Elaborado pelo fabricante de embalagens japonês Kawakami Sangyo Co., Ltd. – conhecido pela produção e distribuição de plástico bolha – uma versão otimizada do famoso plástico bolha foi lançado, chamado Spa Spa…
Profundamente envolvido com o universo das artes, o morador deste apartamento de 128 m² localizado nos Jardins, em São Paulo, solicitou ao Atelier PECLAT + CHOW uma reforma completa do imóvel, original dos anos 1960…
Reaproveitando embalagens de papelão e encorajando usuários a reutilizar materiais de forma criativa, o concurso Out of the Box – De fora da Caixa em português – do ano passado, recebeu 1.500 inscrições de mais de 80 países diferentes ao redor do mundo…
Daniel Simon é o talentoso sujeito por trás do design dos veículos de Tron: O Legado e de Oblivion. Seu livro, chamado Cosmic Motors, já se tornou um clássico entre os fãs de sci-fi e os entusiastas do design. Vendo as fotos acima você perceberá que não é difícil entender o motivo.
Está em desenvolvimento um novo tipo de bateria que consegue armazenar até dez vezes mais energia que os modelos convencionais. Ela foi pensada por cientistas da Universidade de Stanford, que se inspiraram em romãs para encontrar o design ideal.
Há algum tempo se tenta criar baterias de lítio que, para manter a carga, usem silício, que tem potencial dez vezes superior ao dos materiais usados atualmente. Só que o silício se quebra no momento da recarga, por causa do calor.
Foi aí que entrou a fruta, a peça que faltava no quebra-cabeças. O pessoal de Stanford uniu nanofios de silício em bolhas de carbono e os organizaram da mesma forma que as sementes da romã; assim, a eletricidade é conduzida sem que se precise expor o silício.
Os núcleos são tão pequenos que é difícil acontecer de se romperem, e há bastante espaço entre eles para que o silício se expanda sem ser rompido.
Mesmo depois de mil ciclos de recarga, essa bateria é capaz de funcionar em 97% de sua capacidade, o que a torna apta ao mercado comercial. Só que ela ainda não está totalmente pronta, deve levar algum tempo até que sejam liberadas.
A fabricante japonesa de carros Honda desenvolveu uma nova capa para smartphones que poderia ser o sonho de consumo de muitos desastrados mundo afora. A companhia japonesa criou a primeira capa para smartphones com airbag. Isso mesmo, a mesma tecnologia presente nos carros.
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Chamada de Case N, a capa infla ao “sentir” que o smartphone está caindo e através do sistema absorve o impacto da queda e protege o smartphone. O contra da capa é que ela não possui um design muito legal e não é nada compacta também. Além disso, não vá se empolgar, tudo isso não passa de uma brincadeira da Honda, ou seja, a capa não será lançada.
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Você pode conferir o vídeo demonstrativo da capinha da Honda clicando aqui.
A NASA lançou um protótipo, do tamanho de um brinquedo, de um avião que funciona com óleo fluorescente. Este modelo foi usado para ser inserido em um túnel de velocidade ultrarrápida, e faz parte das projeções futuras da agência espacial para desenvolver novos tipos de aeronaves.
Projeto de avião funciona com óleo fluorescente
Na imagem, que você pode conferir acima, o modelo é mostrado em uma escala maior, e é um dos tipos de naves que a empresa desenvolveu o qual funciona com um líquido viscoso que brilha no escuro. De acordo com os cientistas, os padrões do líquido revelam os perfis da nave, como elevação e resistência, além de demonstrar quais suas capacidades de voo.
Nos últimos anos, a NASA tem focado suas pesquisas em eficiência. Eles fecharam parcerias com empresas como a Boeing para criar novos modelos de design aeronáutico, que pode resultar em protótipos mais baratos e confortáveis para voar.
O resultado, porém, foi um avião com imagens psicodélicas e brilhantes. Se o design interior for semelhante ao do exterior, além de voar rápido e de forma eficiente, este pode ser um possível novo modelo de avião a ser lançado no futuro.
Desde julho de 2012, uma prévia do Outlook.com estava no ar, mas hoje (19) a Microsoft anunciou que o serviço de e-mail não está mais em fase beta, e que o site já acumulou mais de 60 milhões de usuários ativos – mais de um terço deles convertidos do Gmail.
Para atrair ainda mais usuários, a Microsoft está planejando lançar uma campanha publicitária para atingir grandes massas, segundo o Engadget. A ideia é transmiti-la na TV e no rádio, criar anúncios online, e até mesmo afixar cartazes no metrô.
Muitas pessoas têm elogiado a interface mais limpa que o Outlook.com oferece aos usuários, além de outros recursos. Devido à boa aceitação do serviço, a Microsoft também disse que planeja migrar os usuários do Hotmail para a nova interface do Outlook em meados de julho de 2013.
A empresa explica que a atualização é “perfeita e imediata para as pessoas que usam o Hotmail”. Tudo o que pertencer à sua conta de e-mail @hotmail.com (senha, mensagens, pastas, contatos, regras, respostas de férias, etc.) vai continuar lá, sem interrupção do serviço – assim como vai acontecer com o MSN.
Quando a conta do usuário for atualizada, ele vai obter todas as novidades da experiência da nova interface do Outlook.com redesenhada. A empresa também deixa claro que nunca vai forçar os usuários a trocar seus endereços de e-mail para @outlook.com se eles não quiserem; a grande diferença fica apenas por conta do novo design. Confira uma das propagandas do Outlook.com:
Jogos serão expostos no Museu de Arte Moderna de Nova York. MoMA espera aumentar coleção para 40 games.
Aplicativo que reproduz o jogo ‘Pac-Man’
(Foto: Reprodução)
Os jogos de videogame vão invadir o Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) em março do ano que vem, tornando-se parte do acervo da instituição, com sede em Manhattan.
O MoMA acaba de adquirir 14 games e espera aumentar rapidamente sua coleção para 40, declarou a encarregada do Departamento de Arquitetura e Design do museu, Paola Antonelli, no site do museu.
Entre os primeiros 14 “clássicos” que entrarão no museu em março de 2013 estão “Pac-Man” (1980) e “Tetris” (1984).
Para Antonelli, os games não são apenas arte, mas também design e por isso o MoMA se focou neste último aspecto.
O museu levou em conta o “design interativo”, “a qualidade visual e a experiência estética de cada jogo”, assim como “a elegância do código e do comportamento do jogador”, segundo Antonelli. Na escolha influenciou também uma “combinação de pertinência histórica e cultural”, acrescentou.
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