Após 3 meses de escuridão, Antártida volta a ver o Sol nascer

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O inverno na região castiga moradores, que precisam se esconder dos 80º C negativos marcados pelos termômetros.
Após 3 meses de escuridão, Antártida volta a ver o Sol nascer

Já imaginou ficar meses sem ver o Sol nascendo? Ou melhor: já imaginou ficar meses sem ver o Sol de maneira alguma? Meses de escuridão, de frio total. Esse lugar existe e é usado por cientistas para testar níveis de resistência e de estresse em simulações de viagens espaciais.

Estamos falando da Antártida, cujo inverno registra temperaturas de incríveis 80° C negativos. Os poucos moradores desse freezer gigante passam meses isolados, sem poder sair de casa, simplesmente – nem mesmo para comprar comida. É uma espécie de hibernação forçada.

A imagem que você vai ver a seguir é do momento em que o primeiro nascer do Sol, desde maio, aconteceu. A imagem foi registrada pela Agência Espacial Europeia, no último dia 22 – o local que aparece na foto é a base Concórdia, centro de estudos e experiências científicas. O que você achou da imagem? 


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Dispositivos de realidade virtual prometem revolucionar os games e até a exploração espacial

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Tal como o ex-campeão mundial de xadrez Garry Kasparov previu a própria derrota para um computador, na década de 1990, especialistas em tecnologia profetizam há décadas o dia em que videogames se tornarão tão verossímeis que não serão mais distinguíveis da nossa própria realidade.

“É questão de tempo. Tem a ver apenas com a evolução da tecnologia disponível. A pergunta a fazer é apenas ‘quando?’, assim como no caso de Kasparov, que sabia que um dia seria superado pela máquina”, diz Marcos Melo, pesquisador da UnB (Universidade de Brasília) e formado em engenharia mecatrônica.

“Assim como nossos computadores evoluíram a ponto de nos vencer no xadrez, eles também ficarão mais complexos e um dia conseguirão emular com perfeição a realidade”, completa Melo.

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"[Holodeck]":http://www.projectholodeck.com/, projeto que une vários dispositivos de realidade virtual

Holodeck, projeto que une vários dispositivos de realidade virtual

Dispositivos ainda em desenvolvimento, mas que chegam ao mercado nos próximos anos, são um largo passo na direção desse dia.

O time é liderado pelo Rift, óculos que geram imagens tridimensionais com uma tela de LCD de sete polegadas e que reconhece movimentos da cabeça do usuário.

Demanda os óculos têm de sobra: o Rift começou no Kickstarter, plataforma de financiamento colaborativo, pedindo US$ 200 mil. Um mês depois, o projeto arrecadou mais de US$ 2 milhões.

A promessa é que o dispositivo, atualmente em fase de testes, seja capaz de imergir completamente o usuário nos cenários dos games.

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A tecnologia chamou a atenção de figurões da indústria. John Carmack, a mente por trás de games considerados marcos no gênero de tiro em primeira pessoa, como “Doom” e “Quake”, foi recentemente anunciado como chefe de tecnologia do Oculus.

Apesar de ser apontado como a próxima revolução no mundo dos jogos eletrônicos, o Rift, a exemplo do Kinect (sensor de movimentos do Xbox 360), já está sendo usado por empresas de outros setores –saúde, educação, mercado imobiliário e até exploração espacial são apenas alguns dos exemplos.

Na esteira do sucesso, outras iniciativas que propõem ampliar ou complementar a experiência do Rift pipocaram no Kickstarter e também em sites próprios.

São sensores de movimento, controles guiados por acelerômetros, coletes inteligentes e até uma esteira eletrônica, batizada de Omni, projetada para que, além da visualização do cenário em 3D, com o Oculus Rift, o jogador possa também andar de verdade, livremente, para mover seu personagem no jogo.

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Índia coloca em órbita primeiro satélite próprio de ‘GPS’

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A Índia lançou o primeiro satélite de um sistema de navegação próprio semelhante ao GPS (Sistema de Posicionamento Global) dos Estados Unidos, que entrará em funcionamento em 2015, informou nesta terça-feira (2) a agência espacial indiana.

O foguete decolou ontem à noite às 23h41 locais (15h11 de Brasília) em Sriharikota, uma base situada em uma região litorânea do sul do país, disse a ISRO (Organização Indiana de Pesquisa Espacial) em comunicado em seu site.

“A Índia entrou em uma nova era das aplicações espaciais”, afirmou o presidente da ISRO, K. Radhakrishnan, à agência local “Ians”.

Trata-se do primeiro de sete satélites que formarão o IRNSS (Sistema de Navegação por Satélite Regional da Índia), e que o país lançará a cada seis meses até 2015.

“Assim que o sistema estiver em funcionamento, a Índia não vai mais depender de outros países”, assegurou Radhakrishnan após o lançamento do satélite, que tem uma vida útil de 10 anos e ficará em orbita a uma distância de cerca de 36 mil quilômetros da Terra.

O IRNSS desempenhará funções civis e militares, e seu custo aproximado é de US$ 230 milhões.

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Com isso, a Índia entra para o seleto grupo de países que dispõem de um sistema de navegação por satélite, como Estados Unidos (GPS) e Rússia (GLONASS), enquanto a China e a União Europeia estão desenvolvendo também seus próprios sistemas.

A Índia, que já realizou mais de 100 missões espaciais até o momento, lançou em 2008 sua primeira sonda lunar, prepara uma missão espacial para Marte este ano e tem planos de lançar em 2016 sua primeira missão espacial tripulada.

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