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  • Empresas monitoram pessoas que baixam vídeos e músicas ilegalmente, diz estudo

    Acesse:http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/noticias/empresas-monitoram-pessoas-que-baixam-videos-e-musicas-ilegalmente-diz-estudo-20120905-1.html?question=0

    Segundo pesquisa, downloads feitos pelo BitTorrent podem ser identificados em apenas três horas

    Qualquer pessoa que baixe filmes ou músicas no BitTorrent, uma popular ferramenta de compartilhamento de arquivos, tem grandes chances de estar sendo monitorada, de acordo com um estudo feito pela Universidade de Birmingham, na Grã-Bretanha.

    Os pesquisadores descobriram que qualquer download feito pela ferramenta, que é ilegal em diversos países, pode ser identificado por uma agência de monitoramento em apenas três horas. Eles se disseram “surpresos” pela escala de pessoas vigiadas.

    Detentores de direitos autorais de músicas ou filmes podem usar esses dados para identificar usuários que estejam fazendo esses downloads ilegais.

    A pesquisa durou três anos e foi desenvolvida por uma equipe de especialista em computação, que desenvolveram um software que agia como um usuário do BitTorrent e registrava todas os compartilhamentos realizados.

    Sem distinção

    Os registros mostraram que o monitoramento não fazia distinção entre usuários que baixavam um grande volume de arquivos e os que eram novos no site.

    “Você não precisa ser um usuário recorrente (para ser vigiado). Alguém que baixa um único filme pode ser monitorado também”, disse Tom Chothia, que coordenou o estudo.

    “Se o arquivo estiver entre os cem mais baixados, é vigiado em poucas horas. Alguém vai perceber e começar a gravar.”

    A pesquisa revelou que conteúdos menos populares também eram monitorados, porém em uma frequência bem menor.

    O estudo identificou cerca de 10 diferentes empresas de monitoramento registrando os conteúdos, entre elas organizações que verificam o cumprimento de direitos autorais, firmas de segurança e até outros laboratórios de pesquisa.

    No entanto, seis daquelas com monitoramento em maior escala foram mais difíceis de identificar, já que as empresas responsáveis usaram firmas terceirizadas para fazer as pesquisas por elas.

    Marketing

    Segundo Chothia, não se sabe por que essas empresas estariam interessadas em uma quantidade de dados tão grande.

    “Muitas empresas estão simplesmente sentando sobre os dados. Esse tipo de monitoramento é fácil de fazer, e os dados estão lá, então elas pensam que é melhor coletá-los, já que podem ser valiosos no futuro”, disse o pesquisador.

    Algumas empresas supostamente responsáveis por monitoramento em larga escala foram acusadas de vender os dados a detentores de direitos autorais para ações de marketing.

    “Os dados mostram que tipo de conteúdo é popular, e onde”, disse Chothia.

    O estudo também revelou que as chamadas blocklists, sistemas usados por aqueles que compartilham arquivos ilegalmente para evitar que seus computadores sejam rastreados, podem ser inúteis.

    “Muitas das empresas que encontramos fazendo monitoramento não estavam nas blocklists, ou seja, as medidas para evitar o monitoramento não estão realmente funcionando”, disse Chothia.

    Ações judiciais

    Alguns detentores de direitos autorais na Europa e nos EUA estão usando endereços de IP coletados por empresas de monitoramento para buscar ações judiciais que obriguem provedores de internet a entregar os endereços físicos associados a eles.

    Esses detentores de direitos autorais estariam, então, escrevendo aos indivíduos buscando recompensas ou avisando da possibilidade de ação judicial.

    Chothia, porém, duvida que provas coletadas dessa maneira possam ser usadas nos tribunais.

    Alguns advogados concordam com o pesquisador e também duvidam que provas coletadas de um endereço de IP possam ser usadas em e não um indivíduo em particular.

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  • Conversas de vídeo no Hangouts, do Google+, poderão ser feitas a partir do Gmail

    Acesse:http://noticias.bol.uol.com.br/tecnologia/2012/07/30/conversas-de-video-no-hangouts-do-google-poderao-ser-feitas-a-partir-do-gmail.jhtm

    O Google anunciou hoje que vai permitir conversas de vídeos entre várias pessoas ao mesmo tempo na tela de seu serviço de e-mail, o Gmail, por meio do Hangouts.

    Reprodução
    O Hangouts, serviço de videochat do Google, sobre a tela do Gmail
    O Hangouts, serviço de videochat do Google, sobre a tela do Gmail

    A ferramenta de videoconferência foi lançada em 2011, junto com o Google+, e antes estava restrita à rede social.
    Todos os usuários do Gmail vão ter acesso ao Hangouts, inclusive os que não têm Google+.
    A novidade aparecerá hoje para alguns usuários e será disseminada aos outros ao longo das próximas semanas.

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  • Acabe com as músicas duplicadas em seu iTunes

    Acesse:http://canaltech.com.br/dica/software/Acabe-com-as-musicas-duplicadas-em-seu-iTunes/

    iTunes

    Chega de desordem. Se você já está incomodado com tanta música duplicada na biblioteca do iTunes, chegou a hora de colocar ordem no seu player e ainda ganhar um espacinho no HD. É normal riparmos um disco duas vezes, ou baixarmos uma coletânea repleta de músicas que já temos.

    Embora o iTunes tenha um recurso para “Exibir arquivos duplicados”, há uma enorme falta de programas no mercado que se destinem a limpar ou “desduplicar” esses arquivos, e dos que existem, nenhum impressiona. Mas um, em especial, dá conta do recado: o iTunes Match.

    A ferramenta da Apple

    A ferramenta, que surgiu em novembro do ano passado, verifica toda sua biblioteca em busca de músicas vendidas pela Apple. Se forem encontradas músicas iguais, você poderá fazer o download desta música para outro computador, dispositivo móvel ou até fazer um upgrade da canção no mesmo computador, melhorando de qualidade.

    Importante: você não precisa ter comprado, de fato, todas as suas músicas na Apple. Portanto, pode continuar tranquilamente com os passos seguintes.

    Não é uma ferramenta gratuita, mas também não é cara: por US$ 24,99 por ano, você tem direito a usar e abusar do aplicativo. O problema é que, apesar de ser prático e até então indolor pagar essa quantia para remover músicas duplicadas em um ano, manter a ferramenta por mais tempo no computador exige mais dinheiro.

    Como o iTunes Match é uma ferramenta que funciona tanto em Mac quanto em Windows, você pode usá-la para remover arquivos duplicados independente da plataforma. E ela encontra arquivos duplicados, como músicas que estão em mais de um álbum ou foram copiadas para a biblioteca umas duas ou três vezes.

    Utilizando iCloud para acabar com arquivos duplicados

    Deixe que o Match faça toda a sua tarefa – isso demorará um, dois ou mais dias, dependendo de quantas músicas você possui. Verifique toda a biblioteca de músicas e faça o upload para a nuvem da Apple, como se você estivesse a fim de criar uma nova biblioteca por lá. Quando terminar, você receberá uma mensagem do iCloud confirmando que toda a sua biblioteca está na nuvem.

    É agora que tudo fará sentido: se você seguir todas as etapas e realizar o upload, verá que os arquivos duplicados não foram para a nuvem. Basta usar a matemática e observar que, de, por exemplo, 8.000 músicas que você tinha, apenas 7.000 irão para a nuvem. O próximo passo é trazer tudo que está na nuvem de volta para o computador, e, desta vez, tomando cuidado para não duplicar ainda mais os seus arquivos. Para isso, deve-se optar por 1) limpar tudo que existe no iTunes; 2) criar uma nova biblioteca para o iTunes; 3) baixar a biblioteca nova em outro computador.

    Quando finalizar o download dos arquivos que você mesmo subiu para o iCloud, você confirmará que existem, sim, algumas músicas duplicadas; mas são faixas com o mesmo título, fazendo partes de álbuns diferentes. Para quem tem um álbum completo, não faz muito sentido deletar a música dele, certo? O iTunes Match reduz consideravelmente o número de arquivos duplicados, mas pode ser que ocorra um ou outro erro em relação a um mesmo álbum e ele retorne raros arquivos clonados.

    Mesmo assim, o trabalho para remover os poucos arquivos que “passaram desapercebidos” por todo o processo vai ser muito menos dolorido. Afinal, remover 50 músicas duplicadas manualmente é melhor que remover as 1.000 do exemplo acima. É possível que ocorram alguns erros como “arquivos não legíveis” em suas músicas. Portanto, é sempre bom previnir e ter um backup antes de zerar a biblioteca para baixar tudo do iCloud.

    Se você fizer todo o processo de remoção e quiser encontrar arquivos duplicados, a dica é: vá até a aba “Músicas” em sua biblioteca do iTunes e clique em “Arquivo > Detectar arquivos duplicados”. Organize a lista por nomes e verifique se realmente são arquivos clonados. Se encontrar arquivos idênticos, basta clicar com o botão direito em uma das músicas e selecionar “Delete” para removê-la. Lembre-se de remover a música do iCloud também, clicando na opção presente na caixa de diálogo que surgir.

    Um ponto importante: todas as músicas que você baixar do iCloud virão com qualidade de 256 kbps e no formato AAC. Se você quiser tudo em formato MP3, terá de convertê-las no próprio iTunes. Vale o sacrifício. Para muita gente, as músicas neste formato não são nenhum problema, pois rodam perfeitamente em muitos dispositivos, inclusive, em todos da Apple.

    Pronto, agora você está livre de arquivos duplicados e de toda a bagunça em sua biblioteca!

    Os ícones

    Perceba que ao lado de suas músicas que foram baixadas do iCloud, existe um pequeno ícone. Se não visualizar o status destes ícones, basta clicar em “Visualizar > Visualizar opções” e clicar na caixa “Status do iCloud”, marcando a opção “iCloud Download”.

    Se você visualizar um ícone com uma pequena nuvem e uma setinha para baixo no centro dela, significa que tais músicas estão disponíveis para download. É só clicar e escolher a opção “Download”. Lembre-se de ter cuidado para não clicar na opção “Delete” no iCloud – do contrário, música nenhuma poderá ser baixada para seu computador.

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