pode ser dependente dele. A pessoa prejudica sua vida sem perceber que pode sair fora desse vício”, diz.

    A empresa de Frankel, a Vitacon, é uma incorporadora que desenvolve projetos fundamentados em novas opções de mobilidade urbana (como o aluguel de carros e bicicletas para os moradores), em terrenos próximos a estações do metrô, procurando aproximar as pessoas de seus locais de trabalho.

    O empresário acredita que este é o caminho para uma cidade com menos trânsito, menos estresse e mais horas livres para outras atividades. “O que dita regra nos nossos projetos é a mobilidade. Onde há muitos prédios comerciais colocamos residenciais e vice-versa. A lei de zoneamento de São Paulo e de grandes cidades brasileiras é um horror. As pessoas gastam de 4 a 5 horas por dia para sair da periferia e ir para o centro trabalhar.”

    O empresário abandonou o carro há alguns anos e decidiu não renovar a carteira de habilitação. Levou a sede de sua empresa para o bairro onde mora e faz tudo o que pode a pé. Os filhos e a mulher também. Ele defende o modelo da cidade compacta, concebida exatamente como o lugar da diversidade social e econômica, de bairros que misturam classes sociais e atividades, de forma que todos possam ficar a curtas distâncias do trabalho. “É possível fazer esta mudança. Viver perto com qualidade.”

    O livro traz ainda dados inéditos levantados em uma pesquisa de opinião pública realizada pelo instituto Ipespe (Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas) sobre como os moradores se relacionam com a questão da mobilidade urbana. Segundo a pesquisa, 65% dos paulistanos estariam propensos a mudar suas residências para locais perto do trabalho, desde que mantido o mesmo padrão de vida, para fugir do trânsito. O estudo também mostra que para a mesma porcentagem da população (65%), o trânsito é considerado o pior problema da cidade, à frente da poluição. “Queremos que o livro gere movimento, que as pessoas se movimentem e mudem”, diz Frankel.

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