Acesse:http://www.techmestre.com/terrafugia-tf-x-empresa-cria-carro-voador-que-atinge-300-km-h.html
Modelo está em fase inicial de desenvolvimento e deve chegar ao mercado entre 2015 e 2016
Curiosidade na internet
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Modelo está em fase inicial de desenvolvimento e deve chegar ao mercado entre 2015 e 2016
Curiosidade na internet
Motorola, Nokia e Samsung encabeçam a lista – Apple aparece em oitavo lugar.
Curiosidades na internet
DA BBC BRASIL
Uma investigação sobre a morte de uma estudante de medicina britânica de 23 anos concluiu que ela morreu após ingerir um agrotóxico que comprou pela internet como pílula para emagrecer.
Sarah Houston, da cidade de Chesham, na Inglaterra, foi encontrada morta em seu quarto em setembro do ano passado.
| Reprodução/Arquivo pessoal | ||
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| Sarah Houston, 23, estudante de medicina britânica que morreu após tomar agrotóxico que comprara on-line como emagrecedor |
Apesar de proibido para consumo humano, o DNP (cujo composto ativo é o dinitrofenol) está disponível para compra on-line por seu uso legítimo como herbicida.
Os pais da jovem, Geoff e Gina Houston, disseram à BBC esperar que a morte de Sarah sirva de alerta para o perigo do consumo do DNP por outras pessoas.
“Esta é a terceira morte nos últimos seis meses. O consumo deve ser muito mais amplo do que imaginamos. Queremos que as pessoas saibam que estão correndo um grande perigo”, disse o pai da jovem.
Ele fez ainda um apelo aos fornecedores da substância que estão oferecendo o produto em cápsulas de emagrecer para compra on-line.
“Por favor, por favor, parem, se vocês tiverem alguma noção de decência. Essas pílulas estão matando pessoas”, apelou Geoff.
A mãe, tentando justificar por que a filha recorreu à substância para emagrecer, contou que Sarah tinha um problema de autoestima, se achava acima do peso e se recuperava também de uma bulimia.
“Ela se achava gorda, apesar de nunca ter sido”, disse ela.
FALÊNCIA DOS ÓRGÃOS
Gina explicou que o DNP age acelerando o metabolismo do organismo e aumenta a temperatura corporal para queimar gordura.
“Basicamente, isso leva à falência dos órgãos. É um caminho sem volta, você cozinha por dentro. E foi isso que matou nossa filha”, disse Gina que, junto ao marido, disse que não sabia que Sarah estava tomando a substância “extremamente perigosa”.
“Só descobrimos depois dos resultados do relatório toxicológico”, afirmou a mãe da jovem.
Além do DNP, a estudante de medicina também estava tomando um remédio para tratar bulimia, que pode ter como efeito colateral o aumento da temperatura corporal. Na avaliação da mãe de Sarah, isto pode ter “mascarado” os sintomas letais provocados pelo DNP.
Em um comentário na Câmara dos Comuns sobre os resultados do inquérito sobre a morte da jovem, o primeiro-ministro britânico, David Cameron, disse que vai discutir com o governo formas eficientes de alertar as pessoas sobre o perigo deste tipo de substância.
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Desde 1993, um grupo do Núcleo de Computação Eletrônica da UFRJ se dedica a desenvolver programas voltados para pessoas com deficiências físicas. O projeto completa 20 anos e rendeu a criação de vários softwares, dentre eles o Dosvox, voltado para pessoas cegas, e o Motrix, para usuários com deficiências motoras graves. Todos são gratuitos e compatíveis com Windows
O Dosvox já é um programa conhecido e seus usuários realizam, inclusive, encontros anuais. O software tem cada vez mais aplicativos, com funções como agenda, calculadora, editor e leitor de textos, formatador para Braille, jogos, programas multimídia, utilitários de internet e outros. As aplicações são acessadas por meio de teclas específicas do teclado. O Dosvox, então, faz perguntas e confirma as ações tomadas por quem o utiliza.
Interface do programa Dosvox (Foto: Reprodução/Dosvox)A aluna de comunicação da UERJ Daniela Tavares é usuária do programa e trabalha com comunicação nos projetos de acessibilidade da UFRJ. Com um tipo de degeneração na retina, a estudante usa o aplicativo principalmente para ler textos da faculdade e anotar telefones e compromissos na agenda. “O editor de texto, similar ao Word, também ajuda”, explica.
Já o Motrix começou a ser desenvolvido em 2002, para permitir que pessoas com deficiências motoras graves tivessem acesso a computadores. “Lenira, uma médica tetraplégica há muitos anos, nos procurou com a ideia de criar uma forma de acionar o computador com a voz”, conta o professor José Antônio Borges, coordenador do projeto do NCE/UFRJ.
O programa cumpre exatamente esta função. Ao pronunciar determinados comandos em inglês em um microfone, a pessoa é capaz de exercer funções simples no aparelho, como mexer o cursor do mouse e acionar aplicações do Windows. O usuário consegue ainda soletrar para o computador, mas o processo é lento, de letra por letra.
Por mais que já existam muitas alternativas de reconhecimento de voz no mercado, Borges afirma que o software ainda não conseguiu se tornar mais completo porque essas tecnologias são caras. “Nosso programa tem que ser gratuito para ser acessível a todos e, por isso, acaba sendo mais precário”, explicou.
Vítima de bala perdida na Estácio de Sá foi beneficiada com o projeto
Luciana Novaes utilizando o Motrix (Foto: Arquivo Pessoal)Há exatos 10 anos, Luciana Novaes foi vítima de uma bala perdida na universidade Estácio de Sá, onde estudava Enfermagem. Na época com 19 anos, a jovem ficou tetraplégica e teve que passar um ano e nove meses no hospital. Hoje, ela faz parte da Coordenadoria Geral de Direitos Humanos, da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social da Prefeitura do Rio de Janeiro.
Novaes lembra que enquanto ainda estava no hospital, o professor José Antônio Borges a procurou para ajudá-la. Como a estudante ainda não tinha recuperado a voz, o grupo desenvolveu um software similar ao Motrix, chamado de MicroFênix, mais específico para pessoas com dificuldade na fala.
O programa era capaz de responder a comandos de sons específicos que a jovem conseguia fazer. Deste modo, ela podia, ao menos, acompanhar as redes sociais e ler notícias na internet. “Quando ele levou o aplicativo no hospital, eu comecei a ver um outro mundo além do quarto”, revelou.
Atualmente, Novaes não utiliza mais o auxilio de programas para acessar o computador. “Como preciso de mais agilidade, algumas pessoas me ajudam nesta tarefa”, explica. O Motrix, no entanto, foi útil durante a graduação da jovem em Serviço Social, concluída em 2012. Nessa fase, ela já utilizava a versão tradicional, acionada pela voz.
Para ampliar o acesso de pessoas aos Programas de Acessibilidade, os pesquisadores, em parceria com um projeto da Universidade Federal do Amazonas, buscam uma solução para os comandos serem todos realizados em português. Assim, a inclusão será ainda mais completa.
Quem tiver interesse em usar os programas citados nesta matéria ou algum outro desenvolvido pelo projeto, basta acessar o site dos Projetos de Acessibilidade do Núcleo de Computação Eletrônica (NCE/UFRJ).
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Mais do que meros retransmissores de imagens, as TV atuais estão mais espertas do que nunca. Até os modelos mais básicos de TVs LCD, LED ou Plasma já vem equipados com software de Media Player que garantem uma boa compatibilidade com vários formatos de vídeos como: Avi, MP4, Divx, Wmv, Mov, Vob, Mpg e muitos outros.
Aprenda como transmitir imagens do PC para a TV
Mas nem sempre tudo sai como planejado e pode ser comum que sua TV não possa reproduzir o áudio de um arquivo de vídeo, ou o próprio vídeo. Nesses casos, uma checada no manual pode não responder a simples pergunta: Qual o melhor formato de vídeo para minha TV?
Sai DivX, entra o MP4
Mesmo depois de cair em desuso na Internet, o padrão formado pelo codec de vídeo DivX, o formato AVI e o codec de áudio MP3 ainda formam o padrão mais comumente aceito pela maioria das TV atuais. Porém, como dito, esse padrão caiu em desuso e as pessoas e empresas começaram a adotar dois “tipos” bem comuns, resumidamente MPEG-4 (MP4) e Matroska (MKV).
MP4:
MP4 é o formato de vídeo mais popular atualmente (Foto: Reprodução / videoconverterfactory.com)O formato MP4 é padrão de vídeo para compartilhamento do momento, sendo um dos que funciona melhor na maioria da TVs. Esse formato, que é composto de um container que abriga o vídeo, mas comumente codificado com o codec H.264 e o codec de áudio AAC, é um dos formatos mais populares na Internet. Esse padrão que comumente é apelidado apenas de “MP4″ é parte da especificação do MPEG-4. Não bastasse esse embasamento como “codec oficial”, outros motivos que fazem o MP4 tão popular é a aplicação do codec H.264 em aplicações que vão de vídeos em altíssima definição, Blu Ray, captura de vídeo em smartphones e até padrões de transmissão para TV Digital.
MKV:
Apesar de popular o formato Matroska (MKV) costuma apresentar erros nas TVs (Foto: Reprodução / codecpack.co)O outro formato de vídeo mais comum hoje em dia e também aceito pela maioria das TVs é o Matroska ou MKV. Este formato aberto, é um container que consegue armazenar mais conteúdo diversificado que o MP4. Além de vídeos codificados em H.264, ele pode armazenar diferentes faixas de áudio e legendas. Para um fácil entendimento, é como se um Blue Ray Disc ou DVD ficasse armazenado em um único arquivo MKV.
Entretanto, por ser um formato aberto e possibilitar a utilização de uma grande variedade de codecs, tanto de vídeo como de áudio, é comum as pessoas terem problemas com esse formato. Isso acontece, na grande maioria das vezes pelo fato de muitas TVs não suportarem a reprodução de codecs de áudio de alta definição como Digital Theater Systems (DTS) ou Dolby Digital (conhecido como AC3), ou até mesmo ambos. Diante de tal problema, uma das opções é recodificar o arquivo, ou converter para outro formato.
Corrigindo um dos erros mais comuns
Ao tentar reproduzir vídeo no formato MKV e perceber algum erro, uma das soluções é converter o arquivo MKV. No caso, para agilizar o processo, o ideal é converter apenas a parte que não é suportada pelo sua TV. Na maioria dos casos, a faixa de áudio DTS ou AC3. A conversão para padrão de áudio ACC, que é mais amplamente aceito, é bastante simples e leva poucos minutos.
O programa Rebox.net corrigi de forma fácil um erro muito comum (Foto: Divulgação)Um dos software que mais facilita esse processo é o Rebox.net. Previamente configurado para converter vídeos de MKV para MP4, ele irá “passar” pela parte de vídeo e iniciará a conversão apenas na parte do áudio. Ao final do processo de conversão, o usuário obterá um arquivo MP4 com a mesma qualidade que o MKV.
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Acesse:http://www.techmestre.com/novo-aparelho-e-capaz-de-revelar-fotos-direto-da-tela-do-iphone.html
Desenvolvido pelo Impossible Project, a novidade utiliza a luz do visor do iPhone para captar a imagem. Através de recursos químicos a cópia física da fotografia é impressa pelo próprio aparelho.
O Instant Lab possui um suporte para o iPhone, sendo necessário acoplar o mesmo neste e abrir o obturador. Após um sinal sonoro sua foto é revelada instantaneamente, a qual se apresenta no estilo Polaroid.
O produto possui uma bateria recarregável, suporte para o iPhone 4 e 4S e compatibilidade com filmes instantâneos para a Polaroid SX 600 e 70. A meta de arrecadação de US$ 250 mil foi ultrapassada no Kickstarter, o que garante que a novidade realmente será desenvolvida.
A previsão de lançamento é para meados de 2013. Os modelos disponíveis serão divididos em uma opção básica e outras duas especiais. A primeira deve contar com um filme para a câmera, sendo vendida por US$ 149 (R$ 250 sem impostos). As versões Black e Gold serão vendidas respectivamente por US$ 299 e US$ 2.000 (R$ 600 e R$ 4.000).
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Ir ao espaço deixará definitivamente, nos próximos anos, de ser uma odisseia de ficção científica para se tornar um plano de férias de milionários dispostos a pagar quantias estratosféricas para realizar uma espécie de cruzeiro à Lua com vista para Terra.
Após os astronautas de carreira, serão os turistas os próximos a desfrutar da falta de gravidade, dos menus desidratados e da paisagem terráquea à distância com a única missão de viver uma experiência inesquecível.
O preço da passagem será, por enquanto, acessível para poucos: a tarifa mais barata custa cerca de US$ 95 mil por pessoa.
A exploração comercial através do investimento privado passou a ser a grande alternativa para financiar os programas espaciais, que até agora se alimentavam dos custosos programas públicos pagos pelas grandes economias mundiais.
Com a descoberta da demanda por esse tipo de turismo e após especialistas perceberem que a manutenção de alguns veículos espaciais tinha deixado de ser boa economicamente – o que fez com que as naves Endeavour e Discovery fossem tiradas de circulação e agora estejam expostas em museus dos EUA -, alguns empresários resolveram optar por esse tipo de passeio orbital.
As viagens para fora da Terra poderão ser feitas pela nave SpaceShipTwo (SS2), da Virgin Galactic, empresa do britânico Richard Branson, pela cápsula Dragon Space X, do fundador do Pay Pal, Elon Musk, pelo veículo New Shepard, da companhia Blue Origin, do criador da Amazon, Jeff Bezos, e pelo Lynx, da XCOR Aerospace, fundada por Jeff Greason, ex-Intel.
O SS2 ultrapassou nesta semana a barreira do som em um voo de teste que saiu da Califórnia, nos Estados Unidos. Segundo declarou Branson, sua aeronave, com capacidade para seis passageiros e dois pilotos, estará pronta para realizar uma viagem espacial no fim de 2013.
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| Vista aérea do Spaceport America, aeroporto espacial localizado no Novo México (EUA), que será usado pela empresa Virgin Galactic para levar turistas ao espaço; primeira viagem pode acontecer no final deste ano |
“Este é seu primeiro passo para ser um astronauta”, diz a página de venda de passagens para o SS2, que oferece lugares por US$ 200 mil para participar desta viagem suborbital, incluindo traje espacial e a experiência da falta de gravidade.
Artistas como Ashton Kutcher, Tom Hanks, Angelina Jolie e Katie Perry são alguns que fizeram um depósito de US$ 20 mil para garantir um lugar no SS2, que é o protótipo mais avançado de todos os que concorrem para colocar os turistas em órbita.
A XCOR tenta se diferenciar de seus concorrentes prometendo “algo realmente de astronauta” que consiste em pôr o viajante na cabine do Lynx pelo módico preço de US$ 95 mil para um voo que alcançará 100 quilômetros de altitude durante pouco mais de 4 minutos, apesar de o veículo não estar pronto até o final de 2014.
A XCOR calcula que, nos próximos dez anos, haverá 20 Lynx operacionais. Como o setor é carente de mão de obra, a companhia busca funcionários. Somente a Blue Origin tem quase 30 ofertas de emprego por dia em seu site.
Os pioneiros em transformar o espaço em uma atração turística foram os fundadores da empresa Space Adventures, que entre 2001 e 2009 levaram sete pessoas até a ISS a bordo da nave Soyuz, entre eles Dennis Tito, o primeiro turista espacial, que passou uma semana fora do planeta.
Ao contrário de seus rivais, a Space Adventures não fabrica seus próprios veículos e fechou um acordo com a Tatu Aerospace para utilizar seu protótipo de viagens, ainda em desenvolvimento, e oferecer pacotes turísticos por US$ 102 mil.
A companhia projeta um cruzeiro para dar a volta na Lua, que será realizado com tecnologia russa, mas não foram dados muitos detalhes a respeito. Já a empresa britânica Excalibur Almaz e a americana Golden Spike afirmam que seus turistas poderão pisar a superfície lunar, como Neil Armstrong em 1969.
A SpaceX quer ir mais à frente e mira Marte. Sua cápsula Dragon é a escolhida pelo projeto Mars One para enviar terráqueos ao planeta vermelho em uma viagem sem retorno.
O recrutamento começou em 22 de abril pela internet. Em apenas dois dias, já houve 33 mil solicitações de pessoas dispostas a deixar para trás para sempre a Terra.
A Mars One se propôs a estabelecer o primeiro assentamento no planeta vizinho em 2023 e bancar os custos da missão com publicidade.
O projeto será televisionado, como um “Big Brother”, do princípio ao fim, desde o processo de seleção dos participantes até a viagem e as posteriores crônicas marcianas.
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A chuva costuma ser um dos principais inimigos dos motoristas que circulam pelas ruas das grandes cidades, fazendo com que, muitas vezes, a visibilidade seja comprometida. Uma nova tecnologia co-desenvolvida pela Intel, em parceria com pesquisadores da Carnegie Mellon University, nos Estados Unidos, promete conceder aos faróis do futuro recursos para tornar a chuva invisível e evitar acidentes devido à péssima visibilidade nas vias.
Os pesquisadores planejam faróis para os veículos do futuro que não utilizem mais as lâmpadas convencionais, mas usem uma espécie de projetor. Com a nova tecnologia, uma câmera será instalada logo abaixo do projetor presente nos faróis, registrando sempre as gotas de água que atingem os feixes de luz dos faróis. As informações da câmera são enviadas a uma central de processamento que identifica os pingos de chuva e faz um cálculo próximo sobre em qual direção as gotas de chuva deverão atingir os faróis.
Depois de captadas todas as informações sobre o direcionamento da chuva, o projetor apaga os bits de sua projeção que atingiriam os pingos d’água. O resultado é uma luz que brilha forte na frente do carro no escuro e não destaca a chuva. A introdução de um projetor, de uma câmera e de uma unidade de processamento poderá tornar os faróis ainda mais caros do que os equipados com lâmpadas convencionais.
A Intel afirma que a tecnologia ainda precisa ser aprimorada e que nós não devemos ver o recurso empregado em carros novos pelo menos ao longo da próxima década. Confira abaixo um vídeo, em inglês, produzido pelo CNET sobre a tecnologia:
Curiosidades na internet
Acesse:http://canaltech.com.br/noticia/cinema/Sonho-do-dia-um-IMAX-para-chamar-de-seu/

A IMAX Corporation anunciou uma novidade que vai deixar os cinéfilos – e milionários – com os olhos brilhando: um home theater pessoal que leva a qualidade do sistema para a sala de casa. O preço? Algo em torno de US$ 2 milhões (R$ 4 milhões).
De acordo com o SlashFilm, apenas um grupo de pessoas foi convidado para entrar na lista e quiçá ser selecionado para ter um home theater como esse, que oferece a “experiência de entretenimento mais imersiva e luxuosa do mundo”.
O chamado ‘IMAX Private Theater’ deverá oferecer aos seus clientes uma experiência visceral, oferecendo vídeos em 2D e 3D e sua tecnologia de som para um sistema de áudio adaptado à acústica e geometria da sala da casa. Ou seja, o aparelho é projetado especificamente para cada cliente.
O valor milionário do projeto se explica se imaginarmos os custos envolvidos em trazer arquitetos, designers, desenvolvedores e instaladores para cada casa onde for instalado. Depois que estiver tudo pronto, o sistema será monitorado remotamente, terá manutenção preventiva e um suporte exclusivo ao cliente.
Imagem Maximum (IMAX) é um formato de filme criado pela canadense IMAX Corporation que tem a capacidade de mostrar imagens muito maiores, em tamanho e resolução, do que os sistemas convencionais de exibição de filmes.
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