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  • Correios da Austrália experimentam selo capaz de transmitir vídeos

    Acesse:http://canaltech.com.br/noticia/geek/Correios-da-Australia-usam-QR-Codes-para-permitir-o-envio-de-videos-em-selos/

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    Volta e meia encontramos alguns exemplos interessantes de uso dos QR Codes para as mais diversas práticas, mas às vezes certas ideias são mesmo surpreendentes.

    O serviço de correios AusPost, da Austrália, percebeu que os QR Codes têm potencial para guardar informações mais complexas do que meros textos em suas tramas quadriculadas, além de perceber que um QR Code de tamanho comum é quase do mesmo tamanho de um bom e velho selo. Então a empresa resolveu unir o útil ao agradável e criou os vídeo-selos, que permitem criar vídeos curtos e armazená-los em QR Codes que são grudados nos envelopes e caixas de correspondências.

    A coisa toda funciona da segunte forma: um cidadão australiano resolve enviar uma correspondência a alguém de seu interesse e adquire um selo com um código QR. Por meio de um aplicativo gratuito, ele grava uma mensagem de 15 segundos, anexa-a no QR Code e envia sua correspondência normalmente. O destinatário poderá usar seu smartphone para escanear o código e assitir ao vídeo.

    Os vídeos podem ser compartilhados nas redes sociais, então os usuários do serviço na Austrália precisarão tomar cuidado com o que gravam! Os vídeos são armazenados nos servidores da AusPost por 3 meses a partir da data de envio.

    A tecnologia está em uma fase de testes que deverá durar até o fim do ano. Os vídeo-selos estão disponíveis para os serviços Express Post e Express Courier International dos correios australianos gratuitamente. Seria bem interessante se existisse algo parecido aqui no Brasil, não é verdade?

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  • 5 grandes invenções e seus criadores

    Acesse:http://www.vocesabia.net/curiosidades/origem_das_coisas/5-grandes-invencoes-e-seus-criadores/

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    Inventos existente há séculos e que mudaram nosso dia a dia.

    • Plástico Bolha – 1957

    Nos anos 50, era tendência nos lares americanos existirem as parades de bolha e preservá-las da sujeira sempre foi um desafio.
    O engenheiro Alfred Fielding e seu colega suíço Marc Chavannes desenvolveram um papel de parede cuja textura facilitasse a lavagem. Juntaram duas cortinas de banho, criando bolhas de ar entre elas, mas não houve sucesso. Até que em 1960, Frederick W.Bowers apresentou à IBM um método de embalar com segurança o computador 1401.
    Daí a Sealed Air, empresa criada por Chavannes e Fielding, existente em 51 e também no Brasil. Ela se especializou em embalagens plásticas de vários tipos, de alimentos a aparelhos médicos.
    O viciante barulho do estouro das bolhas fez do invento algo maior do que apenas embalagem, o plástico foi parar no MoMA, Museu de Arte Moderna de Nova York, e hoje existem aplicativos de celular.

    • Corretivo – 1951

    Bette Graham era uma jovem americana de 27 anos, divorciada e com filho para criar. Em 1951, insatisfeita com a sujeira provocada pelas fitas de carbono das máquinas de escrever, ela passou a levar ao trabalho, banco de Dallas, uma tinta branca à base de água. A inspiração teria vindo de pintores que ela viu cobrindo erros com uma camada extra de tinta. Um professor de química ajudou a melhorar a fórmula e logo as colegas aderiram à novidade. Depois de sete anos, Bette foi demitida (pasmem!) por usar papel timbrado da empresa para uso pessoal.
    Era a deixa para promover o invento, batizado de Liquid Paper. Anos depois o corretivo já era um produto industrializado e seu filho, Mike Nesmith, fazia sucesso como guitarrista e vocalista da banda The Monkees.
    Em 1979, Bette vendeu a empresa/invento para a marca Gillete por US$ 47,5 milhões. Bette faleceu em 1980.

    • Webcam – 1991

    A preguiça junto com a vontade de tomar café quente fizeram os estudantes de informática da Universidade de Cambridge (Reino Unido), inventassem a webcam. Como a única cafeteira disponível ficava relativamente longe dos laboratórios, o café fresquinho acabava antes que os eles pudessem bebê-lo. Foi então que Quentin Stafford-Fraser e Paul Jardetzky colocaram uma câmera apontada para a cafeteira e conectada a um computador, ela enviava imagens a cada três minutos aos computadores ligados. Em 1993, a câmera foi ligada à internet, transformando-se em um dos primeiros ícones culturais da rede e a cafeteira ganhou fãs mundo afora e foi filmada até 2001, em um evento com cobertura da imprensa do mundo todo. Stafford-Fraser e Jardetzky não ficaram milionários, mas ficaram célebres no mundo tecnológico, ganhando cargos de chefia em empresas de tecnologia.

    • Velcro – 1941

    O engenheiro suíço George de Mestral criuou um mecanismo que pudesse substituir zíperes e botões em roupas e acessórios. Eis que em 1941, ao passear com seu cachorro por um bosque alpino, pequenas plantas que grudavam na roupa e no bicho chamaram sua atenção. Eram sementes de bardana -tipo de carrapicho- e ao analisá-las no microscópio, De Mestral descobriu que ganchinhos faziam as sementes grudar tão facilmente. Foi então que veio a ideia de desenvolver um material com ganchos de um lado e um tecido para prendê-los de outro. Assim surgiu o velcro, termo nascido das palavras francesas velour (veludo) e crochet (gancho). O inventor enfrentou resistência, mas em fundou em 1952, a Velcro. Hoje, o produto não está só nos guarda-roupas. O invento é tão conhecido que Joselito Araújo, distribuidor da Velcro no Brasil, reconhece que ele é bem mais popular do que a própria empresa, mesmo ela sendo uma multinacional presente em todos os continentes.

    • Lacre Plástico de Segurança – 1967

    Quando o engenheiro Eduardo Lima, nem mesmo a sua família deu muita bola para sua invenção: o lacre plástico de segurança. Dono de uma metalúrgica, ele se incomodou com o acúmulo de lacres de chumbo nos ferros-velhos que visitava. Eduardo, então, criou um lacre plástico em forma de âncora. E ao invés de aceitar o emprego em uma multinacional resolveu abrir sua própria fábrica. ELC, em Paraíba do Sul (RJ). Sua invenção está presente em medidores elétricos, placas de carros, envelopes e até ogivas nucleares. A ELC é uma das maiores do mundo no ramo.

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