
Muito antes de viralizar como o “Tio do Bebê” do jogador Richarlison, Dudu Daibert já era conhecido nas redes por seus vídeos de humor e carreira artística…
Quem é Dudu Daibert? Conheça o “Tio do Bebê” que virou fenômeno nas redes

Muito antes de viralizar como o “Tio do Bebê” do jogador Richarlison, Dudu Daibert já era conhecido nas redes por seus vídeos de humor e carreira artística…
Quem é Dudu Daibert? Conheça o “Tio do Bebê” que virou fenômeno nas redes


Até pouco tempo atrás, quem pretendia comer pistache precisava estar disposto a fazer uma verdadeira peregrinação para encontrar o ingrediente. Era necessário procurá-lo em lojas especializadas, como…

No início do ano, após as festas de final de ano, muitas pessoas decidem aderir a dietas radicais e “treinar sem parar” na academia, para tentar compensar a comilança e os excessos comuns em dezembro. Entretanto, existe um fator chamado memória muscular, que nem todos conhecem, mas que pode ser importante para voltar à rotina após o Natal e o Ano Novo…
O que é memória muscular? Fenômeno pode te ajudar a voltar à forma no início do ano


A foto astronômica destacada pela NASA nesta segunda-feira (18) traz um fenômeno curioso no céu. Trata-se de um sprite, um tipo de raio pouco comum e de curta duração, fotografado conforme uma tempestade se aproximou…
Fenômeno fez aparições multicoloridas no norte do país
Partes da Grã-Bretanha puderam testemunhar raras aparições de aurora boreal – o espetáculo da natural de luzes coloridas – no céu do país
Foto: Alexander Dutoy
Acesse:http://mandobrasa.blogspot.com.br/2014/01/primeira-chuva-de-meteoros-de-2014-da.html
Comum no início de janeiro, a chuva de meteoros Quadrantídeas é uma das mais intensas e breves demonstrações da beleza espacial. O fenômeno que acontece por algumas horas todos os anos e atingiu seu pico de intensidade na última sexta-feira (3). Saiba mais sobre esse evento astronômico e confira as belas fotos que ele gerou.
Um dos eventos que fazem parte do calendário astronômico da maioria dos amantes da observação do espaço, a chuva de meteoros Quadrantídeas não pode ser vista em boa parte da América do Norte, já que o evento atingiu seu pico durante a parte da tarde, quando o brilho do Sol “esconde” a maioria dos meteoros.
No pico da chuva de meteoros Quadrantídeas é possível observar entre 60 e 120 meteoros rasgando o céu em apenas uma hora.
Em 2014, os privilegiados com a exibição da chuva de meteoros estavam nas regiões central e leste da Ásia, incluindo o Japão.
Para ajudar aos admiradores dos fenômenos astronômicos, a Nasa (agência espacial norte-americana) disponibilizou até mesmo uma transmissão em tempo real em vídeo da chuva de meteoros
![Fenômeno raro forma nuvens superbaixas no Grand Canyon [vídeo] Fenômeno raro forma nuvens superbaixas no Grand Canyon [vídeo]](https://i0.wp.com/img.ibxk.com.br/2013/12/megacurioso/848903687006092858.jpg)
A sensação visual é a de que o cânion está afundando em nuvens, e de que essas mesmas nuvens se tornam, de repente, palpáveis. O fenômeno ocorre quando o ar gelado sai do solo e, ao subir, encontra ar quente – isso pode acontecer até duas vezes ao ano, mas não é sempre que o céu está limpo a ponto de colaborar ainda mais com a paisagem.
As imagens que você vai ver a seguir foram feitas no dia 29 de novembro. Confira, veja o vídeo e depois nos conte o que achou:

Fonte da imagem: Reprodução/Thisiscolossal
Fonte da imagem: Reprodução/ThisiscolossalFonte da imagem: Reprodução/Thisiscolossal
Fonte da imagem: Reprodução/Thisiscolossal

Fonte da imagem: Reprodução/Thisiscolossal
Curiosidades na internet
Acesse:http://www.bbc.co.uk/portuguese/videos_e_fotos/2013/09/130903_galeria_aurora_alasca_lk.shtml
A aurora boreal – um fenômeno natural de luzes no céu – do Alasca foi registrada pelo fotógrafo americano Steven Kazlowski.
O fenômeno é causado por partículas de gás carregadas que são expelidas do Sol em explosões e chegam à Terra na forma de um “vento solar” – interagindo com o campo magnético do planeta e formando um show de cores no céu.
As partículas “excitam” gases na atmosfera e depois os tornam brilhantes. As cores dependem do tipo de gás. Brilhos de cor verde ou vermelha são formados a partir do oxigênio. As cores azul e lilás são causadas pelo nitrogênio.
A galeria de fotos acima é resultado de um trabalho de 20 anos do fotógrafo acompanhando o fenômeno nos Estados Unidos.
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Conheça a série fotográfica de Dubai clicada pelo alemão Sebastian Opitz. O fotógrafo, que mora na cidade há mais de quatro anos, sempre sonhou fotografá-la sob densa neblina.
Dubai fotografada com câmera Nikon D700, velocidade 1/500 seg, abertura F/11, distância focal de 24 mm e ISO 200 (Foto: Sebastian Opitz)As condições climáticas que proporcionam este fenômeno ocorrem cerca de cinco vezes ao ano, segundo o site “My Modern Met”. Veja a seguir uma comparação de duas imagens de uma madrugada na cidade com e sem neblina.
Imagem da cidade de Dubai em madrugada sem neblina, acima, e com neblina, abaixo (Foto: Sebastian Opitz)Sebastian Opitz precisou chegar ao 85º andar da Princess Tower antes do nascer do sol e esperar pelo momento ideal para fotografar a paisagem. A neblina se dissipou rapidamente, por volta de 9h. O mapa abaixa mostra a localização da Princess Tower.
Imagens de mapa com indicação da localização do Princess Tower em Dubai e imagem do edifício, abaixo (Foto: Reprodução/This is True Lies)Em sua trajetória fotográfica, Sebastian queria apenas capturar as paisagens urbanas e mega construções com sua câmera. Mas ele foi seduzido por esta arte e investiu grande parte do seu tempo dirigindo à noite pela cidade, produzindo imagens por diversos ângulos. Hoje ele possui um banco de imagens profissional.
Técnica apurada, planejamento e sorte também fazem parte de uma boa fotografia. Estar no lugar certo, no momento certo e nas condições climáticas certas foi a fórmula certa para obter estas fotos espetaculares.
Imagem de Dubai fotografada com câmera Nikon D700, velocidade 15/1 seg, abertura F/5.6, distância focal de 32 mm e ISO 200 (Foto: Sebastian Opitz)
Dubai fotografada com câmera Nikon D700, velocidade 3125/10000000 seg, abertura F/2.8, distância focal de 14 mm e ISO 200 (Foto: Sebastian Opitz)
Dubai fotografada com câmera Nikon D700, velocidade 1/250 seg, abertura F/11, distância focal de 160 mm e ISO 200 (Foto: Sebastian Opitz)
Dubai fotografada com câmera Nikon D700, velocidade 1/40 seg, abertura F/11, distância focal de 116 mm e ISO 200 (Foto: Sebastian Opitz)
Dubai fotografada com câmera Nikon D700, velocidade 1/40 seg, abertura F/11, distância focal de 116 mm e ISO 200 (Foto: Sebastian Opitz)
Assista ao time-lapse feito pelo fotógrafo, que mostra em menos de 2 minutos, a paisagem capturada durante 4 horas de uma sessão.
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Próxima ocasião só irá ocorrer daqui a três anos, dizem astrônomos

Divulgação/Nasa Fenômeno será registrado mais uma vez nesta sexta-feira
De fato, o termo Lua azul não se refere a cor, mas a quão raro é o fenômeno. Lua azul é a definição para a quarta Lua cheia de uma estação, ou, mais recentemente, a segunda Lua cheia em um mês. É esta segunda definição que vale para o mês de agosto e sua Lua azul. A primeira Lua cheia do mês foi vista em 1º de agosto.
Luas azuis acontecem em razão do calendário não ser exatamente sincronizado com a órbita lunar. A Lua leva 29,5 dias para aumentar e diminuir de cheia para nova para cheia novamente. Com a exceção de fevereiro, meses são mais longos do que isso, o que significa que de vez em quando a sincronia é perfeita para que ocorram duas Luas cheias em um único mês.
Além disso, o termo Lua azul é mais conhecido por uma frase que diz “uma vez na Lua azul”, a qual representa algo extremamente raro. Elas ocorrem em intervalos de 2,7 anos em média, sendo que a última foi registrada no dia 31 de dezembro de 2009, que coincidiu na ocasião com um eclipse lunar parcial para quem vive na Europa, Ásia, África e partes do Alasca.
Raro mesmo é um único ano com duas Luas azuis. Aconteceu em 1999, e está previsto para ocorrer novamente em 2018.
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