Rapaz recém-formado trabalhou com uma equipe de 50 pessoas no projeto.

Curiosidades na internet
Rapaz recém-formado trabalhou com uma equipe de 50 pessoas no projeto.

Curiosidades na internet

A essa altura, você provavelmente já ouviu falar da moeda virtual que pode ser utilizada para trocas comerciais P2P na Internet e é independente de instituições financeiras, a Bitcoin. (Se não, dá uma olhada nesta matéria que fizemos sobre o assunto). Uma das dificuldades para quem já utiliza essa moeda, entretanto, pode ser justamente a obtenção dela, que depende de um processo complexo de “mineração” ou de lojas de câmbio online.
Mas para criar mais uma alternativa de obtenção dessa moeda, a startup Lamassu está prestes a lançar os primeiros caixas eletrônicos físicos para o câmbio de Bitcoins no mercado. Apresentada pela primeira vez no começo deste ano, a Bitcoin ATM deve começar a ser vendida para lojistas a partir de julho de 2013. Segundo a Lamassu, o preço das máquinas será de aproximadamente US$ 5 mil (cerca de R$ 10 mil) e a empresa não fará qualquer retenção de dinheiro no câmbio.
A Bitcoin ATM deve começar a ser vendida para lojistas a partir de julho de 2013 (foto: Lamassu)
O processo de câmbio é bem simples e leva cerca de 15 segundos. Primeiro, basta deixar a máquina escanear um código QR no smartphone do usuário, que terá as informações da carteira de Bitcoins para qual a máquina deverá enviar a quantia de moedas virtuais. Depois disso, o usuário só precisa inserir a nota física (de dólar ou euro, por enquanto). A conversão será feita na máquina e as Bitcoins colocadas na carteira do comprador.
De acordo com os inventores da máquina, os irmãos Zach Harvey e Josh Harvey, a Bitcoin ATM é mais simples que a transferência online, o que deve facilitar a popularização da moeda virtual. “Se você quiser abrir uma conta com MtGox [“casa de câmbio” de Bitcoin], você tem que se conectar com eles e o processo de registro pode levar até 30 dias. Atualmente, eles têm realmente uma grande fila para registro, que gira em torno de 16.000 ou 20.000 pessoas”, explicou Harvey ao site Mashable.
Harvey afirma que tem “muito” de sua poupança em Bitcoins e afirma que não está preocupado com as recentes flutuações do preço da moeda. De certa forma, o criador acredita que o Bitcoin ATM pode até funcionar como um estabilizador da moeda, já que corta os intermediários das transações.
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Acesse:http://www.techmestre.com/senhor-de-61-anos-ganha-duas-vezes-na-loteria-em-menos-de-24-horas.html
Americano faturou o equivalente a R$ 550 mil na soma das duas premiações.

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Acesse:http://www.techmestre.com/armadura-medieval-para-porquinho-da-india-e-leiloada-em-site.html
Leilão já arrecadou o equivalente a R$ 650 – dinheiro será doado à uma ONG que cuida de porquinhos-da-índia abandonados.
Difícil não se lembrar de “FarmVille” ao começar a fuçar no novo aplicativo da Nickelodeon, “Bob Esponja: Dono do Pedaço”, disponível para iPad e iPhone na App Store por US$ 3,99 (quase R$ 9).
Embora mais simples, o jogo infantil funciona de um jeito parecido ao da fazenda virtual, que virou febre no Facebook em 2009 –quando usuários lotavam seus amigos de notificações e viviam à espera do crescimento das plantações para ganhar dinheiro virtual e incrementar suas terras.
Os jogadores do game do Bob Esponja podem criar sua própria Fenda do Bikini, habitat do personagem, da maneira que quiserem. Constroem novos imóveis para depois recolher os aluguéis e engordar os cofres; plantam tomate, cebola e alface –ingredientes que serão utilizados para fazer os famosos hambúrgueres do Siri Cascudo; podem expandir o território da fenda à medida que ganham dinheiro virtual…
O principal objetivo da história toda é manter a população feliz, atendendo a pedidos variados. Uns querem hambúrguer, outros, salada. Há também aqueles que preferem ganhar um buquê de flores. Conforme os desejos são satisfeitos, o medidor da felicidade vai sendo preenchido –a condição para avançar até o próximo nível e desbloquear novas missões, acessórios e edifícios.
Mas nem tudo são flores. Uma hora, o dinheiro virtual e a geleia de água-viva (mais rara e, portanto, mais valiosa do que as moedas de ouro) acabam. O jogo dá aquela travada. Aí, resta esperar, pacientemente, o tempo necessário para os aluguéis vencerem e equilibrarem as finaças. Ou, claro, também dá para acessar a loja e comprar moedas e geleia com dinheiro de verdade, usando sua conta do iTunes.
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Segundo a reportagem, Li se mostra bastante introspectivo com as pessoas que frequentam o local para utilizar os serviços, além de não cortar o cabelo há muito tempo
Segundo a reportagem, Li se mostra bastante introspectivo com as pessoas que frequentam o local para utilizar os serviços, além de não cortar o cabelo há muito tempo.
O proprietário do local afirma que o jovem passa quase o dia inteiro no estabelecimento e que,
por conta disso, ele nem nota mais sua presença.
Li vive com uma renda de cerca de R$ 640, onde 25% são gastos no cybercafé. No entanto, ninguém sabe a origem do dinheiro, já que o jovem é visto de forma integral no lugar.
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O departamento jurídico do Facebook começou a enviar um e-mail nesta semana a todos os usuários envolvidos em um processo de classe contra o uso indevido de suas imagens nos anúncios da empresa, mais precisamente no recurso ‘Histórias Patrocinadas’, afirmando que eles irão receber US$ 10 (R$ 20) como parte da indenização milionária que será dividida entre vários usuários. As informações são do Mashable.
O juiz do caso, Richard Seeborg, aceitou em dezembro de 2012 a proposta de pagamento de US$ 20 milhões (R$ 40 milhões) por parte do Facebook às pessoas que se sentiram invadidas e agredidas com o uso de suas imagens pessoais em anúncios da própria rede social. Muitos usuários receberam um e-mail do endereço ‘legalnotice@facebookmail.com’, mas acabaram o descartando por acreditar que se tratava de mais um spam.
Mas, nem tudo são boas notícias: vale ressaltar que a decisão do Facebook é válida apenas para usuários residentes nos Estados Unidos. E parte do e-mail afirma que “se o número de reclamações feitas se tornar inviável para o pagamento das pessoas que fazem uma reinvindicação válida e pontual, o pagamento será feito para instituições sem fins lucrativos cadastradas no site ‘www.fraleyfacebooksettlement.com’”. Ou seja, de acordo com o e-mail, se o número de reclamações superar o valor estipulado de vinte milhões de dólares — já que somente nos Estados Unidos, o Facebook conta com 150 milhões de usuários —, o dinheiro será encaminhado para campanhas educativas para o ensino de adultos e crianças.
Os interessados em enviar uma reclamação ao Facebook dentro desta ação conjunta, alegando o uso indevido de suas imagens e histórias, poderão preencher um formulário na página oficial do acordo e aguardar a decisão.
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