
A Searchlight Pictures revelou um trailer inédito para o filme Pobres Criaturas, longa estrelado por Emma Stone…
Pobres Criaturas | Longa estrelada por Emma Stone ganha trailer inédito

A Searchlight Pictures revelou um trailer inédito para o filme Pobres Criaturas, longa estrelado por Emma Stone…
Pobres Criaturas | Longa estrelada por Emma Stone ganha trailer inédito

Não foi só o público que estava ansioso para descobrir se Tobey Maguire e Andrew Garfield realmente participariam de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, viu? Hahaha. Em recente entrevista, o ator da segunda versão do super-herói nos cinemas revelou que Emma Stone – a intérprete de Gwen Stacy – o mandou várias mensagens sobre o assunto e foi ~enganada~ igual aos fãs…
Andrew Garfield conta reação de Emma Stone ao vê-lo em Homem-Aranha 3
“Eu não acreditei quando falaram que me queriam para dirigir um novo Homem-Aranha”, confessa Marc Webb. O sentimento foi dividido entre os fãs do herói.
Os fanáticos da trilogia de Sam Raimi e dos quadrinhos criados por Stan Lee e Steve Ditko, em 1962, não acreditavam que um cineasta semidesconhecido assumiria uma franquia bilionária.
“Os fãs precisam lembrar onde Sam Raimi estava quando o chamamos para ‘Homem-Aranha’”, contou à “Entertainment Weekly” o produtor Matt Tolmach, lembrando que o diretor de “Evil Dead” trabalhava em filmes menores como “O Dom da Premonição” no fim dos anos 1990.
Assim que foi contratado, Webb sabia para onde seguir com o herói. “Eu queria um filme mais realista, um Peter Parker bem-humorado e com personalidade forte”, explica o cineasta em entrevista exclusiva durante um café da manhã em Cancún, México.
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| Emma Stone e Andrew Garfield em cena de “O Espetacular Homem-Aranha” |
Webb só não concorda quando comparam o clima mais dark de “O Espetacular Homem-Aranha” com o de outro recomeço de uma franquia, “Batman Begins”.
“O filme é baseado na realidade, mas não é tão sombrio. O sadismo com que Peter Parker trata os ladrões vem dos quadrinhos. Mas, sim, ele tem vingança no coração”, afirma.
O tal realismo procurado por Webb se reflete nas telas. O Homem-Aranha agora tem dificuldades para se pendurar pelos arranha-céus.
Para entender como um ser humano se comporta ao se balançar de um prédio para outro, a equipe de Webb construiu um aparelho com guindastes e cabos de aço e o instalou no Harlem, bairro de Nova York. Nele, os dublês se jogavam de verdade para criar referências para a equipe de computação gráfica.
“Usei o teste em uma cena do filme rápida, mas ele serviu de base para os movimentos do Aranha”, conta o diretor, que teve um orçamento de US$ 200 milhões (R$ 400 milhões) para a refilmagem.
“Só o que gastamos em alimentação equivale ao orçamento inteiro de ‘(500) Dias Com Ela’”, revela Webb.
“Mas se tirarmos essas proporções gigantescas, os dois longas são bem parecidos. É uma história de amor.”
Neste caso, a paixão de Peter Parker e Gwen Stacy, vividos por Andrew Garfield e Emma Stone. Levados pela direção humanista de Marc Webb, os atores deixam Tobey Maguire e Kirsten Dunst, par romântico dos originais, à beira do esquecimento.
“Andrew traz detalhes corporais ao personagem e uma profundidade rara de encontrar hoje em dia”, elogia o cineasta. “Já Emma é o bom humor em pessoa.”
Webb diz que encontrou Sam Raimi (“Ele me deu a bênção e disse que mandaria anotações todas as noites”), mas que não sabe se fará três filmes como o colega: “Eu só quero parar de acordar às 3h para trabalhar.”
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Apesar das regras hollywoodianas serem guiadas por uma força motriz principal –dinheiro, claro–, certas regras pareciam intocáveis. Uma delas diz respeito a refilmagens. Havia um respeito em relação a séries cinematográficas de sucesso.
“Batman Begins” (2005) veio oito anos depois do risível “Batman & Robin” (1997). Um novo “Mad Max” chegará aos cinemas quase 30 anos após o término da saga protagonizada por Mel Gibson.
“O Espetacular Homem-Aranha” quebrou o tabu: volta às origens do personagem apenas dez anos após a estreia da franquia e cinco anos depois de “Homem-Aranha 3”, que gerou as piores críticas à trilogia de Sam Raimi.
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| O filme “O Espetacular Homem-Aranha” é protagonizado por Andrew Garfield |
Não seria cedo? “Olha, Harry Potter tem apenas sete livros, o Homem-Aranha tem 50 anos de histórias, algumas delas circulando com diferentes versões do herói ao mesmo tempo”, defende-se o diretor Marc Webb, que só tem o hit romântico “(500) Dias Com Ela” no currículo.
“Marc não foi contratado apenas por causa do sobrenome”, brinca o produtor Avi Arad, referindo-se ao trocadilho com “web”, teia em inglês. “Queríamos alguém que entendesse o que é ser jovem, desse um coração ao Homem-Aranha e fosse ponto de partida para um novo herói.”
A ideia funcionou. A atração de “O Espetacular Homem-Aranha” não é o mascarado uniformizado, mas o garoto por baixo do disfarce.
O longa investe na procura de Peter Parker (Andrew Garfield, a melhor coisa do filme), identidade secreta do herói, pela figura do pai, morto em um acidente que pode estar relacionado aos eventos que criam o Aranha. É a mudança mais radical em relação à origem nas HQs.
Parker ainda é um estudante do colegial criado pelos tios. Ainda é picado por uma aranha (alterada geneticamente). Ainda ganha poderes. Mas, ao contrário dos longas de Raimi, não há pressa em torná-lo um adulto.
“O Espetacular Homem-Aranha” é, basicamente, um drama adolescente sobre um garoto que precisa lidar com um vilão íntimo dos pais (o Lagarto, vivido por Rhys Ifans) e com a primeira grande paixão.
“Gwen Stacy vê o namorado correr perigo todos os dias, assim como seu pai, um policial. Mas ela não é uma dama em perigo”, explica a atriz Emma Stone sobre a garota que é o amor do herói quando menor. “Ela é uma personagem bastante trágica.”
O jornalista viajou a convite da Sony
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