Saúde responde: Ainda vale a pena vacinar minha filha contra a gripe?

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Perdi o prazo da campanha de vacinação contra a gripe. Ainda vale a pena vacinar minha filha para o inverno?
Malu Favaratto

A vacina contra a gripe oferece proteção contra os tipos de vírus que devem circular no inverno.

Segundo Renato Kfouri, presidente da Sociedade Brasileira de Imunização, o melhor é que as pessoas sejam imunizadas até maio para que estejam protegidas no fim do outono, já que a vacina demora de três a quatro semanas para fazer efeito. Essa proteção pode durar de seis meses a um ano.

“Tomar a vacina nessa época vai fazer com que a criança só fique protegida do meio do inverno para frente. Não é o ideal, mas ainda é importante.”

Após o fim da campanha, a disponibilidade das vacinas varia em cada município. O alvo são crianças de seis meses a dois anos de idade, gestantes, idosos, profissionais de saúde e doentes crônicos. Pessoas fora do grupo prioritário devem procurar a imunização no serviço privado.

Curiosidades na internet

Robô permite “presença remota” de alunos doentes

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DO “NEW YORK TIMES”

The New York TimesLexie Kinder resolve problemas durante a aula de matemática, ganha estrelinhas douradas da sua professora e faz piadas com seus colegas de classe na escola primária Alice Drive. Tudo isso pelo computador de casa.

Nascida com uma doença cardíaca crônica que enfraqueceu seu sistema imunológico e tornou arriscada sua frequência à escola, Lexie, 9, passou anos sendo tutorada na sua casa, em Sumter. Mas, recentemente, sua família começou a experimentar uma alternativa: um robô equipado com câmera e acesso à internet que zanza pela sala de aula e faz uma transmissão em vídeo de mão dupla entre a casa e a escola.

“Ela adorou”, disse a mãe de Lexie, Cristi Kinder. O VGo, como é chamado, é controlado por Lexie pelo seu computador doméstico. Lexie vestiu o robô com fitas rosa e um saiote de bailarina e o rebatizou de Princesa VGo.

Um número pequeno –mas em rápido crescimento– de alunos cronicamente doentes, pelo menos 50 em todo os EUA, já assiste aulas virtualmente, graças aos chamados “robôs de presença remota”. Porém, a tecnologia continua sendo cara (um VGo custa US$ 6.000, além de US$ 1.200 por ano em manutenção e outros gastos) e imperfeita (quando ele perde a conexão com a internet, fica inerte e precisa ser empurrado).

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John W. Adkisson/The New York Times

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Lexie Kinder, americana de 9 anos da cidade de Sumter, na Carolina do Sul, é portadora de uma doença cardíaca crônica e usa um robô equipado com uma tela e altofalantes chamado VGo para participar de aulas de maneira remota Leia mais

Apesar das fantasias dos colegas de Lexie –“Quero um robô para poder passar o dia todo na cama”, disse uma criança de oito anos–, esses robôs são em geral o último recurso para crianças restritas às suas casas ou a quartos hospitalares.

À medida que vídeos via web ganham proeminência como ferramenta didática, partidários da educação especial dizem que esses robôs são valiosas alternativas aos alunos que, de outra forma, não interagiriam com colegas.

“Em breve, esses robôs devem custar o preço de um laptop barato”, disse Maja Mataric, professora de ciência da computação na Universidade do Sul da Califórnia. “Eles devem tornar muito mais fácil o acesso à educação para estudantes que estão convalescendo.”

As crianças se adaptam à tecnologia muito mais rapidamente que os adultos e tratam a máquina como outro colega, diz ela. Em um treinamento contra incêndios numa escola do Texas, os alunos ficaram tão preocupados com o VGo que insistiram em acompanhá-lo para fora do prédio.

O VGo tem 1,20 metro, pesa 8 kg e tem o formato de um peão branco de xadrez, com uma tela de vídeo no rosto. Lexie controla seus movimentos com o mouse do seu computador. O vídeo da sala de aula aparece na sua tela de computador, e o vídeo do rosto dela aparece na tela do robô.

O robô e o computador de Lexie permitem uma comunicação de mão dupla. Lexie pode piscar as luzes do seu VGo para chamar a atenção da professora.

Desde 2007, a empresa VGo, de Nashua (em New Hampshire), vende robôs para executivos que desejam ficar de olho em seus empregados enquanto viajam e para médicos que os usam para “visitar” pacientes em diferentes hospitais. Há dois anos, a empresa percebeu que as escolas poderiam ser um novo mercado.

A maioria dos robôs é adquirida com verbas estaduais ou municipais destinadas a alunos deficientes. Em algumas escolas, os pais fizeram eventos de arrecadação ou eles mesmos compraram o robô. Em Huntsville (no Texas), autoridades educacionais adquiriram cinco VGos em 2012 e planejam mais cinco para o ano que vem.

Para Connor Flanagan, 14, de Tyngsborough (no Massachusetts), o principal benefício é a interação social. Ele não vai à escola por causa de uma rara doença pulmonar, mas continuou em contato com os amigos enquanto esperava um transplante.

“Ele passeia pelo corredor como os outros”, disse sua mãe, Jennifer Flanagan. “A criançada tratou o robô como tratava Connor. Ele deslizava pela sala e você escutava: ‘Ei, Connor! Oi, Connor!'”

Virose: Sintomas Conheça os principais sintomas de viroses

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Nessa época do ano devido a mudança climática as pessoas acabam ficando doentes, separamos alguns dos sintomas de viroses para que você possa se prevenir.

Virose Sintomas 

Nessa época os sintomas de virose aumentam ainda mais devido a mudança e variação de temperatura. Virose é o nome dado a toda doença que não se consegue identificar o vírus responsável pelos sintomas, separamos os principais sintomas de uma virose para que você possa se prevenir nesse verão.

Virose

Existem dois tipos de vírus mais comum o norovírus que pode atingir pessoas de todas as faixas de idade, na maioria das vezes as pessoas acabam se contaminando em viagens. E o Rotavírus um vírus que pode ser combatido nas injeções infantis que devem ser tomadas aos 2 e aos 4 meses de idade.

Sintomas

Os sintomas de uma virose são bem semelhantes e na maioria dos casos acontece, diarreia, vomito, dor no corpo, dor no abdômen, febre e cansaço físico, o vírus age no corpo de 3 á 5 dias, mas é necessário procurar o médico para que o mesmo lhe indique o melhor tratamento antes que os sintomas piorem.

O contagio acontece através  de contato com outras pessoas contaminadas, e também ao ingerir alimentos e água contaminada, e contato com água do mar, rios e lagoas e até mesmo pelo ar.

Tratamento

Assim que se sentir os principais sintomas é necessário que você procure um médico para que o mesmo faça todos os exames necessários e lhe indique os medicamentos necessários. Mais assim que se perceber os sintomas você pode começar a tomar o soro caseiro e ingerir aproximadamente 2 litros de água diariamente para que você não fique desidratada, espere que você tenha encontrado todas as informações necessárias.

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O que aconteceria se os astronautas de Marte ficassem doentes?

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Astronauta

Uma pesquisa recente descobriu que os astronautas podem estar sujeitos a contaminações se participarem de missões espaciais prolongadas, em microgravidade. Os resultados do estudo indicam que tais fatores predispoem a proliferação de bactérias.

A microgravidade não apenas enfraquece o sistema imunológico dos astronautas, mas  também aumenta os fatores de virulência e resistência de alguns microorganismos, diz o especialista em doenças infecciosas Dr. Leonard Mermel, da Universidade Brown e do Hospital de Rhode Island.

Astronautas Atlantis

E em um ambiente sem gravidade, os germes lançados por tosses e espirros não obedecem os princípios que conhecemos aqui na Terra, isto é, eles não são atraídos para o chão. Tais microorganismos continuam flutuando por toda a nave. Isso significa que as chances de serem inalados por outros astronautas são grandes, e, além disso, estes pequenos agentes causadores de doenças podem, perfeitamente, se instalar em vários tipos de superfícies.

“Então você suprime a resposta imunológica humana e aumenta a capacidade dos micróbios de causar infecção, e junta estes dois fatores a um terceiro, um ambiente confinado onde partículas transportadas por via aérea podem permanecer no ar por um período prolongado de tempo”, diz o doutor.

Infelizmente, o ar em uma nave espacial deve ser recirculado de tempos em tempos, o que significa que os astronautas não podem usar desinfetantes hospitalares nem produtos de higiene para as mãos, porque podem emitir vapores nocivos.

Mas de acordo com Mermel, ainda há algumas medidas que podem ser tomadas para reduzir o risco. A NASA já implementou a maioria delas, como vacinação de astronautas contra vários tipos de doenças, incluindo a gripe. E já está preparando novas vacinas contra doenças mais graves, como a tuberculose.

A comida é irradiada seletivamente e os astronautas precisam usar lenços desinfetantes, máscaras cirúrgicas e respiradores. E ainda carregam vários antibióticos a bordo.

Entretanto, Mermel sugere que as vacinas devem ser expandidas para incluir outros germes, como o Miningococcus e o Pneumococcus. Também é necessário realizar uma triagem mais ampla antes do voo. Os astronautas poderiam ser triados em busca de todas as variações de Staphylococcus aureus, incluindo algumas formas resistentes a antibióticos, e suas fezes deveriam ser examinadas em busca de Salmonella.

É preciso encontrar uma maneira de filtrar o ar de maneira que não excedesse os orçamentos de energia. Se isso fosse possível, seria um grande objetivo, senão o principal, a ser alcançado pela NASA nessas missões, diz o médico.

Uma das maiores medidas que a NASA deve tomar é saber se deve ou não irradiar mais alimentos para viagens maiores. Enquanto isso parecer ser uma boa solução para exterminar os  germes, pode acabar com bactérias benéficas que são necessárias à flora intestinal do ser humano.

“Nós evoluímos para ter estes micróbios no interior de nossos tratos gastrointestinais, nosso sistema imunológico interage com eles e é estimulado por eles, o que faz com que sejam parte de nosso mecanismo homeostático”, explica Mermel.

São detalhes e detalhes que podem acabar colocando uma missão inteira a perder. Do ponto de vista médico e salutar, é extremamente necessário que a NASA se coloque de prontidão a resolver tais questões, de maneira a oferecer aos astronautas um ambiente mais propício a seus sistemas imunológicos durante viagens longas pelo espaço.

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