Uma solução sustentável que vem impressionando todos com a velocidade para ficar pronta, a casa container é uma construção modular, com todos os acabamentos de uma casa de alvenaria, como revestimento térmico e acústico, azulejo, piso, louças sanitárias, etc…
Acessório de grife italiana foi motivo de piada nas redes sociais. A grife italiana Bottega Veneta é uma das etiquetas que mais aparece no street style das atuais semanas de moda – e nos looks de fashionistas famosas, como Hailey Bieber e Bella Hadid. E a marca se mantém revelante de diversas formas, inclusive com suas bolsas de design único que acabam viralizando na internet…
LG Nexus 4, smartphone produzido em parceria com o Google, teve redução de preços no Brasil, a queda de valor chega a 12%, ou seja, passando de R$ 1.699,00, para R$ 1.499,00, mesmo assim, bem longe do R$ 630,00 que é cobrado nos Estados Unidos.
Conforme matérias escritas na internet e confirmadas pelo próprio Google nesta terça-feira, 04 de junho; informam que o Nexus 4, smartphone produzido em parceria com a LG, irá ficar mais barato no Brasil.
O novo dispositivo móvel que possui Android Puro será comercializado por aqui, ao preço de RS 1.499,00 e além desta novidade, o Google ainda informou que o mesmo será encontrado já a partir deste mês de junho nas lojas do ramo, em duas cores; branca e preta. O Nexus 4 que na data de seu lançamento no final de março, teve o preço fixado em R$ 1.699,00, teve um queda de 12%, tudo isso graças a nova Lei do Bem (Lei nº 11.196), que reduz as alíquotas de PIS e Cofins para aparelhos fabricados e montados no Brasil.
Mesmo antes do anúncio, algumas lojas já comercializavam o Nexus 4 a esse novo valor, isso claro em promoção, enquanto outras lojas iam ainda mais longe na promoção, chegando a cobrar R$ 1.250,00 pelo aparelho
O Nexus 4 é encontrado facilmente nas lojas do Ponto Frio, Fast Shop, Saraiva, Submarino, Fnac, Colombo, Magazine Luiza, Eletromar, Pernambucanas e Novo Mundo. Sendo que a partir de agora, as “novas promoções” deverão baixar ainda mais o valor cobrado pelo aparelho, que está muito longe do valor cobrado pelo smartphone nos Estados Unidos; por lá, o Nexus 4 da LG custa cerca de R$ 630,00, ou seja, a meta do valor cobrado aqui no Brasil.
Começou hoje a venda de modelos de smartphones que trazem o Firefox OS como sistema operacional. Quem traz a novidade para desenvolvedores é a fabricante espanhola Geeksphone, que disponibilizou dois modelos em versão Developer Preview para venda online (com frete para o mundo todo): o Peak, mais completo, e o Keon, mais simples.
A Mozilla tem um foco diferente do tradicional modelo de vendas mundiais de smartphones. O CEO Gary Kovacs anunciou que, após o período de testes com os desenvolvedores, o smartphone com o sistema da raposa desembarcará em 17 países, sendo o Brasil um dos primeiros. O foco é vender um smartphone com sistema operacional simples e barato, trazendo modelos mais em conta, primeiramente em países emergentes.
O sistema, baseado no kernel do Linux, terá suporte a aplicativos desenvolvidos em JavaScript, HTML5 e web APIs.
A versão mais simples, chamada Keon, traz apenas 4 GB de armazenamento interno, processador Qualcomm single-core de 1 GHz, 512 MB de RAM, câmera de 3 megapixels, tela de 3,5 polegadas e custa 91 euros (R$ 240).
Já o Peak traz um processador dual-core de 1,2 GHz e 512 MB de RAM, câmera traseira de 8 megapixels, os mesmos 4 GB de armazenamento interno e uma tela maior, com 4,3 polegadas. Essa versão sai a 149 euros (R$ 390). Ambos os modelos possuem slot para cartão microSD.
Aparelhos da Geeksphone ainda em fase Developer Preview (Foto: Divulgação)
Por enquanto, os dois aparelhos contam com a versão para desenvolvedores do sistema operacional. Isto significa que o Firefox OS ainda é passível de erros e bugs, estando aberto a quem é da área para possíveis melhorias e alterações.
Primeiro dia de mercado
Os smartphones com o Firefox OS mal foram anunciados e já se esgotaram na loja online. A previsão de chegada dos modelos para o consumidor final é em junho de 2013.
A AOC lançou uma nova série de televiões LED no Brasil. É a AOC TV 0330, disponível nas versões de 32 e 39 polegadas. Os dois aparelhos possuem LED de alto contraste, imagem de alta definição, conversor digital integrado, entradas HDMI e conectividade com conteúdo multimídia de computadores e drives USB.
Novos modelos da AOC estão chegando ao Brasil (Foto: Divulgação)
A principal diferença entre os modelos, além do tamanho, está na resolução. Ambos têm o mesmo contraste e a mesma frequência, mas a imagem da TV de 32 polegadas oferece apenas 1360 x 768 pixels, enquanto a de 39 polegadas é Full HD, com 1920 x 1080 pixels.
As duas dispõem de tela ultrafina, economia de até 50% de energia e Easy Menu, de fácil compreensão e operação. A conexão de computadores pode ser feita por cabo RGB e de som, ou então pela conexão HDMI, enquanto a entrada USB serve para ligar uma câmera, um pen-drive ou até um mp3 player.
No site oficial da AOC, é possível adquirir os dois televisores. O modelo de 32 polegadas custa R$ 1299, enquanto o maior, com 39, sai por R$ 1699
Quem não gosta de estourar plástico bolha que atire a primeira pedra. A tradição de apertar as bolhinhas de ar prensadas já está associada à sensação de relaxamento e alívio de stress.
Pensando em ajudar as pessoas a se ocupar com seus smartphones – muito além dos aplicativos -, uma empresa japonesa desenvolveu um case para iPhone 5 que traz uma espécie de plástico bolha “infinito”, que pode ser apertado em momentos de tensão.
Além de ser um passatempo, a capa também serve para proteger o smartphone de quedas e aranhões. Isso porque o case possui quatro camadas: uma de pequenas bolhas, a segunda são os botões para apertar a “bolha”, a terceira faz o famoso ruído, e a última fixa as bolhas de volta no lugar.
O melhor de tudo é que, ao contrário do plástico bolha real que “morre” depois de ser pressionado, esta versão high tech deve durar para sempre, ou até que você se canse da brincadeira. A novidade, conhecida como “Puchi Puchi” (o som das bolhas estourando), custa cerca de R$ 44 no site do fabricante japonês. Confira o vídeo de apresentação do produto.
A fabricante de computadores Stealth desenvolveu um desktop capaz de suportar diversas condições extremas. O WPC-525F consegue resistir ao atropelamento por uma picape e tem a capacidade de operar coberto por água.
Reforçado e à prova da água, o WPC-525F sobrevive a um atropelamento (Foto: Divulgação)
O modelo aguenta quase duas toneladas porque o pequeno gabinete totalmente feito de alumínio foi desenvolvido de maneira reforçada. Ele também consegue sobreviver à ação da água graças ao seu perfeito isolamento em relação ao exterior. A Stealth não criou tomadas de ar para refrigerar o processador, por exemplo. Em vez de coolers, a empresa resolveu fazer do encapsulamento de todo o hardware um grande dissipador de calor.
Além de não ter cooler, o WPC-525F também dispensa o disco rígido convencional. Ao apostar em SSDs, a companhia diminui o número de partes móveis no sistema e garantiu, assim, maior resistência, uma vez que, ao contrário dos discos comuns, os SSDs suportam sem problemas impactos e choques físicos.
Computador tem várias opções de configuração, todas com preços altos (Foto: Divulgação)
Há várias configurações disponíveis para o computador ultra-resistente. A mais básica delas conta com processador dual-core Intel Atom, 4 GB de RAM, SSD de 120 GB, além de conectores USB e VGA. Há, até mesmo, dois slots PCIe. O consumidor também leva para casa um conjunto de cabos específicos para conectar periféricos, que mantêm o equipamento à prova de água. No entanto, toda a durabilidade da máquina custa caro: a formatação mais econômica sai por nada menos que US$ 1525, aproximadamente R$ 3170.
Empresa interrompeu venda do novo sistema operacional porque valor cobrado em site estava acima do prometido
Assistente de atualização do Windows 8 mostra cobrança de R$ 83,98; valor deveria ser de R$ 69
O Procon anunciou que notificará a Microsoft pelo erro cometido com o preço do Windows 8.
A empresa interrompeu a venda do novo sistema operacional, lançado nesta sexta (26), em seu site windows.com.br, porque o valor cobrado estava acima do prometido por ela.
A atualização para o Windows 8 Pro seria vendida por R$ 69 (preço promocional), mas o programa utilizado para comprar o sistema cobrava cerca de R$ 83.
A Fundação Procon-SP pedirá à Microsoft que “apresente o material de divulgação contendo os preços e condições de venda do produto Windows 8, e, especialmente, a informação para os usuários que se inscreveram no programa de upgrade, quantos consumidores já compraram no valor atual e qual será a política de devolução dos valores eventualmente cobrados indevidamente, se diferentes da oferta”.
“O consumidor que tiver dúvidas ou quiser fazer uma reclamação pode procurar o Procon de sua cidade ou um dos canais de atendimento da fundação”, diz o comunicado.
A Microsoft confirma ter retirado a página do ar após identificar o erro no valor cobrado pelo download. Em comunicado, ela afirma estar “trabalhando na solução dessa questão e pede desculpas pelo inconveniente causado”.
Nos EUA, a mesma versão do Windows está à venda por US$ 39,99, cerca de R$ 80.
PROMOÇÃO
Segundo a Microsoft, a atualização para Windows 8 Pro deverá ser vendida pelo preço promocional de R$ 69 até 31 de janeiro de 2013. A mesma versão, nas lojas de varejo, custa R$ 269 –também um valor promocional.
As duas ofertas valem apenas para consumidores que tenham uma edição original do Windows XP, do Windows Vista ou do Windows 7. Para os outros usuários –que tenham apenas Linux, OS X ou mesmo versões piratas do Windows, por exemplo–, os preços do Windows 8 ainda não foram revelados.
A Microsoft diz que usuários de Windows pirata poderão adquirir o Windows 8 clicando sobre a notificação que avisa que o sistema não é original. Já quem nunca foi usuário de Windows deverá procurar uma loja especializada para comprar uma versão completa do novo sistema –ela não será vendida pelo site da Microsoft, que disponibilizará apenas a atualização. A empresa não divulgou o preço do Windows 8 nesses casos.
A venda da edição mais básica do Windows 8, que tem menos recursos do que a Pro, ainda deve demorar um pouco. A Microsoft não revela datas, mas diz que informações sobre isso serão divulgadas quando a venda promocional do Windows 8 Pro estiver próxima do fim.
PCs com Windows 7 comprados entre 2 de junho de 2012 e 31 de janeiro de 2013 podem ser atualizados para Windows 8 Pro por R$ 29. Para aproveitar a promoção, que não inclui a versão Starter, é necessário fazer cadastro em windowsupgradeoffer.com até 28 de janeiro de 2013.
A Lenovo também vai entrar no mercado dos tablets com Windows 8 até o final do ano, e para fazer frente aos concorrentes, apostará em um quesito fundamental aos consumidores: o preço. De acordo com o chefe de operações da Lenovo na América do Norte, David Schmoock, a companhia será “bastante agressiva” nas vendas
Novos tablets da Lenovo terão Windows 8 (Foto:
Reprodução)
A expectativa é de que a Lenovo lance dois tablets no último trimestre de 2012: um com Windows 8 e outro com Windows RT. O primeiro, que tem a versão mais poderosa do novo sistema operacional da Microsoft, será comercializado por preço entre US$ 600 e US$ 700. Porém a grande aposta é no segundo modelo, cujo sistema operacional é mais modesto e o custo bem menor, de US$ 300 a US$ 400.
Ainda não se sabe quais serão os valores dos tablets com Windows 8 das outras companhias. Há rumores de que o Surface, da Microsoft, saia por apenas US$ 200. Ainda assim, caso a Lenovo realmente adote estes preços para os seus tablets, certamente será uma das marcas mais baratas do mercado. Hoje, por exemplo, um novo iPad no site da Apple custa US$ 500 em sua versão mais básica.
Nos últimos anos, a capacidade de armazenamento dos HDs aumentou bastante, mas a velocidade não sofreu avanços significativos. A limitação é do próprio conceito de disco rígido, que utiliza cabeças de leitura e gravação para fazer operações em discos magnéticos que normalmente giram a uma velocidade de 7.200 RPM. Essas partes móveis não existem numa recente solução de armazenamento, o SSD (sigla para solid-state drive ou disco de estado sólido).
Muito mais rápido que os velhos discos rígidos, o SSD está ficando cada vez mais atraente. O preço por gigabyte está diminuindo, as capacidades de armazenamento estão aumentando e as velocidades de transferência e os tempos de acesso ficaram ainda mais rápidos com a adoção de novas tecnologias.
Como funciona um SSD? Quanto custa no Brasil? A vida útil é muito curta? Vale a pena comprar um SSD? Para descobrir a resposta dessas e outras perguntas, leia os próximos parágrafos.
Como funciona?
Os SSDs mais comuns no mercado possuem dois componentes fundamentais: a memória flash e o controlador.
A memória flash guarda todos os arquivos e, diferente dos discos magnéticos dos HDs, não necessita de partes móveis ou motores para funcionar. Todas as operações são feitas eletricamente, tornando as operações de leitura e escrita mais rápidas, além de deixar o drive mais silencioso e resistente a vibrações e quedas.
O controlador gerencia a troca de dados entre o computador e a memória flash. Formado por um processador que executa diversas tarefas no drive, é um dos principais responsáveis pela performance de um SSD. O chip é capaz de gerenciar o cache de leitura e escrita de arquivos, criptografar informações, mapear partes defeituosas do SSD para evitar corrompimento de dados e garantir uma vida útil maior da memória flash.
Um controlador SandForce e oito chips de memória flash dentro do OCZ Vertex 3
O avanço tecnológico nos controladores fez com que a velocidade dos SSDs aumentasse rapidamente. Enquanto os primeiros SSDs de uso doméstico, como o Intel X25-M, atingiam velocidades de 250 MB/s para leitura e 70 MB/s para escrita, os mais recentes chegam a 555 MB/s de leitura e 520 MB/s de escrita, como o Corsair Force GT, com controlador SandForce SF-2281. A quantidade máxima de operações de escrita por segundo cresceu absurdamente, sendo 8,6 mil para o Intel X25-M de 160 GB e 85 mil para o Corsair Force GT de 180 GB.
A SandForce não revela o segredo por trás do seu controlador, mas grande parte de toda essa velocidade é resultado de uma técnica de compressão de dados. Como é necessário manipular menos dados na memória flash, uma operação de gravação de arquivo acaba se tornando mais rápida em muitos casos.
Assim como os HDs, os SSDs também possuem divisões internas. Um disco rígido possui duas divisões fundamentais: setores (menor parte física) e clusters (menor parte reconhecida pelo sistema operacional, formada por vários setores). Um SSD, por sua vez, possui páginas (menor parte física) e blocos (um agrupamento de páginas).
Vantagens e desvantagens em relação ao HD
A ausência de partes móveis, principal característica de um SSD, traz diversas vantagens. Como não é necessário mover cabeças para lá e para cá, muito menos deixar um disco girando a uma velocidade altíssima, um SSD é silencioso, possui taxas de transferência maiores, tempos de acesso menores e não sofre com usuários desastrados que derrubam coisas no chão.
As taxas de transferência dos SSDs são realmente impressionantes se comparadas com as dos HDs voltados ao uso doméstico, que geralmente ficam entre 60 MB/s e 100 MB/s. Mas é no tempo de acesso que ele brilha: enquanto um HD comum demora 10 ou 15 milissegundos para acessar um arquivo aleatório, um SSD comum faz a tarefa em 0,1 ou 0,2 milissegundo. Isso, além de resultar em um tempo de boot menor, agiliza todas as operações do sistema. Eu costumo dizer que, hoje, o maior responsável pela lentidão nos PCs é o disco rígido.
A Samsung produziu um vídeo bem legal para comparar o desempenho entre um HD e um SSD. Monitoraram o tempo de inicialização do Windows, a abertura de um arquivo PDF de 25 MB, a capacidade de suportar altas vibrações e o consumo de energia em um notebook. Confira abaixo:
A grande desvantagem dos SSDs ainda está no preço: o custo por gigabyte ainda é bem alto em comparação com os HDs, especialmente no Brasil. Pesquisando rapidamente, é possível encontrar um SSD de 120 GB por R$ 519, resultando em um custo por GB de R$ 4,32. Um HD de 500 GB pode ser encontrado por R$ 249, apenas R$ 0,50 por GB.
Memória síncrona e assíncrona
Corsair Force GT, um SSD com memória síncrona
A memória flash de um SSD pode trabalhar de dois modos: síncrona e assíncrona. Essa informação geralmente está disponível na ficha de especificações técnicas do produto, mas os usuários não dão muita importância a isso porque não há muito conteúdo sobre o assunto.
A memória síncrona é mais cara e oferece melhor desempenho para manipular dados que não podem ser comprimidos, como músicas, fotos e vídeos. Já a memória assíncrona é menos cara e não possui uma performance tão boa para gravar dados que não podem ser comprimidos.
Num teste com o CrystalDiskMark feito peloThe SSD Review, o Corsair Force GT (memória síncrona) conseguiu 504,4 MB/s de leitura de dados não comprimidos, enquanto que o Corsair Force 3 (memória assíncrona), obteve apenas 212,6 MB/s. O primeiro certamente é uma opção melhor para pessoas que trabalham com arquivos de áudio e vídeo.
Apesar de o usuário comum não perceber diferença significativa entre um SSD com memória síncrona e outro com memória assíncrona, como a diferença de preço não é tão alta, na maioria dos casos vale juntar um dinheiro a mais e comprar um SSD com memória síncrona, como o OCZ Vertex 3 e o Corsair Force GT.
Preços dos SSDs
Os preços dos SSDs no Brasil ainda não estão uma pechincha e são bastante altos principalmente em comparação com os valores adotados em lojas norte-americanas. Fizemos uma pequena pesquisa de preços para comparar alguns dos principais SSDs do mercado:
OCZ Agility 3 (120 GB)
Velocidade: 525 MB/s (leitura) e 500 MB/s (escrita)
Máximo de operações de escrita de 4 KB por segundo: 85.000
Preço no Brasil: R$ 519,00
Preço nos EUA: US$ 93,90
OCZ Vertex 3 (120 GB)
Velocidade: 550 MB/s (leitura) e 500 MB/s (escrita)
Máximo de operações de escrita de 4 KB por segundo: 85.000
Preço no Brasil: R$ 599,00
Preço nos EUA: US$ 93,49
OCZ Vertex 4 (128 GB)
Velocidade: 560 MB/s (leitura) e 510 MB/s (escrita)
Máximo de operações de escrita de 4 KB por segundo: 90.000
Preço no Brasil: R$ 639,90
Preço nos EUA: US$ 114,99
Corsair Force 3 (120 GB)
Velocidade: 550 MB/s (leitura) e 510 MB/s (escrita)
Máximo de operações de escrita de 4 KB por segundo: 85.000
Preço no Brasil: R$ 499,90
Preço nos EUA: US$ 116,99
Corsair Force GT (120 GB)
Velocidade: 555 MB/s (leitura) e 520 MB/s (escrita)
Máximo de operações de escrita de 4 KB por segundo: 85.000
Preço no Brasil: R$ 535,00
Preço nos EUA: US$ 125,49
Intel 320 Series (120 GB)
Velocidade: 270 MB/s (leitura) e 130 MB/s (escrita)
Máximo de operações de escrita de 4 KB por segundo: 14.000
Preço no Brasil: R$ 716,90
Preço nos EUA: US$ 149,99
Intel 520 Series (120 GB)
Velocidade: 550 MB/s (leitura) e 500 MB/s (escrita)
Máximo de operações de escrita de 4 KB por segundo: 80.000
Preço no Brasil: R$ 822,90
Preço nos EUA: US$ 128,50
Kingston SSDNow V+200 (120 GB)
Velocidade: 535 MB/s (leitura) e 480 MB/s (escrita)
Máximo de operações de escrita de 4 KB por segundo: 55.000
Preço no Brasil: R$ 521,90
Preço nos EUA: US$ 91,99
Perguntas frequentes
A vida útil de um SSD é muito curta?
Por ser baseado em memória flash, assim como pendrives e cartões de memória, os SSDs possuem vida útil limitada pela quantidade de ciclos de escrita. E, curiosamente, com a miniaturização do processo de fabricação das memórias flash, essa quantidade está diminuindo. Convencionou-se que a memória flash dos SSDs suporta 10 mil ciclos de escrita, mas os drives mais novos possuem vida útil estimada em 3 mil ou 5 mil ciclos, segundo oAnandTech.
Mas não há motivo para pânico: você não vai detonar seu SSD novinho em folha em um ou dois anos de uso. O controlador do SSD possui uma tecnologia chamada wear leveling, que pode ser traduzida como “distribuição de uso”. Essa tecnologia evita que um mesmo bloco da memória flash seja utilizado muitas vezes. Quando um arquivo é criado ou alterado, o controlador automaticamente grava os novos dados em blocos menos utilizados.
Sabendo do wear leveling, vamos simular um cenário hipotético onde você comprou um SSD com capacidade de 120 GB e vida útil de apenas 3 mil ciclos de escrita. Por ser um usuário extremamente avançado, você é capaz de gravar 120 GB de dados todos os dias, o que nem de longe é algo normal. Fazendo as contas, isso significa que você terá pouco mais de 8 anos até que o SSD comece a falhar. Num ritmo mais normal, gravando 20 GB de dados por dia, esse tempo subiria para 49 anos. Em 49 anos, pode ser que nem você esteja funcionando.
Geralmente, os fabricantes são mais conservadores e estimam a vida útil de um SSD como sendo de 5 a 10 anos de uso intenso. A garantia de fabricantes como OCZ e Corsair no exterior é de 3 anos. Como você provavelmente já terá trocado de computador ou feito um upgrade durante esse tempo, não deverá ter problemas.
É necessário desfragmentar um SSD?
Você até pode desfragmentar um SSD, mas vai acabar gastando ciclos de escrita desnecessariamente, diminuindo a vida útil do dispositivo. Em outras palavras: não, não é necessário e muito menos recomendável praticar esse tipo de tortura com um SSD.
Como um SSD possui um tempo de acesso extremamente baixo, não há perda significativa de desempenho quando fragmentos de arquivos estão espalhados pelo disco, diferente de um HD, que sofre para mover sua cabeça de leitura para juntar várias partes de um arquivo.
Um SSD fica mais lento com o tempo?
Isso era verdade nos SSDs lançados há alguns anos, mas o problema não ocorre nos drives mais novos.
Assim como no HD, excluir um arquivo no Windows não significa que ele será apagado fisicamente do disco. Isso não seria um problema se não fosse uma limitação da memória flash: não é possível apenas regravar dados como em um HD, em que você grava por cima de um arquivo. É necessário restaurar a página do SSD ao estado original e só depois gravar o novo dado, o que acaba diminuindo o desempenho.
Também não há meios para restaurar páginas ao estado original de forma independente, é necessário apagar o bloco inteiro. Se o sistema operacional precisar apagar só uma das páginas, o controlador deverá copiar todos os dados de um bloco para um cache, restaurar os dados em outro bloco, apagar o primeiro bloco e então gravar a nova informação.
Para evitar todo esse trabalho, o controlador do SSD procura gravar dados preferencialmente em páginas vazias. O problema é que, depois de um tempo, quando todos os blocos já foram usados pelo menos uma vez, o controlador precisaria executar a tarefa sempre.
Felizmente, os novos SSDs possuem um comando chamado TRIM, utilizado pelo sistema operacional. Esse comando basicamente “adianta” o trabalho do controlador e limpa os blocos que tiveram arquivos deletados, deixando o SSD como novo. Mas há algumas limitações: o SSD deve suportar o TRIM e o sistema operacional também. Windows 7, Windows 8, Linux 2.6.28+ e OS X 10.6.8+ suportam o comando.
Vale a pena?
Se você está juntando dinheiro para fazer um upgrade no PC, vale a pena começar a pesquisar preços de SSDs. Com um disco rígido, o desempenho da máquina acaba sendo limitado em tarefas cotidianas, como abertura de programas, carregamento de jogos e qualquer outra operação que envolva leitura e escrita de dados, não importando quão rápido seu processador seja ou quanta RAM você tenha instalado – o resto dos componentes precisará esperar o lento HD fazer seu trabalho para finalmente entrar em ação.
Infelizmente, os SSDs são muito mais caros que um HD e devem continuar assim por um longo tempo. Para gastar menos e ter um retorno maior, vale a pena utilizar um SSD apenas para instalar o sistema operacional, os aplicativos e jogos mais usados e seus arquivos de trabalho. Filmes, músicas, fotos e outros arquivos gigantes podem ser armazenados num HD – ou até mesmo na nuvem.
O problema de utilizar um SSD e um HD ao mesmo tempo é que, nos notebooks, pode não haver espaço físico suficiente. Nesse caso, a recomendação para quem guarda muitos arquivos é utilizar um HD híbrido, como o Seagate Momentus XT. Esses HDs possuem uma pequena quantidade de memória flash utilizada como cache dos arquivos e programas mais acessados, o que melhora a performance geral do sistema após algum tempo de uso.
Por fim, tenha em mente que, após comprar, instalar e usar um SSD, você seguirá um caminho sem volta: após alguns dias, qualquer computador com HD parecerá lento.
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