Colaboradora: Renata Gama

Um filhote de onça-pintada fez uma participação mais do que especial em um documentário sobre grandes felinos ao escolher “brincar” no interior do carro do documentarista Cristian Dimitrius, de 47 anos…
Colaboradora: Renata Gama

Um filhote de onça-pintada fez uma participação mais do que especial em um documentário sobre grandes felinos ao escolher “brincar” no interior do carro do documentarista Cristian Dimitrius, de 47 anos…
Acesse:http://noticias.seuhistory.com/paraiso-perdido-e-encontrado-por-pesquisadores

Depois disso, o grupo de 16 pesquisadores envolvidos no trabalho no Suriname adentrou zonas remotas da floresta do país sul-americano. Na medida em que exploravam a selva, eles encontraram variadas espécies desconhecidas, como o escaravelho liliputiano, de 2,3 milímetros (um dos menores do continente), dotado de um olfato extraordinário. Segundo os representantes da Conservação Internacional, esta impressionante série de achados da biodiversidade do nosso planeta desperta atenção para o trabalho de conservação da natureza no Suriname, um país que nem sempre está em destaque no cenário mundial, mas que conta com uma vasta quantidade e variedade de ecossistemas naturais. Vale destacar que o Suriname possui 95% do seu território ocupado por selva e que também poderá exercer um importante papel no que diz respeito ao abastecimento de água em escala mundial, já 25% de sua superfície são de florestas pluviais tropicais.
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“Eu tenho capturado caranguejos há 25 anos e esta é a primeira vez que vi essa cor”, comentou Kenetsu Mikami, presidente daMarusan Ocean Foods. “Pode ser um bom presságio”, afirmou.
O caranguejo foi capturado na Rússia no mar de Bering e enviado a Hokkaido, no Japão. Trata-se de um Caranguejo-Rei-Vermelho, que de vermelho não tem nada!
A espécie é facilmente encontrada no mar de Bering, na costa do Golfo do Alasca e no sul do Canadá. Esses caranguejos são apreciados em restaurantes de várias partes do mundo.
Alguns boatos se espalharam na internet informando que o caranguejo teria sido vítima da radiação liberada em Fukushima, o que é absolutamente descartado.
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Foto da Northeastern University mostra presquisador segurando amostra de sangue de mamute nesta quarta-feira (29)Moscou – Em uma descoberta que remete ao filme ‘Jurassic Park’, cientistas russos anunciaram esta quarta-feira ter encontrado sangue na carcaça de um mamute, extraído do solo congelado de uma ilha no Ártico, ressaltando que o feito aumenta enormemente as chances de, no futuro, clonar o animal pré-histórico.
Uma expedição conduzida no começo do mês pela Sociedade Geográfica russa e especialistas da Universidade Federal do Nordeste (Iakutsk, Sibéria oriental) permitiu examinar a carcaça bem conservada da fêmea de um mamute lanoso, localizado em agosto passado no ‘permafrost’ (solo permanentemente congelado) da ilhota Maly Liakhovski, no Oceano Ártico russo.
Semen Grigoriev, chefe da expedição, declarou à AFP que a morte do animal ocorreu quando este tinha cerca de 60 anos de idade, há 10.000 ou 15.000 anos. Ele classificou a descoberta de excepcional.
“Praticamente todos os anos nós descobrimos mamutes (n.r: na Rússia). Mas esta expedição permitiu encontrar, pela primeira vez, uma fêmea em ótimo estado de conservação”, afirmou por telefone. O exame da carcaça congelada levou a uma descoberta ainda mais excepcional: ela ainda continha tecidos musculares preservados e sangue.
“Quando perfuramos o gelo em seu ventre, escorreu sangue muito escuro. É o caso mais surpreendente que já vi na minha vida”, admitiu o cientista. “Como o sangue pode ter permanecido líquido? Não tem menos de 10.000 anos! E os tecidos musculares estavam avermelhados, da cor de carne fresca”, acrescentou.
O cientista russo atribuiu esta descoberta às condições excepcionais nas quais a fêmea de mamute permaneceu conservada durante milhares de anos. “Ela caiu em uma poça d’água ou em um pântano, provavelmente até a metade. A parte baixa do corpo congelou na água”, acrescentou.
Grigoriev explicou, ainda, que a parte superior da carcaça tinha sido parcialmente devorada por predadores da época. Uma vez retirada, a carcaça foi transferida para um lugar adequado para sua conservação – geralmente uma cavidade no ‘permafrost’ – à espera de uma nova expedição, internacional, neste verão.
“Esta descoberta nos dá chances reais de encontrar células vivas que poderiam permitir realizar o projeto de clonar um mamute”, declarou o cientista.
Como parte deste projeto, a Universidade de Iakutsk assinou no ano passado um acordo com o cientista sul-coreano Hwang Woo-Suk, um controverso especialista em clonagem, que se tornou “pai”, em 2005, do primeiro cão clonado, batizado Snuppy.
Em caso de êxito, o núcleo das células de mamute será transferido para os óvulos sem núcleo de uma elefanta, com o objetivo de produzir embriões portadores do DNA do mamute, que serão, em seguida, implantados no útero de uma elefanta asiática.
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E a grande surpresa: ele fica ao redor de Alfa Centauri, o conjunto estelar mais próximo do Sol.
| ESO/L. Calçada | ||
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| Concepção artística do planeta descoberto em Alpha Centauri |
Diz-se conjunto porque trata-se de um sistema trinário, ou seja, com três estrelas. O planeta, com 1,13 vez a massa da Terra, está orbitando Alfa Centauri B, ligeiramente menor e mais fria do que nossa estrela-mãe.
A má notícia é que esse mundo recém-descoberto não pode abrigar vida. Girando em torno de sua estrela uma vez a cada 3,2 dias (imagine um ano que dura três dias!), ele está muito perto do astro –deve ser um inferno.
Em compensação, o achado coroa uma longa busca por planetas em torno desse sistema próximo, localizado a 4,3 anos-luz de distância.
“É perto o suficiente para que os engenheiros pelo menos comecem a pensar numa forma de mandar uma sonda até lá”, diz Eduardo Janot Pacheco, astrônomo do IAG-USP (Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP) que trabalha com planetas extrassolares, mas não esteve envolvido na atual pesquisa.
NO LIMITE
O achado foi feito no limite extremo da tecnologia da busca de planetas. O estudo foi encabeçado por Xavier Dumusque, do Observatório de Genebra, e faz parte dos esforços do grupo de Michel Mayor, pesquisador responsável pela descoberta do primeiro mundo extrassolar girando ao redor de uma estrela similar ao Sol, em 1995.
O instrumento capaz de detectar esse planeta é o Harps, instalado em La Silla (Chile), num telescópio de 3,6 metros pertencente ao ESO (Observatório Europeu do Sul).
Trata-se de um dispositivo capaz de analisar a luz de uma estrela e detectar um ligeiro bamboleio gravitacional nela, ocasionado pela presença de planetas por perto. Contudo, para um planeta tão pequeno como o de Alfa Centauri B, foi preciso medir diferenças de velocidade da ordem de 51 cm/s (a velocidade de uma caminhada). O desempenho ideal do Harps vai até 40 cm/s.
Por essa razão, apesar do entusiasmo, os astrônomos estão recebendo a empolgante notícia com um pé atrás.
“É possível, mas não dá para ter certeza de que o planeta está mesmo lá sem fazer uma análise bem detalhada, que consumirá muito tempo”, diz Sylvio Ferraz Mello, astrônomo do IAG-USP especialista em dinâmica orbital.
O estudo foi publicado online pela revista científica britânica “Nature”, e o mais entusiasmante nele não é tanto o que se viu, mas sim o que não se viu.
“O planeta deve ser muito quente para ter vida tal como a conhecemos”, diz Stéphane Udry, um dos co-autores do estudo. “No entanto, esse pode muito bem ser um planeta num sistema de vários.”
O que pode significar a existência de um planeta na região habitável de Alfa Centauri. O duro será enxergá-lo com as tecnologias atuais.
De toda forma, a perspectiva está aí: talvez não só não estejamos sós no Universo como os vizinhos mais próximos estejam logo ali, no próximo quarteirão.
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