Tag: depressão

  • Exercitar-se nunca é tarde para envelhecer em forma e com saúde, diz estudo

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    Pessoas que praticam exercícios têm têm sete vezes mais chances de envelhecer bem

     

    Atividade física regular pode triplicar as chances de se envelhecer bem e em forma, de acordo com estudoWavebreak Media/ Getty Images

    A atividade física regular pode triplicar as chances de se envelhecer bem e em forma, de acordo com estudo divulgado nesta terça-feira (26).

    Depois de oito anos acompanhando um universo de 3.500 pessoas de 64 anos em média, cientistas britânicos mostraram que aqueles que tiveram uma atividade física regular moderada, ou vigorosa, têm sete vezes mais chances do que as pessoas sedentárias de envelhecer em forma.

    Essas possibilidades continuam a se triplicar entre os 10% de ex-sedentários que retomaram os exercícios entre 2002 e 2010, de acordo com o estudo publicado no “British Journal of Sports Medicine”, editado pelo mesmo grupo do “British Medical Journal” (BMJ).

    “O segredo do envelhecimento saudável está na alimentação”, alerta geriatra

    Ao término do intervalo estudado, uma em cada cinco pessoas era considerada “bem de saúde, enquanto quatro em cada dez desenvolveram uma patologia crônica, uma em cada cinco sofria de depressão, ou déficit cognitivo e um terço de uma incapacidade pelo menos parcial”.

    Principal causa de cegueira em idosos é desconhecida pelos brasileiros, revela pesquisa

    Os cientistas dirigidos pelo epidemiologista Mark Hamer, da University College de Londres, levaram em conta outros fatores principais suscetíveis de influenciar o envelhecimento, como o cigarro, o álcool, o estado civil, ou os recursos financeiros.

    Embora não haja consenso sobre o tema, avaliou-se que o “envelhecimento em forma” pode ser definido como a ausência de doença crônica, de déficit cognitivo “importante”, ou de “limitação importante” das capacidades físicas, assim como gozar de boa saúde mental.

    — Esse estudo apoia as políticas de saúde pública tendentes a estimular os idosos a realizar uma atividade física, mesmo em uma idade avançada.

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  • Distimia: o que é, como tratar

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    A distimia, também conhecida como mau humor crônico, é um problema sério e possui um tratamento eficiente no controle dos sintomas. Saiba mais.
    distimia é uma doença crônica que afeta a vida de muitas pessoas, dentre as quais algumas podem até desconhecer o problema. Esclareça as principais dúvidas sobre o assunto e saiba exatamente o que é a distimia e como tratar.

    653808 A distimia é um tipo crônico de depressão. Distimia: o que é, como tratar

    O QUE É DISTIMIA

    A distimia é um tipo de depressão crônica em que o indivíduo fica regularmente triste. Por sorte os sintomas não são tão graves como os da depressão profunda, mas ainda assim merecem atenção e tratamento adequado. A distimia acomete principalmente as mulheres, e pode atingir até 5% da população.

    CAUSAS DE DISTIMIA

    A causa exata desse problema ainda é desconhecida, mas existem vários fatores relacionados com a doença, que normalmente costuma ser hereditária. Algumas pessoas portadoras desse distúrbio sofrem de problemas crônicos ou até mesmo outros transtornos mentais, como ansiedade, uso abusivo de álcool e dependência de drogas. Até 50% desses pacientes podem desenvolver um quadro de depressão profunda em algum momento de suas vidas.

    A distimia, especialmente em pessoas idosas, pode ser causada por:

    • Dificuldade de cuidar de si;
    • Isolamento social;
    • Declínio da capacidade mental;
    • Doenças comuns da idade avançada.

    653808 Idosos podem apresentar vários fatores que predispõem a distimia. Distimia: o que é, como tratar

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  • Cientistas israelenses criam capacete contra fumo e depressão

    Acesse:http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/02/130215_israel_capacete_depressao_gf.shtml

    Guila Flint

    De Tel Aviv para a BBC Brasil

    Foto: Cortesia da BrainswayCapacete seria capaz de ajudar no combate a vícios e depressão

    Dois cientistas israelenses desenvolveram um capacete que emite ondas magnéticas para o cérebro e que, segundo pesquisas, tem efeitos significativos no combate a transtornos como a depressão e o vício do fumo.

    O capacete, desenvolvido pelo neurocientista Abraham Zangen e pelo físico Yiftach Roth, emite ondas magnéticas em alta frequência para regiões mais profundas no cérebro, que até hoje podiam ser acessadas só com intervenções cirúrgicas ou choques elétricos.

    Por intermédio dos estímulos, eles obtiveram resultados positivos tanto em casos de pacientes que sofrem de depressão profunda como em pessoas que já tinham tentado parar de fumar por outros meios e não conseguiram.

    Entretanto, de acordo com Roth, o sistema, denominado Estimulação Transcraniana Magnética Profunda (Deep TMS em inglês) pode ser eficaz no tratamento de um leque “muito amplo” de problemas, como o mal de Parkinson, distúrbio bipolar, mal de Alzheimer, autismo, distúrbio obsessivo-compulsivo, dependência de drogas e alcoolismo.

    Diferentes capacetes

    Mais de 3 mil pessoas, em Israel e no exterior, já participaram de experiências com o capacete, e recentemente a FDA – agência reguladora de medicamentos dos EUA – outorgou um certificado para utilização do sistema no combate à depressão.

    A ideia de desenvolver o sistema surgiu em 2000. Abraham Zanger, chefe do laboratório de Neurociência da Universidade Ben Gurion, explicou à BBC Brasil que, para cada problema, é criado um capacete diferente, “adaptado para transmitir as ondas magnéticas às áreas relevantes do cérebro”.

    “No começo do tratamento houve alguns pacientes que se queixaram de leves dores de cabeça, mas com o tempo as dores passaram”, disse.

    O psiquiatra Hilik Lewkovitz, do hospital psiquiátrico Shalvata, no qual o sistema já está sendo usado, disse que “o número de pacientes que reagiram de maneira positiva a esse tratamento é significativo”.

    Ele chamou a tecnologia de “revolucionária”, pois “não é invasiva e tem poucos efeitos colaterais e que apresenta resultados positivos no tratamento de vários distúrbios psiquiátricos”.

    Remissão completa

    Foto: Cortesia da Brainsway

    Ondas magnéticas atingem áreas profundas do cérebro

    Uma pesquisa feita no hospital Beer Yakov concluiu que 32,6% tratados com as ondas magnéticas apresentaram uma remissão completa da depressão e outros 38,4% demonstraram melhora substancial.

    De acordo com a bióloga Limor Klein Dinur, que dirigiu uma pesquisa com 115 participantes sobre os efeitos do sistema em fumantes, 44% delas pararam de fumar após o tratamento.

    “Não houve danos às capacidades cognitivas dos participantes, e em alguns casos até observamos uma melhora cognitiva”, disse a cientista à BBC Brasil.

    De acordo com ela, 80% dos participantes que não pararam de fumar diminuíram o número de cigarros fumados em mais de 50%.

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  • Apps que prometem ajudar a saúde não são confiáveis, dizem médicos

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    Fim da acne, aumento dos seios e alívio da depressão são só alguns dos serviços oferecidos pelos mais de 40 mil aplicativos “médicos” disponíveis para celular.

    Embora boa parte deles seja inofensiva e desempenhe tarefas como lembrar o usuário de tomar um remédio, há uma parcela cada vez mais ambiciosa que promete a cura ou uma melhora significativa para diversos males.

    Sem testes ou evidências científicas, esses apps entraram na mira de associações médicas, grupos de pesquisa e até da toda-poderosa FDA (agência que regula alimentos e remédios nos EUA).

    A organização deve emitir nos próximos meses regras para fiscalizar e controlar a circulação desses softwares.

    O Centro de Jornalismo Investigativo da Nova Inglaterra, ligado à Universidade de Boston, fez um levantamento indicando as maiores lorotas tecnológicas prometidas pelos aplicativos. A lista contém 1.500 apps.

    Quando não apresentam conceitos errados, os programas se aproveitam da falta de informação dos usuários. É comum também que um determinado aspecto de um tratamento seja deturpado e usado de maneira simplista.

    É o caso do AcnApp, que era vendido por US$ 1,99 para iPhone. Segundo o fabricante, o usuário deveria segurar o visor perto do rosto por alguns minutos todos os dias. Ele emitiria luzes vermelhas e azuis que matariam as bactérias que favorecem a acne, melhorando a pele.

    “O tratamento com luz vermelha e azul já é muito consolidado para tratar a acne”, explica Gabriela Casabona, dermatologista do Hospital Samaritano. “Mas a luz que tem esse efeito é própria para isso. Tem um comprimento de onda, um tempo de exposição e uma distância muito específicas”, completa.

    O app teve quase 15 mil downloads e despertou a atenção das autoridades, que conseguiram removê-lo da lista da loja de aplicativos da Apple. O fabricante precisou pagar uma multa de US$ 14.294, mas não teve nenhum problema com a Justiça.

    A decisão, porém, não impediu que outros dispositivos seguissem a mesma linha.

    O iSAD promete tratar a desordem afetiva sazonal, a depressão que atinge as pessoas com baixa exposição à luz solar, como as que vivem em países nórdicos.

    O app promete usar a luz do visor do iPhone para, em sessões de cerca 30 minutos por dia, tratar essa depressão. O serviço custa US$ 9,99.

    “É improvável que a intensidade do visor e o uso dessa maneira sejam capazes de ter algum efeito”, diz Elko Perissinotti, do IPq (Instituto de Psiquiatria) da USP.

    No aplicativo Breast Augmentation, são os sons que prometem fazer efeito. Ele trabalha com a ideia de que mulheres amamentando têm seios maiores. A partir daí, o aplicativo diz que ouvir alguns minutos de choro de bebê por dia estimula o organismo a aumentar os seios.

    Esses e outros aplicativos podem ser comprados no Brasil, mas a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) afirmou que não há projetos de regulamentação do setor. Oficialmente, qualquer app que se proponha a curar uma doença precisa de autorização do órgão.

    Ed. de arte/Folhapress

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  • App mapeia celular para descobrir como anda a sua saúde

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    Com base em dados de celulares, aplicativo pode identificar doenças como diabetes e depressão
    Crédito: ginger.io

    As ligações que você faz e mensagens que envia podem dizer mais sobre sua saúde do que você imagina. Depois de analisar mais de 320 mil horas de conteúdos de celulares, o estudante Anmol Madan descobriu que os smartphones podem ser aliados dos tratamentos médicos, ajudando a identificar doenças como a depressão, por exemplo.

    Com base nessa descoberta, ele desenvolveu o aplicativo Ginger.io, que é uma plataforma de análise comportamental que transforma os dados do seu celular em informações importantes para o diagnóstico de doenças.

    De acordo com a divulgação do app, os aparelhos existentes hoje são poderosos sensores sociais. Neles, as pessoas deixam seus rastros digitais de comportamento e padrões de atitudes que podem ser relevantes para a saúde. O Ginger.io então coleta e analisa esses dados em busca de compreender o estado de saúde (física e metal) dos usuários.

    Assim, ligações e mensagens se tornam indicadores que, quando combinados, podem indicar que o usuário não anda bem. E quando os alertas não são positivos, o app envia os dados para o médico por meio de uma plataforma online, fazendo com que aos poucos seja criado um histórico sobre a saúde do paciente, que também é constantemente informado sobre seu estado.

    O aplicativo ainda tem a vantagem de ser privativo, já que as informações (bem como sua divulgação) são controladas pelo próprio usuário. Ao que parece, a ideia agradou. Tanto que o Ginger.io já recebeu um investimento de 6,5 milhões de dólares para entrar em funcionamento.

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  • Saiba como combater a queda de cabelos

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    Conheça as principais causas e como evitar o problema

    Crédito: Thinkstock

    Ao pentearmos os cabelos, é muito comum notarmos um acúmulo dos fios soltos que ficam na escova ou no pente. De acordo com os dermatologistas, essa perda é natural e muito comum. Entretanto, há uma diferença quando a quantidade perdida é muito grande e constante. Portanto, é preciso ficar de olho se os seus cabelos estão caindo demais, pois isso pode ser causado por vários fatores, inclusive por uma alimentação de má qualidade.

    A queda de cabelo nas mulheres é um problema muito mais comum do que muitas pessoas imaginam. Algumas vezes são causadas por fatores como o stress e taxa hormonal, mas em outros casos o problema é hereditário.

    Por isso, sempre que você notar uma perda grande com tufos mais cheios é importante procurar um dermatologista que irá avaliar o seu caso para chegar a uma definição de tratamento ou prevenção.

    Para diagnosticar corretamente a causa da perda de cabelo, o profissional irá avaliar um histórico detalhado. Isto inclui medicamentos que você toma (ou já usou), alergias, antecedentes familiares e dieta, bem como registro de período menstrual, gravidez e menopausa. Além disso, é feito ainda um exame de inspeção no couro cabeludo.

    Causas, prevenção e tratamento

    De acordo com a dermatologista Fabiane Mulinari Brenner, algumas das principais causas de queda de cabelos em mulheres jovens são as deficiências nutricionais. “Uma das razões mais comuns é a falta de minerais, especialmente a de ferro. Além desse fator, outras doenças como as da tireoide também podem causar o problema. Situações como o período pós-parto ou pós-cirurgias em geral são motivos que também podem agravar a queda dos fios”, explica Fabiane.

    No pós-parto, essa perda, também chamada de eflúvio telógeno, acontece porque durante a gravidez há uma concentração maior de estrógeno no organismo. Esse hormônio faz com que os fios fiquem mais fortes durante a fase de crescimento (anágena) por mais tempo. Quando a produção do estrógeno diminui após o nascimento do bebê, os folículos pilosos entram precocemente numa fase de desprendimento (telógena), fazendo com que haja uma queda mais acentuada dos fios.

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    A queda de cabelo em mulheres também é muito comum durante e após a menopausa devido a alterações hormonais desse período, que acontece geralmente após os 50 anos de idade. Dietas radicais e alguns medicamentos também podem ser pontos causadores da calvície feminina.

    Além dos fatores acima, o stress também é um grande causador de queda de cabelos nas mulheres. Quando estamos estressadas, há um aumento de um neurotransmissor chamado noradrenalina, que interrompe o crescimento do cabelo. Essa ação ligada a outras alterações no sistema imunológico causa inflamações no couro cabeludo, afetando o processo natural do nascimento dos fios.

    Para esses casos de queda de cabelos relacionados ao stress, primeiro é preciso investigar a causa psicológica (ansiedade, nervosismo ou depressão). Além disso, é possível fazer uma suplementação com uma substância chamada tirosina, que é um aminoácido que reduz as inflamações, diminuindo a concentração de noradrenalina no couro cabeludo.

    Já quando a calvície é hereditária, chamada de alopecia androgenética, o volume da perda é determinado pela predisposição genética da mulher, podendo ser agravada por excesso de hormônio masculino.

    De acordo com a dermatologista Fabiane, nesses casos é necessário o uso de medicamentos. “O fator hereditário da calvície feminina ocorre em cerca da metade das mulheres acima dos 50 anos, sendo necessária uma avaliação dermatológica adequada e acompanhamento, pois em geral é preciso tomar medicamentos por longos períodos para evitar a progressão da doença. Estes medicamentos são em geral bloqueadores de hormônio e nem todas as mulheres podem usar”, explica.

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    É importante ficar alerta aos sinais da queda. Segundo a dermatologista Fabiane, a perda normal diária é de até 100 fios. Se você notar que está perdendo mais do que isso, é importante procurar ajuda. É claro que você não tem como contar a quantidade de fios que caem. Mas, baseando-se numa mudança drástica de queda — em que os tufos mais espessos saem aos montes durante a lavagem e ao pentear — é possível perceber a perda.

    Apesar de serem apontados como vilões, alguns tratamentos de beleza feitos nos salões, como escovas progressivas e tinturas, não influenciam diretamente no problema. De acordo com Fabiane Brenner, esses procedimentos não provocam a queda, e sim a quebra dos fios, o que pode confundir a mulher que fica com a sensação de que os cabelos caíram mais após esses fatores.

    Alimentação e vitaminas

    Nos casos em que a queda não é causada por fatores genéticos, é possível ajudar a fortalecer os fios e evitar o problema através da alimentação e até a inserção de suplementos vitamínicos na dieta.

    A dermatologista Fabiane Brenner recomenda que as mulheres cuidem da reposição de ferro com o aumento no consumo de carnes magras, grãos e vegetais verdes escuros. A ingestão de proteínas é importantíssima para fortalecer os fios. A deficiência de alimentos proteicos pode ser até mesmo ser responsável pela perda capilar feminina em casos extremos.

    Crédito: Thinkstock

    Em mulheres que não recebem proteína suficiente, o corpo vai cortar o fornecimento para o cabelo. Afinal, os fios são compostos de 70 a 80% de queratina, que é uma proteína. Por isso uma dieta deficiente nessa substância vai levar a queda de cabelo. Entre as fontes já citadas acima, como a carne, é indicado aproveitar o valor proteico de peixes, além de grãos como a soja e o feijão, por exemplo. Laticínios, nozes e castanhas, além dos ovos, também são fontes importantes.

    Suplemento com multivitaminícos também podem ser prescritos por especialistas para complementar as taxas de nutrientes que não são alcançados somente com a alimentação. Entre as vitaminas e minerais mais indicados para ajudar no fortalecimento dos cabelos estão o ferro, zinco, vitaminas E e do complexo B, além de ômega 3.

    Para casos mais severos de queda, não sendo genéticos, é possível encontrar tratamentos com laser, loções manipuladas, carboxiterapia ou infiltrações com corticoide. No entanto, sempre procure um dermatologista antes de iniciar qualquer procedimento.

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