Se você é apaixonado por Nutella assim como nós, chegou a hora de aprender a fazer esta delícia em casa! Presente em inúmeras receitas, o creme de avelã é o queridinho quando se trata de recheios. Mas quem consome, sabe que o preço é um pouco salgado…
Um casal na faixa de 60 anos morava neste apartamento de 70m² há cerca de um ano quando decidiu chamar a arquiteta Ketlein Amorim para mexer apenas na cozinha, que era muito apertada. Após uma conversa sobre o potencial do apartamento, a arquiteta convenceu os clientes a fazerem um projeto de renovação de todos os cômodos do imóvel…
As impressoras 3D estão agilizando o processo de criação de carros conceitos, “imprimindo” quase que imediatamente componentes de plástico que levariam semanas para serem confeccionados em autopeças.
A Ford, por exemplo, comemora a produção de 500 mil peças utilizando a tecnologia. O desenvolvimento da cobertura do motor do novo Mustang é um dos casos mais recente.
Segundo a marca, usando os métodos tradicionais, um engenheiro criaria o modelo computacional de um coletor de admissão – a parte mais complicada de um motor – e teria de esperar quatro meses pela produção de um protótipo, ao custo de US$ 500 mil (quase R$ 1,2 milhão). Com a impressão 3D, a mesma peça é feita em quatro dias, por US$ 3 mil (R$ 7.110).
A impressão 3D trabalha comumente com a superposição de finas camadas de plástico, juntando-as para criar a peça final tridimensional.
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Engenheiro da Ford mostra peças plásticas feitas em impressora 3D
O protótipo do novo Chevrolet Malibu norte-americano também seguiu o conceito.
A maior contribuição do equipamento para a indústria é que ele elimina a necessidade de ferramental especial ou moldes específicos para partes que podem ser modificadas no decorrer da concepção do projeto.
Pesquisa do Ipespe reforça que trânsito na capital é motivo de infelicidade entre 58%. Dados são do guia “Como Viver em São Paulo sem Carro” que ganhou versão atualizada
A pesquisa do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) revelou que 57% dos paulistanos deixaram nos últimos dois anos de usar o carro como principal meio de locomoção. O levantamento foi realizado com exclusividade para a versão 2013 do guia “Como viver em São Paulo sem Carro?”, que será lançado ainda nesta semana na capital paulista.
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Capa do guia 2013 que deve chegar às livrarias até o dia 15 de agosto em São Paulo
Entre os entrevistados pelo instituto, no período de 2011 ao início de 2013, 19% abandonaram totalmente o veículo e 38% restringiram uso aos finais de semana na capital. No lugar do carro, essas pessoas passaram a se locomover a pé (78%), de ônibus (70%) e de metrô (61%). Além disso, o trânsito revelou-se como a causa de infelicidade para 58% dos paulistanos.
Idealizado pelo empresário Alexandre Frankel e escrito pelo jornalista Leão Serva, a publicação tem ainda a participação da jornalista Mariana Castro e conta com fotos de Roberta Dabdad e ilustrações por Eva Uviedo. Para Serva, a pesquisa do Ipespe revela uma mudança extrema em uma cidade que era conhecida por ser o “templo do automóvel”. “Estamos acompanhando o começo de uma nova década”, disse Serva ao iG.
O guia “Como Viver em São Paulo sem Carro?” foi lançado em julho do ano passado e reforçou os primeiros debates sobre mobilidade urbana. Se a primeira versão provou ser possível uma “libertação de vícios”, como o uso do carro, o novo guia pretende agora indicar os meios para isso com o depoimento e dicas de novos 12 “heróis da mobilidade” – pessoas com iniciativas que têm provocado mudanças.
Entre os entrevistados da nova edição estão Renata Falzoni (cicloativista), JP Amaral (criador do Bike Anjo ), Márcio Nicro (fundador do sistema colaborativo Caronetas), Ângelo Leite (do Bike Sampa no Rio e SP) e Georgia Halal (estilista).
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Estilista Georgia Halal criou uma coleção para mulheres que pedalam em SP
Gaúcha, Georgia veio para São Paulo há oito anos e decidiu criar no ano passado uma coleção primavera-verão para mulheres que pedalam, seguindo a tendência bikechic. “A mulher não precisa perder a feminilidade para andar de bike. Pode andar até de salto, se quiser”, diz um trecho do seu depoimento.
Moradora de Pinheiros, na zona oeste, a estilista diz ser privilegiada por trabalhar e morar no mesmo bairro. “Quando vou a um lugar mais distante, vou de ônibus e metrô”. Ao andar de bike, segundo Georgia, seu roteiro passa a ser influenciado pela bicileta. “Escolhe lugares por onde possa parar a bicicleta, evita aqueles que não têm”.
Para ela, o novo ciclista não pode ter medo de encarar a cidade, mas sempre com cautela. “Não tenho medo de andar de bicicleta, mas é preciso tomar muito cuidado. O ciclista tem de pensar que é o cara mais fraco da história”. Após o relato de cada personagem, o leitor pode encontrar indicações de roteiros com conexões com as estações de metrô e principais corredores de ônibus.
Como Viver em São Paulo sem Carro?
Autores: Alexandre Frankel e Leão Serva Editora: Neotropica Ano: 2013
Preço: R$ 29,00
Noite de autógrafos com os autores dia 29 de agosto, na Livraria da Vila (Alameda Lorena, 1.731 – a partir das 19 horas)
SÃO PAULO – Quase 1/4 das agências bancárias do País aderiram à greve dos bancários que começou nesta terça. De acordo com a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), 5.132 agências e centros administrativos de bancos de todo o País fecharam as portas hoje, de um total de aproximadamente 21.714. A Contraf utilizou dados enviados até as 17h30 pelos 137 sindicatos que fazem parte Comando Nacional dos Bancários e não realizou o levantamento do número de trabalhadores mobilizados.
No ano passado, a greve dos bancários paralisou o trabalho de 4.191 agências no primeiro dia. No auge da mobilização de 2011, quase 10 mil agências no País fecharam as portas, de acordo com o presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro. “No começo você tem de estruturar o movimento de greve, depois a mobilização vai se espalhando. Mas este ano a greve começou mais forte do que no ano passado”, completou.
Em São Paulo, o primeiro dia de greve mobilizou 20.800 bancários em 651 locais, sendo 21 centros administrativos, de acordo com o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região. A categoria tem cerca de 500 mil funcionários no País e 138 mil na base do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.”A greve vai crescendo conforme o passar dos dias. Está semelhante ao que aconteceu no ano passado”, disse a presidente do Sindicato, Juvandia Moreira. Ainda de acordo com ela, no ano passado 42 mil bancários da base do sindicato estiveram mobilizados no ápice da greve.
Os banqueiros apresentaram proposta de reajuste linear para salários, pisos e benefícios de 6%. A proposta passa longe da reivindicação dos trabalhadores que pedem 10,25%, sendo 5% de aumento real. Antes de iniciar a greve, os bancários realizaram duas assembleias gerais, no dia 12 e no dia 17. “Os banqueiros ignoraram a carta que nós mandamos e em nenhum momento apresentaram nova proposta. Sem proposta decente ou negociação marcada, não tivemos outra alternativa”, disse Cordeiro, explicando que os bancos “tiveram tempo para negociar”.
A Federação Nacional de Bancos (Fenaban) não quis comentar o primeiro dia da greve dos bancários. Em entrevista ontem à Agência Estado, o diretor de Relações de Trabalho da Fenaban, Magnus Ribas Apostólico, disse que a instituição estava disposta a negociar, mas não poderia dar “grandes saltos”, considerando a instabilidade econômica de 2012.
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