
Por três anos, uma adorável cachorra deficiente auditiva, chamada Milkshake, não foi adotada. Sua condição física afastava os adotantes…

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Eu sei que vocês, assim como eu, também amam doramas, mas tem alguns que são especiais, né? São aqueles que mais nos emocionam e deixam a gente entregue a toda história e aos personagens. Por isso, hoje é dia revelar os 5 doramas mais emocionantes para você maratonar na Netflix…

A sequência de Duna promete animar os fãs nos cinemas. Nesta quarta-feira (3/5), foi liberado o primeiro trailer oficial da parte 2 do longa dirigido por Denis Villeneuve, que estreia em novembro deste ano.
Duna: Parte 2 ganha trailer emocionante e cheio de ação
No vídeo, vemos cenas de muita ação intercaladas com uma conversa entre Paul Atreides e Chani, os personagens de Timothée Chalamet e Zendaya, enquanto novos perigos se apresentam no enredo…
Pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Geórgia desenvolveram um sensor para que o usuário de cadeira de rodas que também não possui os movimentos dos braços, possa se locomover sozinho. A tecnologia é um sensor que fica na língua da pessoa, como um piercing, e permite que ela se movimente para frente e para os lados, como publicou o site Geórgia Tech.
Sensor de movimento de cadeira de rodas é fácil de ser utilizado
O sensor funciona como uma espécie de joystick. O usuário gira a língua para o lado que ele quer se mover, encostando o pequeno gadget nas laterais ou parte superior da boca. Conforme os comandos são dados, o sensor os envia para o headset utilizado pela pessoa que, por sua vez, gera o movimento da cadeira de rodas.
Chamada de “Tongue Drive System”, essa tecnologia visa “capacitar pessoas com deficiência para alcançar a máxima independência em casa e na comunidade, permitindo-lhes conduzir uma cadeira de rodas e poder controlar seu ambiente de uma forma mais suave e mais intuitiva”, explica o Diretor Médico da Unidade de Recuperação do Instituto de Reabilitação de Chicago,Elliot Roth.
“A oportunidade de utilizar esta inovação de alta tecnologia para melhorar a qualidade de vida entre as pessoas com limitações de mobilidade é muito emocionante”, acrescenta ele.
Os testes estão no início, sendo feitos apenas em alguns hospitais e em laboratórios parceiros do instituto, mas o resultado vem sendo positivo. “Nós vimos uma grande melhoria, muito significativa [nos pacientes] do primeiro para o segundo dia [de testes]”, conta o Professor da Escola de Engenharia Eletrotécnica e de Computadores no Instituto de Tecnologia da Geórgia, Maysam Ghovanloo.
“Isso é um indicador de quão rapidamente as pessoas podem aprender isso”, celebra ele, acrescentando ainda que “essa foi uma descoberta muito emocionante”. “Todos os meus projetos estão relacionados a ajudar as pessoas com deficiência utilizando as melhores e mais recentes tecnologias. Esse é o meu objetivo na minha vida profissional”, finaliza Ghovanloo.
Assista ao vídeo abaixo.
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