Tag: diabete

  • Governo de SP deixa de entregar sete remédios

    Acesse:http://noticias.r7.com/saude/governo-de-sp-deixa-de-entregar-sete-remedios-21112013

    Ao todo, são 68 milhões de unidades, que representa 49% do total pedido pela prefeitura

    Agência Estado

     

    Furp deixou de entregar sete medicamentos neste anoReprodução / Agência Brasil

    Laboratório farmacêutico oficial do governo do Estado, a Furp (Fundação para o Remédio Popular) deixou de entregar neste ano 68 milhões de unidades de pelo menos sete medicamentos solicitados pela prefeitura de São Paulo para abastecer as farmácias das UBSs (Unidades Básicas de Saúde) da capital. O volume representa 49% das 138 milhões de unidades pedidas pela administração municipal desses produtos, que incluem remédios usados no tratamento de diabetes, hipertensão e infecções.

    Vinculada à Secretaria de Estado da Saúde, a Furp é a única responsável por fornecer 28 diferentes tipos de medicamentos para a prefeitura. Os medicamentos ofertados pela rede pública são distribuídos de forma gratuita mediante a apresentação de receita de médicos do sistema público ou privado.

    Com o atraso na entrega dos remédios, agravado no segundo semestre deste ano, o estoque de muitas UBSs se esgotou, e os pacientes já enfrentam dificuldades para encontrar os medicamentos nas farmácias dos postos de saúde.

    Na UBS Jardim Peri, na zona norte da capital, três itens da lista estão em falta há pelo menos dois meses. São eles: cefalexina, antibiótico usado no combate a infecções que atingem dentes, sistema urinário e órgãos do aparelho respiratório; glibenclamida, usado no tratamento de diabetes; e metildopa, indicado para o controle da hipertensão arterial.

    Com um processo infeccioso nos dentes, o eletricista Ozéas Gomes da Costa, de 60 anos, se viu obrigado a comprar a cefalexina prescrita pelo médico, após tentar, sem sucesso, retirá-la gratuitamente em várias farmácias da rede pública. “O pior é que, quando você não acha em um lugar, geralmente está em falta na cidade toda. Antes de vir para cá, já tinha passado em dois postos da região e eles também não tinham”, contou ele, após receber nova negativa na unidade do Jardim Peri, na quinta-feira passada.

    Antibióticos

    A falta de cefalexina se agravou a partir de julho, quando a Furp passou a entregar mensalmente entre 200 mil e 300 mil unidades de um total de 1,3 milhão de cápsulas solicitadas todos os meses.

    Na época, a Amoxicilina, outro antibiótico fornecido pela Furp e usado no tratamento de infecções muito comuns na população, como a sinusite e a otite, já estava com falhas na entrega havia seis meses. A demanda mensal do medicamento é de 3 milhões de comprimidos, mas entre janeiro e outubro, apenas 15,3 milhões das 30 milhões de unidades pedidas foram entregues pelo Estado.

    O desabastecimento fez a Secretaria Municipal da Saúde comprar, no início deste mês, 7,6 milhões de comprimidos do medicamento, em um gasto total de R$ 384 mil, que terá de se repetir mensalmente caso a Furp continue a atrasar a entrega dos remédios. O valor representa um gasto extra para os cofres municipais, uma vez que a Prefeitura não paga nada à Furp pelos medicamentos entregues. Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, atualmente o laboratório fornece medicamentos gratuitamente ao Município como contrapartida do Estado dentro do SUS (Sistema Único de Saúde).

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  • Renda-se aos benefícios do arroz integral

    Acesse:http://todaela.uol.com.br/nutricao/renda-se-aos-beneficios-do-arroz-integral

    Pesquisas comprovam que ele ajuda no controle da diabete e na redução da gordura abdominal

    Se você não consegue deixar o arroz branco de lado e optar pelo integral, é hora de pensar em sua saúde. Uma pesquisa realizada na Universidade Tufts, nos Estados Unidos, revelou que o alimento é um grande aliado para controlar a diabete e reduzir a gordura abdominal.

    Os pesquisadores analisaram a nutrição de 2.800 participantes. Aqueles que consumiam pelo menos três porções do cereal e não abusavam dos refinados apresentavam até 10% menos gordura visceral, aquela que se deposita além da barriga e recobre alguns órgãos.

    Assim, o primeiro efeito notado é a diminuição das medidas do abdômen. Indo além, é possível notar benefícios no coração, pois quanto menos células de gordura, menor o risco de inflamação nas artérias.

    E os benefícios não param por aí. Por seu alto teor de fibras, o arroz integral deixa a digestão mais lenta, fazendo com que o açúcar que vem dos alimentos seja absorvido lentamente. Resultado: como a insulina fica sob controle, o alimento regula a diabete e ainda reduz a gordura abdominal, já que ela é o hormônio responsável por inflar as células dos pneuzinhos.

    A pesquisa revelou ainda mais uma vantagem para a lista: o cereal reduz a probabilidade de aparecimento de tumores.

    Mas o que ele tem de especial?

    A principal diferença entre o arroz branco e o integral está na casca. É ela a fonte de todos os nutrientes que fazem a diferença na alimentação, entre eles proteínas, fósforo, ferro, cálcio e vitaminas do Complexo B.

    O teor de fibras é o diferencial desse tipo de arroz em relação aos demais. Isso porque quanto maior o seu valor, menor a quantidade de glicose e lipídios absorvidos. Consequentemente, menos gordura vai se depositar em seu abdômen. E elas ainda combatem a constipação intestinal, quando ingeridas regularmente.

    O alimento também é bom para combater a queda de cabelo, para a pele e unhas, pois ele contém metionina, um aminoácido essencial.

    A presença da vitamina B1 protege o sistema nervoso e os outros nutrientes do arroz integral trazem benefícios como a melhora do metabolismo da contração muscular (ótima para atletas).

    Menos arroz no prato do brasileiro

    Porém, mesmo com a comprovação de todas essas vantagens, o arroz (independente do tipo) está cada dia mais ausente do prato do brasileiro. Um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que seu consumo hoje é 40% menor que no início dos anos 2000.

    Na verdade, essa tendência deve ser revertida rapidamente. Pesquisadores do governo americano afirmam que quem come o alimento regularmente tem menor propensão a engordar, 34% menos probabilidade de hipertensão e 27% menos de risco de aumentar a circunferência abdominal (um dos fatores que auxiliam a ocorrência de doenças cardiovasculares).

    É claro que tudo aquilo que é ingerido em excesso faz mal. Por isso, aproveite os benefícios do arroz integral consumindo até 90 gramas ou 4 colheres de sopa por dia. Sua saúde agradece.

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  • Sete dores que não devem ser menosprezadas

    Acesse:http://saude.abril.com.br/edicoes/0310/medicina/conteudo_451714.shtml

    Elas avisam: algo está errado. Mas preferimos pensar que vão passar depressa a procurar um médico. É aí que muitas vezes damos de cara com o perigo. Saiba como escapar de um engano por Débora Didonê | design Thiago Lyra
    Levante a mão quem nunca se automedicou por causa de uma dor. É corriqueiro achar que ela é um mal passageiro, entupir-se de analgésico e esperar até ela se tornar insuportável para ir ao médico. Estudos indicam que 64% dos brasileiros tentam se livrar da sensação dolorosa sem procurar ajuda. Foi assim com a auxiliar de dentista Antônia Sueli Ferreira, 45 anos, de São Paulo. “Tomei muito remédio durante três meses por causa de cólicas fortíssimas e do que parecia ser uma lombalgia. Só depois fui ao médico. E então descobri que tinha um câncer colorretal. Tive de ser submetida às pressas a uma cirurgia. Por sorte, estou bem”, conta. Segundo o cirurgião Heinz Konrad, do Centro para Tratamento da Dor Crônica, em São Paulo, “a dor é um mecanismo de proteção que avisa quando algo nocivo está acontecendo”. A origem do malestar? Eis a questão — e, para ela, precisamos ter sempre uma resposta. “Na dúvida, toda dor precisa ser checada, ainda mais aquela que você nunca sentiu igual”, aconselha o cardiologista Paulo Bezerra, do Hospital Santa Cruz, em Curitiba. Aqui, selecionamos sete dores que você nunca deve ignorar.
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    Dor de cabeça
    Dos 10 aos 50 anos, ela geralmente é causada por alterações na visão ou nos hormônios — esta, mais comum entre as mulheres. E esses são justamente os casos em que a automedicação aumenta o tormento. “Isso porque, quando mal usado, o analgésico transforma uma dorzinha esporádica em diária”, avisa o neurocirurgião José Oswaldo de Oliveira Júnior, chefe da Central da Dor do Hospital A.C. Camargo, em São Paulo. Acima dos 50 anos, as dores de cabeça merecem ainda mais atenção: é que podem estar relacionadas à hipertensão.
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    Dor de garganta
    Costuma ser causada pela amigdalite de origem bacteriana ou viral. “Se não for tratada, a amigdalite bacteriana pode exigir até cirurgia”, alerta o otorrinolaringologista Marcelo Alfredo, do Hospital e Maternidade Beneficência Portuguesa de Santo André, na Grande São Paulo. A do tipo viral baixa a imunidade e, em 10% dos casos, vira bacteriana. Portanto, pare de banalizar essa dor. Se ela parece nunca ir embora, abra os olhos: certos tumores no pescoço também incomodam e podem ser confundidos, pelos leigos, como simples infecções.Dor no peito
    “Quando o coração padece, a dor é capaz de se espalhar na direção do estômago, do maxilar inferior, das costas e dos braços”, descreve o cardiologista Paulo Bezerra. Em geral, isso acontece quando o músculo cardíaco recebe menos sangue devido a um entupimento das artérias. “A sensação no peito é como a de um dedo apertado por um elástico. E piora com o estresse e o esforço físico”, explica Bezerra. Não dá para marcar bobeira em casos assim: o rápido diagnóstico pode salvar a vida.

    Dor nas pernas
    Muita gente não hesita em culpar as varizes — às vezes injustamente. “A causa pode ser outra”, avisa a fisiatra Lin Tchia Yeng, do Hospital das Clínicas, em São Paulo. Uma artrose, por exemplo, provoca fortes dores nos pés e nos joelhos. Se não for tratada, piora até um ponto quase sem retorno. “Em outros indivíduos a dor vem das pisadas”, explica Lin. “É quando há um erro na posição dos pés ou se usam calçados inadequados.” Sem contar doenças como hipotireoidismo e diabete, que afetam a circulação nos membros. “Há medicamentos específicos para resolver a dor nesses casos”, diz a reumatologista Solange Mandeli da Cunha, do Centro de Funcionalidade da Dor, em São Paulo.

    Dor abdominal

    Uma dica: o importante é saber onde começa. Uma inflamação da vesícula biliar começa no lado direito da barriga, mas tende a se irradiar para as costas e os ombros. Contar esse trajeto ao médico faz diferença. “Se a pessoa não for socorrida, podem surgir perfurações nessa bolsa que guarda a bile fabricada no fígado”, diz o cirurgião Heinz Konrad. Nas mulheres, cólicas constantes — insuportáveis no período menstrual — levantam a suspeita de uma endometriose, quando o revestimento interno do útero cresce e invade outros órgãos. “Uma em cada dez mulheres que vivem sentindo dor no abdômen tem essa doença”, calcula a anestesiologista Fabíola Peixoto Minson, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

    Dor nas costas
    A má postura e o esforço físico podem machucar a coluna lombar. “É uma dor diária, causada pelo desgaste físico e pelo sedentarismo”, diz o geriatra Alexandre Leopold Busse, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Conviver com o tormento? Essa é a pior saída. A dor nas costas, além de minar a qualidade de vida, pode escamotear o câncer no pâncreas também. “No caso desse tumor, surge uma dor lenta e progressiva”, ensina a fisiatra Lin Tchia Yeng. Por precaução, aprenda que a dor nas costas que não some em dois dias sempre é motivo de visitar o médico.

    Dor no corpo
    Se ele vive moído, atenção às suas emoções. A depressão, por exemplo, não raro desencadeia um mal-estar que vai da cabeça aos pés. “O que dá as caras no físico é o resultado da dor psicológica”, diz Alaide Degani de Cantone, coordenadora do Centro de Estudos e Pesquisas em Psicologia e Saúde, em São Paulo. “Quem tem dores constantes aparentemente sem causa e que vive triste, pessimista, sem ver prazer nas coisas nem conseguir se concentrar direito pode apostar em problemas de ordem emocional”, opina o psiquiatra Miguel Roberto Jorge, da Universidade Federal de São Paulo. E, claro, essas dores que no fundo são da alma também precisam de alívio.

    Ajude o médico a descobrir a verdadeira causa de seus “ais”. Leve as seguintes informações para a consulta:

    Quando
    Puxe pela memória o dia, semana ou mês em que sua dor deu as caras e identifique a frequência com que ela aparece — se é diária, quantas vezes por dia se manifesta e quanto tempo costuma durar.

    Onde
    Aponte os lugares do corpo em que a dor ocorre. Se for difícil especificar um ponto, mostre a região afetada. Explique também se ela começa em um lugar e, dali, se irradia para outros.

    Como
    Descreva a sensação — queima? Dá pontadas ou agulhadas? Formigamento? No lugar onde dói, você sente um aperto ou pressão? Acredite: para os ouvidos dos especialistas, esse tipo de informação vale ouro.

    Avaliação
    Dê uma nota de 1 a 10 à sua dor, comparando-a a outras que você já sentiu. Avalie o grau e não deixe de contar ao especialista se teve febre, perda de apetite ou falta de sono depois que a dor apareceu.

    Soluções
    O que fez para diminuir a dor? Relate se uma bolsa de água quente ajudou. E preste atenção no seu corpo para dizer o que parece piorar a sensação dolorosa — comida gordurosa, esforço físico… o quê?

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